Por Samanta Sallum
O cantor e ativista cultural Marcelo Café, 50 anos, está à frente de um projeto que leva samba para as escolas de forma lúdica e com foco educativo. Em 2018, ele criou o Festival Tardezinha do Samba, realizado na Casa do Cantador, em Ceilândia, com encontros musicais.
”Em 2022, eu senti a necessidade de ampliar o alcance da cultura afro-brasileira para dentro das escolas, promovendo o debate com os jovens e ajudando na formação de uma geração menos preconceituosa com as questões de raça e gênero”, conta Marcelo, que é morador de Ceilândia. Ele nasceu em Niterói (RJ) e veio para a capital federal com 7 anos.
O projeto já está na segunda edição, com realização de oficinas de percussão, dança , palestras e rodas de conversa com os estudantes. Conta com o patrocínio do FAC- Fundo de Apoio à Cultura, da SECEC- Secretaria de Cultura e Economia Cultural do DF. E será realizado no CEF (Centro de Ensino Fundamental) 4, CEF 11, e CEF 26, todos localizados na Ceilândia.
Entre as atividades, até 21 de novembro, estão oficinas de dança charme com o professor Petrônio Paixão; dança afro com Lady B, além de palestras sobre democracia, racismo e mitologia africana.
Um dos convidados para esta edição é o jornalista e produtor de moda Fernando Lackman, que vai dar uma oficina sobre a história da moda streetwear e suas raízes na cultura afrodescendente, com o olhar voltado para a música e suas vertentes como samba, hip jop, funk e jazz.
“Buscaremos esclarecer que, a partir dos movimentos sociais e fatos antropológicos, a moda é a evolução do comportamento humano e a roupa, é o que há de mais identitário, quando o assunto são os jovens”, diz Lackman. Ele vai realizar uma oficina de customização e upcycling de peças dos próprios alunos, que ao final participarão de um desfile com suas criações.
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