Cuide do coração do pet

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Sinais de alerta dos cães podem auxiliar no diagnóstico precoce das doenças cardíacas

Crédito: Divulgação

Com impactos diretos na saúde e expectativa de vida dos animais, as doenças cardíacas apresentam sintomas silenciosos, que, muitas vezes, passam desapercebidos. Por isso, é imprescindível que o tutor consiga identificar alguns sinais de alerta do pet para procurar ajuda.

Para auxiliar os tutores, a Médica Veterinária e Gerente de Produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec, listou os sete sinais mais comuns apresentados por cães cardiopatas.

  • Tosse: Por conta da cardiopatia a irrigação sanguínea é prejudicada, o que exigirá um esforço maior do coração. Isso, pode gerar problemas respiratórios que serão evidenciados através de uma tosse seca e constante.

  • Dificuldades respiratórias. Qualquer alteração no padrão respiratório do pet é um sinal de alerta. No caso de problemas cardíacos, o animal pode apresentar falta de ar, respiração acelerada, dificuldades respiratórias, suspiros, entre outros.
  • Desmaios: As alterações respiratórias podem prejudicar a oxigenação no cérebro, e isso, estimulará desmaios. Caso o animal perca a consciência é necessário buscar ajuda imediata do veterinário 
  • Fadiga excessiva: Sinais de cansaço extremo ou fraqueza após qualquer atividade, indisposição para passeios, brincadeiras ou exercícios, são algumas das alterações comportamentais apresentadas por cães cardiopatas

  • Alterações alimentares: Perda de peso repentina associada a falta de apetite extrema são sinais que podem estar ligados as cardiopatias e são alertas importantes.
  • Alteração comportamentais: Isolamento, dificuldades para dormir, inquietação, entre outras alterações comportamentais merecem atenção e podem ser indícios de problemas cardíacos.
  • Inchaço: As doenças respiratórias podem causar edemas no corpo do pet. Entre as áreas mais comuns estão abdômen e patas.

“É importante reforçar que qualquer mudança repentina no comportamento do pet deve ser comunicada ao veterinário. Dessa forma, o profissional avaliará o animal e realizará os exames necessários para identificar qual patologia está afetando o cão. No caso das doenças cardíacas, o diagnóstico precoce é imprescindível, pois o tratamento irá auxiliar no aumento da expectativa de vida do cão” finaliza Priscila.

 

NYC tem Museu do Cão

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Depois de 30 anos, coleção de fotos, pinturas e esculturas, entre outros itens, volta a ser exposta em um museu totalmente dedicado ao melhor amigo do homem

Galeria do Museu do Cão, em Nova York
Por John Biers, da AFP
Os cães raramente são homenageados em museus, embora às vezes tenham seu lugar ao lado de pessoas famosas: o Museu do Cão abre suas portas nesta sexta-feira em Manhattan e oferece a eles o papel principal, refletindo uma cidade onde são frequentemente tratados como reis.
O novo museu, financiado pela associação profissional de criadores American Kennel Club – que anualmente organiza o famoso concurso de beleza canino Westminster Dog Show – apresenta mais de 2.000 pinturas, fotos, esculturas e outros itens dedicados aos cães.
Entre aqueles no centro das atenções, os fiéis companheiros dos presidentes americanos. Como a pintura de “Millie”, a springer spaniel inglesa de George e Barbara Bush.
Ou uma tela tocante intitulada “Silent Sorrow”, que ilustra a tristeza do fox terrier do rei Edward VII, após a morte repentina de seu tutor inglês em 1910.
– Coleção esquecida – 
Este novo museu marca o retorno a Nova York, em maior escala, de uma pequena coleção reunida em 1982.
Em 1987, o American Kennel Club a transferiu para St. Louis, no Centro-Oeste, em instalações maiores. Mas o museu, longe dos circuitos turísticos, estava longe do sucesso.
Ao repatriar a coleção para Nova York, a organização de criadores espera seduzir os muitos amantes de cães da capital financeira norte-americana, conhecidos pelo cuidado com seus cães: é comum ver cachorros passeando em carrinhos de bebê, ou vestidos no inverno com roupas em caxemira.
O novo museu também pode esperar atrair alguns dos milhões de turistas que visitam todos os anos os muitos museus em Nova York.
“É ótimo para mostrar uma coleção que definhava no escuro”, disse à AFP o diretor executivo do museu, Alan Fausel, que antes era especialista em arte canina junto a casas de leilões.
Algumas das telas, tão precisas quanto uma fotografia, permitem documentar a evolução das raças, para o grande interesse dos criadores.
“Eles olham para as pinturas como se fossem para competições de criação, seus comentários são sobre anatomia, morfologia (…) de forma alguma sobre a qualidade da tela”, aponta Fausel.
As obras, exibidas em dois andares de um edifício moderno da Park Avenue, refletem algumas das grandes tendências da pintura canina: trabalhos pré-vitorianos destacam o lado selvagem e agressivo do animal; o século XIX, no entanto, reflete a idade de ouro do retrato, tanto para animais quanto para humanos.
No século XX, a fotografia eclipsou a pintura, com famosas fotos de temática antropomórfica do artista americano William Wegman, ou retratos de astros caninos da sétima arte, como Lassie.
O museu, acessível por US$ 15 por adulto, inclui painéis interativos para entreter tanto quanto informar: um deles permite que os visitantes vejam qual raça de cão mais combina com sua fisiologia.
Há também dicas de adestramento e uma biblioteca reunindo cerca de 15.000 livros e documentos. E um aplicativo para smartphone detalhando os trabalhos em exibição.
O museu espera atrair cerca de 100.000 visitantes por ano no primeiro ano, talvez mais por meio de exposições temporárias destinadas a um público amplo, diz Fausel: ele está preparando uma retrospectiva dedicada aos cães de Hollywood e outra dedicada a cães presidenciais.

