Outubro Rosa Pet – prevenção salva vidas

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Cadelas e gatas também podem ter câncer de mama, doença que está aumentando entre os pets. Prevenção e detecção precoce são a chave do sucesso do tratamento. Em Águas Claras, clínica de faculdade veterinária oferece tratamento de baixo custo

Cachorrada de Brasília toda de rosa para lembrar da importância da prevenção
Cachorrada de Brasília toda de rosa para lembrar da importância da prevenção Crédito: Renata Rezende/Divulgação 

Os humanos não são as únicas vítimas de câncer de mama. Os animais também podem sofrer da doença que, inclusive, está crescendo entre eles, devido ao aumento da expectativa de vida. “Assim como acontece com os humanos, é importante que o diagnóstico seja precoce, pois o tratamento se inicia imediatamente e as chances de sucesso aumentam”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas da Petz.

Uma das causas da doença é a suscetibilidade das fêmeas às alterações hormonais. O Conselho Federal de Medicina Veterinária estima incidência de 45% de câncer de mama em cadelas e de 30% em gatas. Os machos podem ser afetados, mas em escala muito menor. “Embora a castração não acabe completamente com os riscos de que o problema se desenvolva, o procedimento é a melhor forma de prevenção, já que diminui consideravelmente as chances desta e de muitas outras complicações ao longo da vida dos pets”, explica a médica.

Outra medida importante de prevenção é a visita semestral ao veterinário. “O check-up pode ajudar no diagnóstico precoce da doença, o que possibilita o melhor resultado do tratamento, maior chance de cura e recuperação”, orienta a veterinária. Ao notar qualquer carocinho ou nódulo, é fundamental  encaminhar o pet ao veterinário.

Caso seja encontrado um tumor maligno, é possível tratá-lo. “Dependendo do tipo do câncer, o tratamento pode ser realizado com cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou eletroquimioterapia. Mas a cirurgia e a quimioterapia são os meios de tratamento mais utilizados”, explica a médica veterinária. Apesar de a quimioterapia ter efeitos colaterais nos animais (como náusea, apatia e perda de peso, entre outros), eles são menos intensos do que os sofridos por humanos que passam por esse tratamento.

 

Atendimento de baixo custo

Pensando no cuidado de prevenção, que a Clínica Veterinária da Faculdade Icesp, em Águas Claras, está realizando o Outubro Rosa Pet. Durante todo o mês, haverá campanhas de conscientização. A médica veterinária Aline Daudt, responsável pela clínica, explica como serão os atendimentos:“Vamos atender os animais na rotina e enfatizaremos a avaliação das mamas. Caso sejam detectadas tumorações, indicaremos o tratamento necessário”, conta. Todos os serviços prestados são de baixo custo.

 

A campanha tem como objetivo o incentivo do diagnóstico precoce para que o tratamento do câncer seja satisfatório. “Há pessoas que procuram o veterinário apenas quando percebem tumores feridos nas mamas das cadelas e gatas. O ideal é sempre fazer exames de prevenção nos animais”, alerta Aline.

Natália Kosse tem uma poodle de 12 anos, e sempre leva a cadela para exames  na clínica. Nega foi diagnosticada com o câncer de mama e começou, então, o tratamento. “Nós tivemos que retirar a mama dela, mas hoje ela está bem, se recuperando, mesmo tendo que tratar uma outra doença endócrina, que baixa a imunidade do animal. É uma cadela alegre, forte e sempre brincalhona”, conta a tutora.

Fique atento aos seguintes sintomas:

1 – Caroço na região das mamas

2 – Inchaço

3 – Dor

4 – Secreção

5 – Odor desagradável

6 – Feridas

7 – Falta de apetite

 8 – Vômito

9 – Apatia

 

Serviço

Local: Clínica Veterinária da Faculdade Icesp de Brasília – Águas Claras (QS 05 Rua 300)

A clínica atende de segunda a sexta, das 8h às 13h e de 14h as 20h.

 

 

 

Câmeras em pet shops continuam obrigatórias

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TJ-DF julgou improcedente ação movida pelo Sindicato dos Veterinários, que questionava a obrigatoriedade da instalação do sistema de vídeo e áudio. Juiz entendeu que as filmagens não ferem a intimidade e a vida privada dos funcionários desses estabelecimentos

28/01/2014. Crédito: Zuleika de Souza/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Cachorro sendo tosado em um creche para Cães.
Banho e tosa só com filmagem, para clientes acompanharem, se quiserem. Crédito: Zuleika de Souza/CB/D.A Press.

