O rebaixamento da Secretaria de Turismo para o segundo escalão do GDF foi alvo de críticas de deputados federais de outros estados. O presidente da Frente Parlamentar Mista de Turismo do Congresso Nacional, Herculano Passos (PSD), fez uma carta com críticas ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB). “Brasília é Patrimônio Cultural da Humanidade. Marco da arquitetura e do urbanismo moderno, a capital é detentora da maior área tombada do mundo. Além disso, o DF tem riquezas naturais fantásticas e é lugar estratégico para o turismo de negócios”, afirma.
O presidente da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, Alex Manente, levou para votação no colegiado uma moção de desagravo contra a decisão do chefe do Executivo local. O único fato estranho é as críticas terem vindo de um deputado do PSD, que, com as fusões das pastas, acabou ficando no comando do Turismo, o que não estava previsto inicialmente. Arthur Bernardes (PSD), até então secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, acabou de chefe das duas áreas. Jaime Recena (PSB), que chefiava Turismo, ficou como adjunto da pasta.
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