Concurso para PM e Bombeiros da Paraíba exclui língua estrangeira do edital

Foto: PMPB/Divulgação
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Do CorreioWeb – O concurso da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros da Paraíba retirou as disciplinas de língua estrangeira do conteúdo programático previsto inicialmente pelo edital. O aditivo foi publicado no Diário Oficial da Paraíba sob a justifica de “otimizar” o processo seletivo. Ao todo, são oferecidas 1.000 oportunidades para quem possuir nível médio.

O candidato deveria escolher entre responder 10 questões de inglês ou espanhol. Agora, com a retirada do conteúdo, foram adicionadas cinco questões de língua portuguesa e cinco de noções de direito. As duas disciplinas são os dois primeiros critérios de desempate do concurso.

A prova escrita, prevista para 29 de abril, consiste em uma prova objetiva com 80 questões de múltipla escolha em que constarão as disciplinas de: língua portuguesa (20 questões), raciocínio lógico (10), geografia e história da Paraíba (10), noções básicas de informática (10), e noções de direito e sociologia (30).

Para concorrer os interessados ainda devem ter altura mínima de 1,65m para o sexo masculino e de 1,60m para o sexo feminino, completar no mínimo 18 anos e no máximo 32 anos no ano da matrícula no curso, estar em pleno gozo dos direitos civis e políticos e não ter antecedentes criminais. Saiba mais novidades sobre o concurso aqui.

Vagas
São 900 oportunidades para a Polícia Militar, sendo 850 para o sexo masculino e 50 para o feminino. As 100 vagas restantes são para o corpo de Bombeiros. São 90 oportunidades destinadas ao sexo masculino e 10 para o sexo feminino. O salário para ambos os cargos é de R$ 3.202,60 após a conclusão do curso de formação.

As inscrições de ambos os cargos devem ser feitas pelo site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), banca organizadora do certame, até 9 de abril. A taxa custa R$ 70.

PMDF quer soldados que falem inglês
Uns retiram a língua estrangeira, mas outros incluem. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por exemplo, incluiu o inglês pela primeira vez na prova para soldado do concurso público recentemente lançado. São oferecidas 2.024 vagas e as inscrições continuam abertas para o posto até 4 de abril.

A corporação quer que os soldados sejam capazes de se comunicar em inglês, com a justificativa de que o domínio da língua é fundamental para melhor atender os turistas estrangeiros, cada vez mais comuns em Brasília. Saiba mais aqui.

PM e Bombeiros de Pernambuco vão oferecer 580 vagas em novo concurso público

Foto: Divulgação/Nicácio Júnior/CBM/PE
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Do CorreioWeb – A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros de Pernambuco definiram o Instituto de Apoio à Fundação Universidade de Pernambuco (Iaupe) como a banca organizadora de seu próximo concurso público. Foi divulgado nesta sexta-feira (16/3), no Diário Oficial do estado, que o certame oferecerá 500 vagas para o cargo de praça da Polícia Militar (PMPE), para a graduação inicial de soldado, 60 para os cargos de oficiais e de 20 para os cargos de oficiais do Corpo de Bombeiros Militares (CBMPE), ambos no posto inicial de segundo tenente. A contratação da banca foi no valor estimado de R$ 4.134 milhões.

Se a publicação do novo edital seguir o molde do último certame realizado em 2016, as vagas para a PMPE devem ser para nível médio, e como pré-requisito os inscritos devem ter altura mínima de 1,65m para homens e 1,60 para mulheres, ter idade mínima de 18 e máxima de 28, além de carteira de motorista na categoria B.

O Iaupe também organizou o concurso passado da corporação e elaborou uma prova objetiva com 70 questões, cobrando os seguintes conhecimentos: língua portuguesa (15), matemática (10), geografia (10), história (10) e direitos e garantias fundamentais (15). As demais etapas de avaliação do certame consistiam em exames de saúde, de aptidão física, aptidão psicológica e investigação social de caráter eliminatório.

