Deputado Luís Miranda fala sobre a defesa do irmão na CPI da Covid

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À queima roupa // Deputado Luís Miranda (DEM-DF)

Por Ana Maria Campos

O que você tem a dizer na CPI da Covid?
Fui acionado pelo meu irmão, que é servidor concursado do Ministério da Saúde, para tratar de movimentos suspeitos ocorridos na área de atuação dele, que lida diretamente com a importação de vacinas.

Quem pressionou o seu irmão, servidor do Ministério da Saúde?
A pressão vinha da chefia. Cabe ressaltar que ele sempre pautou sua atuação na ética e no respeito aos preceitos legais, mas, sabedor da importância de seu papel como servidor, buscou atuar com a maior agilidade e compromisso possível. Sempre.

Que tipo de pedido ele recebeu?
Ele deve revelar tudo de forma detalhada na CPI.

O que vocês fizeram com a denúncia?
Encaminhei a denúncia ao Executivo. Meu irmão foi chamado a depor em uma investigação que já ocorria no Ministério Público, onde expôs mais uma vez o que vinha ocorrendo.

Quem era ministro da Saúde quando ocorreu a pressão?
O General Eduardo Pazuello.

Ana Maria Campos

Editora de política do Distrito Federal e titular da coluna Eixo Capital no Correio Braziliense.

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