Rodas de leitura poética e lúdicas com Chico de Aquino vão trazer alunos de Samambaia e Taguatinga para a cena
Na terça-feira, 4 de junho, serão realizadas para alunos do Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (CEM EIT – Qnb 01 Ae 01, Taguatinga Norte) as últimas apresentações do Projeto Índia Amazônia (PIAMA), composto por um total de 12 encontros/apresentações, sendo quatro por escola. O PIAMA incentiva a prática da leitura e a reflexão sobre questões da Amazônia por meio de rodas de leitura poética e lúdicas com Chico de Aquino, escritor do livro com título homônimo. A iniciativa conta com o apoio institucional da Secretaria de Educação do DF e do Instituto Fazer o Bem.O Projeto será realizado pelo Grupo de Resgate Ambiental (GRA) por meio de um Termo de Fomento do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
A iniciativa conta com o apoio institucional da Secretaria de Educação do DF e do Instituto Fazer o Bem.O Projeto será realizado pelo Grupo de Resgate Ambiental (GRA) por meio de um Termo de Fomento do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
Para o ator e escritor Chico de Aquino, autor do texto, explica que durante a leitura dramática serão aplicadas técnicas da mesma metodologia, aplicada pela Atriz Fernanda Monte Negro, com quem o autor aprendeu o ofício de desenvolver oficinas de leitura dramática quando ele foi aluno dela. “Falando em viagem, resgate e preservação ambiental, teremos momentos de leitura criando padrões positivos de aprendizagem sobre o tema abordado e outros futuros temas que os alunos vão ler ao longo da vida”, pontua Aquino.
O autor sobre o que o inspirou a escrever a obra. “A primeira vez que ouvi falar sobre a Amazônia, foi em sala de aula. Eu cursava a 5ª série do primário e a professora Norma, de Geografia, do Ginásio Primeiro de Maio (Floriano-PI), com suas palavras nos levou a viajar pelo tapete verde da floresta amazônica, curtindo a maior bacia fluvial do mundo. Aquilo ficou em minha mente e me levou a conhecer muitos anos depois, um pouco da floresta, in loco. Manuscrevi o livro “Índia Amazônia” há cerca de trinta anos e passei todo esse tempo pesquisando”, observa Aquino.
O escritor também explica que os estudantes vão poder discutir sobre pontos turísticos da floresta amazônica. “Queremos poder oportunizar o entendimento de que a Amazônia viva, desenvolvida e com a floresta de pé é necessidade para a comunidade em geral. A Amazônia não é um patrimônio mundial, é um patrimônio brasileiro, em especial do povo nativo da floresta, que mantém viva cerca de 80% dos quase 5 milhões de quilômetros quadrados da Amazônia brasileira”,finaliza o autor e ator.
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