Sete maneiras de economizar dinheiro com criatividade

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“Economizar não precisa ser um sofrimento! Você pode fazer isso de forma mais leve, mais consciente e continuar sendo feliz sabendo que o dinheiro que você está economizando será direcionado para realização dos seus sonhos e objetivos. O que você pode fazer hoje para começar a economizar?”
Aline Soaper*
Não dá para ter tudo na vida, mas se você tem mais dinheiro, é possível conquistar as coisas mais importantes!
Economizar é uma das formas de ter mais dinheiro! Nesse artigo eu te mostro 7 maneiras de economizar dinheiro com criatividade!
1- Faça uma faxina geral na sua dispensa e veja quantos produtos guardados você tem e não está usando. Coloque tudo para uso e já determine quais refeições você pode preparar usando esses produtos que você já tem em casa. Se você for como a maioria das pessoas, vai ter bastante coisas e pode ser que desses produtos você consiga preparar até 5 refeições para 2 pessoas. Uma economia de no mínimo R$ 200,00 se considerarmos 10 refeições simples, que custa R$ 20,00 na praça de alimentação do shopping.
2- Faça uma arrumação geral no seu guarda-roupa e coloque em uso peças de roupas que você não está usando. Separe essas peças em 4 categorias:
Volta pra uso: Você coloca essas peças na frente, bem visível e começa a usar.
Novas formas de usar: Se é uma peça que você não quer mais usar, veja se é possível dar uma nova função pra essa peça. Uma camiseta pode ser customizada, uma calça pode ser “rasgada” e ganhar uma cara mais atual, um vestido pode virar blusa, use a sua criatividade para ter novas peças de roupas sem precisar gastar nada.
Vender: Separe as roupas que você não vai usar e venda! Pode ser aquele casaco que você comprou para viajar e não faz frio na sua cidade. Aquela calça de grávida que você nunca mais vai usar, a não ser em uma nova gravidez. Aquela bota de neve que está 3 anos no seu guarda-roupa. Fotografe e coloque as fotos com os preços na internet para vender. Existem vários sites e aplicativos que fazem essa intermediação entre quem vende e quem quer comprar.
Doar: Doar as suas roupas é colocar em uso o que não serve mais para você. Além de fazer o bem, você estará liberando espaço no seu guarda-roupa, o que também significa economia de espaço, de tempo e traz facilidade na hora de você escolher o que vestir.
Nessa ação você pode economizar bastante dinheiro, eu aposto que pelo menos R$ 1.000,00 sai dessa ação se você for bem criativa.
3- Programe um lazer com baixo custo para o próximo final de semana. Pode ser um picnic no parque da sua cidade. Um dia na praia, um jantar entre amigos em casa. Estar feliz é um dos principais requisitos para ser produtivo e ter mais dinheiro. Por isso, a pior coisa que você pode fazer é cortar o lazer. Você precisa definir formas criativas e econômicas de ter momentos de lazer sempre, sem gastar muito dinheiro.
4- Visite o museu da sua cidade. Diversas cidades tem dias com entradas gratuitas ou com valor com desconto para os moradores da cidade. Pesquise na internet que dia os moradores tem acesso gratuito ou com desconto e coloque na sua agenda. Uma ida ao museu ao invés de ir ao shopping pode te ajudar a economizar muito dinheiro.
5- Use as milhas do seu cartão de crédito para pagar mais barato nas passagens aéreas. Pesquise quais meses são mais baratos para viajar, para quais viagens e programe com antecedência. Você pode economizar até 70% do valor que você iria gastar com passagens se fizer isso.
6- Consuma menos! Se você olhar na sua casa, você usa apenas 30% de tudo o que você tem. Faz o teste: Quantos % dos utensílios de cozinha você realmente usa? Quantos % dos produtos de beleza que você tem você usa rotineiramente? Você pode fazer esse teste com tudo o que você tem e vai ver que tem muito mais coisas do que precisa. Por isso, faça um desafio de parar de comprar coisas e comece a usar as coisas que você tem.
7- Planeje as suas refeições da semana, prepare no final de semana e deixe pronto para só esquentar quando chegar em casa. Quando você pensa que vai chegar em casa e ainda vai ter que preparar a refeição, já dá aquele desânimo, a fome está grande e você acaba comendo alguma coisa na rua e gastando mais. Por isso, deixe as refeições na rua para os finais de semana e dias especiais e economize dinheiro preparando suas próprias refeições. Caso você não saiba ou não queira cozinhar, você pode encomendar as refeições com pacotes semanais com valores menores do que se comprar todos os dias.
Economizar não precisa ser um sofrimento! Você pode fazer isso de forma mais leve, mais consciente e continuar sendo feliz sabendo que o dinheiro que você está economizando será direcionado para realização dos seus sonhos e objetivos. O que você pode fazer hoje para começar a economizar?
*Aline Soaper – Educadora e Terapeuta Financeira