O aprovado fez o curso de formação e habilitação de praças com bolsa-auxílio de formação profissional correspondente a R$ 970,42. Após a formação, o aluno é nomeado como soldado da PMSE e a remuneração passou a ser de R$ 2.319,88.

Bombeiros
Já para o Corpo de Bombeiros, as oportunidades serão apenas para o nível superior. Assim como para a PMPE, os interessados devem ter altura mínima de 1,65m para homens e 1,60 para mulheres, ter entre 18 e 28 anos e carteira de motorista na categoria B.

Suposta violação de malote de provas no concurso da PMTO é registrada em boletim de ocorrência

Foto: Divulgação/PMTO
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Do CorreioWeb – Um boletim de ocorrência, registrado no último domingo (11/3), na 9ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Arraias, em Tocantins, colocou em xeque o concurso público da Polícia Militar estadual. Segundo o relato, um malote de provas foi supostamente violado na aplicação dos exames para soldado e oficial. Também foi encontrado pela banca organizadora, a AOCP Concursos Públicos, um smartphone no banheiro da Faculdade Católica  Don Orione, em Araguaína/TO, outro local de aplicação das provas. O aparelho foi entregue para a delegacia da cidade, pois o dono ainda não foi localizado.

 

A AOCP afirmou estar ciente dos ocorridos e que as devidas providências serão tomadas caso alguma irregularidade seja encontrada. A respeito do possível malote violado, a banca informou que realmente havia um malote danificado, mas que ele foi recolhido, enviado para perícia e devidamente substituído por outro, dando andamento à prova.

 

Além disso, a banca classificou como “fatos corriqueiros” o recolhimento de celulares e fato de alguns candidatos não portarem documento com foto, o que não compromete o desenrolar do certame.

Foto: Divulgação/PMTO
Foto: Divulgação/PMTO

Pela amanhã de domingo foram aplicadas as provas para o cargo de oficial a 8.530 candidatos, o que corresponde a 81,46% do total de inscritos. No período vespertino, aconteceu a aplicação das provas para o Curso de Formação de Soldados, com um total de 63.602 candidatos presentes – 83,61% dos inscritos.

 

O certame vai agora para a próxima etapa de avaliação, o teste de avaliação física (TAF), que deve ocorrer nos próximos 30 dias. Após o TAF, há ainda teste psicotécinico, teste clínico, e por último, investigação social. Os gabaritos preliminares já estão disponíveis no site www.aocp.com.br/, os gabaritos definitivos devem ser publicados dentro de 10 dias.

 

O concurso

O edital para formação de soldados visa o preenchimento de 1000 vagas, para nível médio. Do total, são reservadas 900 chances para candidatos do sexo masculino e 100 para candidatas do sexo feminino. Durante o curso, a remuneração é de R$ 2.215,10, após a aprovação no curso o salário passa a ser de R$ 4.455,46

 

Já o segundo edital, reserva 40 chances para formação de oficiais, sendo 36 para o sexo masculino e quatro para o sexo feminino. Para concorrer é necessário possuir formação em nível superior. Durante o período de formação, o salário de cadete é  de R$ 4.499, 52, após a aprovação o cadete será declarado aspirante a oficial, permanecendo neste posto por período mínimo de seis meses, com remuneração de R$ 8.382,10

 

Havendo vagas, o militar passará a concorrer ao primeiro posto do oficialato, iniciando-se no círculo de oficiais da PMTO podendo chegar ao posto de coronel.

Concurso público para PM e Bombeiros do Rio Grande do Sul é suspenso

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O Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul (TCE/RS) decidiu suspender os concursos públicos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do estado. Na medida cautelar, o edital das seleções deve ter dois pontos corrigidos imediatamente, sob risco de imposição de outras medidas mais severas.

 

Na determinação, o conselheiro-relator do processo, Algir Lorenzon, argumenta que o fato de o pagamento da Guia de Recolhimento da taxa de inscrição ser somente no Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), item 6.2.8 do edital, figura como restrição ao livre acesso aos cargos públicos, além de causar ônus desnecessário aos interessados. O relator acredita que a Brigada Militar deveria disponibilizar o pagamento para instituição financeira presente em todos os estados brasileiros – a taxa de participação é de R$ 187,77.

