{"id":14992,"date":"2019-09-26T01:00:06","date_gmt":"2019-09-26T04:00:06","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=14992"},"modified":"2019-09-25T18:37:20","modified_gmt":"2019-09-25T21:37:20","slug":"as-ruas-e-os-shoppings","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/as-ruas-e-os-shoppings\/","title":{"rendered":"As ruas e os shoppings"},"content":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam)<\/p>\n<p>Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil<\/p>\n<p>jornalistacircecunha@gmail.com<\/p>\n<p>Facebook.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>Instagram.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_14995\" aria-describedby=\"caption-attachment-14995\" style=\"width: 751px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14995\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/foto-abre-df04.jpg\" alt=\"\" width=\"751\" height=\"531\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/foto-abre-df04.jpg 868w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/foto-abre-df04-300x212.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/foto-abre-df04-768x542.jpg 768w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/foto-abre-df04-350x247.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/foto-abre-df04-550x388.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/foto-abre-df04-230x162.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 751px) 100vw, 751px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-14995\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Valdemir Cunha (viagemeturismo.abril.com)<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em qualquer cidade do mundo, uma das grandes atra\u00e7\u00f5es, preferidas por 9 em cada 10 turistas, \u00e9 poder caminhar com tranquilidade pelas ruas e avenidas, observando as pessoas, as pra\u00e7as, o com\u00e9rcio local e as vitrines das lojas, com suas variedades de produtos e pre\u00e7os. Nesse tipo de esporte, andam-se quil\u00f4metros sem perceber. \u00c9 assim em Nova Iorque, Paris, Londres, e na maioria das grandes cidades, onde as ruas s\u00e3o limpas, iluminadas, seguras e apraz\u00edveis. Sentar em um banco, ver o p\u00fablico se movendo de um lugar para outro, fazer um lanche, tomar um caf\u00e9, repor as energias e seguir desbravando a cidade, a p\u00e9, conhecendo seus segredos, sua gente.<\/p>\n<p>N\u00e3o apenas turistas buscam esse prazer, mas os pr\u00f3prios moradores tamb\u00e9m buscam as ruas para se distrair. A rua \u00e9 a extens\u00e3o natural da casa e uma necessidade do ser humano para interagir, conversar, encontrar amigos, se divertir. Muito mais do que um lazer, as ruas representam um fator de sa\u00fade para muitos que vivem fechados em espa\u00e7os ex\u00edguos e com poucos movimentos.<\/p>\n<p>Em Bras\u00edlia, essa necessidade foi amplamente pensada e posta \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de seus moradores, principalmente dentro do Plano Piloto, que, \u00e0 \u00e9poca da constru\u00e7\u00e3o da capital, se acreditava ser o espa\u00e7o principal e \u00fanico da cidade. Dentro dessa concep\u00e7\u00e3o \u00e9 que foram projetadas as avenidas W3 Norte e Sul.<\/p>\n<p>Com uma extens\u00e3o de aproximadamente 13 quil\u00f4metros, incluindo o trecho em que corta perpendicularmente o Eixo Monumental, essas duas avenidas, outrora o centro nervoso da capital, s\u00e3o reconhecidas, pela maioria dos urbanistas, como o principal e potencial eixo de com\u00e9rcio da cidade. Com um desenho e uma topografia para l\u00e1 de favor\u00e1veis a todo o tipo de atividade comercial e de lazer, essas, que poderiam ser duas das maiores e mais apraz\u00edveis avenidas do mundo, continuam esquecidas e adormecidas numa esp\u00e9cie de sono profundo<\/p>\n<p>Com isso, um processo lento e gradual de decad\u00eancia foi-se instalando nessa vital art\u00e9ria, propagando seus males para as v\u00e1rias ruas adjacentes. Os preju\u00edzos econ\u00f4micos para a capital, ao longo de todos esses anos de abandono, s\u00e3o incalcul\u00e1veis e, se corrigidos, dariam para construir uma outra capital.<\/p>\n<p>Inconceb\u00edvel que numa moderna vitrine do que de melhor se fez em arquitetura e urbanismo nesse pa\u00eds, uma longa via como essa, praticamente esperando uma oportunidade para acontecer e brilhar, n\u00e3o se tenha um projeto racional e belo que possa restituir a vida a essa avenida.<\/p>\n<p>Enquanto esse dia n\u00e3o chega, os shoppings, que se aproveitaram dessa leni\u00eancia de seguidos governos continuam faturando. Do estacionamento aos pre\u00e7os de qualquer produto, o custo pela manuten\u00e7\u00e3o desses edif\u00edcios gigantes s\u00e3o repassados aos consumidores. Um simples cafezinho, que na rua voc\u00ea encontra por at\u00e9 R$ 4, nos shoppings chegam a custar R$ 10. Essa majora\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os assustadora vem por conta dos altos alugueis e de outros custos que esse tipo de mercado geram para os lojistas.<\/p>\n<p>Revitalizar as avenidas W3 Sul e Norte \u00e9 acabar com esse tipo de monop\u00f3lio de com\u00e9rcio que gera lucro apenas para os donos do empreendimento. O renascimento das W3\u2019s significa a gera\u00e7\u00e3o de milhares de empregos, aumento na oferta de produtos, concorr\u00eancia mais intensa e melhores pre\u00e7os para os consumidores, al\u00e9m de uma excelente op\u00e7\u00e3o para os turistas e para os habitantes da cidade, que ter\u00e3o a oportunidade de fugir dos ambientes mon\u00f3tonos, caros e sempre iguais dos shoppings.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A frase que foi pronunciada:<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cSusana estava mais W3 do que nunca.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Nicolas Behr, candango construtor de poesias<\/p>\n<figure id=\"attachment_14299\" aria-describedby=\"caption-attachment-14299\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-14299\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/1101759-behr.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"362\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/1101759-behr.