IBGE emite novo comunicado sobre a realização do Censo em 2022

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) se pronunciou sobre a realização do Censo, após votação do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu pelo evento somente no próximo ano. ” A direção do IBGE prepara um plano para cumprimento da decisão judicial que estabeleceu a realização do Censo Demográfico em 2022″, informou.

Ainda segundo o comunicado, o projeto descreverá as demandas de recursos a serem repassados ao Instituto ainda este ano, para que o Censo ocorra no ano que vem – por enquanto, sem data definida. “A prioridade, agora, é fechar a proposta, já que há necessidade urgente de recomposição do orçamento para conclusão de etapas preparatórias essenciais ao longo de 2021.”

Após a elaboração do plano de trabalho, serão retomadas reuniões com as áreas técnica, consultiva e operacional, que vão definir as melhores condições e o período adequado para realização do Censo em 2022.

Candidatos aguardam definições

Após o cancelamento do Censo 2021 por falta de orçamento, os candidatos inscritos na seleção com mais de 200 mil vagas ainda seguem aguardando posicionamento do IBGE sobre devolução das taxas de inscrição ou sobre como ficarão os editais.

O IBGE informou ao Papo de Concurseiro que já está trabalhando no plano de cumprimento da ordem e dará mais informações aos candidatos ao longo desta semana. Portanto, fique atento aos próximos capítulos.

Seleção para o Censo

Foram 204.307 vagas para os cargos de recenseador, agente censitário municipal e agente censitário supervisor.
Do total, foram oferecidas 181.898 vagas para recenseador, 16.959 para agente censitário supervisor (ACS) e 5.450 para agente censitário municipal (ACM) em 5.297 municípios do país. Os quadros de distribuição das vagas estão disponíveis para consulta no site do Cebraspe, empresa organizadora dos processos seletivos.
As vagas eram temporárias e os contratos teriam duração prevista de três meses para a função de recenseador e de cinco meses para ACM e ACS, podendo ser renovados de acordo com as necessidades do IBGE e a disponibilidade orçamentária. Saiba todos os detalhes da seleção aqui!

IBGE se pronuncia sobre realização do Censo em 2022 e orientações aos candidatos

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Após o cancelamento do Censo 2021 por falta de orçamento, os candidatos inscritos na seleção com mais de 200 mil vagas ainda seguem aguardando posicionamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre devolução das taxas de inscrição ou sobre como ficarão os editais.

Com a decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) de que o Censo seja realizado em 2022, o IBGE informou ao Papo de Concurseiro que já está trabalhando no plano de cumprimento da ordem e dará mais informações aos candidatos ao longo desta semana. Portanto, fique atento aos próximos capítulos.

Seleção para o Censo

Foram 204.307 vagas para os cargos de recenseador, agente censitário municipal e agente censitário supervisor.
Do total, foram oferecidas 181.898 vagas para recenseador, 16.959 para agente censitário supervisor (ACS) e 5.450 para agente censitário municipal (ACM) em 5.297 municípios do país. Os quadros de distribuição das vagas estão disponíveis para consulta no site do Cebraspe, empresa organizadora dos processos seletivos.
As vagas eram temporárias e os contratos teriam duração prevista de três meses para a função de recenseador e de cinco meses para ACM e ACS, podendo ser renovados de acordo com as necessidades do IBGE e a disponibilidade orçamentária. Saiba todos os detalhes da seleção aqui!

 

AGU recorre de liminar que mandou governo realizar o Censo 2021

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A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que mandou o governo federal realizar o Censo 2021. O julgamento no plenário virtual da Corte sobre esta decisão está previsto para começar nesta sexta-feira (7/5).

A defesa da União pede ao Supremo que reconsidere a decisão de realizar o censo ainda neste ano. E, a AGU sugere que o levantamento seja adiado para 2022, “devendo o Poder Executivo tomar as medidas administrativas e orçamentárias pertinentes para a destinação de recursos necessários ao IBGE”.

Como argumento, a AGU aponta as dificuldades em alterar o orçamento já aprovado para este ano e que a retomada do Censo atrasaria o calendário de medidas que devem ser adotadas pelo IBGE antes da pesquisa. Já que, segundo a União, uma nota técnica do próprio instituto aponta que os atrasos já não permitiram conduzir a pesquisa na data prevista do projeto original, 1º de agosto.