 

O segundo ponto a ser modificado é o item 3.16 do edital. Nele não é estabelecido limite de idade para candidatos militares estaduais, enquanto os demais candidatos civis só poderão concorrer se não tiverem completado 29 anos até a data de inscrição nos concursos (conforme o item 3.3).

 

A Brigada Militar pode recorrer da decisão em até cinco dias, contados a partir de 5 de março.

 

Justificativas

Em relação ao pagamento da inscrição apenas no Banrisul, o comandante-geral da Brigada Militar, coronel Andreis Silvio Dal’Lago, afirma que não tinha outra opção, já que na época do lançamento do edital, em janeiro deste ano, era o único banco disponível para tal finalidade. No documento, o coronel ressalta que não foi oferecida à BM uma solução alternativa, que permitisse a emissão de boleto bancário, ou outra forma possível de pagamento, em qualquer instituição financeira do território nacional. Também explica que foram consultados diversos órgãos e não foi apontado qualquer vício de forma ou de legalidade nos editais.

 

Quanto aos limites de idade diferenciados para candidatos civis e militares, Dal’Lago informou que a questão foi respondida previamente pela assessoria jurídica do Gabinete do Comandante-Geral, que concluiu “estar a Instituição cumprindo a legislação, não opondo óbice ao entendimento do Supremo Tribunal Federal – STF” – trecho retirado da medida cautelar. Confirma a medida cautelar aqui.

 

O concurso

As inscrições para Polícia Militar (200 vagas) e para o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (50 vagas) foram encerradas em 1º de março. Para concorrer, os interessados devem ter nível superior em ciências jurídicas e sociais. As vagas são para ingresso no curso superior de Bombeiro Militar, que terá duração de até dois anos. Ao concluir o curso, o aluno-oficial será declarado capitão no Quadro de Oficiais de Estado Maior, com remuneração de R$ 11.620,55, para 40 horas de trabalho por semana.

*Com informações do TCE/RS.

PM e Bombeiros do Mato Grosso do Sul vão lançar concursos com 650 vagas

Foto: CBM/MS/Divulgação
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Está formada a comissão que vai organizar os próximos concursos públicos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Mato Grosso do Sul. Nesta quinta-feira (25/1), a composição da comissão foi divulgada pelo governo local. Serão abertas 650 vagas, sendo 450 para a PM e 200 para o CBM.

 

Foi antecipado ainda pelo secretário de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto de Assis, que para os Bombeiros serão oferecidas 23 vagas para ingresso no curso de formação de oficiais do Quadro de Oficiais Combatentes; 153 vagas para o curso de formação de soldados do Quadro de Praças; 12 vagas para o Quadro de Oficiais de Saúde e outras 12 para o Quadro de Oficiais Especialistas. E para a PM serão 50 vagas para o curso de formação de oficiais; 388 para o curso de formação de soldados e 12 vagas para o Quadro de Oficiais de Saúde.

Requisitos

Quem quiser concorrer os candidatos civis deverão ter até a data de encerramento das inscrições a idade mínima de 18 anos e no máximo de 30 anos. Já no caso de ingresso nos quadros de oficiais de Saúde e de oficiais especialistas de ambas as corporações, os candidatos deverão possuir a idade máxima de 34 anos.

 

Os concorrentes ao posto de soldado devem ter nível médio; quem quiser se oficial Combatente deve ter nível superior em direito; oficiais médicos devem ter graduação com especialização na área exigida e registro no Conselho de Fiscalização Profissional; e para ser oficial especialista será necessário curso de graduação na área exigida pela corporação.

 

Ambos os concursos serão compostos por prova escrita, exame de aptidão mental (exame psicotécnico), exame de saúde, exame de capacidade física, investigação social e prova de títulos (para oficiais apenas).

