{"id":17680,"date":"2020-10-03T12:23:08","date_gmt":"2020-10-03T15:23:08","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=17680"},"modified":"2020-10-03T12:24:45","modified_gmt":"2020-10-03T15:24:45","slug":"nada-de-novo-no-front-amazonico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/nada-de-novo-no-front-amazonico\/","title":{"rendered":"Nada de novo no front amaz\u00f4nico"},"content":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam)<\/p>\n<p>Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade<\/p>\n<p>jornalistacircecunha@gmail.com<\/p>\n<p>Facebook.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>Instagram.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_17682\" aria-describedby=\"caption-attachment-17682\" style=\"width: 619px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-17682\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/eb.jpg\" alt=\"\" width=\"619\" height=\"446\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/eb.jpg 619w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/eb-300x216.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/eb-550x396.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/eb-230x166.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 619px) 100vw, 619px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-17682\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Tahiane Stochero\/G1<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pai, lembra o fil\u00f3sofo de Mondubim, \u00e9 aquele que cuida. Com isso, ficou estabelecido, desde o aparecimento da humanidade sobre o planeta, que o indiv\u00edduo capaz de exercer, legitimamente, algum tipo de ascens\u00e3o sobre seu semelhante, \u00e9 somente aquele que, desde sempre, agiu no sentido de proteg\u00ea-lo contra os perigos e as hostilidades do meio. Da mesma forma e por analogia direta, um Estado s\u00f3 pode exercer soberania efetiva sobre uma por\u00e7\u00e3o de um determinado territ\u00f3rio, se cuidar para que essa terra permane\u00e7a protegida contra as investidas de estrangeiros e outras amea\u00e7as, internas e externas.<\/p>\n<p>Para isso, o uso da for\u00e7a, no caso as For\u00e7as Armadas, \u00e9, at\u00e9 hoje, o meio pr\u00e1tico para dissuadir os pretensos invasores da empreitada. A imposi\u00e7\u00e3o da for\u00e7a, que \u00e9 um argumento definitivo e um ultimatum longo da lenta forma\u00e7\u00e3o dos Estados nacionais, essa foi a f\u00f3rmula mais empregada para manter ou conquistar maiores por\u00e7\u00f5es de territ\u00f3rios. Ainda hoje, \u00e9 esse o meio mais utilizado para esse fim, mesmo diante das leis modernas e dos tribunais internacionais.<\/p>\n<p>O exerc\u00edcio da soberania \u00e9 sempre uma rela\u00e7\u00e3o de poder amparado pela for\u00e7a. Obviamente, o desenvolvimento da ci\u00eancia da diplomacia, como sendo uma esp\u00e9cie de ex\u00e9rcito com punho de rendas e com as finesses e a ret\u00f3rica da argumenta\u00e7\u00e3o, serviu para atenuar o clima de beliger\u00e2ncia entre as na\u00e7\u00f5es, evitando conflitos e outros males desnecess\u00e1rios. Mas, ainda assim, a soberania sobre todo e qualquer territ\u00f3rio requer, al\u00e9m de argumenta\u00e7\u00f5es da diplomacia e do princ\u00edpio da Uti possidetis, que estabelece que o direito de um pa\u00eds sobre um territ\u00f3rio \u00e9 dado pela ocupa\u00e7\u00e3o dessa \u00e1rea por popula\u00e7\u00f5es, a for\u00e7a intimidat\u00f3ria da persuas\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 preciso ir muito longe em nossa hist\u00f3ria para comprovar o quanto a quest\u00e3o da territorialidade brasileira se deve aos esfor\u00e7os sobrehumanos de Portugal em arregimentar tropas para fazer valer seus direitos sobre o imenso continente por ele descoberto, e em terras long\u00ednquas e in\u00f3spitas, expulsar diversas tentativas de invas\u00f5es por outros povos. O quanto de vida e recursos essa empreitada teria custado \u00e0 pequena metr\u00f3pole, durante s\u00e9culos, \u00e9 ainda uma p\u00e1gina em branco a ser pesquisada.<\/p>\n<p>Por outro lado, sem disparar um tiro sequer, o patrono da nossa diplomacia, Jos\u00e9 Maria da Silva Paranhos J\u00fanior, o Bar\u00e3o de Rio Branco (1845-1912), conseguiu a proeza de definir as fronteiras atuais do Brasil dentro de uma Am\u00e9rica do Sul que, em sua \u00e9poca, era um continente em permanente instabilidade pol\u00edtica e militar. O zelo com que cuidava das disputas territoriais do Brasil com seus vizinhos deu ganho de caso na defini\u00e7\u00e3o de fronteiras com Argentina, Equador, Col\u00f4mbia, Peru, Uruguai, num tempo em que Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores ganhava uma din\u00e2mica pr\u00f3pria e que serviria como b\u00fassola a orientar toda a trajet\u00f3ria de respeitabilidade de nossa diplomacia, reconhecida em todo mundo pela excel\u00eancia de seus profissionais.<\/p>\n<p>Mas, isso foi no tempo em que havia a aten\u00e7\u00e3o e apoio do chefe de Estado para essas quest\u00f5es vitais de Estado. A entrada do s\u00e9culo 21 e a ascend\u00eancia de governos, totalmente despreparados para o exerc\u00edcio do cargo, reduziriam a atua\u00e7\u00e3o desse importante minist\u00e9rio a zero, lan\u00e7ando-o em miss\u00f5es que preenchiam apenas os anseios ideol\u00f3gicos de cada governante, dissociados das reais necessidades do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A frase que foi pronunciada:<br \/>\n<\/strong><em>\u201cAh se eles soubessem o que eu penso!\u201d<\/em><strong><br \/>\n<\/strong>Presidente Bolsonaro, sobre a posse<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14853 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/bolsonaro-com-bandeira.jpg\" alt=\"\" width=\"548\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/bolsonaro-com-bandeira.jpg 1380w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/bolsonaro-com-bandeira-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/bolsonaro-com-bandeira-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/bolsonaro-com-bandeira-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/bolsonaro-com-bandeira-350x233.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/bolsonaro-com-bandeira-550x367.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/bolsonaro-com-bandeira-230x153.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 548px) 100vw, 548px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fazer o qu\u00ea?