{"id":13562,"date":"2019-03-08T00:00:24","date_gmt":"2019-03-08T03:00:24","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=13562"},"modified":"2019-03-08T17:19:30","modified_gmt":"2019-03-08T20:19:30","slug":"os-referenciais-de-riquezas-de-uma-nacao-mudam-com-a-evolucao-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/os-referenciais-de-riquezas-de-uma-nacao-mudam-com-a-evolucao-humana\/","title":{"rendered":"Os referenciais de riquezas de uma na\u00e7\u00e3o mudam com a evolu\u00e7\u00e3o humana"},"content":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO Criada por Ari Cunha (In memoriam)<\/p>\n<p>Desde 1960 Com Circe Cunha e Mamfil<\/p>\n<p>jornalistacircecunha@gmail.com<\/p>\n<p>Facebook.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>Instagram.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_13565\" aria-describedby=\"caption-attachment-13565\" style=\"width: 554px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-13565\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/cris_desenhos.jpg\" alt=\"\" width=\"554\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/cris_desenhos.jpg 465w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/cris_desenhos-300x230.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/cris_desenhos-350x269.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/cris_desenhos-230x177.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13565\" class=\"wp-caption-text\">Charge do Alex Xavier<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo da hist\u00f3ria da civiliza\u00e7\u00e3o, o referencial de riqueza de um povo variou conforme iam se alterando tamb\u00e9m a pr\u00f3pria complexidade da sociedade. Quando o Brasil foi anexado aos interesses de Portugal, no in\u00edcio da Idade Moderna, o mundo ocidental experimentava um longo per\u00edodo econ\u00f4mico que os historiadores denominaram de Mercantilismo.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca, rica era a na\u00e7\u00e3o que possu\u00edsse a maior quantidade poss\u00edvel de metal (ouro e prata) em seus cofres e que pudesse manter um intenso e disputado com\u00e9rcio com outras partes do mundo. Para isso o Estado deveria intervir fortemente no mercado interno, contar com uma larga frota de embarca\u00e7\u00f5es, portos bem montados e toda uma infraestrutura capaz de manter a na\u00e7\u00e3o ocupada em explorar novos mercados, novos mundos.<\/p>\n<p>Com o advento da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, que nada mais foi do que a substitui\u00e7\u00e3o da for\u00e7a humana pela for\u00e7a das m\u00e1quinas, a no\u00e7\u00e3o de riqueza se deslocou do com\u00e9rcio intenso para a produ\u00e7\u00e3o em s\u00e9rie de produtos para o consumo humano. Nesse per\u00edodo, ricos eram os pa\u00edses que possu\u00edssem muitas f\u00e1bricas, metal\u00fargicas, t\u00eaxteis e outras ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o. Era a fase do capitalismo industrial.<\/p>\n<p>Com a descoberta das potencialidades do petr\u00f3leo e do motor \u00e0 explos\u00e3o, mudou, mais uma vez, o referencial de riqueza de uma na\u00e7\u00e3o. Dessa vez, pa\u00eds rico era aquele que possu\u00eda ricas jazidas desse mineral, produzia m\u00e1quinas e outros bens capitais de transforma\u00e7\u00e3o. Para isso, era preciso que uma na\u00e7\u00e3o contasse com forte aporte de capitais financeiros para essas empreitadas. Nessa fase, conhecida como capitalismo financeiro, os grandes bancos e ag\u00eancias de empr\u00e9stimos investiam fortunas nas novas tecnologias que iam surgindo, como a luz el\u00e9trica, a borracha, o autom\u00f3vel e outras inven\u00e7\u00f5es que transformaram o mundo contempor\u00e2neo naquilo que ele \u00e9 hoje.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>A frase que foi pronunciada:<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cO fato de ser brasileiro s\u00f3 me enche de orgulho!\u201d<\/em><\/p>\n<p>Ayrton Senna<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"GP Brasil 1993 - Senna Nos Bra\u00e7os do Povo\" width=\"1333\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/iYJ0ObPmTTc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Parque Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Reginaldo Marinho est\u00e1 sempre empenhado em formar uma sociedade de massa cr\u00edtica que crie oportunidades de desenvolvimento econ\u00f4mico, a partir da implementa\u00e7\u00e3o de tecnologias nacionais, e defensora intransigente de nossa cidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Acervo<\/strong><\/p>\n<p>Em um texto publicado na Folha do Meio, o nosso cientista descreve como ser\u00e1 o Parque Tem\u00e1tico sobre o Brasil. A ideia \u00e9 expor produtos tecnol\u00f3gicos brasileiros, as riquezas minerais e exibir um acervo que represente os ciclos econ\u00f4micos brasileiros, constitu\u00eddos por n\u00facleos que contenham os fen\u00f4menos sociais e culturais desses ciclos: Pau-Brasil, A\u00e7\u00facar, Ouro\/Diamante, Algod\u00e3o, Borracha e Caf\u00e9. Estando esses n\u00facleos interligados por r\u00e9plicas da Estrada Real.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_13566\" aria-describedby=\"caption-attachment-13566\" style=\"width: 533px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-13566\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/10.jpg\" alt=\"\" width=\"533\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/10.jpg 760w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/10-300x197.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/10-350x230.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/10-550x362.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/10-230x151.