 

Atualmente, o quadro de militares do estado é de 5,9 mil pessoas, mas, de acordo com a Lei Complementar 203, de 2015, assinada pelo próprio governador, o efetivo ideal é que existam 9.458 servidores na corporação. Saiba mais aqui.

Sancionada Lei que garante acesso de mulheres a cargos oficiais da Marinha

Foto: Divulgação/Marinha
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As mulheres poderão ocupar todos os cargos de oficiais da Marinha. É o que estabelece a Lei 13.541/2017, sancionada pelo presidente Michel Temer em cerimônia oficial no Palácio do Planalto na segunda-feira (18) e publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (19).

A nova lei tem origem no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 147/2017, aprovado no Senado no último dia 12. Entrou em vigor já nesta terça-feira.

Pelo texto, as mulheres poderão ser admitidas nas atividades operativas da Marinha, podendo integrar o oficialato do corpo da Armada e o de Fuzileiros Navais, até então restritos apenas a homens.

Atualmente, a Marinha é a única das Forças Armadas que tem uma mulher oficial general em seus quadros. A contra-almirante Dalva Maria Carvalho Mendes ocupa o terceiro posto mais importante da Marinha e tem patente equivalente à de general de brigada no Exército, e de brigadeiro na Aeronáutica. Mas, pela legislação anterior, ela só pôde ascender na carreira por ser médica e já fazer parte do corpo de saúde da instituição.

Dalva Maria Mendes tornou-se a primeira mulher a ocupar um cargo de oficial general das Forças Armadas brasileiras. Agora, a Marinha quer ser a primeira força a retirar qualquer restrição à admissão e promoção de mulheres em seus quadros, razão pela qual elaborou o PLC 147/2017, enviado ao Congresso em setembro deste ano.

Leia também: Aeronáutica abre 183 vagas de nível médio para graduação de sargentos

Também foi a Marinha a primeira a fazer curso de formação para oficiais voltado a mulheres, em 1980 — o que a Aeronáutica seguiu em 1981, e o Exército apenas nos anos 1990.

Outras novas regras
A nova lei também exclui a vantagem que os militares têm sobre os civis ao prestarem concursos para os Cursos de Formação de Oficiais da Marinha. A mudança valerá para ambos os sexos. Desse modo, o militar deverá ser demitido ou desligado e reintegrado à Marinha em condições iguais ao do aluno civil.

O texto ainda acaba com a transferência obrigatória do pessoal auxiliar no quadro de Armada e Fuzileiros para o quadro técnico. Eles poderão seguir na carreira até o posto de Capitão de Mar e Guerra, que é o mais alto. A lei também altera nomenclaturas e cargos na instituição.

Marinha será primeira força a garantir às mulheres acesso irrestrito a cargos de oficiais

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A pedido da Marinha, o Senado aprovou, nesta terça-feira (12/12), o Projeto de Lei que acaba com qualquer tipo de restrição ao ingresso de mulheres nas carreiras da força militar (PLC 147/2017). Elas poderão inclusive ser admitidas em unidades operacionais como o corpo da Armada e o corpo de Fuzileiros Navais. O relator do projeto na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), senador Jorge Viana (PT-AC), considerou a decisão histórica. “Nós estamos tirando todo e qualquer obstáculo que tinha, e não eram poucos, para que a mulher possa ocupar funções na Marinha do Brasil. E o Senado ta fazendo história.”

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que é procuradora da Mulher do Senado, disse que as restrições impostas às mulheres são inadmissíveis. “Além de corrigir uma série de questões da carreira daqueles que participam da Marinha brasileira, ele permite o ingresso de mulheres em todas as funções da Marinha. Não há razão de as mulheres brasileiras não poderem ingressar nas Forças Armadas, não há nada que comprove que a mulher também não tenha capacidade para defender a Pátria tal qual os homens”.