<\/strong><br \/>\nBancas de revistas, uma marca da cidade vai se apagando aos poucos. Transformadas em lojas de conveni\u00eancia ou barracas de castanhas, tiram totalmente a possibilidade da leitura entre amigos. Novos tempos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_17687\" aria-describedby=\"caption-attachment-17687\" style=\"width: 544px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-17687\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/banca.jpg\" alt=\"\" width=\"544\" height=\"308\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/banca.jpg 824w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/banca-300x170.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/banca-768x434.jpg 768w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/banca-550x311.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/banca-230x130.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 544px) 100vw, 544px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-17687\" class=\"wp-caption-text\">Foto: facebook.com\/BancadoBrito106<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Vale a preserva\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\n\u00c9 raro ver alguma obra em Bras\u00edlia, inclusive novas casas em terrenos antigos, onde o propriet\u00e1rio queira manter as \u00e1rvores do cerrado. Geralmente, s\u00e3o cortadas e descartadas para dar lugar ao paisagismo pr\u00e9-moldado. S\u00e3o troncos tortos como as pernas do Garrincha, como diz o poeta Nicolas Behr. Vale a preserva\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<figure id=\"attachment_14300\" aria-describedby=\"caption-attachment-14300\" style=\"width: 545px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14300\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/cerrado.jpg\" alt=\"\" width=\"545\" height=\"352\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/cerrado.jpg 768w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/cerrado-300x194.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/cerrado-350x226.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/cerrado-550x355.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/cerrado-230x149.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 545px) 100vw, 545px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-14300\" class=\"wp-caption-text\">Foto: brasil.gov.br<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ideias<\/strong><br \/>\nPor falar nisso, os primeiros que deveriam receber instru\u00e7\u00f5es sobre a preserva\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores nativas s\u00e3o os motoristas de trator. Sem no\u00e7\u00e3o sobre o meio ambiente, eliminam o que veem pela frente. Seria uma campanha publicit\u00e1ria e tanto se a DF Tratores, SM Tratores e outras empresas do ramo distribu\u00edssem folhetos elaborados pela Emater sobre o cerrado.<\/p>\n<figure id=\"attachment_17686\" aria-describedby=\"caption-attachment-17686\" style=\"width: 546px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-17686\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/trator.jpg\" alt=\"\" width=\"546\" height=\"362\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/trator.jpg 763w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/trator-300x199.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/trator-550x365.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/trator-230x153.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 546px) 100vw, 546px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-17686\" class=\"wp-caption-text\">Foto: amazonia.org<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Participe<\/strong><br \/>\nBrinquedo novo para a crian\u00e7ada que enfrenta a pandemia \u00e9 uma iniciativa que tem m\u00e9rito. As primeiras damas Michelle Bolsonaro e Mayara Noronha Rocha se uniram com o apoio dos governos federal e distrital, al\u00e9m da preciosa colabora\u00e7\u00e3o dos funcion\u00e1rios p\u00fablicos e comunidade. Quem quiser colaborar \u00e9 s\u00f3 entregar o brinquedo nas administra\u00e7\u00f5es regionais, em batalh\u00f5es da Pol\u00edcia Militar e em unidades do Corpo de Bombeiros at\u00e9<br \/>\n7 de outubro.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-17684 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/1.jpg\" alt=\"\" width=\"534\" height=\"534\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/1.jpg 534w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/1-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/1-300x300.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/1-230x230.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 534px) 100vw, 534px\" \/><\/p>\n<figure id=\"attachment_17685\" aria-describedby=\"caption-attachment-17685\" style=\"width: 536px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-17685 size-full\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/2.jpg\" alt=\"\" width=\"536\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/2.jpg 536w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/2-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/2-300x298.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/2-230x229.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 536px) 100vw, 536px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-17685\" class=\"wp-caption-text\">Cartaz publicado no perfil oficial da SEDES no Instagram<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fot\u00f3grafo e rep\u00f3rter<\/strong><br \/>\nJuvenal Pereira, renomado fot\u00f3grafo, guarda um presente para os leitores e amigos. Em dezembro publicar\u00e1 a revista Rota 55.<\/p>\n<figure id=\"attachment_17683\" aria-describedby=\"caption-attachment-17683\" style=\"width: 542px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-17683\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/juvenal.jpg\" alt=\"\" width=\"542\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/juvenal.jpg 767w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/juvenal-300x194.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/juvenal-550x355.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/10\/juvenal-230x148.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-17683\" class=\"wp-caption-text\">Foto: brasilia.memoriaeinvencao.com<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA DE BRAS\u00cdLIA<\/strong><br \/>\nVou pedir ao Nauro Esteves para redesenhar a \u00e1rea interna das superquadras, para que os carros possam atingir os postos de assist\u00eancia apenas por um lado, mantendo interrompido o tr\u00e1fego na W-1. (<strong>Publicado\u00a0 em 17\/1\/1962<\/strong>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam) Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade jornalistacircecunha@gmail.com Facebook.com\/vistolidoeouvido Instagram.com\/vistolidoeouvido &nbsp; &nbsp; Pai, lembra o fil\u00f3sofo de Mondubim, \u00e9 aquele que cuida. 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