{"id":7633,"date":"2016-03-23T02:06:10","date_gmt":"2016-03-23T05:06:10","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=7633"},"modified":"2016-04-15T07:08:15","modified_gmt":"2016-04-15T10:08:15","slug":"seculo-21","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/seculo-21\/","title":{"rendered":"S\u00e9culo 21"},"content":{"rendered":"<p>DESDE 1960<\/p>\n<p>aricunha@dabr.com.br<\/p>\n<p>com Circe Cunha \/\/ circecunha@gmail.com<\/p>\n<p>colaborador mamfil@outlook.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Guerras, guerrilhas, atentados terroristas e conflitos armados de toda esp\u00e9cie e em todo o planeta, ao longo da maior parte da hist\u00f3ria humana, t\u00eam, a grosso modo, ra\u00edzes comuns e facilmente identific\u00e1veis. Deixando de lado os aspectos puramente econ\u00f4micos, os principais fatores que aparecem sempre como catalisadores ou como pano de fundo dessas carnificinas sistem\u00e1ticas s\u00e3o de ordem pol\u00edtica, religiosa ou militar \u2014 isso desde o surgimento das primeiras civiliza\u00e7\u00f5es no vale dos Rios Eufrates e Tigre. Ao longo de milhares de anos os homens v\u00eam sendo ca\u00e7ados e mortos com animais em nome da pol\u00edtica, da religi\u00e3o e do militarismo.<\/p>\n<p>Numa an\u00e1lise mais ligeira, poderia se pensar, ent\u00e3o, em acabar com essa mortandade, cortando o mal pela raiz, por meio da elimina\u00e7\u00e3o pura e simples da pol\u00edtica, da religi\u00e3o e do militarismo. Nada mais falso e mais imposs\u00edvel. Alguns analistas acreditam que a entrada da humanidade no terceiro mil\u00eanio ou o fim da adolesc\u00eancia da esp\u00e9cie s\u00f3 ocorrer\u00e1, de fato, quando ela se libertar das amarras da pol\u00edtica, tal como ainda desenhada hoje, qualificar e aperfei\u00e7oar os modelos de representa\u00e7\u00e3o atual, por meio de efetiva participa\u00e7\u00e3o de todos, em tempo real, via meios virtuais. Na outra ponta, a evolu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie a levaria tamb\u00e9m ao descarte da atividade militar, representada principalmente pelo fim da ind\u00fastria b\u00e9lica, da corrida armamentista e dos ex\u00e9rcitos.<\/p>\n<p>Essa maturidade humana, acreditam eles, se completaria e teria seu coroamento simb\u00f3lico com a elimina\u00e7\u00e3o ou abandono das religi\u00f5es que a\u00ed est\u00e3o. Para alguns pensadores, o homem do futuro prescindir\u00e1 dessas antigas ancoras, doravante baseando as rela\u00e7\u00f5es pessoais e com o pr\u00f3prio planeta por meio de modelos calcadas exclusivamente numa \u00e9tica humana e universal.<\/p>\n<p>Para alguns radicais, a reden\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie humana vir\u00e1 somente quando o \u00faltimo pol\u00edtico for enforcado nas tripas do \u00faltimo pastor e ambos enterrados na cova onde jaz o derradeiro militar. Mesmo que isso venha a ocorrer algum dia, ainda assim n\u00e3o cessariam as hostilidades entre os homens. Bastaria apenas que uma flor resplandecesse mais que outra, em outro jardim, para todo o processo retornar ao ponto de partida.<\/p>\n<p>Aquela flor mais rutilante foi obra de Deus dada somente \u00e0quele homem, dir\u00e3o os novos profetas. Aquela flor mais not\u00e1vel \u00e9 decorrente da intera\u00e7\u00e3o mais intensa daquele jardineiro com outros, dir\u00e3o os pol\u00edticos. Aquela flor not\u00e1vel surgiu naquele jardim, por que \u00e9 ali o local mais seguro para ela, dir\u00e3o os militares. Enquanto n\u00e3o se chega \u00e0 conclus\u00e3o satisfat\u00f3ria, mata-se o jardineiro, destr\u00f3i-se o jardim, arranca-se a flor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A frase que foi pronunciada<\/p>\n<p>\u201cO Brasil \u00e9 um velho Oeste sem nenhum candidato a xerife.