Contra-almirante Dalva Carvalho Mendes está no topo da hierarquia Única oficial general das três forças (Foto: Divulgação/Marinha)
Contra-almirante Dalva Carvalho Mendes está no topo da hierarquia Única oficial general das três forças (Foto: Divulgação/Marinha)

A Marinha é a única força militar que tem uma mulher oficial em seus quadros, a contra-almirante Dalva Maria Carvalho Mendes, patente equivalente a de general no Exército. Mas ela só chegou a esse posto porque é médica e fazia parte do Corpo de Saúde da Marinha. Com a mudança nas regras qualquer mulher poderá chegar a esse posto ou até mesmo a cargos superiores.

O projeto agora segue para sanção presidencial.
Informações da Agência Senado.

Concurso da PM de Santa Catarina é suspenso

Foto: PMSC/Divulgação
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Do CorreioWeb – A Polícia Militar de Santa Catarina resolveu suspender seu atual concurso para atender a uma recomendação do Ministério Público do estado. Uma “suposta divulgação extraoficial de informações” aconteceu e o adiamento da seleção vai durar enquanto o caso for apurado. Em nota, a PM afirmou estar colaborando com o MP para investigar o ocorrido, confirmar a veracidade e apurar responsabilidades. Se as suspeitas não se confirmarem, a seleção será reaberta com as devidas alterações do cronograma.

 

O concurso tem como objetivo selecionar 70 candidatos para a admissão no Curso de Formação de Oficiais. Ao todo, 2.641 pessoas se inscreveram para o certame, que já realizou as duas primeiras etapas, de provas objetiva e dissertativa, aplicadas pelo Instituto O Barriga Verde (IOBV).

 

O concurso

A seleção é para provimento de 70 vagas do Quadro de Oficiais da Polícia Militar (QOPM), sendo somente cinco para candidatas do sexo feminino. Além das etapas já realizadas, restam ainda avaliação de saúde, avaliação física, avaliação psicológica, investigação social, entrega de exame toxicológico e documentação para comprovação dos requisitos e matrícula no CFO.

 

O candidato toma posse no serviço público ao se matricular no curso, que tem duração de dois anos em regime de internato na Academia de Polícia Militar da Trindade (APMT) com sede em Florianópolis/SC. O aluno recebe a remuneração de cadete, R$ 4.764,24, e após a conclusão do curso, os cadetes aprovados serão promovidos a aspirantes a oficial da PMSC, cumprindo estágio probatório pelo período de seis meses. Ao término do estágio, os aspirantes a oficial são promovidos a 2º tenente, iniciando a carreira de oficial da PM de Santa Catarina, com vencimento de R$ 12.882,69.

Requisitos

 

Homens devem ter no mínimo 1,65m de altura e mulheres 1,60, além de idade entre 18 e 30 anos, até o último dia de inscrição no concurso público. É preciso também ter Carteira Nacional de Habilitação em qualquer categoria e diploma de nível superior em direito, além de não ter tatuagens, pinturas ou marcas em qualquer parte do corpo que representem ideologias contrárias à moral da instituição.

 

Os candidatos serão avaliados também conforme sua vista, senso cromático e de acordo com seus dentes, é preciso ter no mínimo 20 dentes naturais.

Cerimônia de casamento de candidatos do concurso dos Bombeiros/DF é ameaçada por mudança de cronograma

Foto: Arquivo pessoal
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Uma mudança na data de realização da avaliação psicológica do concurso dos Bombeiros do Distrito Federal pegou de surpresa um casal de candidatos que planejava se casar em setembro, em Fortaleza/CE. Antes prevista para acontecer de 19 a 22 de agosto, a etapa agora será feita entre 8 e 12 de setembro, segundo alteração publicada nesta quinta-feira (17/8) no site do Idecan, a banca organizadora da seleção. O período inclui a data da cerimônia de casamento de Huggo e Juliana Rodrigues, casal que planejou se unir em matrimônio há um ano e meio em 9 de setembro na capital cearense. Ambos concorrem aos cargos de oficial e soldado militar.

