Cursinho promove aulão beneficente para concurso da PCDF

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Um dos concursos públicos mais aguardados do ano está prestes a ser lançado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)! Tendo isso em vista, o IMP Concursos promoverá um aulão beneficente, neste sábado (13/4), com dicas para o certame. O evento acontecerá no Colégio Marista da Asa Sul, de 8h às 16h. O credenciamento, terá início às 7h.

Para participar, os candidatos deverão se inscrever e levar 1kg de alimento não perecível. O evento é sujeito à lotação.

O material utilizado durante a aula será elaborado pelos professores Fernando Cocito (delegado-legislação extravagante), Rodrigo Larizzatti (especialista em gestão policial judiciária), Vitor Falcão (direito penal), José Trindade (direito administrativo e constitucional), Elias Batista (direito constitucional), Jorge Fernando (especialista em informática) e Raquel Cesário (português e revisão de texto).

Além dos docentes, a concursada e aprovada em oito concursos públicos em carreira policial, Renata Amorin, também participará do aulão dando dicas e passando sua experiência.

 

Serviço

Aulão beneficente PCDF- IMP Concursos
Data: 13/04
Local: SGAS 615, Conjunto C- L2 Sul- Marista Asa Sul
Horário: 8h às 16h
Inscrições: bit.ly/AulãoPCDF
Entrada: 1kg de alimento não perecível

 

Programação

  • 7h- Credenciamento
  • 8h- Mesa redonda
  • Aula 1- Direito Penal- Rodrigo Larizzatti
  • Aula 2- Direito Penal- Vitor Falcão
  • Aula 3- Legislação Extravagante- Fernando Cocito
  • Momento IMP- Dicas imperdíveis
  • INTERVALO- 1h de almoço
  • Aula 4- Direito Constitucional e Direito Administrativo- Elias Batista e José Trindade
  • Aula 5- Gramática e texto- Raquel Cesário
  • Aula 6- Informática- Jorge Fernando

Concurso da PCDF confirmado para este ano

Após anunciar proposta de paridade salarial da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) com a Polícia Federal (PF), o governador Ibaneis Rocha também anunciou a abertura do concurso público da PCDF. De acordo ele, o edital deve ser divulgado neste mês de abril para a contratação de 1,5 mil agentes e 300 escrivães. O aumento do quadro da corporação irá reforçar a segurança pública no Distrito Federal.

Segundo a PCDF, um novo certame busca diminuir o problema de efetivo. De acordo com dados do Portal da transparência do DF, há atualmente 4.368 postos vagos na Polícia Civil: agente policia de custódia (356), agente de polícia (2977), escrivão (615), papiloscopista (113), perito médico legista (80) e perito criminal (227). O salário inicial dos cargos é de R$ 8.698,78. Saiba mais aqui! 

Candidatos pagaram R$ 83 mil para serem aprovados em concurso do STJ

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Murilo Fagundes* – Devem ser suspensos dos cargos, a qualquer momento, 10 servidores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspeitos de fraudar o concurso público realizado em 2015 pela banca Cebraspe. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que deflagrou nesta quarta-feira (19/12) a quarta fase da Operação Panoptes, indicou que eram feitos pagamentos de R$83 mil por candidato que tinha intenção de fraudar o concurso.

De acordo com o delegado Adriano Valente, diretor da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco), da Cecor/PCDF, a informação de que o certame teria sido fraudado foi trazida por uma candidata que tentou violar o concurso da Secretaria de Educação do Distrito Federal, que inclusive já foi alvo de uma fase anterior da operação. “Demos conta de que havia sido oferecida também a ela uma vaga no STJ. Desse modo, demos início à investigação voltada especificamente a esse concurso”, explicou.

O delegado conta que a PCDF recebeu a confirmação de que houve fraude por meio de três envolvidos na operação. “Fizemos contato com a Polícia Federal e obtivemos deles o sinal verde para que continuássemos a apuração. Então, mantivemos contato com o próprio STJ e soubemos que alguns dos investigados já estavam sendo investigados também pelo órgão”, disse. Leia mais em: Baixo desempenho de servidores levou STJ a procurar Polícia Civil

Segundo a Polícia Civil, os membros da organização criminosa aliciavam estudantes em portas de cursinho e um deles, que era porteiro de um condomínio, convidava os moradores de condomínio que tentavam a vaga para aderir ao esquema e pagar a referida quantia de mais de R$80 mil.

Modus operandi

Relatos colhidos pela Operação Panoptes mostram que as fraudes do certame de 2015 teriam sido consumadas a partir da conclusão do gabarito por membros da banca organizadora, o Cebraspe. “Um funcionário da banca (Ricardo) pegava o gabarito, que era preenchido pelo candidato com pouquíssimas respostas, e, após a prova, preenchia de forma ilegal”, contou o delegado Adriano Valente.

O advogado do Cebraspe, Marcus Vinicius Figueiredo, afirmou que o funcionário apontado pela PCDF era cedido da Fundação Universidade de Brasília (FUB) e que já foi devolvido à instituição para que ela decida seu destino. “O Cebraspe se colocou à disposição das autoridades policiais nesse fatídico caso e tem aprimorado o procedimento de segurança e contratou uma auditoria especializada, mas a fraude não é causada pela instituição”, explicou. Segundo Valente, Ricardo sofrerá processo criminal.

 

*Estagiário sob a supervisão de Lorena Pacheco

Baixo desempenho de servidores levou STJ a procurar Polícia Civil

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) informou que 10 servidores públicos do órgão, que foram aprovados no concurso público de 2015, estão sendo investigados pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), na quarta fase da Operação Panoptes, deflagarda nesta quarta-feira (19/12).

A corporação chegou até os funcionários a partir de suspeitas levantadas pelo próprio corpo técnico STJ, que levou em conta seu baixo desempenho. A ação cumpriu 13 mandados de busca e em vários locais do DF.

Os servidores são suspeitos de terem participado de um esquema de compra de gabarito do certame promovido pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de promoção de Eventos (Cebraspe/UnB).

Em maio de 2016, a equipe da Secretaria de Gestão de Pessoas identificou suspeitas de fraude no concurso, especificamente para o cargo de técnico administrativo. Na ocasião, 39.592 pessoas disputaram 15 vagas. Para este cargo foram convocados 167 candidatos até 21 de dezembro de 2017, quando o concurso perdeu a validade.

Fraude em concurso do STJ provoca operação da Polícia Civil do DF

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Com o objetivo de cumprir 13 mandados de busca em vários locais do Distrito Federal, a Polícia Civil local (PCDF) deflagrou, nesta quarta-feira (19/12) a quarta fase da Operação Panoptes. Desta vez o alvo é o concurso público do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que teria sido fraudado. A operação foi realizada pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e, até o fechamento da reportagem, a Divisão de Comunicação da corporação não forneceu mais informações. A corporação informou posteriormente que haverá uma coletiva de imprensa às 14h30.

De acordo com o STJ, a investigação é sobre o concurso de 2015. Leia mais em: Baixo desempenho de servidores levou STJ a procurar Polícia Civil

 

Operação Panoptes

Segundo informações da PCDF, a operação é voltada a desarticular grupos criminosos que se dedicam a fraudar concursos públicos. As ações visam, ainda, à execução de medidas judiciais contra os candidatos que compraram vagas em concursos públicos do DF.

Nas duas primeiras fases, foram presas 12 pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa responsável pelo aliciamento de candidatos para a realização da fraude e ficou conhecida como a Máfia dos Concursos. Entre os presos estava o líder do grupo, assim como o segundo na cadeia de comando da fraude, e um ex-funcionário da Cebraspe, responsável por executar a fraude dentro da banca examinadora.