<\/p>\n<p>Bruna Ribeiro, estudante<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Matagal e escurid\u00e3o<\/p>\n<p>H\u00e1 d\u00e9cadas, os caminhos da UnB que levam \u00e0s quadras da Asa Norte s\u00e3o perigos\u00edssimos pela falta de ilumina\u00e7\u00e3o. Estupros, furtos e roubos s\u00e3o comuns. Agora, com as facilidades eletr\u00f4nicas os alunos da universidade fizeram o que a prefeitura deveria ter feito: um mapa dos locais onde \u00e9 necess\u00e1ria ilumina\u00e7\u00e3o. A promessa foi feita. O prefeito professor Marco Aur\u00e9lio Gon\u00e7alves de Oliveira garantiu que novos postes ser\u00e3o instalados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aten\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Com lobby pesado os defensores do canabidiol para tratamento de algumas doen\u00e7as precisaram aguentar a presen\u00e7a de alguns parasitas mal-intencionados. Em um hang out ficou o registro de que tudo estava combinado para aprovar em um pulo. Foi o que aconteceu. Os pacientes que precisam do canabidiol estar\u00e3o a salvo. Como jabuti, o THC entrou no texto. Liberado tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Consci\u00eancia<\/p>\n<p>O movimento Brasil sem Drogas est\u00e1 com for\u00e7a suficiente para reverter a conquista dos mal intencionados. O pr\u00f3prio senador Cristovam Buarque ficou horrorizado com o depoimento de m\u00e3es de viciados. O que parece droga para recrea\u00e7\u00e3o, em alguns adolescentes pode se transformar em inferno para a fam\u00edlia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conad<\/p>\n<p>Pior. O lobby para trazer as drogas para o Brasil est\u00e1 querendo mais. M\u00eas que vem, na ONU a inten\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Pol\u00edticas sobre Drogas \u00e9 de que o pa\u00eds deixe de ser signat\u00e1rio, automaticamente se desvinculando dos compromissos em proteger a popula\u00e7\u00e3o contra drogas, que passar\u00e3o a ser l\u00edcitas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria de Bras\u00edlia<\/p>\n<p>Est\u00e3o fazendo guerra fria, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Legalidade no rio Grande do Sul. A Marinha divulga que a obstru\u00e7\u00e3o do canal da Lagoa dos Patos poder\u00e1 trazer colapso para o abastecimento de g\u00eaneros e de gasolina ao Estado; o Ex\u00e9rcito licencia todos os cabos e sargentos do III Ex\u00e9rcito, e a Aeron\u00e1utica informa que n\u00e3o h\u00e1 nenhum avi\u00e3o militar em Porto Alegre. Todos voaram para o Rio. Guerra fria, e fria mesmo. (Publicado em 2\/9\/1961)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DESDE 1960 aricunha@dabr.com.br com Circe Cunha \/\/ circecunha@gmail.com colaborador mamfil@outlook.com &nbsp; Guerras, guerrilhas, atentados terroristas e conflitos armados de toda esp\u00e9cie e em todo o planeta, ao longo da maior parte da hist\u00f3ria humana, t\u00eam, a grosso modo, ra\u00edzes comuns e facilmente identific\u00e1veis. Deixando de lado os aspectos puramente econ\u00f4micos, os principais fatores que aparecem sempre como catalisadores ou como [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[],"class_list":["post-7633","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-integra"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7633","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7633"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7633\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7634,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7633\/revisions\/7634"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7633"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7633"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7633"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}