Presidente do IBGE fala sobre o Censo

O novo presidente do IBGE, Eduardo Rios Neto, tomou posse no cargo e disse, em entrevista coletiva online para jornalistas, que o projeto do Censo Demográfico está pronto e o Instituto está preparado para realizá-lo este ano, mas que depende da liberação dos recursos orçamentários. Entretanto, ele não descartou a possibilidade de o Censo ficar para 2022, dado que o cronograma original de preparação já sofreu adiamentos em etapas que não puderam ser concluídas sem a definição da verba esperada.

“Estamos preparados tecnicamente para a realização do Censo neste ano. Há um clamor social para que ele ocorra. Precisamos, contudo, aguardar se o orçamento de R$ 2 bilhões será recomposto, seja por via judicial ou pelo Congresso, para que todo o planejamento da operação censitária seja executado”, explicou Rios Neto.

IBGE vai retomar tratativas com a Economia

Após anunciar o cancelamento do Censo 2021 devido à falta de previsão orçamentária, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que retomará as tratativas com o Ministério da Economia para planejamento e promover a realização do Censo em 2022, de acordo com cronograma a ser definido em conjunto com o Ministério.

O órgão informou também que em relação ao processo seletivo dos censitários – Agente Censitário Municipal (ACM), Agente Censitário Supervisor (ACS) e Recenseador – o IBGE anunciará as orientações assim que for possível.

Cancelado

O anúncio de cancelamento foi realizado na última sexta-feira (23/4) pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues que confirmou que não há previsão orçamentária para o Censo 2021 e o levantamento ficará para 2023.

“Portanto, ele não se realizará em 2021. As consequências para um novo censo serão comunicadas ao longo deste ano”, limitou-se a responder Waldery.

Seleção para o Censo

São 204.307 vagas para os cargos de recenseador, agente censitário municipal e agente censitário supervisor.
Do total, são oferecidas 181.898 vagas para recenseador, 16.959 para agente censitário supervisor (ACS) e 5.450 para agente censitário municipal (ACM) em 5.297 municípios do país. Os quadros de distribuição das vagas estão disponíveis para consulta no site do Cebraspe, empresa organizadora dos processos seletivos.
As vagas são temporárias e os contratos terão duração prevista de três meses para a função de recenseador e de cinco meses para ACM e ACS, podendo ser renovados de acordo com as necessidades do IBGE e a disponibilidade orçamentária. Saiba todos os detalhes da seleção aqui!

Com informações da Agência Estado.

Governo federal cancela Censo 2021 por falta de recursos

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Estado de Minas- O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues confirmou nesta sexta-feira (23/4) que não há previsão orçamentária para o Censo 2021 e o levantamento ficará para 2023.

“Portanto, ele não se realizará em 2021. As consequências para um novo censo serão comunicadas ao longo deste ano”, limitou-se a responder Waldery.

Sindicato fez alerta

Após o governo federal ter reduzido ainda mais a verba destinada à realização do Censo Demográfico deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o sindicato de servidores do órgão alertou na manhã desta sexta-feira, que os preparativos estavam ameaçados, o que poderia inviabilizar a coleta em campo em 2022, ou seja, o levantamento ficaria apenas para 2023.

Dos R$ 2 bilhões previstos, apenas R$ 71 milhões foram aprovados pelo Congresso Nacional no mês passado. No entanto, o orçamento sancionado e publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira traz um veto do presidente Jair Bolsonaro que reduz esse valor para apenas R$ 53 milhões, o que inviabiliza até os preparativos para o levantamento ir a campo em 2022, afirma o sindicato nacional dos servidores do IBGE, o Assibge.

O texto aprovado no congresso previa R$ 53 milhões de custeio e outros R$ 17,75 milhões de investimento, que acabaram vetados pelo presidente, ressalta o sindicato.

“A gente avalia que precisaria de pelo menos R$ 239 milhões para manter o censo vivo e que ele pudesse ser executado ao menos em 2022. Desses R$ 53 milhões aprovados, calculamos que R$ 20 milhões já foram gastos, então realmente o que nos preocupa não é o censo não realizado em 2021, mas que ele não ocorra em 2022. Se os recursos necessários para os preparativos só vierem na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2022, significa que ele só será realizado em 2023”, alertou Dalea Antunes, coordenadora do Núcleo Chile do Assibge.

A verba é necessária para a manutenção dos contratos de trabalhadores temporários que já preparam o levantamento censitário e de serviços e licitações em curso, aponta o sindicato.

