Martha Vargas Crédito: Elio Rizzo/Esp. CB/D.A Press Martha Vargas

Delegada do caso da 113 Sul pega 16 anos de prisão

Publicado em CB.Poder

Depois do desfecho na ação de improbidade administrativa, saiu nesta semana a sentença contra a delegada Martha Vargas, que participou da primeira fase da investigação do caso da 113 Sul e foi acusada de manipular a apuração para responsabilizar pessoas inocentes. A policial civil foi condenada a duas penas: 16 anos de prisão e 28 dias, em regime fechado, por falsidade ideológica e tortura, e um ano e nove meses, em regime aberto, por fraude processual e violação de sigilo. Ela foi absolvida da acusação de denunciação caluniosa. O agente José Augusto Alves foi condenado a três anos, um mês e 10 dias pelo crime de tortura. Os dois atuaram na apuração sobre o assassinato do ex-ministro do TSE José Guilherme Vilela, da mulher dele, Maria Vilela, e da empregada da casa, Francisca Nascimento da Silva, em 2009. A decisão é da Sexta Vara Criminal de Brasília.

14 thoughts on “Delegada do caso da 113 Sul pega 16 anos de prisão

  1. Estudar tanto pra passar no concurso, pra isso? essa é burra! Pelo menos vai dar a vaga a alguém que no mínimo merece mais.

    1. Primeiro, passar no concurso delegado da PCDF, atualmente, não é nenhum bicho de 7 cabeças. Segundo, na época dela, as seleções eram molezinhas demais.

  2. Esse foi o resultado do trabalho sério da PCDF, foi ele quem descobriu a fraude e denunciou…agora vamos ver o julgamento da MANDANTE

  3. Um lixo desse tomando vaga de quem quer trabalhar sério .. estudou anos para passar no concurso pra ser presa . kkkk ironia …

  4. Vai dar em nada. Quem morreu, morreu. Quem tá vivo e deu a grana para ela servir de boi de piranha, vai continuar em liberdade. Essa daí pega 16 anos hospedada no maior luxo, indo até pro cabelereiro e logo pega 1/3, indulto de natal, de carnaval, de finados, de dia da sogra, da avó, do vizinho. Logo tá solta, processando o estado-cagão e recebendo de volta uma montanha de dinheiro. Não vamos esquecer do país em que isso aconteceu.

  5. O morto, ao que parece, era dono de uma enorme fortuna. Queria saber se a delegada contava com parte dela, se tudo corresse a seu favor.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *