{"id":27533,"date":"2026-07-10T13:52:05","date_gmt":"2026-07-10T16:52:05","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=27533"},"modified":"2026-07-10T13:50:22","modified_gmt":"2026-07-10T16:50:22","slug":"tecnologias-e-ameacas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/tecnologias-e-ameacas\/","title":{"rendered":"Tecnologias e amea\u00e7as"},"content":{"rendered":"<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-27536\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/imagem-IA.png\" alt=\"\" width=\"1536\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/imagem-IA.png 1536w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/imagem-IA-300x200.png 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/imagem-IA-768x512.png 768w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/imagem-IA-1024x683.png 1024w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/imagem-IA-1440x960.png 1440w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/imagem-IA-800x533.png 800w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/imagem-IA-550x367.png 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/imagem-IA-230x153.png 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 1536px) 100vw, 1536px\" \/>VISTO, LIDO E OUVIDO<\/div>\n<div>*Criada por Ari Cunha DESDE 1960<\/div>\n<div>\n<p>Hoje, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade<\/p>\n<p>Poucas vezes na hist\u00f3ria uma tecnologia avan\u00e7ou com tanta velocidade quanto a intelig\u00eancia artificial. Da mesma forma, rar\u00edssimas foram as ocasi\u00f5es em que os pr\u00f3prios criadores dessa tecnologia decidiram interromper momentaneamente a celebra\u00e7\u00e3o do progresso para fazer um alerta \u00e0 humanidade. Quando isso acontece, conv\u00e9m ouvir.<\/p>\n<\/div>\n<div>Geoffrey Hinton, vencedor do Pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica de 2024 e um dos principais respons\u00e1veis pelo desenvolvimento das modernas redes neurais artificiais, tornou-se uma das vozes mais contundentes ao advertir que a intelig\u00eancia artificial poder\u00e1 representar o maior salto tecnol\u00f3gico j\u00e1 produzido pelo homem e, paradoxalmente, um dos maiores riscos j\u00e1 enfrentados pela civiliza\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se trata de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica nem de roteiro hollywoodiano. Trata-se da avalia\u00e7\u00e3o de um cientista que ajudou a construir exatamente aquilo que hoje teme.<\/div>\n<div>Durante s\u00e9culos, o homem criou ferramentas para ampliar sua for\u00e7a f\u00edsica. A m\u00e1quina a vapor multiplicou m\u00fasculos. O motor de combust\u00e3o reduziu dist\u00e2ncias. A eletricidade transformou cidades. O computador acelerou c\u00e1lculos antes imposs\u00edveis. A intelig\u00eancia artificial, entretanto, inaugura uma etapa completamente diferente: pela primeira vez, cria-se uma ferramenta destinada a ampliar fun\u00e7\u00f5es intelectuais. A diferen\u00e7a \u00e9 gigantesca. As chamadas redes neurais artificiais procuram reproduzir, ainda que de forma simplificada, determinados padr\u00f5es de aprendizado observados no c\u00e9rebro humano. Em vez de apenas seguir regras previamente programadas, esses sistemas aprendem a partir de enormes volumes de dados, identificam padr\u00f5es, formulam previs\u00f5es e produzem respostas cada vez mais sofisticadas. O resultado j\u00e1 pode ser visto diariamente. A IA escreve textos, produz imagens, traduz idiomas, diagnostica doen\u00e7as, auxilia pesquisadores, desenvolve novos medicamentos, controla processos industriais, interpreta exames m\u00e9dicos, conduz ve\u00edculos, gerencia investimentos financeiros e participa at\u00e9 mesmo da formula\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias militares. Estamos apenas no in\u00edcio.<\/div>\n<div>&#8221; A intelig\u00eancia artificial \u00e9 uma tecnologia de prop\u00f3sito geral&#8221; obra de Erik Brynjolfsson estimam que, nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, praticamente toda atividade econ\u00f4mica sofrer\u00e1 algum grau de transforma\u00e7\u00e3o pela intelig\u00eancia artificial. A produtividade poder\u00e1 aumentar de forma extraordin\u00e1ria. Custos ser\u00e3o reduzidos. Descobertas cient\u00edficas poder\u00e3o ocorrer numa velocidade nunca antes imaginada. Mas \u00e9 justamente a\u00ed que reside o perigo. Toda tecnologia poderosa possui dupla utiliza\u00e7\u00e3o. A energia nuclear ilumina cidades e produz bombas at\u00f4micas. A engenharia gen\u00e9tica salva vidas e pode produzir armas biol\u00f3gicas. A internet democratizou o conhecimento, mas tamb\u00e9m multiplicou crimes cibern\u00e9ticos, fraudes financeiras e campanhas sofisticadas de desinforma\u00e7\u00e3o. Com a intelig\u00eancia artificial n\u00e3o ser\u00e1 diferente.<\/div>\n<div>Mais um alerta importante de Geffrey Hinton \u00e9 de que sistemas cada vez mais inteligentes poder\u00e3o ser utilizados para desenvolver v\u00edrus artificiais extremamente letais, acelerar pesquisas destinadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de armas qu\u00edmicas ou biol\u00f3gicas, automatizar ataques cibern\u00e9ticos contra infraestruturas cr\u00edticas e criar mecanismos de manipula\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica em escala jamais vista. Imagine programas capazes de produzir milh\u00f5es de v\u00eddeos falsos absolutamente perfeitos. Imagine uma IA desenvolvendo novas mol\u00e9culas t\u00f3xicas em poucas horas. Imagine sistemas militares completamente aut\u00f4nomos decidindo quem vive e quem morre sem qualquer interven\u00e7\u00e3o humana. Nenhum desses cen\u00e1rios pertence mais exclusivamente \u00e0 fic\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div>\u00a0Diversos governos investem bilh\u00f5es de d\u00f3lares em aplica\u00e7\u00f5es militares da intelig\u00eancia artificial. Estados Unidos, China, R\u00fassia, Reino Unido, Fran\u00e7a e Israel figuram entre os pa\u00edses que mais desenvolvem pesquisas nessa \u00e1rea. Paralelamente, organiza\u00e7\u00f5es criminosas tamb\u00e9m come\u00e7am a utilizar IA para golpes financeiros, clonagem de voz, invas\u00f5es digitais e fraudes cada vez mais sofisticadas. A tecnologia \u00e9 neutra. O uso jamais ser\u00e1.<\/div>\n<div>Outro aspecto igualmente preocupante diz respeito \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o de poder. Quem controlar os algoritmos mais avan\u00e7ados poder\u00e1 controlar informa\u00e7\u00e3o, economia, comunica\u00e7\u00e3o e at\u00e9 decis\u00f5es pol\u00edticas. Nunca tantas informa\u00e7\u00f5es pessoais estiveram reunidas em t\u00e3o poucas empresas ou governos. Cada pesquisa realizada, cada compra efetuada, cada deslocamento registrado pelo celular, cada fotografia publicada e cada conversa armazenada alimentam gigantescos bancos de dados utilizados para treinar sistemas inteligentes. Informa\u00e7\u00e3o tornou-se poder. E poder concentrado sempre exige vigil\u00e2ncia.<\/div>\n<div>Existe ainda uma quest\u00e3o que raramente aparece nos debates p\u00fablicos: a substitui\u00e7\u00e3o gradual da autonomia humana. Quanto mais delegarmos decis\u00f5es \u00e0s m\u00e1quinas, menor poder\u00e1 tornar-se nossa capacidade de decidir por conta pr\u00f3pria. Navegadores j\u00e1 escolhem nossas rotas. Algoritmos selecionam as not\u00edcias que lemos. Plataformas recomendam m\u00fasicas, filmes, livros e at\u00e9 parceiros afetivos. Em muitos casos, sequer percebemos que nossas escolhas passaram a ser influenciadas por sistemas invis\u00edveis. A liberdade n\u00e3o costuma desaparecer de forma abrupta. Frequentemente ela \u00e9 substitu\u00edda por conveni\u00eancias. O risco maior talvez n\u00e3o seja uma rebeli\u00e3o de rob\u00f4s, mas uma humanidade cada vez mais dependente de decis\u00f5es tomadas por sistemas que poucos compreendem e quase ningu\u00e9m controla. Esse debate exige serenidade.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A frase que foi pronunciada:<\/div>\n<div>\u201cOs rob\u00f4s herdar\u00e3o a Terra? Sim, mas ser\u00e3o nossos filhos\u201d<\/div>\n<div>Marvin Minsky<\/div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-27538\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/MARVIN-MINSKY.png\" alt=\"\" width=\"493\" height=\"273\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/MARVIN-MINSKY.png 493w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/MARVIN-MINSKY-300x166.png 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2026\/07\/MARVIN-MINSKY-230x127.png 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 493px) 100vw, 493px\" \/><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>Quem foi Marvin Minsky?<\/p>\n<p>Minsky foi um dos fundadores do MIT Computer Science &amp; Artificial Intelligence Lab. Foi um matem\u00e1tico, cientista da computa\u00e7\u00e3o e pioneiro na IA.<\/p>\n<p>Morreu em 2016, tendo publicado dez anos antes o seu \u00faltimo livro, \u2018The Emotion Machine: Commonsense Thinking, Artificial Intelligence, andthe Future of the Human Mind\u2019.