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Novo PODCAST sobre Direito com a Dra. Camila Fontinele no Tecnoveste

Publicado em Empreendedorismo, Startups Brasileiras

Camila Fontinele é uma jovem brasiliense que desde 2009, profissionalmente, defende os direitos dos cidadãos. Seu interesse pela lei e pela qualidade de vida das pessoas começou cedo, quando a jovem questionadora decidiu cursar a cátedra de Direito e passar por todas as formalidades para se tornar uma advogada.

O exemplo de dentro da sua própria casa a impulsionou a sempre trabalhar duro por seus sonhos e foi estudando durante longas horas nas bibliotecas da cidade que Fontinele enveredou-se para o Direito do Trabalho. Ao graduar-se em direito pelo UNICEUB, Dra. Camila  encontrou de exercer uma função social e defender a efetiva aplicação da lei na defesa dos cidadãos e das empresas.

Graças ao conhecimento que adquiriu durante seus dois cursos de pós-graduação – respectivamente em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho e Direito Civil e Processo Civil -, Fontinele utiliza-se das redes sociais para falar de temos complexos e interessantes relacionados ao direito. Sua paixão pelo direito não limita-se à teoria e à internet, mas estende-se à vida prática e aos tribunais.

Atualmente trabalhando na Hoerlle Américo e Martins Advocacia S/S, Camila conheceu o trabalho do Tecnoveste e encantou-se pela missão da startup, qual seja, apresentar a tecnologia como um meio para um estilo de vida produtivo, acessível e sustentável. Percebendo que os podcasts eram a maneira com que mais se identificava, a colenda colega mergulhou de cabeça no universo da produção de conteúdo.

Por acreditar no direito ao acesso à informação e que pode contribuir para um mundo melhor, Fontinele iniciou o seu trabalho como podcaster nos Minicasts do Tecnoveste. A partir de novembro de 2017, vocês poderão ouvir episódios curtos versando sobre os temas mais quentes relacionados à ciência e à prática do Direito.

 


 

Confira a entrevista com a influenciadora digital e advogada Camila Fontinele

 

Existe uma diferença muito grande do que se aprende na faculdade para o que se pratica no dia a dia?

Sim existe, na faculdade você tem uma visão mais doutrinária do Direito, apesar dos estágios obrigatórios no final do curso.

Como é o seu trabalho nas redes sociais? Qual é o seu objetivo e porque o que você faz é importante?

Eu uso as redes sociais para compartilhar um pouco do conhecimento que adquiri ao longo dos mais de 10 anos de experiência com o Direito do Trabalho. Também busco ajudar as pessoas divulgando conteúdo sobre questões jurídicas pontuais e questões gerais que reputo serem importantes para o conhecimento da população.

Sobre a regulação do trabalho dos influenciadores digitais. Como se configura a relação de trabalho entre as marcas e os produtores?Depende da análise do caso concreto, geralmente os influenciadores digitais são autônomos e recebem recursos financeiros de patrocinadores sem que isso signifique vinculação para fins de relação de trabalho.

Você sabe como funciona agência de talentos ou representantes de Youtubers? Como se configura a relação dessas empresas com os criadores de conteúdo?

A única agência que conheço é a Tecnoveste, sei que investe na produção e impulsiona os novos youtubers, dando total apoio e estimulando a produção de conteúdo inteligente na internet. A análise da relação de trabalho varia de acordo com o caso em particular, no caso do que o Tecnoveste faz, a princípio, não há relação de trabalho e sim uma parceria.

Quais são os problemas que produtores de conteúdo podem enfrentar com direitos de utilização de músicas?

Violação do direito a propriedade intelectual, por isso é importante criadores de conteúdo contratarem os serviços de advogados antes de assinarem contratos com agências e outras empresas.

Falamos de tecnologia o tempo todo, você sabe sobre a PLC 28 tem como relator o senador Pedro Chaves, que regulamenta os serviços prestados por motoristas a aplicativos como Uber, Cabify e 99 Pop. Como você ve essa mudança? Realmente melhora as condições de trabalho para os motoristas? 

Eu posso dizer como usuária desses aplicativos que as emendas aprovadas recentemente são benéficas aos motoristas e usuários. A PLC 28 ainda está sendo discutida, a aprovação do projeto está prevista para 2019, então, por enquanto os consumidores podem comemorar a permanência dos aplicativos.

As condições de prestação de serviço autônomo, segundo os motoristas estão melhores, mas eles não possuem qualquer tipo de direito trabalhista, pois ainda não há um entendimento que aponte para o reconhecimento de vínculo empregatício entre os motoristas e o Uber, cabify e etc.

O que podemos esperar de você nos próximos meses com relação à produção de conteúdo?

Divulgarei conteúdo jurídico de forma simples e objetiva. Buscarei esclarecer e elucidar questões jurídicas no âmbito do direito do trabalho e mostrar as principais mudanças desse ramo do direito, ajudando leigos e profissionais do Direito.

Deixe um recado para o público do portal que tem interesse em saber mais sobre o Direito. 

Acredito que o conhecimento acerca das leis, do Direito em si, deve fazer parte da vida de qualquer cidadão, o conteúdo que produzirei irá contribuir para desmistificar e esclarecer algumas questões jurídicas, no âmbito da justiça do trabalho.

 


 

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