Criminalização do assédio moral no trabalho é para o agente agressor e não para a empresa, esclarece especialista

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Depois de passar pela Câmara dos Deputados, agora é a vez de o Senado apreciar projeto que torna crime o assédio moral no trabalho

De acordo com o texto, assédio moral é ofender reiteradamente a dignidade de alguém, causando-lhe dano ou sofrimento físico ou mental, no exercício de emprego, cargo ou função. O tema levantou debates acalorados e muitas dúvidas sobre os conceitos do que seja dano ou sofrimento. Subjetividades à parte, a advogada Renata Bonet, de Franco Advogados, chama atenção para o que é relevante neste momento: “ Engana-se quem pensa que a aprovação do Projeto de Lei n. 4.742-A, de 2001 trará responsabilidades ao empregador como pessoa jurídica”.

De acordo com a especialista, a introdução do artigo 146-A no Código Penal, que dispõe sobre a tipificação do assédio moral, se destina ao agente agressor, ou seja, à pessoa que efetivamente praticou o assédio. “Ressalta-se que na esfera trabalhista é o empregador que arca com eventual indenização por assédio moral praticado por seu empregado. Contudo, na esfera penal quem responderá pelo crime é o autor do fato e não a empresa”, esclarece.

Evidentemente, a tipificação do assédio moral como crime coibirá, de forma mais robusta, a sua ocorrência no ambiente de trabalho, uma vez que prevê punição direta ao autor da conduta, diz Renata Bonet. No seu entendimento, o novo artigo ao Código Penal vai preencher lacuna na legislação, tipificando o assédio moral como o ato de desqualificar, reiteradamente, por meio de palavras, gestos ou atitudes, a autoestima, a segurança ou a imagem do empregado em razão de vínculo hierárquico funcional laboral.

“Por certo, a ausência de punição específica ao agressor o tornava imune de qualquer responsabilidade pelo ato praticado, gerando a ideia de que poderia reiterar na conduta irregular. Assim, a introdução do artigo 146-A, ao Código Penal, deve ser observada por todos, sobretudo aqueles que exercem cargo de liderança, independentemente do nível hierárquico”, explica a advogada.

Previdência e capitalização

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“Esse é o modelo que foi à bancarrota no Chile, pois passados trinta anos da sua instituição, a promessa de que os trabalhadores que contribuíam compulsoriamente para as AFPs – instituições criadas para guardar as aplicações dos chilenos – tivessem uma renda de cerca de 70% do salário, tornou-se vã. Há milhares de aposentados dormindo embaixo de marquises e viadutos por toda a Santiago e dezenas de cidades do país, e o número de suicídios se elevou drasticamente entre os idosos, segundo noticiam, pelo sofrimento, penúria e vergonha de não poder manter a si e aos seus”

Vilson Romero*

Às vésperas de completar 96 anos de existência, em 24 de janeiro, as ameaças de reforma na previdência social brasileira estão fazendo seu idealizador, Eloy Chaves, falecido em São Paulo, em abril de 1964, se remexer no túmulo.