 

As pet shops e clínicas veterinárias continuam obrigadas a instalar e manter câmeras de vigilância, com áudio, para que os clientes possam verificar o atendimento prestado aos animais, caso solicitem ao estabelecimento. O PL  nº 801 foi sancionado há um ano pelo governador Rodrigo Rollemberg e provocou a reação do Sindicato dos Veterinários do DF, que ajuizou uma ação no Tribunal de Justiça do DF, alegando a inconstitucionalidade da lei. Porém, na terça-feira, o juiz substituto Rodrigo Otávio Donati Barbosa, da Sétima Vara da Fazenda Pública do DF, julgou a ação improcedente. Assim, quem descumprir a lei continua sujeito às penalidades previstas:

“Art. 3º Ficam os estabelecimentos de que trata o caput do art. 1º obrigados a afixar cartazes informando a existência do sistema de monitoramento por áudio e vídeo para acompanhamento da atividade a ser realizada no animal.
Art. 4º As imagens e os sons captados pelo sistema de monitoramento devem ser arquivados por no mínimo 15 dias.
Art. 5º Os estabelecimentos de que trata o caput do art. 1º que descumpram o disposto nesta Lei ficam sujeitos às seguintes penalidades:
I – notificação;
II – multa no valor de R$1.000,00 a R$10.000,00;
III – interdição parcial ou total do estabelecimento;
IV – cassação de licença e alvará de funcionamento do estabelecimento;
V – suspensão da expedição de licença ou alvará de funcionamento para o responsável legal pelo estabelecimento pelo prazo de até 2 anos.
§ 1º O valor da multa prevista no inciso II do caput é fixado segundo os parâmetros e os objetivos estabelecidos nesta Lei e deve observar:
I – o número de itens irregulares;
II – as circunstâncias atenuantes e agravantes;
III – as vantagens auferidas pelo infrator;
IV – a capacidade econômica do infrator;
V – os antecedentes do infrator.
§ 2º A multa de que trata o inciso II do caput é atualizada pelo índice oficial de correção e pode ser aplicada acrescida até o dobro na hipótese de reincidência, a critério do órgão autuador.”

Na ação, o Sindivet alegou que a lei é inconstitucional porque viola “a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, salvo em caso de flagrante delito ou desastre natural, e mesmo assim, por determinação judicial.”. Contudo, na sentença, o juiz teve um outro entendimento:

“Não é possível, portanto, verificar violação de normas ou princípios constitucionais. O que se verifica, na hipótese, é a tentativa de coibir atos de maus tratos e abusos aos animais, através da adoção de medidas que fortaleçam o laço de confiança entre fornecedores e consumidores, garantindo maior transparência na prestação do serviço (fls. 99/100)”

O magistrado continua:

“Note-se que, a par de a exigência de monitoramento alcançar apenas o local específico para tratamento, higiene e estética dos animais (art. 1º, parágrafo único), o acesso ao sistema somente será franqueado, mediante senha pessoal e intransferível, ao responsável pelo animal, ao portador do animal ou ao órgão fiscalizador de defesa dos animais que a solicitar (art. 2º, incisos I, II e III), com o que se rechaça qualquer afirmação no sentido de que a privacidade ou o sigilo profissional estariam sendo vilipendiados.”

O Sindivet vai recorrer da decisão. O consultor jurídico do sindicato, Márcio Paiva, esclarece que os veterinários não são contra as filmagens. “O Sindivet é contrário à forma em que (a lei) foi imposta, sem consultar a categoria. A lei não é clara, não teve uma audiência pública nem com a categoria nem com os proprietários dos animais. Queremos que tenha esse debate”, argumenta. “Não estamos medindo valores, julgando quem está certo ou quem está errado. Mas é preciso discutir, inclusive com a sociedade”, diz.

Proprietária de um pet shop com serviço de banho e tosa e creche canina, a empresária Fabiana Lima é totalmente favorável à lei. “Ela resguarda tanto o cliente quanto o estabelecimento. Às vezes, tem cachorrinho que já tem problema de saúde; por exemplo, que o quadril desloca com frequência. Aí, quando acontece, algumas pessoas querem culpar o banho e tosa. Ter tudo filmado traz segurança para os animais, para os clientes e para os empresários”, diz. Em setembro do ano passado, quando a lei foi sancionada, os estabelecimentos tinham 90 dias para se adequar. Fabiana, porém, não quis esperar e, uma semana depois, já estava com as quatro câmeras instaladas – duas no banho e tosa e duas na área de creche. Alguns clientes, inclusive, acessam as imagens em tempo real, pelo aplicativo. Para instalar os sistema, ela estima ter investido R$ 2 mil.

Dengo passou apuros durante o banho na pet shop
Dengo passou apuros durante o banho na pet shop

A funcionária pública Jussiara Rocha comemorou a decisão do TJ-DF. O cãozinho dela, Dengo, foi vítima de maus-tratos em uma pet shop, na hora do banho. “Quando fui buscá-lo, o funcionário estava no celular, tocando o Dengo com o secador de um lado para o outro. E o Dengo completamente sem reação, de tanto medo. Mandei parar na hora e nunca mais voltei”, diz.