Realizado a cada 10 anos, o Censo Demográfico deveria ter ido a campo em 2020, mas foi adiado para 2021 em função da pandemia do novo coronavírus. O IBGE terá que cancelar pelo segundo ano consecutivo o concurso público aberto para preencher as mais de 200 mil vagas temporárias de recenseados e agentes censitários que trabalhariam no levantamento. As provas presenciais que seriam realizadas este mês já estavam canceladas, sem nova previsão de data.

O corte no orçamento do censo gerou uma crise na direção do IBGE. No último 26 de março, dia seguinte à aprovação pelo congresso da redução no orçamento do levantamento censitário, a presidente Susana Cordeiro Guerra informou ter pedido exoneração do cargo. Ela permaneceu à frente do órgão por mais duas semanas, até 9 de abril, quando foi substituída interinamente pela então diretora executiva do órgão, Marise Ferreira, servidora de carreira do IBGE há 37 anos.

O Ministério da Economia, a quem o IBGE é subordinado, não emitiu qualquer nota até esta sexta-feira comentando nem o corte no orçamento do Censo Demográfico nem a mudança na direção do órgão. Há pouco mais de uma semana, no dia 14, o instituto anunciou que o atual diretor de Pesquisas, Eduardo Rios Neto, foi indicado pelo Ministério da Economia para assumir a presidência, mas sua nomeação ainda não foi publicada no Diário Oficial.

204.307 vagas: Está em dúvida sobre se inscrever no concurso do IBGE? Técnico do órgão dá super dicas

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Concurso recém-lançado tem grande oferta de vagas a diversos cargos, um pode se encaixar em seu perfil, veja:

 

Karolini Bandeira*- A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE) divulgou, nesta quinta-feira (18/2), os editais para o Censo Demográfico 2021! Ao todo, os documentos ofertam 204.307 vagas para os cargos de recenseador, agente censitário municipal e agente censitário supervisor, funções com salário de até R$ 2.100. As inscrições serão abertas a partir desta sexta-feira (19/2), e a taxa de inscrição é a partir de R$ 22,77.

Os contratos serão temporários e terão vigência de 30 dias, com possibilidade de prorrogação. Como método de seleção, os candidatos deverão aplicar prova objetiva, prevista para abril. Os concursos serão organizados pelo Cebraspe. Para dar uma luz aos candidatos que pretendem se inscrever, Jeck Ferraz, técnico do IBGE e especialista no assunto, dá dicas de como estudar para a grande seleção e mostra que é, sim, possível começar a se preparar agora e conquistar a tão esperada aprovação!

 

Ainda não comecei a estudar! E agora?

Se você ainda não teve tempo de se preparar, não precisa entrar em pânico! A primeira prova (para agente municipal e agente supervisor) só será aplicada em 18 de abril e, para o especialista Jeck Ferraz, é completamente possível obter a aprovação se organizando e estudando durante os próximos dois meses. Ferraz relembra que a seleção abrange todas as regiões e, devido a isto, a concorrência pode ser baixa: “Há muitas vagas e para todos os municípios do país. Há lugares concorridos, mas há municípios com concorrência baixíssima.”

Para o especialista, começar pelas questões das provas anteriores é uma boa tática de estudo: “Estudar pelas questões anteriores das provas do IBGE pode ser uma boa ideia, principalmente do Censo Experimental de 2019 e do Censo Agro de 2017.”  “Há também ótimos cursos online para o IBGE com preço bem em conta”, completa.

 

Em qual conteúdo focar?

O conteúdo cobrado nas provas diverge de acordo com o cargo escolhido. Os candidatos à função de recenseador, de nível fundamental, farão prova objetiva de língua portuguesa, matemática, ética e conhecimentos técnicos. Já aos cargos de agente censitário municipal e agente censitário supervisor, será aplicada prova objetiva de língua portuguesa, raciocínio lógico, ética, noções de administração e conhecimentos técnicos. Independente da área escolhida, Ferraz destaca que é importante priorizar os conhecimentos técnicos. E enfatiza: “Para recenseador metade da prova é sobre essa disciplina, sem falar que é importantíssima no trabalho.”

 

Mas, será que devo concorrer?

