Professor cria método que ajuda aprovação em qualquer concurso em um ano

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Não seria ótimo se houvesse um método de estudo que estimasse a aprovação em qualquer concurso público em apenas um ano de preparação? O professor Gustavo Scatolino, procurador da Fazenda Nacional e servidor público desde os 25 anos, elaborou um método que promete essa façanha. Tendo como base a sua experiência como concurseiro, servidor e professor, ele envolveu ciência e prática e criou a metodologia batizada de Método 365 – referente a duração de um ano.

Scatolino afirma que os concurseiros perdem muito tempo, de dois a quatro anos, estudando de forma errada, e com isso a aprovação demora a acontecer. Por isso, criou o método com base em suas próprias experiências para trazer o resultado esperado com menos demora. “Reuni em um passo a passo as técnicas que deram certo para mim e para os alunos que auxiliei durante minha carreira. O objetivo é auxiliar o aluno a ser aprovado mais rápido de maneira prática”, ressalta.

O professor afirma ser um método prático e simples de ser aplicado, porém necessita de estudo ativo. “O aluno deverá sim estudar, se esforçar. Mas o método mostra a forma correta de estudar para alcançar melhores notas mais rápido”. Ele também explica que o Método 365 funciona para qualquer nível de estudos e para qualquer concurso.

 

Dica

Segundo Scatolino, o Método 365 ensina a como estudar de forma mais eficiente. O professor destaca a importância da conexão que deve haver entre o estudo, exercícios e revisão. De acordo com ele, através de seus mais de 15 anos dando aula em cursos preparatórios para concursos públicos, os alunos cometem o grave erro de não fazer revisões de maneira correta, ou até não fazer revisões.

Gustavo afirma que não é possível se lembrar com exatidão de uma matéria que o aluno aprendeu meses antes da prova. Então, ele ensina que cerca de 10 a 15 dias antes da prova é o momento de se intensificar as revisões, e não de aprender conteúdo novo. Com isso, o processo começa aprendendo a matéria, depois é necessário testar se o conteúdo visto está realmente satisfatório, através de exercícios. E, por fim, a fixação do conteúdo, por meio de revisões periódicas, para manter o conhecimento ativo na memória.

 

Degustação

E para quem quiser saber como funciona o Método 365, haverá uma semana de degustação, com a “Série da Aprovação”, entre os dias 8 a 12 de abril. Durante uma semana, o aluno que se cadastrar receberá, por e-mail, vídeos gratuitos mostrando técnicas de estudo. “É uma semana de experimentação para que eles conheçam e percebam que o método é eficaz”, explica o professor.

E entre 15 a 19 de abril, estarão abertas as inscrições para a nova turma do Método 365. Os interessados em participar, tanto da semana, quanto da turma, podem entrar em contato pelo Instagram do professor: @gustavo.scatolino.

Aulão beneficente para concursos da Abin, STJ e STM

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Quem vai se candidatar aos concursos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Superior Tribunal Militar (STM) pode reforçar os estudos no próximo aulão beneficente organizado pelo IMP Concursos. Para participar basta doar 1kg de alimento não perecível na unidade da Asa Sul. O evento acontecerá nesta quarta-feira (24/1), das 14h15 às 17h50, na 603 Sul.

 

O aulão será ministrado pelo professor Ricardo Blanco, especialista em direito administrativo e direito constitucional, e já foi inclusive militar das Forças Armadas e agente da Polícia Federal. Informações pelo telefone: 3029-9700.

Malhar após estudo aumenta capacidade do cérebro de guardar informações

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Vilhena Soares, Do Correio Braziliense – Se você enfrenta o receio de não se sair bem em alguma prova, ir para a academia de ginástica pode ser uma boa estratégia para memorizar o que está estudando. Mas, atenção: para a tática gerar resultados, a malhação deve ser feita no momento certo, algumas horas depois de fechar os livros. É o que aponta uma pesquisa holandesa que investigou a relação entre a consolidação da memória e atividades aeróbicas.

Os autores do trabalho, publicado na edição desta semana da revista Current Biology, acreditam que exercícios físicos ajudam o cérebro a guardar as informações por mais tempo, devido a reações químicas impulsionadas pela movimentação do corpo. Para os investigadores, os achados podem ajudar estudantes e também pessoas que sofrem com enfermidades que prejudicam a memória, como o mal de Alzheimer.

Em um experimento, 72 participantes receberam a tarefa de associar imagens de locais a endereços. Depois de 40 minutos memorizando as informações, eles foram divididos em três grupos: parte pedalou durante 35 minutos uma bicicleta ergométrica imediatamente após a aula; outra parcela realizou a mesma atividade física quatro horas depois; e o terceiro grupo não fez nenhum exercício.

