Após seis anos, Procuradoria-Geral do Rio de Janeiro é autorizada abrir concurso

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Após seis anos do lançamento do último concurso público, a Procuradoria-Geral do estado do Rio de Janeiro (PGE/RJ) foi autorizada a publicar seu 18º edital para o cargo de procurador. Para se candidatar ao cargo é necessário ser bacharel em direito e ter exercido, pelo mínimo de três anos, atividades que envolvam a aplicação de conhecimentos jurídicos. É preciso ainda não ter antecedentes criminais e de improbidade administrativa ou disciplinares que o inabilitam para o exercício do cargo.

 

Último concurso da PGE/RJ

A última prova para o cargo de procurador do Rio de Janeiro ocorreu em novembro de 2012. Na época, foram oferecidas 15 vagas. A seleção foi feita por prova escrita geral, prova específica, prova oral e prova de títulos.

 

As avaliações abordaram as disciplinas de direito administrativo, direito processual civil, direito constitucional, direito civil e comercial, direito tributário, relações de trabalho e previdência na administração pública. Para ser aprovado, foi necessária uma média mínima de 60 pontos em todo o teste.

 

Defensoria do Rio também prepara concurso

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPE/RJ) também está preparando um novo concurso público. Segundo o Diário Oficial estadual, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) já foi escolhida como a empresa organizadora do certame. Segundo o documento, serão cargos permanentes na Defensoria, para vagas de nível médio e superior. Saiba mais aqui!

Participação das mulheres no Judiciário ainda é menor que a de homens

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou, nesta quinta-feira (13/9), um novo relatório traçando o perfil sociodemográfico da magistratura brasileira. O estudo, que contou com a participação de 11.348 magistrados (número que representa 62,5% do total da categoria, hoje composta por 18.168 juízes, desembargadores e ministros dos tribunais superiores), demonstrou que a participação da mulher no Judiciário ainda é inferior a dos homens. Apenas 37% são mulheres.

O percentual teve um crescimento em comparação aos anos 1990, quando as mulheres magistradas representavam 25% da carreira, mas levou-se 28 anos para que a participação feminina na carreira subisse 12%.

Elas ainda progridem menos na carreira jurídica em comparação a eles. Segundo o CNJ, as mulheres representam 44% no primeiro estágio da carreira (juiz substituto), quando competem com os homens por meio de provas objetivas e passam a corresponder a 39% dos juízes titulares. Essa estatística ainda diminui com a progressão na carreira, pois elas ocupam apenas 23% das vagas de desembargadores e 16% de ministros dos tribunais superiores.

De acordo com Maria Tereza Sadek, diretora do Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ, “é possível que haja uma dose de preconceito já que para entrar, mulheres e homens competem por meio de provas. No entanto, algumas progressões dependem de indicações. Mas não creio que seja só isso. As mulheres ainda têm muitas atribuições domésticas e isso gera impacto profissional. De qualquer forma, é um dado que precisa ser estudado, já que não fomos a fundo em relação aos motivos dessa diferença e ela pode ser observada também em outras carreiras”.

Maioria casados

A maior parte é casada ou possui união estável, 80%. Entre os homens, o percentual de casados é de 86%, e entre as mulheres, 72%. Os solteiros representam 10%; os divorciados, 9%; e os viúvos 1%. A maioria tem filhos (78%), sendo 74% das mulheres e 81% dos homens.

A maioria se declarou branca (80,3%), 18% negra (16,5% pardas e 1,6% pretas), e 1,6% de origem asiática. Apenas 11 magistrados se declararam indígenas.

O relatório ainda revelou que a idade média do magistrado brasileiro é de 47 anos. Os mais jovens estão na Justiça Federal, com 13% até 34 anos, 49% entre 35 e 45 anos e apenas 9% com 56 anos ou mais.

Confira a pesquisa completa aqui.

* Com informações do CNJ

Prova do concurso para oficial de justiça avaliador do TJAL é suspensa

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Do CorreioWeb – Um erro nos cadernos das provas para o cargo de analista judiciário – oficial de justiça avaliador, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), no último domingo (25/3), fez com que 3.711 candidatos não fossem avaliados. A Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca do concurso público, suspendeu na hora as provas especificamente para o posto. Em nota, o Tribunal esclareceu que a decisão foi tomada para manter a lisura do certame, após ser detectado um problema na distribuição dos cadernos por parte da organizadora, na Escola Moreira e Silva, em Maceió/AL.

 

Em nota, o TJAL afirmou que “a comissão agiu com zelo e tem feito de tudo para que o concurso transcorra com transparência e honestidade, tendo, inclusive, solicitado apoio às polícias civil e federal para fiscalização”. Para o cargo de analista judiciário foram abertas 15 vagas. A prova continha 80 questões, além de teste discursivo, que deveriam ser respondidos das 8h às 13h.

 

A FGV Projetos também se manifestou e em nota explicou que “houve inconsistência técnica no processo de impressão e envelopamento das provas para as vagas de ‘Analista Judiciário – Oficial de Justiça Avaliador’, do concurso do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), realizado neste domingo (25). As provas que não foram aplicadas correspondem a cerca de 1,4% do total”. As provas para os demais cargos foram mantidas.

 

A banca organizadora arcará com os gastos dos candidatos, referentes à locomoção e hospedagem, uma vez que o erro ocorreu por parte da FGV Projetos, ressaltou o TJAL. A nova data da prova deve ser publicada pela banca ainda esta semana.

 

O concurso

Ao todo, foram 42.762 inscritos. O certame oferece 131 oportunidades para nível médio e superior, distribuídas entre os cargos de analista judiciário – oficial de justiça avaliador (15), analista judiciário – área judiciária (15), analista judiciário – apoio especializado – área estatística (1) e técnico judiciário – área judiciária (100).