A obrigatoriedade da instalação de câmeras pode virar, inclusive, lei federal. No fim de junho, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou proposta para que a tosa e o banho de cães e gatos somente sejam realizados em estabelecimentos comerciais que possibilitem aos clientes a visão total da execução dos serviços.

Segundo o texto aprovado, os estabelecimentos deverão instalar câmaras de vídeo que filmem o banho e a tosa, de forma a permitir o acompanhamento. As imagens poderão ser disponibilizadas na internet. A instalação do sistema deve ocorrer no prazo de dois anos após a publicação da lei e as gravações serão armazenadas por seis meses. Os estabelecimentos que não cumprirem a norma ficarão sujeitos às penas previstas na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), que vão de advertência ou multa até a suspensão total das atividades.

Como tramitava em caráter conclusivo, a proposta segue para análise do Senado.

A proposta (PL 1855/15) foi apresentada pelo deputado Herculano Passos (PSD-SP), e recebeu parecer favorável da relatora, deputada Soraya Santos (PMDB-RJ). Ela explicou à Agência Câmara que o objetivo do projeto é evitar maus tratos dos animais:

“A presença de câmeras de segurança em pet shops beneficia não apenas os donos dos animais, mas também os proprietários dos estabelecimentos, elevando o nível de confiança e a qualidade da prestação do serviço, atraindo novos clientes”, disse.

 

 

 

 

 

Hoje é dia de bênção dos animais

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Leve seu pet ao Santuário São Francisco de Assis, na 915 norte. A partir das 7h, os animais receberão a bênção do santo padroeiro

04/10/2016. Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Fiéis católicos com seus animais de estimação para receber a bênção, no Santuário de São Francisco de Assis na Asa Norte.
Fiéis com seus pets, recebendo a bênção, no Santuário de São Francisco de Assis Crédito: Marcelo Ferreira/CB/DA Press

 

Hoje é dia de levar a cachorrada para a bênção dos animais, que tradicionalmente acontece no Santuário de São Francisco de Assis, na 915 norte, por ocasião da festa do padroeiro. Durante todo o dia, desde as 7h, os frades abençoarão os melhores amigos.

O dia 4 celebra São Francisco de Assis, que nasceu na Itália no século 12, e é considerado o padroeiro dos animais. No Cântico das Criaturas, ele diz: “Louvado sejas, meu Senhor, com todas as tuas criaturas”. Nascido em uma família rica, ele deixou tudo para se dedicar à vida religiosa, vivendo na pobreza e pregando a humildade e o respeito à natureza. Por isso, a data foi escolhida também como dia dos animais.

Sushi vai receber a bênção no Santuário
Sushi vai receber a bênção no Santuário

Quem estará lá no Santuário para receber a bênção é a vira-lata Sushi. “Ela nunca ficou doente nem hospitalizada, então nunca pedi a intercessão de São Francisco para algum problema específico. Mas sempre peço proteção, para que nada de ruim aconteça com ela”, conta a tutora, Thereza Racquel Mello Nogueira. A dupla Cindy e Charlotte também não vai perder a oportunidade de ser abençoada no dia dos animais. “Vou levá-las para que possam receber a bênção, porque é isso que elas fazem na minha vida, enchem de bençãos e alegrias”, conta Renata Rezende, tutora das cadelinhas. “Sempre peço por elas, mas pedi muito  – e também agradeci –  quando Charlotte teve que passar por uma cirurgia de emergência”, diz.

Serviço

• 04/10 – Festa de São Francisco de Assis (915 norte)
Missas durante o dia: 7h, 8h, 10h, 12h15, 17h e 19h
Bênção dos animais: Todo o dia a partir das 7h

Missa com o tema: Reconstruir, com Francisco, a Igreja do Senhor – 19h
Celebrante: Frei Marcelo Veronez

Barraquinhas: Empório Franciscano “Franciscus” – Todo o dia

 

 

 

 

 

 

Vacinação antirrábica em novembro

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Campanha seria realizada em agosto, mas, com reestruturação do programa, foi remarcada para 25 de novembro

Crédito: reprodução
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Finalmente, a Secretaria de Saúde anunciou a data da vacinação antirrábica. A campanha de 2017 será realizada em dois sábados no DF – o primeiro em 25 novembro, na área urbana, com previsão de que funcionamento de 400 postos e atuação de 1,2 mil servidores e colaboradores.

Já em 2 de dezembro serão 200 postos de vacinação na área rural com 800 servidores da Diretoria de Vigilância Ambiental e da Emater. Atualmente, há 35 mil doses na rede e mais 350 mil disponíveis para o DF nos estoques do Ministério da Saúde.

