A deputada distrital Sandra Faraj (SD) reagiu à representação por quebra de decoro protocolada contra ela na Câmara Legislativa. O documento foi elaborado pela deputada federal Érika Kokay (PT). “Estou estarrecida. A motivação é algo amordaçador e contrário à democracia brasileira. É de deixar o queixo caído”, disse Faraj, em nota. “Querem me condenar porque enviei um ofício pedindo informações e esclarecimentos a uma escola pública. E os pais não têm o direito de saber o que acontece nas salas de aulas?”, questionou a distrital. “Essa atitude reflete bem o que alguns grupos querem impor na nossa cidade: uma verdadeira ditadura de pensamento e de comportamento”.
Na representação, Érika Kokay alegou que o ofício teria que ser enviado pela Mesa Diretora da Câmara, e não pela deputada. Mas Sandra Faraj garante que a medida é prevista no regimento da Casa. “A deputada Érika, quando distrital, encaminhou ofício à Polícia Civil pedindo cópia de inquérito policial sobre escutas clandestinas. Por que ela pode enviar ofícios e eu não posso?”, questionou. “Não aceito esse movimento querendo calar as famílias do DF”, finalizou.
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