As oportunidades são para carga horária de 30h semanais. A remuneração varia entre R$ 2.550,96 e R$ 5.101,92, de acordo com o cargo pretendido. O Tribunal espera chamar os aprovados ainda este ano.

TRT da 5ª Região anuncia que vai lançar novo concurso público

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Um novo concurso público para servidores será lançado em breve pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), com sede em Salvador, Bahia. O órgão já formou comissão para organização da seleção que, de acordo com ato publicado em seu Diário Oficial, tem agora 60 dias para apresentar à presidência o projeto básico para contratação da banca organizadora do processo seletivo.

Atualmente, o tribunal tem 101 cargos vagos, conforme quadro ao lado. A maioria para técnicos judiciários.

 

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Saiba mais: 9 concursos públicos locais e nacionais oferecem 5,5 mil vagas 

Histórico
O último concurso lançado pelo TRT-5 foi em 2013. A organização ficou por conta da Fundação Carlos Chagas (FCC). Foram registradas mais de 72 mil inscrições. Foram abertas 13 vagas imediatas e formação de cadastro reserva, gerando impressionante concorrência de 5.544 participantes por chance.

Em disputa estavam os cargos de analista e técnico judiciários, com salários que variam de R$ 4.635,03 a R$ 9.188,20. Puderam concorrer ao cargo de analista administrativo graduados em qualquer curso de nível superior. Para as outras áreas, foi necessário diploma em direito, arquitetura, arquivologia, biblioteconomia, contabilidade, enfermagem, engenharia (civil, elétrica e de segurança do trabalho), estatística, fisioterapia, medicina, odontologia, psicologia, serviço social e tecnologia da informação. Já para disputar as vagas de técnico bastou nível médio completo.

O resultado final do concurso (exceto para oficiais de justiça avaliador federal e medicina do trabalho) foi publicado em 29 de abril de 2014. A seleção tinha validade de dois anos, com possibilidade de prorrogação por igual período.

Leia também: TRF da 5ª Região prepara realização de dois novos concursos 

TRT da 1ª Região divulga banca de próximo concurso público

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Mais um importante passo foi dado para o lançamento do próximo concurso público do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), com sede no Rio de Janeiro. A banca organizadora foi divulgada. De acordo com extrato de dispensa de licitação, publicado no Diário Oficial da União, o Instituto AOCP será o responsável pelo andamento do processo seletivo. O valor do contrato é de R$ 5.326.500.

 

A seleção foi anunciada em abril do ano passado. Os postos a serem abertos serão de nível médio e superior. Veja a relação abaixo:

 

Analista judiciário – área judiciária

Analista judiciário – área judiciária – especialidade de oficial de justiça avaliador federal

Analista judiciário – área administrativa

Analista judiciário – área apoio especializado – especialidade enfermagem

Técnico judiciário – área administrativa

Técnico judiciário – área administrativa – especialidade segurança

Técnico judiciário – área apoio especializado – especialidade enfermagem

2018: o ano do Judiciário

O ano começou com 408 vagas abertas no Judiciário. O Superior Tribunal Militar está com as inscrições abertas para 42 vagas e salários de até R$ 11 mil. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) abriu 235 vagas para o posto de escrevente técnico judiciário, que exige níveis médio de formação. O Tribunal de Justiça de Alagoas também abriu 131 vagas para cargos de nível médio e superior. E o Superior Tribunal de Justiça vai lançar edital em breve. Saiba tudo em: 2018 começa com 408 oportunidades em concursos do Judiciário

TJAL aumenta expectativa inicial de vagas para concurso de técnicos e analistas

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O novo concurso público para candidatos de nível médio e superior do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) terá mais vagas que o previsto inicialmente pelo órgão. Em setembro deste ano, a expectativa da direção-geral do TJAL era de abrir 120 oportunidades, mas agora, após reunião entre a comissão responsável pelo concurso e a banca organizadora, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o tribunal publicou esta semana que vai abrir 131 chances.

Desse total, 100 serão para o cargo de técnico judiciário, 15 para analista judiciário – oficial de justiça, 15 para analista judiciário – área judiciária e 1 para analista judiciário – área de estatística.

Na reunião ainda foi aprovada a minuta do contrato, que será firmado com a FGV. “Ela será enviada à organizadora e posteriormente assinada pelo presidente do Tribunal, desembargador Otávio Praxedes, selando dessa forma o compromisso e a efetivação para o nosso concurso”, disse o desembargador Alcides Gusmão da Silva, presidente da comissão. “Todos os esforços do Tribunal têm sido no sentido de lançar o edital ainda neste ano”.

Apesar da declaração, ainda não há data marcada para o lançamento do edital de abertura, mas as provas devem ocorrer no prazo de 90 dias após a publicação.

Último concurso
Em 2012 o TJAL realizou sua última seleção, que contou com 26.350 inscritos para os cargos de analista, de nível superior, e técnico e auxiliar, de nível médio. A organização foi feita pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos.

Foram 62 vagas para analista, 20 para técnico e 90 para auxiliar, com remunerações de R$ 5.789,19, R$ 1.084,67 e R$ 2.496,55, respectivamente.

O concurso foi feito por meio de provas objetivas, investigação social e comprovação de sanidade física e mental para todos os cargos. Candidatos a analista passaram ainda por prova discursiva, avaliação psicológica e avaliação de títulos.

Os aprovados nestas etapas tiveram que passar por um curso de formação, de responsabilidade do Tribunal de Justiça de Alagoas.