A estimativa é que o DF possua 339.261 cães e gatos, sendo 308.419 cães e 30.842 gatos. A meta é imunizar 271.408 animais (80%) – 246.735 cães e 24.673 gatos. O cálculo é feito com base na população humana, segundo critérios da Organização Mundial da Saúde.

Reestruturação

A secretaria  também anunciou uma estratégia que permitirá fazer a vacinação antirrábica de cães e gatos durante o ano inteiro. Para isso, lançará um edital de chamamento público destinado a credenciar consultórios, clínicas, hospitais veterinários e instituições de ensino superior com oferta de graduação em Medicina Veterinária para aplicar as doses gratuitamente. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal de cães e gatos contra a raiva, que é letal em animais e humanos.

“Nossa previsão é que o edital seja publicado na próxima semana. Essa é uma medida inovadora para aumentar a cobertura vacinal, que não tem atingido a meta nos últimos anos. Queremos ampliar o número de postos e facilitar a vacinação, já que funcionará ao longo do ano mais perto de casa”, disse o subsecretário de Vigilância à Saúde, Marcos Quito.
Atualmente, 10 espaços públicos oferecem o serviço anualmente. Com esse projeto – denominado Implantação e Ampliação da Rede Descentralizada de Vacinação Antirrábica do DF – a ideia é aumentar esse número para 565 postos.

O projeto terá três etapas. A primeira, com início até meados deste mês, prosseguirá até abril de 2018. Até lá, a expectativa é que 100 locais de vacinação passem a integrar a rede de vacinação. Na segunda fase, de maio de 2018 a maio de 2019, espera-se a adesão de mais 200 postos. A previsão para último período, de junho de 2019 a maio de 2020, é a incorporação de mais 265 estabelecimentos.

A quantidade de adesões foi definida de acordo com o número de estabelecimentos de medicina veterinária registrados pela Vigilância Sanitária. A previsão é que cada um deles aplique, aproximadamente, 1000 doses por ano. As entidades serão certificadas e identificadas, bem como fiscalizadas pela Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS).

(Da Ascom da Secretaria de Saúde)

Sete coisas que irritam os cães

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De agarramentos a olho no olho, passando por brincadeiras bruscas de crianças e comportamentos inconsistentes: veja se você, mesmo sem querer, não está tirando seu cachorro do sério

Crédito: Reprodução
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Apesar do nosso amor pelos cães, nós, seres humanos, às vezes fazemos coisas que os tiram do sério. Embora quase sempre não sejam intencionais, essas coisas podem, no entanto, ser irritantes ou mesmo prejudiciais.

Assim como muitos cães não compreendem inicialmente que certos comportamentos podem nos incomodar – cheirar uma pessoa em suas “partes íntimas” ou saltar sobre estranhos, por exemplo – nós também cometemos gafes odiadas por nossos amados cachorros.

Será que você faz alguma dessas coisas?

1. Olhar fixamente!
Para um cachorro, o olhar muitas vezes se traduz em desafio. A última coisa que você deve fazer é olhar muito tempo para um cão. Em vez disso, o encare por poucos segundos e depois desvie o olhar. E nunca olhe nos olhos de um cachorro que parece preocupado, nervoso ou agressivo!

2. Abraços
Seu cachorro provavelmente não se importará com seus abraços regulares. Mas muitos cães ficam irritados com apertos, especialmente de estranhos ou de crianças. Ao contrário dos primatas, os caninos não têm histórico social de se agarrar para demonstrar carinho. Na verdade, quando um cão coloca suas patas ou partes do corpo em outro cachorro, geralmente está tentando dominá-lo ou controlá-lo. Então, a menos que seu cão realmente ame ser abraçado, diga a amigos e familiares que optem por carinhos mais suaves.

3. Gritos
Gritar é interpretado pelo seu cão como um latido irritado, o que significa problemas. Em vez de gritar, mantenha a calma e opte por um tom profundo e suave, sinalizando algo como: “Ei, eu gostaria da sua atenção”. Já um tom alegre significará “Bom trabalho!” Ou “Vamos brincar”. Ao ajustar o tom vocal em vez do volume, você terá a atenção do seu cão, sem ser irritante ou assustá-lo.

4. Provocação
As crianças podem ser especialmente irritantes na arte de provocar um cachorro. Sair latindo atrás deles uma cerca, puxar as caudas ou as orelhas, ou mesmo tentar provocá-lo fisicamente certamente podem deixar os cães tímidos, inseguros ou até agressivos. Tirar o prato de um cão enquanto ele come, não deixá-lo pegar o brinquedo, ou apontar aquelas lanternas de laser infinitamente vão tirar o cachorro do sério.

 

5. Parques lotados
Muitos cães ficam irritados ou defensivos quando jogados em um parque cheio de muitos cães estranhos. Pense em ser repentinamente jogado em um elevador com 20 pessoas e você terá uma ideia… Se o seu cão é sociável, ela deve se dar bem com seis ou sete outros da espécie, desde que o espaço seja apropriado o suficiente, e os cães sejam bem educados. Mas aumente os números ou reduza o espaço e você quase certamente verá o estresse, com sinais como orelhas para cima, cauda baixa, bocejo e até mesmo brigas ocasionais.

