Crédito: Netflix
annihilation Crédito: Netflix

Crítica: Annihilation é mais uma ficção científica clichê da Netflix

Publicado em Filmes

Nesta segunda-feira (12/3) chega ao serviço de streaming o filme Annihilation, protagonizado por Natalie Portman. Leia crítica!

A Netflix disponibiliza, nesta segunda-feira (12/3), mais um filme original em seu catálogo. É a produção Annihilation (ou Aniquilação, em português), de Alex Garland, nome por trás de longas como Ex Machina — Instinto artificial (2014) e Extermínio (2002).

A ficção científica gira em torno de Lena (Natalie Portman), uma professora universitária, bióloga e ex-combatente do Exército que se junta a uma expedição secreta para entender um fenômeno conhecido como “The shimmer” (o brilho, em tradução livre). Ela decide participar da experiência após o marido, o sargento Kane (Oscar Isaac), reaparecer, um ano depois de sair para uma missão militar, com comportamentos estranhos.

Enquanto o marido está à beira da morte, Lena segue até o brilho, local do qual ninguém havia saído vivo nos últimos três anos desde o retorno de Kane em busca de uma cura para o amado. Participa da expedição um grupo de mulheres composto por Josie Radek (Tessa Thompson), Cass Sheppard (Tuva Novotny), Anya Thorensen (Gina Rodriguez) e Dr. Ventress (Jennifer Jason Leigh), todas cientistas envolvidas no projeto. A intenção do quinteto é tentar entender o que acontece dentro do brilho e o motivo pelo qual ele continua a crescer .

Crédito: Netflix
Crédito: Netflix

A história é promissora e durante alguns minutos consegue se segurar bem. No entanto, ao longo do filme, a produção vai caindo em clichês e desfechos óbvios de uma ficção científica. Visualmente, o filme é interessante e também é bacana ver um grupo de mulheres no centro da trama.

Como Bright, outro filme original do serviço de streaming, essa é mais uma produção da Netflix em que a impressão é que a intenção era boa, mas o resultado não foi conquistado. Não chega a ser um filme ruim, Annihilation te prende muito bem, mas a obviedade do enredo deixa a desejar.

  • http://fb.com/designrk Renato Klisman

    Sinto o cheiro do hate daqui hahahaha

  • J. A. Voss

    Na minha opinião foi o melhor filme de sci-fi horror que vi nos últimos tempos.

  • Bernardo

    Vc está falando que um filme com 87 no rottento matoes é cliche? okkkk Vamos pra sua Bio.

    Ama Friends, mas se identifica mais com How I met your mother. NEM UM POUCO CLICHÊ

    Nunca superou o final de Lost. NEM UM POUCO CLICHÊ

    E tem Game of thrones como a série preferida de todos os tempos. NEM UM POUCO CLICHÊ

    • Maria Alice Santos

  • Ana Luiza Savioli

    Um pedaço de floresta com câncer, não só no sentido biológico, mas físico, e que permeia absolutamente tudo e é um paralelo pra auto destruição dos personagens. Trás a noção de genes Hox perfeitamente inserida, a história das células HeLa como dica pra compreender os acontecimentos e é absolutamente imprevisível. O único clichê que a história fez uso foi o de ir matando as personagens uma a uma. Mas já sabíamos que isso ia acontecer desde o início, não era pra chocar, era pra entendermos como aconteceu. Review boa essa.

  • Hugo Frizto

    A review tentou mais e falhou pior, a unica coisa que pode-se dizer clichê foi a “causa” de tudo, que a partir da metade do filme fica bem previsível, mas é dificil esperar algo mais complexo, achei uma abordagem justa e o filme é bem original mostrando uma visão bem caótica (no sentido de bagunçado) que se mostra bem organizada e plausível, minha reclamação fica por conta das personagens muito dispensáveis, dá pra rever o filme todo e so imaginar a protagonista solo, faltou impacto.

  • Jesse

    O filme tem uma mensagem Zen Budista muito bonita, que vai muito além de um simples scifi, e quem conhece o Anime Evangelion, deve ter visto uma leve semelhança com a Instrumentalidade deste anime.

    • Diego Dos Santos Gonçalves

      Como assim? Você poderia explicar um pouquinho mais sobre o paralelo entre zen-budismo e a mensagem final do filme? Eu vim aqui neste site porque eu não entendi bem e gostaria encarecidamente de outras opiniões…

  • JV

    É por isso que crítica de terceiros é uma b*sta. Hoje em dia absolutamente nada se cria e tudo se copia. “Rebaixar” o filme dizendo que é clichê é o cúmulo. Achei a história muito bem desenvolvida. Pra mim, hater não deveria nem ter acesso a internet.

    • Raul H. Lopes

      Ela não é uma “hater”. Ela apenas deixou sua opinião na intertnet.; Do mesmo jeito que você deixou a sua sobre o que ela escreveu. Eu também não concordo totalmente com ela, mas, eu respeito a opinião dela. Até porque ela é uma jornalista e sabe o que está fazendo… Pense muito bem antes de postar um comentário assim na internet, porque esse seu comentário te torna um hater, não ela. E ela pelo menos mostrou o seu nome.

      • Maezono

        Flawless victory, fatality

  • Matheus Barbosa

    Miga mas você entendeu só a parte “real” do filme ou todo o conceito por trás? Li umas coisas bem interessantes da mídia internacional, corre lá e dá uma lida também, vale a pena.

  • António

    Cliché? Essa frase é absurda, pode não gostar-se do filme mas cliché é que ele não é. Bom, apesar de algumas falhas óbvias, é um filme diferente e muito interessante, cuja intriga me “prendeu” de início a fim. Belas atuações de Natalie Portman e Jennifer Jason Leigh, bem com das três atrizes menos conhecidas. Oscar Issac (novamente num filme de Alex Garland, após o excelente “ex-machina”), também está muito bem. O final é muito bom e intrigante.