Para os que ainda estão na dúvida se devem ou não se inscrever, Ferraz ressalta por que apostar na seleção é uma boa ideia. “Trabalhar no IBGE é uma oportunidade de crescimento profissional e humano. Quem atuar como recenseador vai realmente conhecer a realidade do povo brasileiro e ainda ganhar uma boa remuneração caso se dedique, pois é por produtividade”, diz. De acordo com o profissional, também é possível ocupar o cargo mantendo um outro emprego: “O IBGE recomenda no mínimo 25h semanais e não há jornada fixa, portanto é possível inclusive conciliar um trabalho na iniciativa privada com a função de recenseador.” Vale ressaltar, também, que, em comparação à taxa de participação de outros certames, a seleção do IBGE está “em conta”.

 

Saiba tudo sobre o edital do IBGE aqui: IBGE publica editais com mais de 204 mil vagas para o Censo 2021

 

 

 

*Estagiária sob a supervisão de Lorena Pacheco 

 

 

 

207.332 vagas! IBGE recebe autorização para abrir seleção para o Censo 2021

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As chances serão distribuídas em seis cargos distintos; edital em até seis meses

 

Notícia ótima! Finalmente a autorização para a abertura da seleção nacional simplificada para a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE) foi publicada.

O secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, do Ministério da Economia, Caio de Andrade assinou a portaria que permite a contratação do quantitativo máximo de 207.332 profissionais, por tempo determinado, para desenvolver atividades relacionadas ao Censo Demográfico 2021.

O prazo de duração dos contratos deverá ser de até um ano, com possibilidade de prorrogação conforme o previsto no inciso II do parágrafo único do art. 4º da Lei nº 8.745, de 1993, desde que a prorrogação seja devidamente justificada com base nas necessidades de conclusão das atividades.

O prazo para publicação do edital de abertura de inscrições para o processo seletivo simplificado será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria de autorização, ou seja, até junho deste ano.

O IBGE definirá a remuneração dos profissionais a serem contratados em conformidade com o inciso II do art. 7° da Lei nº 8.745, de 1993.

 

Veja a distribuição dos cargos:

 

A portaria em sua íntegra. 

Mesmo após banca reconhecer em outras 2 seleções, candidato não é considerado pardo e é excluído de concurso

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Ele alega ainda que foi reconhecido como pardo em sua identidade militar e em atestados médicos

 

Karolini Bandeira*- Concorrendo às vagas destinadas a candidatos pretos e pardos, um homem inscrito no concurso público do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) foi desclassificado no exame de heteroidentificação — processo que analisa a veracidade da autodeclaração de raça. A comissão de avaliação decidiu, por unanimidade, que o homem não possuía características fenotípicas negras e, portanto, não poderia concorrer às vagas.

 

O candidato chegou a entrar com recurso e, segundo ele, foi reconhecido como pardo em atestados médicos e em sua identidade militar, além de ter sido considerado apto a concorrer nas vagas reservadas aos candidatos negros em outros dois concursos da mesma banca organizadora, a Fundação Carlos Chagas (FCC).

 

No recurso, o candidato defendeu que a veracidade da autodeclaração deveria prevalecer diante das dúvidas e subjetividade envolvidas na definição do grupo racial, já que isso causa insegurança jurídica e distorções, com diferentes julgamentos de sua cor de pele.

 

Em resposta ao recurso interposto pelo candidato, a banca se pronunciou dizendo que “em relação ao fato da aprovação do candidato em outros certames em vagas reservadas, segundo critério racial, há de se ressaltar que a Comissão de Verificação não está vinculada ao resultado de avaliações anteriores, até mesmo porque não há previsão legal ou editalícia nesse sentido. Os concursos são independentes e por este fato, as Comissões são autônomas, não podendo ou devendo estabelecer relação com processos anteriores”.

 

Leia também: Candidata do MPU foi rejeitada para cota de negros por ser “bonita”, afirma TJDFT 

O caso chegou então ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). Seguindo o órgão, o relator, ministro Lelio Bentes Corrêa, diz que é legítima a utilização de “critérios subsidiários de heteroidentificação, desde que respeitada a dignidade da pessoa humana e garantidos o contraditório e a ampla defesa”. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ainda reforçou a importância da análise da comissão avaliadora, tendo em vista que “os efeitos da autodeclaração não são absolutos”.

 

“O fato da característica fenotípica em debate ter sido reconhecida por comissão em concurso diverso não vincula a conclusão da
comissão especialmente constituída para o presente certame, conforme previsão expressa nos itens 6.2.1 e 6.15.8 do edital,”  afirmou Corrêa no processo.