6. Sono interrompido
Eu estava sonhando, cara! Todo cachorro odeia ser despertado de repente. Cães mais velhos, especialmente, que tendem a dormir mais profundamente, e aqueles cuja audição está prejudicada, podem ficar assustados com o súbito despertar.

7. Inconsistência
Preste atenção:  você geralmente convida seu Golden Retriever para pular em você quando chegar em casa do trabalho. Mas quando sua mãe vem visitá-lo, você castiga o cachorro por fazer exatamente o mesmo com ela. Essa discrepância confunde cães, que não conseguem descobrir o que você quer que eles façam. Para evitar isso, decida exatamente sobre o que você quer e não quer que seu cão faça. Se o salto não for permitido, o comportamento nunca deve ser tolerado. Se pedir comida não for desejável, nunca ofereça comida do seu prato. Seja o mais consistente possível com as regras.

(Adaptado da Modern Dog Magazine)

Adotada aos 13 anos, ela agora é feliz

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Vira-lata foi diagnosticada com câncer e seria sacrificada pela prefeitura de Nova York. Mas ela foi adotada por uma família que, agora, só quer fazer todas suas vontades

 

O passado nas ruas ficou para trás. Kayla agora só conhece o amor Crédito das fotos: Reprodução
O passado nas ruas ficou para trás. Kayla agora só conhece o amor Crédito das fotos: Reprodução

Do The Dodo

Ela vagava pelas ruas do Brooklyn, em Nova York, em outubro de 2016, quando foi avistada por uma equipe de vigilância sanitária, que levou a vira-lata de 13 anos para o Centro de Cuidados Animais do bairro. Infelizmente, a equipe médica logo descobriria que a cachorrinha, chamada Kayla, estava gravemente doente. Pela política de controle animal da cidade, ela estava condenada à morte.

Porém, funcionários do abrigo Animal Haven resgataram Kayla e o levaram para a ONG. Um veterinário local fez um exame completo na cachorrinha e descobriu que ela tinha câncer de boca, MRSA (um tipo de bactéria resistente a antibióticos) e doença renal. Ele estimou que Kayla tinha cerca de três a seis meses para viver, então a Animal Haven juntou-se ao programa Foster Dogs, Inc. e iniciou uma campanha para que ela conseguisse um lar para viver confortavelmente seu tempo restante.

Uma mulher chamada Jillian Conigliaro tinha perdido recentemente o seu querido cão, Chloe Anne, que morreu com 15 anos. Quando viu Kayla no abrigo, ela sabia que queria ajudar. Apesar de ter se passado pouco tempo da morte de Chloe Anne passou, ela imediatamente se inscreveu para ajudar a cuidar de Kayla. “Eu estava em Manhattan. Meu marido e eu fomos e conheci-la, e foi como ‘Oh meu Deus, esse é o nosso cachorro'”, recorda.

Kayla se juntou à família Conigliaro  em novembro de 2016. Naquele dia, ela ganhou uma mãe, um pai, cinco irmãs humanas, seis irmãos caninos e um irmão felino. “Penso que Kayla viveu toda a vida lá fora, sozinha – pelo menos é o que eu imagino”, diz Jilian. “Ela não sabia o que era uma cama. Ela gosta de ter seu próprio espaço”, conta.

Uma vez que Kayla se acostumou à sua nova casa e começou o tratamento médico, os Conigliaros decidiram criar uma lista de experiências maravilhosas para oferecer a ela, como andar de roda gigante no parque de Coney Island…

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… comer cachorro-quente…

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… e passear na praia.

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“Ela adora ir à praia “, diz Jilian. “Ela fica super alegre, e corre como uma maluca.” Felizmente, os Conigliaros vivem perto de uma praia, então eles podem levar Kayla e seus outros irmãos frequentemente para correr na areia. Embora Kayla seja uma senhora mais velha, ela é ativa e gosta de passar algum tempo fora da casa da família, no quintal, e nas áreas circundantes – ela frequentemente vagueia pelas ruas, “dizendo” olpa aos vizinhos. (Sob o olhar atento dos Conigliaros, é claro). Algumas das outras atividades favoritas de Kayla incluem aconchegar-se com seus brinquedos, passear de carro com a cabeça para fora da janela e seguir Jilian de um quarto para outro, como um grude.

kay4Além da aventura em Coney Island, Kayla visitou vários quartéis de bombeiros, como parte de sua lista de diversões.  A família Conigliaro tem algumas surpresas adicionais para a Kayla. Eles pretendem, por exemplo, fazer o passeio Manhattan By Sail – uma turnê de barco que navega em torno de Nova York. Jilian levou Chloe Anne no mesmo passeio antes da cachorrinha morrer. Outro plano é a festa de aniversário de 1 ano de adoção para a Kayla, com objetivo de levantar fundos para outros animais, ao mesmo tempo em que  celebram de maneira divertida sua nova vida. Que, aliás, está se estendendo para muito além dos três meses previstos pelo veterinário.

