O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, manda recados de que vai mesmo pegar o chapéu e deixar a pasta Não aguenta mais a pressão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra as investigações da Polícia Federal nas operações Lava Jato e Zelotes. Relatório da PF sobre indícios de supostas “atividades criminosas” do líder petista foi a gota d’água.
Em declarações recentes, Cardozo andou dando uma no cravo e outra na ferradura para se manter no cargo, como no caso da ex-amante do ex-presidente Fernando Henrique Cardozo. Mas, com a radicalização do discurso do ex-presidente Lula e do PT, isso é como matar a fome de elefante com alface.
O PT quer pôr no seu lugar o deputado federal Wadih Damous (RJ), que hoje é o nome preferido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a pasta. A mudança no Ministério da Justiça pode ser uma saída para a presidente Dilma Rousseff se reaproximar de Lula.
No sábado, ela não foi à festa do PT, mas mandou uma carta na qual defendeu o ex-presidente. Os ministros Jaques Wagner (Casa Civil) e Ricardo berzoini (secretaria-geral da Presidência) atuam como bombeiros e tentam agendar um encontro de Dilma com Lula.
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