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/1101759-behr-290x300.jpg 290w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/1101759-behr-338x350.jpg 338w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/06\/1101759-behr-230x238.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-14299\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ailton de Freitas<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dia desses<\/strong><\/p>\n<p>Alegre e rodeado por amigos, o general Mour\u00e3o se deliciava num restaurante especializado em carnes, na asa norte.<\/p>\n<figure id=\"attachment_14947\" aria-describedby=\"caption-attachment-14947\" style=\"width: 547px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14947\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o.jpg\" alt=\"\" width=\"547\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o.jpg 756w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o-300x192.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o-350x224.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o-550x351.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o-230x147.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 547px) 100vw, 547px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-14947\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>De olho<\/strong><\/p>\n<p>Em 19 de outubro de 1961, essa coluna publicava sobre o uso indevido de carros oficiais. Os abusos continuam 57 anos depois.<\/p>\n<figure id=\"attachment_14994\" aria-describedby=\"caption-attachment-14994\" style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14994\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/xinfochpdpict000068191567.jpg.pagespeed.ic_.gqz-eDZwxx.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"309\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/xinfochpdpict000068191567.jpg.pagespeed.ic_.gqz-eDZwxx.jpg 640w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/xinfochpdpict000068191567.jpg.pagespeed.ic_.gqz-eDZwxx-300x169.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/xinfochpdpict000068191567.jpg.pagespeed.ic_.gqz-eDZwxx-350x197.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/xinfochpdpict000068191567.jpg.pagespeed.ic_.gqz-eDZwxx-550x309.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/xinfochpdpict000068191567.jpg.pagespeed.ic_.gqz-eDZwxx-230x129.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-14994\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Marcelo Camargo \/ Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cores e perfumes<\/strong><\/p>\n<p>Sucesso o FestFlor. Produtores como o seu Francisco Ara\u00fajo puderam trocar cart\u00f5es com neg\u00f3cios pr\u00f3speros. O lucro foi satisfat\u00f3rio na mostra. Segundo a Emater, s\u00e3o 139 produtores de flores e plantas ornamentais que recebem capacita\u00e7\u00e3o pela institui\u00e7\u00e3o. Dados revelam que em Bras\u00edlia, por consumidor, s\u00e3o gastos R$ 44,23 por ano na compra de flores contra R$ 26,27 da m\u00e9dia nacional, movimentando cerca de R$ 200 milh\u00f5es anuais at\u00e9 o consumo final.<\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=vchxPiamVwA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pega mal<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 preciso o pessoal da p\u00e1gina do governo do DF ficar mais atento \u00e0s informa\u00e7\u00f5es repassadas aos leitores. H\u00e1 uma aba na p\u00e1gina do GDF que chama a aten\u00e7\u00e3o pelo nome: \u201cespalhe a verdade\u201d. Ao acessar a url (<a href=\"http:\/\/www.brasilia.df.gov.br\/category\/espalheaverdade\/\">http:\/\/www.brasilia.df.gov.br\/category\/espalheaverdade\/<\/a>), a not\u00edcia mais atualizada \u00e9 de abril de 2017.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14993 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/gdf.jpg\" alt=\"\" width=\"718\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/gdf.jpg 1183w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/gdf-300x151.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/gdf-768x386.jpg 768w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/gdf-1024x514.jpg 1024w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/gdf-350x176.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/gdf-550x276.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/gdf-230x115.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 718px) 100vw, 718px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA DE BRAS\u00cdLIA<\/strong><\/p>\n<p>A cidade livre est\u00e1 se acabando em mat\u00e9ria de com\u00e9rcio, e aumentando demais em mis\u00e9ria. \u00c9 um horror, a gente ver aquilo que foi o n\u00facleo pioneiro. As fossas estouradas, jogam esgotos na rua e a c\u00e2mara aprova a \u201curbaniza\u00e7\u00e3o\u201d. <strong>(Publicado em 30\/11\/1961)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam) Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil jornalistacircecunha@gmail.com Facebook.com\/vistolidoeouvido Instagram.com\/vistolidoeouvido &nbsp; &nbsp; Em qualquer cidade do mundo, uma das grandes atra\u00e7\u00f5es, preferidas por 9 em cada 10 turistas, \u00e9 poder caminhar com tranquilidade pelas ruas e avenidas, observando as pessoas, as pra\u00e7as, o com\u00e9rcio local e as vitrines das lojas, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":14995,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[1815,1812,1700,1811,114,1651,1813,1814,68,2,69,16],"class_list":["post-14992","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-integra","tag-arquiteturadebrasilia","tag-avenidasw3norteesul","tag-comercio","tag-eixomonumental","tag-historiadebrasilia","tag-urbanismo","tag-w3norte","tag-w3sul","tag-aricunha","tag-brasilia","tag-circecunha","tag-mamfil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14992","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14992"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14992\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14996,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14992\/revisions\/14996"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14995"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14992"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14992"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14992"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}