Quarenta e oito horas mais tarde, os voluntários retornaram ao laboratório para um teste em que tinham de apontar a imagem correspondente a cada endereço. Ao mesmo tempo, tinham o cérebro monitorado por meio de um aparelho de ressonância magnética.

 

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Resultados
As maiores taxas de acerto foram observadas nos participantes que se exercitaram quatro horas após a sessão de memorização. As imagens do cérebro também mostraram que, ao responder cada pergunta corretamente, esses indivíduos demonstravam maior ativação do hipocampo, uma área importante para a aprendizagem e a memória. Não houve diferença significativa entre os resultados dos dois outros grupos.

Os cientistas não sabem explicar por que o exercício feito logo após o aprendizado não gerou o mesmo efeito que a atividade realizada mais tarde. No entanto, acreditam que a atividade aeróbica influencia substâncias químicas cerebrais responsáveis pela formação da memória.

“Existe uma boa evidência, a partir de pesquisas feitas em roedores, de que a liberação de certos neurotransmissores do grupo catecolamina (dopamina e noradrenalina) conduz uma cascata bioquímica que leva à produção de proteínas relacionadas a plasticidade cerebral. Essas substâncias ajudam na consolidação da memória na sinapse, que de outro modo seria perdida. O exercício físico está presente no início dessa sequência, porque ele influencia a liberação de dopamina e noradrenalina”, diz ao Correio Guillén Fernández, principal autor do estudo e pesquisador do Instituto Donders, do Centro Médico da Universidade de Radboud (Holanda).

Para Vanessa Müller, neurologista e diretora médica da VTM Neurodiagnóstico (RJ), o estudo holandês corrobora resultados de outros experimentos sobre memória, mas contribui com dados mais precisos sobre os mecanismos ligados ao desempenho do cérebro. “Já sabíamos da função dos neurotransmissores para a memória, mas vemos, com esse experimento, o quanto o exercício pode beneficiar esse sistema”, analisa a especialista, que não participou do estudo.

 

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A médica ressalta que esse é mais um dos vários benefícios trazidos pelos exercícios físicos, que incluem a melhora da performance cardiovascular, do fluxo sanguíneo e do oxigênio, que também favorecem o funcionamento dos neurônios. “As atividades físicas fazem com que os processos químicos cerebrais funcionem de forma harmônica”, assegura. Na avaliação de Müller, contudo, o trabalho apresentado necessita de aprofundamento, especialmente com relação à diferença de desempenho entre os dois grupos que se exercitaram. “Também podemos levantar outros pontos que podem ter influenciado, como as horas de sono, já que os participantes só foram avaliados 48 horas depois do exercício físico.”

 

Aplicações
Os pesquisadores acreditam que os achados podem ser aplicados no cotidiano, principalmente para o ensino infantil. “Para as escolas, essas novas informações são realmente úteis. No entanto, seu uso requer mais pesquisas para otimizar os ciclos de estudos e exercícios. Precisamos saber qual atividade seria a melhor e entender que tipos de memória ela beneficiaria mais”, avalia Fernández.

Segundo o pesquisador, a quantidade de energia gasta durante a atividade aeróbica pode interferir no desempenho do cérebro. “O ideal seria um exercício que exige alguma intensidade, caso contrário, ele não vai levar a uma libertação substancial de dopamina e noradrenalina. Contudo, algo muito intenso pode ter efeitos negativos, já que todos os vestígios de memória deverão ser afetados. O essencial é a liberação adicional de dopamina e noradrenalina, que é ponto crítico para memórias fracas, que, de outra forma, podem ser esquecidas no prazo de 24 horas”, destaca.

O especialista explica ainda que o auxílio à memória por meio das atividades aeróbicas pode fazer diferença no tratamento de pacientes que sofrem com o mal de Alzheimer. “Para esse grupo específico de pessoas, os efeitos a longo prazo do exercício físico regular são provavelmente mais relevantes, porque atuam sobre a perfusão cerebral (irrigação de sangue para o cérebro) e a neurogênese (processo de formação de novos neurônios), o que aumenta a memória”, detalha.
Vanessa Müller concorda. “Hoje em dia, as enfermidades com maior taxa de incidência são as neurodegenerativas. Quanto mais estratégias surgirem para que os danos causados por elas diminuam, melhor para a população, que vai poder se prevenir desses problemas”, acredita. “Para as escolas, essas novas informações são realmente úteis. No entanto, seu uso requer mais pesquisas para otimizar os ciclos de estudos e exercícios. Precisamos saber qual atividade seria a melhor e entender que tipos de memórias ela beneficiaria mais”. Guillén Fernández é pesquisador da Universidade de Radboud, na Holanda.