 

“O casamento será em Fortaleza, para mais de 60 pessoas, sempre foi nosso sonho casar na praia. Está tudo reservado: passagens, resort, lua de mel em Fernando de Noronha. Convidados de vários estados e inclusive de outros países confirmaram presença. Já gastamos entre R$ 20 e R$ 25 mil e está quase tudo pago – a última parcela será mês que vem. É complicado cancelar tudo, porque os fornecedores têm uma agenda de eventos e vamos pagar multa se o casamento não acontecer”, relata a noiva. A irmã de Juliana, Mariana, que é a madrinha do casamento, também concorre no concurso.

 

Segundo Juliana, o casório foi planejado para ser feito após a conclusão de todas as fases do certame, que deveriam ter sido finalizadas no primeiro semestre deste ano, mas as alterações no cronograma inicial, devido a acontecimentos como a reaplicação das provas, fizeram com que a seleção ainda esteja sendo realizada. “Eu mal dormi esta noite esperando sair esse novo cronograma. Foi uma surpresa hoje de manhã. A gente vem se organizando para dar tudo certo e agora esse transtorno. Realmente estou passando por um teste psicológico. Espero que o Idecan entenda que esse não é um evento comum”.

 

Entramos em contato com o Corpo de Bombeiros para saber se há alguma alternativa para o casal, mas a comissão do concurso do órgão informou que a etapa é de total responsabilidade da banca organizadora. O Idecan, por sua vez, nos informou que os candidatos devem mandar um e-mail o quanto antes explicando a situação para a equipe técnica, que vai avaliar o caso “da melhor forma possível”. Caso não haja um acordo entre as partes, o casal cogita entrar na Justiça e já acionou advogado.

 

Segundo Anderson de Morais, o advogado dos noivos, o edital de abertura dos concursos públicos se estabelece como lei entre as partes, o órgão e os candidatos. “Quando você se inscreve, você se adere à regra do edital. E esse regulamento não tem como prever situações excepcionais dos candidatos. Tem pessoas que na véspera de uma prova ficam doentes ou perdem um ente querido, por exemplo. No caso da Juliana e do Huggo eles planejaram o casamento antes de se inscreverem na seleção e, depois de analisar o cronograma, perceberam que o concurso estaria encerrado antes da cerimônia. Ou seja, eles não marcaram a data para o meio do concurso. Mas devido a atrasos e mudanças sistemáticas no cronograma, fatos de responsabilidade da banca, o término do certame foi empurrado e acatou prejuízo para os noivos”, explicou.

 

Mesmo assim, o advogado está esperançoso. “Acredito que, se não houver acordo entre as partes, o juiz entenderá que se trata de um caso fortuito e/ou de motivo de força maior, que caracterizam situações de imprevisibilidade e inevitabilidade. A alteração do cronograma da avaliação psicológica é um fator alheio a vontade dos dois, e, dentro do princípio da razoabilidade, o juiz pode dar o direito deles fazerem a prova no ultimo dia previsto para a etapa, para que eles não contrariem o edital e a Administração Pública também não se prejudique”.

 

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Liberalidade administrativa

Segundo Max Kolbe, advogado e membro da Comissão de Fiscalização de Concursos Públicos da OAB-DF, se a alteração não ferir os prazos mínimos elencados na Lei 4949/12 não há que se falar em ilegalidade. “O interesse da Administração deve prevalecer em face dos particulares. Além do mais, alterar datas de provas, desde que não desrespeite a lei, está dentro do juízo de conveniência e oportunidade da administração. Administrativamente, eles podem pedir para ficar no final da fila e alterar a data dentro do prazo estipulado. Porém, trata-se de mera liberalidade da Administração. Ou seja, ela corre o risco de perder a lua de mel e também não poderá pedir qualquer tipo de ressarcimentos por danos morais e/ou materiais, pois esse recurso não cabe nesta hipótese”.

 

Concurso conturbado

Desde quando lançada, em julho de 2016, a seleção do Corpo de Bombeiros enfrenta uma série de adversidades. Primeiramente, o edital trouxe polêmicas, como a alteração da data limite de idade para participar da seleção, a requisição do domínio da língua inglesa que seria desnecessária para o cargo, e a exigência de que as candidatas deveriam se submeter ao exame de papanicolau e a prova de virgindade para participar da seleção.

