Crédito: Arquivo pessoal — Cristian Viana, presidente regional do Podemos, e novo secretário de Desenvolvimento do Entorno
Texto publicado por Ana Maria Campos neste sábado (28/3) — Confira a entrevista com Cristian Viana, presidente do Podemos-DF, secretário do Entorno:
O Podemos-DF compõe a base do governo e apoiará a governadora Celina Leão para o GDF, com a perspectiva também de se consolidar como partido, na construção da montagem de uma chapa competitiva para a disputa distrital.
Vamos priorizar cargos proporcionais com a eleição de até três deputados distritais e um deputado federal; sendo que iremos para a eleição com apenas um no mandato que é o deputado Robério Negreiros. Com isso, cria-se chances reais de dois novos deputados distritais serem eleitos pelo Podemos, dando oportunidade para que novas lideranças alcancem mandatos. Estamos confiantes em alcançar uma cadeira na Câmara Federal e até 4 de abril consolidaremos essa nominata.
Sim, historicamente desde a época em que as disputas eram entre Joaquim Roriz e o PT, as disputas foram apertadas. Mesmo a eleição passada, vencida no primeiro turno pelo governador Ibaneis Rocha, a eleição foi concluída no primeiro turno por uma margem um pouco maior que cinco mil votos. Mas a eleição passada mostrou, também, que o eleitor brasiliense é majoritariamente de centro-direita, o que permitiu que a união das principais lideranças deste campo, em um mesmo palanque, alcançasse a eleição no primeiro turno.
Precisamos considerar que cada candidato ao governo terá dois candidatos ao Senado e os nomes colocados têm bastante densidade: o governador Ibaneis, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a deputada Bia Kicis, o desembargador Sebastião Coelho, a senadora Leila, apenas para citar os principais. Mas acredito que finalizado o prazo de filiações, teremos 123 dias para tentarmos construir entendimentos para convergência de algumas candidaturas e fortalecer novamente o bloco que ganhou as eleições de 2022.
Após a governadora Celina assumir, vamos dialogar com ela para que nos indique qual a melhor forma deseja que contribuamos, mas além da gestão pública a minha missão é partidária. Não tenho projeto pessoal e até posso me desincompatibilizar, mas para me dedicar com maior intensidade à coordenação política e estruturação das campanhas dos nossos candidatos, mas dependerá deste diálogo com a governadora.
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