 

Por fim, o ministro concluiu que a banca examinadora cumpriu integralmente todas as normas do edital: “Não se constata, portanto, violação a direito líquido e certo do candidato contra a decisão por meio da qual a comissão avaliadora constituída para heteroidentificação, em decisão unânime e com fundamento em critério de fenotipia, manteve sua exclusão das vagas reservadas aos candidatos negros”.

Número de servidores aumenta no 2º trimestre de 2020 em relação a mesmo período de 2019, diz IBGE

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Número de contratações aumentou 3,5% (mais 405 mil pessoas), mas houve estabilidade em comparação ao primeiro trimestre. Especialista avalia números 

 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, na semana passada, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) relativa ao segundo semestre do ano de 2020. Segundo os dados, a categoria dos empregados no setor público (12,1 milhões de pessoas), que inclui servidores estatutários e militares, ficou estável frente ao trimestre anterior deste ano, mas aumentou 3,5% (mais 405 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2019.

 

De acordo com Gabriel Granjeiro, especialista em concursos públicos do Gran Cursos Online, o aumento com relação ao ano passado é devido às contratações emergenciais causadas pela pandemia do vírus covid-19, principalmente na área da saúde, mas, ainda assim, é um aumento inferior ao “normal”. “Acredito que o número é esperado pelas poucas seleções realizadas e pelo déficit que não vem sido suprido, poderia ser maior se não fosse a pandemia. Além disso, houve nomeações de servidores aprovados no último semestre de 2019 e começo de 2020 que já estavam previstas, essas nomeações ocorreram para suprir uma demanda existente reprimida, e o órgão se fez valer do seu direito de convocação.”

 

Porém, Granjeiro alerta para a leitura rápido dos números sem a devida contextualização é perigosa. “O concurso público tem um ritual, não é uma contratação em regra tão rápida, nunca se pode se olhar em um horizonte tão curto, quem foi nomeado agora passou há um, dois anos.”

 

Agora, sobre a estabilidade de contratações com relação ao primeiro trimestre de 2020, o especialista avalia ser um cenário esperado no contexto incomum deste ano, em que vários concursos foram adiados, por não ser possível aplicar prova. “Esses números refletem esse contexto de que essas novas vagas foram seguradas e alguns órgãos também reteram as nomeações por questões econômicas. Tão logo a ordem econômica se estabeleça as nomeações devem ser retomadas. Mas quem foi aprovado dentro do número de vagas oferecido pelo edital do concurso tem direito à nomeação, isso é garantia do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Para além dos números, Granjeiro aconselha os concurseiros a enxergar a meta de ser servidor público a médio e longo prazos. “A trilha até a aprovação no cargo/órgão desejado passa por picos, altos e baixos, e nem sempre os números são estáveis, podem flutuar e isso é normal. Eu me pautaria em realmente escolher a carreira que tem perspectiva de publicação de edital, seguir um plano de estudo consistente e estar pronto para as provas que vão acontecer em 2021. Este ano é de plantio e próximo, de colheita. Esses dados do IBGE podem ser considerados negativos ou positivos, é preciso ter consciência de que sempre há uma notícia que pode te levantar ou te puxar para baixo, mas o importante é não desistir e manter o ritmo de estudos.”

 

Sobre as carreira que hoje estão em alta e têm maiores chances de lançamento de concurso estão: as carreira policiais (Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal), que podem sair ainda este ano, segundo confirmação do próprio presidente da República; todas as polícias civis estaduais e do Distrito Federal, além das militares também. “Outra área que deve voltar com tudo é a de controle, devido ao contexto atual, e a de fiscalização tributária,” pontua Granjeiro. “Sem falar que o Brasil tem inúmeros tribunais e secretarias estaduais, as possibilidades são inúmeras. Os concurseiros também tem que aprender a olhar para um espectro mais amplo de oportunidades, o que pode permitir que ele seja aprovado mais rápido, e não ficar dependente do lançamento de edital da sua cidade/estado.”

 

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Contínua visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Veja a pesquisa aqui. 

IBGE: confirmada abertura de concurso com 208 mil vagas em 2021

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Após a suspensão do certame este ano, o concurso IBGE será realizado em 2021 e vem para atender a demanda do Censo Demográfico

 

O concurso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que vai oferecer mais de 208 mil vagas temporárias, está confirmado para o ano que vem. A informação foi dada durante a apresentação do Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2021 na última segunda-feira (31/8).