<\/p>\n<p>O trabalho de Minsky \u00e9 mencionado algumas vezes no livro \u2018Algoritmosfera\u2019, de <a class=\"x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd\" role=\"link\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/camilaaleporace\/?hl=en\">@camilaaleporace<\/a>. Uma das men\u00e7\u00f5es acontece na p\u00e1gina 92, junto aos nomes de outros feras da rob\u00f3tica e da IA:<\/p>\n<p>\u2018Existe um paradoxo que \u00e9 o seguinte: enquanto uma variedade de tarefas consideradas dif\u00edceis para a cogni\u00e7\u00e3o e aintelig\u00eancia humana s\u00e3o desempenhadas com sucesso por sistemas artificiais \u2013muitas vezes sendo capazes de jogar xadrez, ter bons resultados nos chamadostestes de intelig\u00eancia, resolver tarefas de \u00e1lgebra, teoremas e da\u00ed por diante\u2013 outras atividades, que acabamos considerando triviais ou ordin\u00e1rias, s\u00e3oainda assumidas como muito complexas para serem executadas por sistemasartificiais. Encontram-se no grupo dessas tarefas algumas que mesmo um beb\u00eapode protagonizar; dentre elas, a\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 percep\u00e7\u00e3o e \u00e0 mobilidade.Essas quest\u00f5es desafiadoras para a IA foram aglutinadas sob o r\u00f3tulo do chamado\u201cParadoxo de Moravec\u201d (Dellermann et al., 2019) \u2013 pelo pr\u00f3prio Hans Moravec epelos roboticistas Marvin Minsky e Rodney Brooks\u2019.<\/p>\n<\/div>\n<div>*fonte Instagram<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Hist\u00f3ria de Bras\u00edlia<\/div>\n<div>Com o dr. Afr\u00e2nio Barbosa \u00e0 frente da Novacap como presidente, bem que poderia ser resolvido o caso da ilumina\u00e7\u00e3o sonora da pra\u00e7a dos Tr\u00eas Pod\u00eares que vem se arrastando desde o tempo do dr. J\u00e2nio Quadros. (Publicada em 22.05.1962)<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong class=\"Yjhzub\">Afr\u00e2nio Barbosa da Silva<!--TgQPHd||[]--><\/strong> (1914\u20132006) foi um engenheiro eletricista pioneiro que atuou na funda\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia. Em 1962, como chefe do Departamento de For\u00e7a e Luz (DFL) da <span class=\"\"><a class=\"H23r4e\" href=\"https:\/\/www.sinj.df.gov.br\/sinj\/Norma\/190\/Decreto_165_28_02_1962.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil<\/a><!--TgQPHd||[[&quot;https:\/\/www.sinj.df.gov.br\/sinj\/Norma\/190\/Decreto_165_28_02_1962.html&quot;,null,null,[null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,[{&quot;1218&quot;:[16]}]],16,null,&quot;Decreto 165 de 28\/02\/1962 - SINJ-DF&quot;,&quot;Afr\u00e2nio Barbosa da Silva, engenheiro eletricista, servidor da Campanhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, presidente - Jofre Mozart Parada, engenheiro ...&quot;,null,&quot;SINJ-DF&quot;,&quot;https:\/\/encrypted-tbn2.gstatic.com\/faviconV2?url\\u003dhttps:\/\/www.sinj.df.gov.br\\u0026client\\u003dAIM\\u0026size\\u003d128\\u0026type\\u003dFAVICON\\u0026fallback_opts\\u003dTYPE,SIZE,URL&quot;,[[1783624781031532,112795103,622810699],null,null,null,null,[[2,0,0,6]]],null,&quot;335fc2a4-58c3-474d-a808-29f99770401a&quot;]]--><\/span>, ele liderou a infraestrutura de energia que garantiu a funcionalidade da nova capital.<\/div>\n<div>*Fonte DF Bras\u00edlia<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO *Criada por Ari Cunha DESDE 1960 Hoje, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade Poucas vezes na hist\u00f3ria uma tecnologia avan\u00e7ou com tanta velocidade quanto a intelig\u00eancia artificial. Da mesma forma, rar\u00edssimas foram as ocasi\u00f5es em que os pr\u00f3prios criadores dessa tecnologia decidiram interromper momentaneamente a celebra\u00e7\u00e3o do progresso para fazer um alerta \u00e0 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-27533","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-integra-integra"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27533","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27533"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27533\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27540,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27533\/revisions\/27540"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27533"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27533"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27533"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}