CBNFOT100720180935 Crédito: Wilmore Oliveira/Divulgação. Cantor Silva com show inédito em Brasília.

Sons da noite: Capixaba Silva traz a Brasília show da turnê Brasileiro

Publicado em Coluna Sons da Noite

Confira a coluna Sons da noite publicada nesta sexta-feira (20/7) no caderno Divirta-se Mais

Silva, um brasileiro

Cantor e compositor de destaque da nova geração da MPB, o capixaba Silva volta a Brasília para lançar o CD Brasileiro, em apresentações em 10 e 11 de agosto, no Teatro dos Bancários. Nesse trabalho, de sonoridade pop, ele reuniu 10 canções autorais e nove feitas em parceria com o irmão Lucas Silva, entre elas Nada será mais como era antes, Guerra de amor, Duas da tarde e Fica tudo bem. Há, ainda, Ela voa, com versos de Ronaldo Bastos.

No show, acompanhado por sua banda, além de músicas do disco, ele interpreta Feliz e ponto, sucesso do álbum de estreia, e faz releituras de Que maravilha (Jorge Benjor), Menino do Rio (Caetano Veloso) e No greater love, clássico da obra de Billie Holiday. Não recomendado para menores de 14 anos.

Eu recomendo

As canções intimistas de textos poéticos de Túlio Borges podem ser apreciadas sábado (21), às 21h, no Espaço Cultural do Choro. No show, Baú dos guardados pelo projeto Prata da Casa, o talentoso cantor e compositor brasiliense revisita o repertório dos seus três discos: Eu venho vagando no ar, Batente de pau de casarão e Cutuca meu peito incutucável. Não recomendado para menores de 14 anos.

Pura sofisticação

Egberto 70, o projeto musical que reverencia Egberto Gismonti, um dos mais talentosos e sofisticados compositores, arranjadores e pianistas brasileiros, poderá ser apreciado nos dias 27, 28 e 29 próximos, no teatro do CCBB. Idealizado por Gaia Wilmer, a série tem a participação de instrumentistas do primeiro time, como Jaques Morelembaum, Yamandu Costa, Gabriel Grossi, André Mehmari e Mauro Senise, além do homenageado. Uma big band vai acompanhá-los. Não recomendado para menores de 12 anos.

Os parangolés

Recriação dos famosos parangolés, do artista plástico Hélio Oiticica, fonte de inspiração para o Tropicalismo, farão parte da cenografia e poderão ser usados na Mimosa, a balada dos descolados da cidade, em 11 de agosto, no Outro Calaf (Setor Bancário Sul). Idealizador da festa, Biondo receberá os DJs Muha e Dan Monteiro, que revezarão com ele no comando das picapes. Não recomendado para menores de 18 anos.

Sambas históricos

Campeoníssima do carnaval de Brasília, a Aruc lança no dia 5 próximo o CD Sambas históricos, 15 sambas-enredo da escola do Cruzeiro Novo ainda não haviam sido gravados, entre os quais Imprensa Régia, Raízes do nosso povo e Agoniza mas não morre. A convidada da festa é Tia Surica, integrante da Velha Guarda da Portela. Não recomendado para menores de 18 anos.

Balada oitentista

Tradicional festa brasiliense, A volta dos anos 80, criação de Paulinho Madrugada, marcou época quando realizada na AABB, e ultimamente vinha ocupando a Piscina de Ondas, no Parque da Cidade. Sempre com um convidado surpresa, o revival — com muito pop e rock oitentista — é atração de sábado (21), a partir das 20h, no Ice Park, no Pontão do Lago Sul. Não recomendado para menores de 18 anos.

Forró universitário

Criador do chamado forró universitário, o grupo paulistano Falamansa comemora 20 anos de carreira com uma série de shows pelo país. No dia 2 próximo, Tato (vocal e guitarra), Felipe (guitarra), Diego (percussão), Fabio (bateria) e Fernando (baixo e voz) fazem o lançamento do CD e DVD Lá da alma, em show pela Quinta Cultural do projeto Na Praia. No repertório, obviamente, estão sucessos como Deixa entrar, Xote da alegria e Xote dos milagres. Não recomendado para menores de 16 anos.

Viola envenenada

Estreia no dia 29 próximo, no Teatro Yara Amaral do Sesc, em Taguatinga, O tocador da viola envenenada, do dramaturgo Sérgio Maggio. O espetáculo explora o universo e a magia da viola caipira e tem como protagonistas os atores Jones Schneider, Luis Felipe Ferreira e a atriz Maíra Oliveira, com acompanhamento da Banda Judas. A direção musical é de Luis Filipe de Lima e a coordenação artística de Roberto Corrêa. A entrada é franca. Classificação indicativa livre.