Tendo como modelo o tsunami privatizante do Chile nos anos 80, o novo governo anuncia transformar drasticamente o seguro social brasileiro que abrange, nos setores público e privado, mais de 120 milhões de cidadãos, entre contribuintes e beneficiários,

E a mudança se inspira, a exemplo do que ocorreu em território chileno, no ideário de um dos maiores defensores do liberalismo econômico no século passado, o economista americano Milton Friedman (1912-2006), mentor dos Chicago Boys, e de quem o atual superministro da Economia brasileiro parece ser um ferrenho discípulo.

Pelo modelo que está sendo gestado segundo os balões de ensaio diários lançados atabalhoadamente na mídia, há três possibilidades sobre a mesa dos novos inquilinos da Esplanada dos Ministérios e do Palácio do Planalto.

Em todos os anúncios, fala-se em pauperizar definitivamente a previdência pública transformando-a numa “esmola mínima nacional”, onde todos os brasileiros, independentemente de contribuição ou vinculo empregatício, a partir dos 65 anos fariam jus a benefício assistencial desindexado e inferior ao já mínimo salário mínimo.

A partir desse valor, haveria uma previdência no regime de repartição como hoje existente, mas achatando o teto para algo em torno de três ou quatro salários mínimos.

Acima deste limite máximo do INSS, viria o modelo que faz brilhar os olhos dos “abutres financeiros”: cada trabalhador do setor público ou da iniciativa privada teria que fazer aplicações em contas individuais para garantir, décadas após, alguma dignidade na aposentadoria, se for possível e se houver dinheiro ainda.

Esse é o modelo que foi à bancarrota no Chile, pois passados trinta anos da sua instituição, a promessa de que os trabalhadores que contribuíam compulsoriamente para as AFPs – instituições criadas para guardar as aplicações dos chilenos – tivessem uma renda de cerca de 70% do salário, tornou-se vã.

Há milhares de aposentados dormindo embaixo de marquises e viadutos por toda a Santiago e dezenas de cidades do país, e o número de suicídios se elevou drasticamente entre os idosos, segundo noticiam, pelo sofrimento, penúria e vergonha de não poder manter a si e aos seus.

As mobilizações populares já fizeram o governo chileno reverter parcialmente a total privatização, mas segue a preocupação sobre o futuro dos aposentados.

É isso que querem para o Brasil? É isso que querem para nossos filhos e netos? Quem sobreviver, verá!

* Vilson Romero – servidor público aposentados e jornalista, diretor da ARI – Associação Riograndense de Imprensa e conselheiro da ABI – Associação Brasileira de Imprensa.-

Sinditamaraty – Prazer e sofrimento no trabalho: cuidando da saúde do servidor

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O trabalho é parte da vida de todos e constitui fonte de satisfação ou de sofrimento, pois as condições externas podem favorecer ou não o equilíbrio psíquico do trabalhador. Na administração pública federal, as relações de trabalho tendem a ser influenciadas por políticas de estagnação salarial, pela deterioração das condições de trabalho, por uma gestão centralizadora ou pela exposição dos servidores a situações constrangedoras. Esses fatores  podem tornar os servidores vulneráveis a situações que ameacem sua saúde física e mental.

Esta palestra, organizada pelo Sinditamaraty, trará a professora Dra. Ana Magnólia Mendes para apresentar sua vasta experiência na prevenção, promoção e proteção da saúde do trabalhador. Ela coordena o Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da UnB e desenvolve pesquisas nas áreas de saúde e adoecimento em diferentes grupos ocupacionais e de riscos psicossociais relacionados ao trabalho. Realiza, também, atividade clínica, atendendo os casos em que a queixa está relacionada ao sofrimento que advém da situação de trabalho.

Palestrante: Ana Magnólia Mendes

Pós-doutora pelo Conservatoire National des Arts et Métiers (CNAM), Paris

Professora do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB)

Pesquisadora do CNPq

Coordenadora do Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho (UnB)

Data: 08 de novembro de 2016

Local: Auditório Paulo Nogueira Batista – Anexo II (Bolo de Noiva)

Horário: 11h00