Credito: Vinícius Cardoso / Esp.CB/DA.Press
O partido Agir está prestes a deixar a base da governadora Celina Leão (PP). Apoiadora da chapa desde a época do ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), a legenda tem tido problemas em manter diálogo e acordos com a atual governadora. Ao blog, fontes próximas do partido afirmam que a decisão pelo rompimento definitivo vem do diretório nacional, uma vez que, até agora, não conseguiram resolver o “silêncio” entre Celina e os dirigentes. O Agir ainda espera uma mudança de atitude da governadora para que não precise deixar a base, mas não darão muito tempo para isso.
A situação tem causado grande insatisfação e cristaliza a vontade do partido em romper definitivamente. O acordo feito, lá trás, foi de que o Agir apoiaria Celina em sua candidatura ao Palácio do Buriti este ano. Outro ponto que também contribuiu com tensão entre a agremiação e a governadora foi a saída da deputada distrital Jaqueline Silva em 2023. Ela deixou o Agir pelo MDB porque o partido não ultrapassou a cláusula de barreira, e na época, ela foi um nome central de apoio da agremiação ao ex-governador Ibaneis e com a saída, acordos foram deixados de lado. Ao que tudo indica, o mesmo tem ocorrido com outras legendas em circunstâncias parecidas.
Nos bastidores da Câmara Legislativa do DF, o que circula entre dirigentes é que Celina está sendo distante daqueles que estão ao seu lado e não tem mantido o diálogo que foi construído com seu antecessor em prol da sua candidatura. Alguns definem o momento como “falta de sinceridade” por parte de Celina, já que não tem convidado aliados para conversar.
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