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 533px) 100vw, 533px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13566\" class=\"wp-caption-text\">PEDRA DO ING\u00c1 &#8211; A menos de 40km de Campina Grande (folhadomeio.com.br)<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Patrim\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>Outro espa\u00e7o para a exposi\u00e7\u00e3o de equipamentos usados em diversas \u00e1reas do conhecimento, que constituem o patrim\u00f4nio natural do Brasil atrav\u00e9s da geologia, biologia, antropologia, arqueologia, paleontologia e espeleologia. Dever\u00e3o ser instalados laborat\u00f3rios de biologia, f\u00edsica, qu\u00edmica e de solos. Especial aten\u00e7\u00e3o para a \u00e1gua. O local dever\u00e1 ter uma nascente para preservar e para educar em contrapartida com as nascentes do Distrito Federal que est\u00e3o sendo engolidas pelos condom\u00ednios irregulares.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Tecnologia<\/strong><\/p>\n<p>Com certeza agradar\u00e3o, aos estudantes e visitantes em geral, as modernas tecnologias, como impress\u00e3o 3D, aliadas \u00e0 argamassa armada. Imagine poder construir ou reproduzir monumentos como a Pedra do Ing\u00e1, ou as pegadas dos dinossauros, ambos registros ic\u00f4nicos que ficam na Para\u00edba; a gruta da Pratinha, na Chapada Diamantina e outros tantos monumentos naturais espalhados pelo Brasil afora.<\/p>\n<figure id=\"attachment_13567\" aria-describedby=\"caption-attachment-13567\" style=\"width: 536px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-13567\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/11.jpg\" alt=\"\" width=\"536\" height=\"353\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/11.jpg 760w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/11-300x197.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/11-350x230.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/11-550x362.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/11-230x151.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 536px) 100vw, 536px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13567\" class=\"wp-caption-text\">Foto: PEGADAS DE DINOSSAUROS &#8211; Deixadas no leito do rio do Peixe h\u00e1 aproximadamente 110 milh\u00f5es de anos (folhadomeio.com.br)<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00c9 nosso<\/strong><\/p>\n<p>Reginaldo Marinho explica que a ess\u00eancia do projeto \u00e9 fortalecer a autoestima da popula\u00e7\u00e3o, restaurar o orgulho nacional, facilitar a compreens\u00e3o de nacionalidade, portanto, de cidadania, permitir o acesso \u00e0s novas tecnologias e gerar riqueza com o desenvolvimento tecnol\u00f3gico nacional. Tudo aliado aos prov\u00e1veis resultados do N\u00facleo Tecnol\u00f3gico, n\u00facleo que abrigar\u00e1 o Espa\u00e7o das Inven\u00e7\u00f5es Brasileiras, com salas dedicadas a Alberto Santos Dumont \u2013 e seu 14 Bis -, ao Padre Azevedo e Padre Landell de Moura.<\/p>\n<figure id=\"attachment_13568\" aria-describedby=\"caption-attachment-13568\" style=\"width: 531px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-13568\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/9.jpg\" alt=\"\" width=\"531\" height=\"349\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/9.jpg 760w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/9-300x197.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/9-350x230.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/9-550x362.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/9-230x151.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 531px) 100vw, 531px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13568\" class=\"wp-caption-text\">Foto: folhadomeio.com.br<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Valoriza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O padre paraibano Francisco Jo\u00e3o de Azevedo foi o precursor da m\u00e1quina de escrever no s\u00e9culo 19. A m\u00e1quina do Padre Azevedo foi apresentada mais de uma d\u00e9cada antes da primeira Remington. A inven\u00e7\u00e3o do religioso poderia ter sido s\u00edmbolo do progresso brasileiro, mas acabou esquecida num canto da Hist\u00f3ria.<\/p>\n<figure id=\"attachment_13569\" aria-describedby=\"caption-attachment-13569\" style=\"width: 760px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13569\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/8.jpg\" alt=\"\" width=\"760\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/8.jpg 760w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/8-300x197.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/8-350x230.jpg 350w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/8-550x362.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/03\/8-230x151.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13569\" class=\"wp-caption-text\">Foto: folhadomeio.com.br<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA DE BRAS\u00cdLIA<\/strong><\/p>\n<p>Ao presidente do IAPFESP, particularmente, recomendamos tomar conhecimento da imoralidade da permiss\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o de casas de alvenaria em plena superquadra com o material do Instituto. <strong>(Publicado em 14.11.1961)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO Criada por Ari Cunha (In memoriam) Desde 1960 Com Circe Cunha e Mamfil jornalistacircecunha@gmail.com Facebook.com\/vistolidoeouvido Instagram.com\/vistolidoeouvido &nbsp; &nbsp; Ao longo da hist\u00f3ria da civiliza\u00e7\u00e3o, o referencial de riqueza de um povo variou conforme iam se alterando tamb\u00e9m a pr\u00f3pria complexidade da sociedade. 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