Crédito: Carlos Vieira/CB/D.A Press
Ana Viriato
A presidente afastada da Câmara Legislativa, Celina Leão, afirmou, na tarde desta terça-feira (23), em sessão extraordinária da CLDF, ser vítima de um plano arquitetado por Liliane Roriz (PDT) e pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) para desmoralizar a Casa. Ela subiu à tribuna a fim de prestar esclarecimentos sobre os desdobramentos da operação Drácon, deflagrada na manhã de hoje pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), além de rebater as acusações do deputado distrital Chico Vigilante (PT). Durante a reunião, alegou, ainda, que os oposicionistas tentam antecipar o processo eleitoral de 2018.
A deputada distrital voltou a ressaltar que a emenda para a saúde, responsável pelo terremoto que abalou as estruturas da mesa diretora, era de autoria de Liliane. Defendeu, ainda, que as gravações vazadas reuniam falas interligadas por contextos diferentes. A presidente afastada ressaltou que ela e os integrantes da cúpula entrariam com um recurso judicial para reverter a situação. Durante o discurso, adotou alguns alvos. Fez duras críticas à deputada Liliane e chamou a rival de “picareta”. Declarou ainda que “a família Roriz chegou ao fundo do lixo”. Em relação ao governo de Rodrigo Rollemberg, alegou que “o último mandato foi ruim, mas este é uma tragédia”.
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