Crédito: Isa Stacciarini/CB/D.A Press
Há 25 anos no Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios, o promotor de Justiça Maurício Miranda já tocou processos rumorosos, como o julgamento dos jovens que atearam fogo no índio Galdino Jesus dos Santos e dos executores do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, da mulher dele, Maria Villela, e de uma funcionária da casa, Francisca Nascimento da Silva.
Mas nada foi considerado tão forte como a suspeita da existência de uma máfia, formada por médicos, de órteses e próteses no DF. “Já vi tantos homicídios, mas se falar em termos de perversidade esse caso da máfia das órteses e próteses é exemplar porque estamos falando de médicos e profissionais que se propõem a fazer isso”, disse o promotor. E acrescentou: “Fico na dúvida quem é o pior se é o homicida ou o cidadão com nível superior matando uma pessoa para ganhar dinheiro”.
O coordenador da Operação Mister Hyde foi o entrevistado de hoje (11/10) do programa CB.Poder, que foi ao ar às 13h30, na TV Brasília.
Veja a íntegra da entrevista:
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL A Geap Saúde fechou o ano de 2025 com balanço positivo…
Da coluna Eixo Capital, por Ana Maria Campos À Queima Roupa | Marcelo Vitorino, estrategista…
ANA MARIA CAMPOS Morreu nesta manhã (04) o desembargador Maurício Silva Miranda, do Tribunal de…
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL À Queima Roupa Marcelo Vitorino, estrategista e consultor de marketing político…
Da Coluna Eixo Capital, por Ana Maria Campos Faltam três meses para o fim do…
A vice-governadora Celina Leão (PP) passou o réveillon na Esplanada dos Ministérios, acompanhando os shows…