A abertura do concurso IBGE vem para atender o Censo Demográfico que será realizado em 2021, segundo o Ministério da Economia. O Governo Federal chegou a estudar o adiamento do Censo 2021 e, consequentemente, o concurso. A ideia era aumentar os recursos da Defesa, usando os recursos destinados à coleta.

Na última segunda, o PLOA 2021 foi apresentado com a previsão de orçamento para a abertura do concurso IBGE com uma orçamento de cerca de R$ 43 milhões, confirmando assim a seleção e a coleta.

 

Editais previstos

O IBGE, em março deste ano, anunciou a suspensão do concurso do Instituto por causa da pandemia de Covid-19. Além deste certame, mais duas seleções que estavam previstas para este ano também foram adiadas para 2021.

Apesar do cancelamento do concurso, o quantitativo de vagas não será alterado em 2021, são previstas 208.695 vagas. Todas as seleções são destinadas para o Censo Demográfico. Veja a distribuição das oportunidades:

 

  • Recenseador – 180.557 vagas – nível fundamental
  • Ganhos: variáveis de acordo com a região
  • Agente censitário municipal – 5.462 vagas – nível médio
  • Ganhos de R$ 2.558 sendo R$ 2.100 + R$ 458 (auxílio- alimentação)
  • Agente censitário supervisor – 22. 676 vagas – nível médio

 

Ganhos de R$ 2.158 sendo R$ 1.700+R$ 458 (auxílio-alimentação)
O IBGE tem mais dois editais previstos além deste. O primeiro deles já foi autorizado pelo Ministério da Economia e deve abrir 192 vagas dividas da seguinte maneira: agente censitário de pesquisa por telefone (180 vagas) e supervisor censitário de pesquisa e codificação (12 vagas).

Os selecionados vão atuar com pesquisas para o Censo, por telefone, na capital do Rio de Janeiro.

O edital com mais de 208 mil vagas deve sair em março de 2021, seguido do edital com 192 vagas em abril. Por sua vez, a seleção para codificadores será publicada ao final do próximo ano provavelmente em outubro.

 

Como serão as provas do concurso IBGE?

As provas objetivas do concurso IBGE devem ser aplicadas no Distrito Federal e nos 26 estados. Sendo possível se inscrever para vagas de outros estados ou municípios. Neste caso, o candidato realizará a prova em sua cidade/estado e será convocado para trabalhar na região de interesse.

 

Confira as disciplinas e número de questões por prova: 

Prova agentes – 60 questões

  • Língua Portuguesa – 10 questões
  • Raciocínio Lógico Quantitativo – 10 questões
  • Ética no Serviço Público – 5 questões
  • Conhecimentos técnicos – 20 questões
  • Noções de Administração/Situações Gerenciais – 15 questões

Prova recenseador – 50 questões

  • Língua Portuguesa – 10 questões
  • Ética no Serviço Público – 5 questões
  • Matemática- 10 questões
  • Conhecimentos técnicos – 25 questões
  • A validade do contrato dos agentes deverá ser de cinco meses, já os recenseadores deverão, inicialmente, atuar por três meses.
*Informações de O Imparcial 

IBGE devolve taxa de inscrição a candidatos à seleção para o Censo

Publicado em Deixe um comentárioConcursos Públicos, suspensão

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inicia hoje (19) a devolução de R$ 2,82 milhões para os candidatos inscritos no concurso de seleção para trabalhar no próximo Censo. A pesquisa, que seria realizada neste ano, foi adiada para 2021 devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Por isso, a seleção para contratar temporariamente 208.695 pessoas foi cancelada em março deste ano.

A devolução será feita por meio do aplicativo Carteira Digital BB, do Banco do Brasil, que pode ser baixado em celulares com sistema Android ou iOS. Não é necessário ser correntista do banco para usar o aplicativo e receber o dinheiro.

A escolha pelo aplicativo foi feita para evitar que as pessoas se desloquem até uma agência bancária e se formem aglomerações. Cerca de 100,7 mil candidatos pagaram as taxas, que variam de R$ 23,61 (para candidatos a recenseador) a R$ 35,80 (para agente censitário).

O Censo é feito, regularmente, a cada década, a fim de se conhecer, por meio de pesquisas no próprio domicílio, a realidade da população brasileira.

 

* Com informações da Agência Brasil