 

Em setembro do ano passado, as provas tiveram que ser prorrogadas por recomendação do Ministério Público, pois as inscrições tinham sido adiadas.

 

Em fevereiro deste ano as provas de oficiais foram anuladas, devido a ausência de folhas. Depois disso, candidatos foram ao Ministério Público reclamar de plágio nas provas.

 

Em março, o MPDFT voltou a recomendar a anulação do concurso para soldado devido a irregularidades diversas na aplicação das provas

 

O concurso oferece 779 vagas, com salários que vão de R$ 5.108,08 a R$ 11.654,95. As vagas são distribuídas nos cargos de oficial combatente (115), oficial médico (20), oficial cirurgião-dentista (4), oficial do quadro complementar (20), combatente (448), motoristas de viaturas (112), mecânico de veículos (55) e mecânico de aeronaves (5).

Concurso com 6,1 mil vagas para segurança pública do RS pode sair nos próximos dias

Foto: Rodrigo Ziebell/Divulgação
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Do CorreioWeb – O secretário de Segurança do Rio Grande do Sul, Cezar Schirmer, anunciou que o edital do novo concurso público para provimento de 6,1 mil vagas poderá ser lançado nos próximos dias. “Vamos agilizar todos os procedimentos para termos mais policiais novos nas ruas o mais rápido possível. Uma vez concluído o concurso, provavelmente em dezembro/janeiro, já vamos chamar os policiais militares, civis e integrantes do Corpo de Bombeiros para fazer os cursos e começarem a atuar”.

 

Segundo o governador do estado, José Ivo Sartori (PMDB), esse será o maior concurso para Segurança Pública da história do estado. Do total de vagas, 4,1 mil para soldado da brigada militar, 200 para oficial da brigada militar, 450 para soldado do CBM, 50 para oficial do CBM, 1,2 mil para agentes da polícia civil e 100 para delegado da polícia civil.

 

Ainda de acordo com Sartori, outros dois concursos já estão em andamento com 826 vagas, das quais 720 para Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) e 106 para o Instituto Geral de Perícias (IGP). Até o final de 2017, 4.000 novos servidores terão ingressado na área.

 

Soldado da Brigada Militar (Polícia Militar e Bombeiro)

O salário inicial é de R$ 3.760,64. Para concorrer é necessário ter entre 18 e 25 anos, ensino médio completo, CNH de categoria B e altura mínima de 1,60m para mulheres e 1,65m para homens.

 

Oficial da Brigada Militar e dos Bombeiros

A remuneração inicial é de R$ 10.730,06. Para esta função é necessário ter no máximo 29 anos, ser bacharel em direito, ter CNH de categoria B e altura mínima de 1,60m para mulheres e 1,65m para homens.

 

Carreiras da Polícia Civil

Para os cargos de escrivão e inspetor é preciso ter qualquer curso de nível superior, e o salário inicial é de R$ 5.180,71. Já para delegado, é necessário ser bacharel em direito, com remuneração de R$ 17.658,41. Para ambos os cargos, o candidato precisa ter no mínimo 18 anos, CNH de categoria B e ter saúde física, psiquiátrica e aptidão psicológica adequadas às carreiras.

Último concurso

A última seleção para a Segurança Pública do Rio Grande do Sul ocorreu em 2014, quando foi lançado o concurso para o cargo de servidor militar estadual, na graduação de soldado QPM-2. Foram ofertadas 400 vagas para o cargo de bombeiro militar soldado de 1ª classe, carreira de nível médio, com remuneração de R$ 1.864,70. Dentre as atribuições do cargo estão a de execução de atividades de prevenção e combate a incêndios, de busca e salvamento e a de defesa civil.

 

Foram quatro fases de seleção, com exame intelectual, exame de saúde, exame de capacitação física com teste de aptidão física e exame psicológico. No exame intelectual foram cobrados conhecimentos de língua portuguesa, matemática, direitos humanos e cidadania, legislação específica, conhecimentos gerais e informática.