Na verdade, a saúde de Kayla está melhor do que nunca. Embora ela ainda tenha câncer oral, Jilian revela que a idosinha tem um apetite incrível. “Ela é um comedora exigente”, diz. “Ela come uma quantidade muito grande de comida e é uma ladra implacável: realmente sabe como abrir a geladeira”, diverte-se.
Para um cachorro que talvez nunca tenha tido uma família em seus 13 anos de existência, Kayla certamente compensou o tempo perdido com tudo de melhor. Ela ainda por cima tem muitos fãs no Instagram, e eles mandam brinquedos e outros mimos por correio para a cachorrinha.
“Não há nenhuma maneira de termos dado [Kayla] esta qualidade de vida sem seus seguidores Instagram”, disse Conigliaro. Animal Haven também foi uma ajuda incrível no patrocínio do tratamento médico de Kayla.
“Eu não sabia o que fazer depois que Chloe Anne morreu”, diz Jilian. “Trazer Kayla para a nossa casa tem curado nossos corações. Temos sorte de poder oferecer espaço e muitas outras coisas a ela. Acho que tenho uma espécie de missão de cuidar de cães idosos nos fins de suas vidas.” Ninguém duvida.

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Otite traz sofrimento aos pets

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Mau cheiro, secreções amareladas ou marrons e hábito de arrastar a cabeça contra o chão são sinais de otite, uma condição que, se não tratada, pode trazer danos permanentes para os pets

Crédito: Reprodução
Crédito: Reprodução

 

Caracterizada por inflamações e infecções no canal da orelha, a otite pode causar alterações irreversíveis. Segundo a veterinária Daniela Brecht, do Hospital Veterinário Amizade, é importante procurar ajuda aos primeiros sinais do problema e jamais usar medicamentos por conta própria. “A utilização inadequada dos remédios pode acabar piorando o quadro”, explica.

Ela ressalta que não é difícil perceber os sintomas das otites. “Uma orelha saudável possui pouca cera e tem uma cor rosada, com pele fina, além de não ter odor”, esclarece. Já quando o pet está com otite, a orelha pode acumular cera e sujeiras em quantidade maior, fica avermelhada e mais espessa, com mau cheiro e secreções amareladas ou marrons.

Além disso, o animal costuma coçar o local e, em situações nas quais a coceira se torna insuportável, arrasta a cabeça contra o chão. “Outro sinal é a tendência de sacudir a orelha no intuito de jogar para fora o que está trazendo o incômodo”, complementa a especialista.

Ela também comenta que alguns cachorros podem demonstrar atitude agressiva quando alguém leva a mão ao local. Outros animais deixam de se alimentar por causa da dor provocada pelas otites. O tratamento inclui limpeza e medicação prescrita pelo veterinário.

Por causa da anatomia, certas raças costumam ser mais acometidas pela doença. Conforme Daniela, na lista estão os cães cocker, basset hound e labrador. Como eles têm as orelhas caídas e grandes, a região fica abafada, facilitando, dessa forma, a proliferação de fungos e bactérias. Nos gatos, a predisposição ocorre naqueles com pelos compridos. Para evitar o problema, uma dica é manter as orelhas sempre secas e limpas.

 

Uma exposição animal

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Em Cingapura, uma mostra interativa traz obras diferentes de tudo que já se viu em um museu. Afinal, elas foram criadas sob medida para um público muito especial: gatos e cães

 

Uma das obras da mostra: oportunidade para pets e tutores interagirem Crédito: Divulgação
Uma das obras da mostra: oportunidade para pets e tutores interagirem Crédito: Divulgação

O artista plástico Soh Ee Shaun está acostumado a ter seus trabalhos apreciados por muitos que, talvez, jamais tenham entrado em um museu ou uma galeria de arte – ele já trabalhou em projetos como a decoração das paredes da estação de metrô MRT Bishan, a pintura de um banco externo National Gallery de Cingapura, e uma instalação com restos de construção no aeroporto Jewel Changi.

Para o seu novo projeto, ele não teme que suas obras sejam arranhadas, rasgadas em pedaços e até mesmo molhadas… Porque seu público, agora, serão gatos.

O cingapuriano de 36 anos é um dos 10 artistas que terá instalações na mostra Paw-Sitive: Arte Interativa para Animais de Estimação, que começa amanhã na cidade-Estado do Sudeste Asiático. O trabalho de Shaun é composto por 15 tapetes com carinhas de gato estampadas, que incluem a sua assinatura. Para que os felinos interajam, eles serão montados nas paredes e colocados no chão.