A terceira fase foi deflagrada em março deste ano e recebeu o nome de Magister, mestre em Latim, pois apurou fraude no concurso público da Secretaria de Educação para os cargos de professor e apoio administrativo. Os policiais civis cumpriram nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão. Entre os suspeitos, seis professores da rede pública de ensino, nomeados no último concurso.

IMP Concursos promove palestra beneficente para a PCDF

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Com foco no concurso para a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o IMP Concursos promove nova palestra beneficente, é a Operação PCDF. O foco é informar um pouco mais sobre os desafios, perspectivas e vantagens da profissão, além disso, no final da palestra será sorteada uma bolsa integral para consultoria online da PCDF.

Vale destacar que haverá também a resolução de questões inéditas sobre as matérias que serão cobradas no concurso. O evento será realizado neste sábado (14 de julho), a partir das 8h30, na unidade da Asa Sul (603).

Para participar, é preciso realizar a inscrição no site www.impconcursos.com.br e levar 1kg de alimento não perecível. Mais informações pelo telefone 3029-9700.

 

Saiba mais: Polícia Civil do DF aguarda autorização de 2,1 mil vagas para novo concurso

Governo de Brasília anuncia a nomeação de servidores para a Polícia Civil

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Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal o chamamento para nomeação de 39 novos servidores, sendo 21 delegados, sete médicos legistas e 11 papiloscopistas, que foram aprovados no concurso público de 2014 para a Polícia Civil. “As nomeações são de extrema importância para área da segurança, para garantir o funcionamento das delegacias e a ampliação dos serviços”, ressaltou Sérgio Sampaio, chefe da Casa Civil.

Ao longo do ano, ainda serão nomeados 163 servidores, sendo 79 delegados, 34 peritos médicos e 50 papiloscopistas. A expectativa é de que até o fim de novembro, todos os aprovados no concurso de 2014 já estejam atuando em suas funções.

Relembre
O concurso da Polícia Civil de 2014 ofereceu 417 vagas, sendo 200 para delegado (100 imediatas e 100 CR), 157 para papiloscopista (50 imediatas e 107 para CR) e 60 para perito médico legista (20 imediatas e 40 CR).

Os aprovados para o cargo de delegado ou perito recebem R$ 15.370,64, enquanto papiloscopistas têm salário de R$ 8.284,55. A seleção foi composta por provas objetivas, discursivas, exames biométricos e avaliação médica, sindicância de vida pregressa e investigação social, e curso de formação profissional (composto por mais de 400 horas/aulas). Os aspirantes a delegado ainda foram submetidos a uma prova oral e de título, enquanto os candidatos a perito tiveram prova de títulos.

Justiça determina que candidato com tumor continue a concorrer na PCDF

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Um candidato que passou em 31º lugar no concurso para papiloscopista, lançado pela Polícia Civil do Distrito Federal em 2014, conseguiu ganhar na Justiça o direito de continuar concorrendo na seleção após ser eliminado na quarta fase. Ele foi considerado inapto no exame médico realizado pela banca examinadora, a Fundação Universa, sob a justificativa de enquadrar-se em uma condição incapacitante prevista no edital (subitem 9.8.2) por portar “tumor ósseo e muscular”. Entretanto, o candidato foi diagnosticado, em junho de 2015, com “transtorno fibroblástico de região intraclavicular esquerda”, um tumor benigno, não classificado como ósseo ou muscular.

 

Foi quando ele decidiu procurar a Justiça para tentar reverter a eliminação do concurso. De acordo com o processo, a defesa feita pelo advogado Rudi Cassel apresentou relatório médico do Hospital Sírio-Libanês, atestando que o paciente obteve tratamento médico entre julho e outubro de 2015 e, sem necessidade de continuidade dos cuidados, permaneceu até hoje assintomático e está liberado para atividades laborais sem restrições ou limitações.

 

A juíza Simone Garcia Pena, da Segunda Vara da Fazenda Pública do DF, concordou com a defesa. Segundo a magistrada, “a ‘avaliação médica’ apresentada pela Fundação Funiversa não trouxe qualquer fundamento idêneo para justificar o enquadramento da situação do autor à hipótese do item 112 do subitem 9.8.2. do edital… Nesse espeque de valores, falha a Administração Pública ao realizar a eliminação de candidatos a cargos públicos de maneira autômata, sem observância do devido processo legal formal e substancial que devem nortear toda e qualquer decisão proferida em um Estado Democrático de Direito… Ora, a doença apresentada pelo autor não tem qualquer relação de similitude com a enfermidade descrita no edital, seja pela nomenclatura, seja pelo código CID que indica ser um tumor extra-abdominal, portanto nem ósseo e nem muscular”.

GDF nomeia 155 agentes e escrivães da PCDF

Publicado em Deixe um comentárioDistrito Federal

O Governo do Distrito Federal nomeou, nesta segunda feira (27/6) 155 novos agentes. As vagas estão divididas em 130 cargos de agentes policiais e 25 vagas de escrivães. Outras seis nomeações não foram incluídas na lista por estarem em sub judice. O executivo publicou a convocação no Diário Oficial do DF de hoje.

Consta no periódico que as nomeações são referentes aos aprovados no último concurso da categoria, realizado em 2013 e homologado em 2014. Os convocados já terminaram o curso de formação e tem 30 dias para se apresentarem no Departamento Geral de Pessoal, no complexo da cooperação, para a tomada de posse.

Desde o início da atual gestão, em 2015, a categoria conta com mais de 4,9 mil policiais em diversas carreiras, e 211 novos profissionais já tomaram posse, sendo a última nomeação em fevereiro deste ano. O GDF tinha programado para julho, novas convocações. Porém, a corporação remarcou a solenidade para 15 de agosto. A expectativa é que todos os aprovados no concurso de 2013, incluindo os que estão em cadastro reserva, sejam chamados.

Ministério Público analisa denúncia sobre concurso da PCDF

Publicado em 6 ComentáriosConcursos Públicos, Distrito Federal, segurança

Supostas irregularidades cometidas por fiscais durante a aplicação das provas para selecionar peritos à Polícia Civil do Distrito Federal foram denunciadas por candidatos ao Ministério Público. Os exames foram aplicados pelo Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) no último domingo (19/6). De acordo com a assessoria do MPDFT, a reclamação está sendo analisada.

A 2ª Delegacia de Polícia também recebeu protestos de candidatos. Três deles fizeram as provas no Uniceub, na Asa Norte, e registraram ocorrência contra os fiscais da examinadora no dia de aplicação das provas. A delegacia investiga o caso.

De acordo com relatos de participantes da seleção, escritos no FórumCW, o principal problema enfrentado foi a falta de administração do tempo de prova. “Roubaram no tempo. Os fiscais de sala não atualizavam o horário restante e quando passaram avisando nas salas faltavam 30min para o término, e no quadro ainda tinha 1 hora e meia”, reclamou um deles. Outro participantes afirmou que “realmente o tempo não foi a nosso favor, tive a percepção que não cumpriram as 5 horas. Em nenhum momento durante e a prova os fiscais de sala alertavam sobre o tempo. Para minha surpresa, assim que eles riscaram as 3h45min não foi muito tempo e já veio o aviso de 30 min para o termino. Ainda estava começando a rascunhar a minha terceira questão e ainda faltavam conferir algumas questões e preencher o gabarito e passar as questões a limpo…”

Em outro depoimento, o mesmo erro reportado: “Na minha sala da prova, a fiscal esqueceu de controlar o horário. Em um momento eu estava desconfiando e perguntei a ela se o horário estava correto e ela informou que sim e continuei no meu plano de reservar uma hora e 30min para gabarito e discursiva. Quando faltava pouco mais de 1h p termino, ela veio dizendo que esqueceram de informar o horário e que faltava 1h e 15 minutos para o termino. Eu desesperei!! Acho que fui prejudicado na discursiva por descuido deles com o horário. Consegui terminar apenas uma questão discursiva. Sentindo o tempo confortável, preferi resolver as continhas e finalizar a objetiva e me lasquei. E agora?”

A banca

O Iades ainda não tem conhecimento sobre a denúncia no Ministério Público. A banca informou ao Correio que o ambiente de provas é controlado e de máxima de segurança. “O avanço da tecnologia possibilita que haja relógios com transmissores de voz e dados embutidos e, isto, possibilita fraude em concursos públicos. Por isso, não é permitido aos candidatos o uso de relógios. Os fiscais, que eram sempre dois por sala, também foram proibidos de usar o relógio. Em substituição, é afixado na parede frontal no interior das salas de prova, visível a todos os candidatos, o relógio de papel”, informou em nota.

 

Assim, segundo a banca, informações sobre o tempo decorrido eram atualizadas pelo supervisor que, a cada mudança de faixa, passou em todas as salas sob sua supervisão. Desta forma, todos os candidatos teriam a informação padronizada sobre o tempo de prova. “Todos os procedimentos de aplicação das provas aconteceram normalmente e todas as regras contidas no edital normativo e demais dispositivos legais foram integralmente respeitadas”, defendeu a organizadora.

 

Dos 10.116 inscritos, 81,8% compareceu aos exames. Confira os gabaritos e os cadernos de prova do concurso.

 

Se deu confusão no concurso da PCDF, na seleção da PMDF, que ainda nem foi lançada, teve problema também.

Rollemberg anuncia nomeação de 120 policiais civis, mas desagrada categoria

Publicado em 2 ComentáriosConcursos Públicos, Distrito Federal
Foto: Reprodução/Agência Brasília
Foto: Reprodução/Agência Brasília

Após nomear mais de 1,4 mil aprovados para a Secretaria de Saúde, o governo do Distrito Federal começa a dar sinais de que o cenário para concursos neste ano será melhor. Desta vez, o governador Rodrigo Rollemberg anunciou que vai nomear 120 classificados para a Polícia Civil. A promessa foi feita nesta quinta-feira (21/1), durante cerimônia para a criação da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência.

 

Os novos policiais, porém, vão atuar em outras delegacias. Serão, ao todo, 100 agentes e 20 escrivães. “Queremos, com isso, fortalecer as nossas delegacias. Nos próximos dias, vamos avaliar a previsão de arrecadação para elaborar um cronograma de contratações”, disse o governador.

 

Foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
Foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press

Para compor o quadro da nova unidade, 11 agentes serão remanejados de diretorias extintas da Polícia Civil, mas a atitude preocupa representantes da categoria. Ao mesmo tempo em que ocorria a solenidade, o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol/DF) organizou uma manifestação, que aconteceu em frente ao Buriti. Segundo o presidente, Rodrigo Franco, a categoria não é contrária à criação da delegacia, mas sim da possibilidade de ser mais um prédio vazio diante da “pior crise de recursos humanos da corporação desde 1993”.

 

Segundo informações da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, em 2015 foram nomeados 82 servidores para a PCDF, sendo 64 agentes de polícia, 15 escrivães, dois peritos criminais e um delegado. Nos próximos dias, o governo vai fechar os números do exercício de 2015 e reavaliar as projeções para este ano, frente ao atual cenário econômico de possível queda da arrecadação, para avaliar novas contratações.

 

Novo concurso

Em dezembro, o Correio noticiou que a PCDF vai abrir novo concurso público para peritos. O cargo exige formação de nível superior em qualquer curso. A banca organizadora já foi escolhida. Saiba mais sobre a seleção.

 

 

* Com informações da Agência Brasília e Sinpol