Estão encerradas as negociações nacionais em torno das alianças entre PT e PSB que estarão juntos na chapa presidencial, repetindo a dobradinha do presidente Lula com o vice-presidente Geraldo Alckmin. Os dois partidos estarão juntos em todos os estados. A única exceção é o Distrito Federal.
Na capital do país, o PT lançará Leandro Grass, que é ex-presidente do Iphan, e o PSB terá Ricardo Cappelli, ex-presidente da ABDI, na disputa ao Palácio do Buriti. Não há mais chance de acordo.
Cappelli conta com o apoio da direção nacional do PSB, partido presidido por João Campos, pré-candidato ao governo de Pernambuco. Da mesma forma, o PT sustenta a pré-candidatura de Leandro Grass.
Os dois candidatos ao GDF vão pedir votos para a reeleição de Lula e Alckmin. E a campanha nacional não deverá tomar partido, por ora. Num eventual segundo turno, os partidos progressistas estarão juntos.
O risco de que uma possível campanha agressiva no primeiro turno possa deixar sequelas para a segunda fase, se houver. É que Grass e Cappelli vão disputar vaga no segundo turno.
O cenário atual, segundo a pesquisa Correio-OPINIÃO Inteligência Política, divulgada em 17 de junho, é de liderança da direita, com Celina Leão (PP) em primeiro lugar, e José Roberto Arruda (PSD), em segundo. Mas a candidatura de Arruda ainda desperta controvérsias jurídicas
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