A exposição compreende seis instalações para cães e quatro para gatos, e foi idealizada para ser desfrutada por tutores e seus pets. Esmond Low, diretor-gerente da Silversky de uma distribuidora local de alimentos para animais de estimação, que organizou o evento, disse ao jornal The Strait Times que o objetivo é uni-los ainda mais. “Esperamos que eles venham brincar com as instalações e interajam bastante com seus animais de estimação. O objetivo é promover o bem-estar tanto para os ‘pais’ dos pets, quanto para os cães e gatos”.

Para produzir cada uma das 10 obras, os artistas consultaram veterinários e especialistas em comportamento, que determinaram que tipo de obra seria mais atraente para os pets.

Os especialistas também foram consultados sobre a rota e a sequência que os visitantes devem seguir, para garantir que os animais não fiquem sobrecarregados.

 

Soh testou sua instalação com seus três gatos em casa e aprendeu que deveria preparar tapetes extras, para substituir os  que seriam destruídos pelos “devoradores de arte”.  “Quando fizemos os testes iniciais, os gatos realmente foram para cima. Eles adoraram raspar e arranhar as fibras têxteis dos tapetes”, contou.

Outra artista na exposição, Adeline Tan, que fez uma instalação para cães, compara a criação de mostras para animais de estimação como aquelas feitas para crianças:

“Você não tem certeza se eles estão apreciando a arte, mas o importante é que estejam se divertindo”, diz

Veja os bastidores da montagem das instalações:

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Agenda pet

Sábado

14h às 16h – Desfile da Primavera, na Petz do SIA. Pets de todas as raças estão convidados a desfilar no tapete vermelho, desde que estejam vestidos/ornamentados com o tema de primavera. Os três primeiros colocados vão ganhar banhos e cestos de produtos.

WhatsApp Image 2017-09-14 at 09.50.3315h30 às 17h – 1º Desfile Franciscano Pet. Como parte das comemorações do padroeiro, o Santuário São Francisco de Assis, na 915 norte, organiza um desfile pet, com animais vestidos a caráter. Quem não se inscreveu pode, porém, conferir o desfile de “frades” de quatro patas.

 

Não deixe seu pet com raiva!

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No Dia Mundial da Raiva, Conselho Federal de Medicina Veterinária lembra que a doença negligenciada tem 100% de letalidade e causa quase 60 mil vítimas por ano, principalmente em países em desenvolvimento

Crédito: reprodução
Crédito: reprodução

 

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de dois terços dos países do mundo ainda são afetados pela raiva e, dentre todos os casos registrados em humanos, mais de 95% são causados por mordeduras de cães infectados. A cada quinze minutos, morre uma pessoa decorrente da doença.

“A raiva continua a ser uma grande preocupação mundial. É uma doença negligenciada, com praticamente 100% de letalidade e alto custo na assistência preventiva às pessoas expostas ao risco de adoecer e morrer”, diz Adriana Vieira, integrante da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CNSPV/CFMV).

 

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) estima que, para ser efetiva, uma campanha de vacinação contra a raiva deve cobrir ao menos 70% da população de cães nas zonas afetadas pela doença. A entidade calcula que, além de impedir a transmissão do vírus e salvar vidas de animais e humanos, o custo da imunização canina teria um custo quase 10 vezes menor do que os valores já investidos no tratamento emergencial de pessoas acometidas pela doença.

O médico veterinário tem uma atribuição fundamental nesse processo, atuando nas campanhas de vacinação, no controle populacional de cães em situação de rua e na conscientização da população a respeito dos princípios de guarda responsável. A vigilância e a notificação dos casos detectados também são uma importante ação de controle da doença, e mais um dever que cabe aos médicos veterinários.

“Animais que apresentem sinais neurológicos devem ser levados aos médicos veterinários e esses, por sua vez, devem avaliar o quadro geral e, se esses animais forem a óbito, o material precisa ser encaminhado para diagnóstico de raiva”, ressalta Vieira. “Alertamos também os médicos veterinários clínicos para que fiquem atentos aos animais com sintomatologia neurológica. Se esses animais forem submetidos à eutanásia ou vierem a óbito, o veterinário deve enviar o material desses animais para diagnóstico de raiva nos laboratórios de referência”, explica a médica veterinária.

 

No Distrito Federal, a campanha de vacinação deste ano foi cancelada pela Secretaria de Saúde, que está reformulando o programa. Não há data prevista para a imunização. Porém, Adriana Vieira destaca que os tutores são responsáveis pela saúde do animal e não devem deixar de vaciná-los.

“Quando o governo decide fazer as campanhas de vacinação,  a ideia é criar uma cobertura vacinal pra evitar casos de raiva humana. Mas essa é uma responsabilidade dos tutores dos animais, independentemente das campanhas de vacinação do governo. Dessa forma, o tutor do animal tem a responsabilidade de levar os animais para a vacinação anual, seja em campanhas, seja em clínicas particulares. Os cães e gatos podem ser vacinados em qualquer época do ano, mas o tutor deve estar atento para a revacinação anual. Mesmo que esteja atrasado, ele deve vacinar o animal anualmente cães e gatos que têm contato com outros animais e até os domiciliados, pois todos os animais podem ter contatos com morcegos infectados, na área urbana ou rural”, diz.

 

 

Meu cachorro não quer comer. E agora?

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Cães são famosos pela gula. Mas, às vezes, eles podem se recusar a comer, gerando uma situação estressante. Desprezar o alimento pode ser um problema de saúde, mas há várias outras causas possíveis

Bella: cachorrinha só lambe o beiço se há algo extra na comida Crédito: Arquivo Pessoal
Bella: cachorrinha só lambe o beiço se há algo extra na comida Crédito: Arquivo Pessoal

 

A shitzsu Bella, 1 ano, está deixando a tutora, Gabriela Stefanie Cardoso Sousa, de cabelo em pé. Há mais ou menos três meses, começou a dar trabalho para comer. Apesar de sempre ter sido magra, ela aceitava a alimentação. Até passar a ficar “rebelde” e só começar a comer quando Gabriela coloca algum extra, como cenoura, junto da ração. “Ela foi deixando de comer. Eu sempre dava alguma coisa do meu prato, aí tirei tudo, e ela começou a vomitar por não ter comido nada”, conta. “Entrei em desespero. Troquei de ração umas três vezes e nada adiantou. Fiz tudo que me indicaram, como colocar um fio de azeite extravirgem, e não resolveu. Coloquei patê na ração, e ela separa, lambendo”, conta. O veterinário nem chegou a pedir exame: “Ele associou ao estresse e e pediu para mudar a rotina de sair duas vezes por dia, e deixar ela mais livre”, diz. O único momento em que Bella come a ração é quando Gabriela vai dormir: “Ela sabe que, a partir daquele momento, não vai ganhar mais nada”. A tutora, porém, sabe de quem é a responsabilidade pelo comportamento da shitzsu: “Eu acostumei ela mal. A culpa é minha”.

 

O seu cãozinho também tem se comportado assim? Então se faça essas perguntas:

1- A comida está fresca?

Um cão saudável pode recusar comer, se o alimento não estiver fresco. Um saco de ração deixado aberto por um mês perderá o gosto e ficará rançoso. Alimentos em lata só são comestíveis de três a cinco dias após a abertura, desde que mantidos na geladeira.

2 – Ele está entediado?

Depois de meses comendo a mesma coisa, pode ser que ele simplesmente tenha enjoado do alimento. Questione com o veterinário se é hora de mudar a ração. Se o pet come alimentação natural, tente aquecer a refeição ligeiramente no micro-ondas. Isso fará que o alimento libere mais aroma e faça a comida parecer mais atraente. Outra opção é acrescentar alimentos atraentes ao potinho de comida, como caldinho sem sódio, queijo cottage com baixo teor de gordura ou frango desfiado sem osso, por alguns dias, ensina Tami Pierci, professora de veterinária da Universidade da Califórnia. Não faça isso por muito tempo, ou isso pode habituar o cão. Uma vez que ele volte a comer normalmente, comece a cortar os extras.

3 – Você não está oferecendo muitos petiscos?

Você pode estar oferecendo tantos petiscos que, na hora da refeição, ele não tem fome. Tami Pierci diz que isso acontece bastante. O jeito é cortar os petiscos que, aliás, nunca devem ultrapassar mais de 10% da alimentação diária do animal.

4 – Ele sente falta de comida de humano?

Se você costuma misturar sua comida à de seu cachorro e, de repente, parou com o hábito, esse pode ser o motivo. É preciso cortar o extra lentamente, até que o pet comece a comer apenas o alimento preparado para ele.

5 – Você está oferecendo alimento fora do horário?

Se ele costuma comer em um determinado horário e você muda isso, ele simplesmente pode não estar acostumado ao novo hábito. Veja se isso faz difernça no apetite.

6 – Ele está doente?

Essa é uma possibilidade. Leve ao veterinário se o animal perdeu peso e não está interessado em comida; costuma comer normalmente, mas de repente para de fazer isso; é filhote ou idoso e adquire esse hábito.

7 – Ele vomitou recentemente?

Seu cão pode estar recusando comer se esteve enjoado recentemente e acabou vomitando. Ele pode associar a comida com estar doente e, então, evitar aquele alimento. Se essa for a razão, tente misturar a comida a uma nova alimentação. Se ele voltar a se interessar, volte, aos poucos, ao alimento habitual.

Fonte: WebMD Pets