Conselho de Veterinária resgata animais em Brumadinho

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Veterinários já resgataram 36 animais, que estão sendo encaminhados para uma fazenda, onde recebem tratamento

Vitinho, cão que quase foi soterrado e faz vigília perto do local onde morava Crédito: Alexandre Guzanshe/EM

Coordenada pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MG), a equipe da Brigada Animal realiza, na manhã de hoje, uma reunião de planejamento das ações de resgate e tratamento de animais em Brumadinho.

As ações contam com a participação de 30 profissionais, entre médicos-veterinários, zootecnistas e voluntários, e também com a parceria da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Anclivepa Minas, da Sociedade Mineira de Medicina Veterinária e  do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).
Segundo a Brigada Animal, até o momento, foram resgatados 36 animais, que estão sob os cuidados dos especialistas em suas respectivas áreas. Os animais estão sendo encaminhados para uma fazenda, onde passam por triagem e recebem os primeiros tratamentos.
Para ajudar animais de Brumadinho como Vitinho (foto), um cão que quase foi soterrado pelo rompimento da barragem, tarólogos do coletivo Oráculo Solidário estão recebendo doações de ração, brinquedo e tapetes higiênicos, que serão enviados a autoridades que as transportarão ao local. O evento acontece nesse sábado, de 11h30 às 20h.

 

Cuidados com o pet no calor

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As altíssimas temperaturas desse verão são ainda mais prejudiciais aos pets que aos humanos. Saiba como garantir o bem-estar do melhor amigo durante os passeios                                    

Crédito: Arquivo pessoal

 

O calor não está fácil para ninguém, quanto mais para os amigos de quatro patas que, por viverem mais próximo ao solo, sentem mais os efeitos do mormaço que sobe do asfalto e da calçada. Veja as dicas do veterinário René Rodrigues Júnior, da fabricante de alimentos Magnus, para garantir um passeio confortável para os pets. 

 

  • Um dos primeiros pontos que se deve ter cuidado é com a temperatura do piso, seja do asfalto, do concreto e até mesmo da areia da praia, já que os cães podem sofrer ferimentos graves nos coxins, ou seja, nas almofadinhas das patas. O ideal é sempre realizar o passeio em horários mais frescos como no início da manhã ou no fim da tarde. Além disso, a hidratação do animal não deve ser esquecida. Ofereça água constantemente ao cão durante o passeio.
  •  Além de todos esses cuidados, é preciso ficar atento também o quanto seu parceiro consegue passear. Pode ser que ele não esteja adaptado para passear a quantidade de tempo que queremos. Um detalhe importante é checar a coloração da língua do animal. O ideal é que ela esteja sempre com um tom rosado – se estiver muito escura ou arroxeada, é sinal de que ele fez muito esforço, para evitar isso mantenha seu cãozinho sempre com a respiração tranquila, evitando que ele fique ofegante e com excesso de salivação.
  •  E para aqueles tutores  que gostam de praticar exercícios físicos como corrida ao ar livre, junto com o cão, é muito importante fazer uma adaptação e um aquecimento de início, correndo primeiro alguns minutos no dia e nunca de uma vez só.
  • Para se ter um passeio efetivo, a duração pode variar de acordo com o tamanho do cão. Para os de pequeno porte, o ideal é realizar a caminhada até uma hora por dia. Já para os maiores, o tempo pode se estender um pouco mais, principalmente para aqueles animais que possuem muita energia e são mais elétricos.
  • Não podemos esquecer que é preciso ficar de olho em cães braquicefálicos, ou seja, aqueles de focinho achatado como o Bulldog Francês ou Boxer. Essas raças contam com uma capacidade respiratória menor, por isso, o cuidado com a prática de exercícios físicos deve ser redobrado.

 

Pets precisam de companhia

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Conselho Federal de Medicina Veterinária alerta que, nas férias, os pets que não vão viajar com tutores precisam de companhia. Deixá-los sozinhos pode, inclusive, caracterizar maus-tratos

Crédito: @harlowandsage/reprodução do Instagram

 

Chega o período de férias escolares, as famílias aproveitam para viajar com as crianças, e os pets que não que seguem junto com os seus tutores precisam de cuidados. De acordo com a médica-veterinária e integrante da Comissão de Bem-Estar Animal, do Conselho Federal de Medicina Veterinária Liziè Buss, a recomendação é que os animais não fiquem sozinhos e tenham sempre a companhia de uma pessoa ou de um outro pet.
Os animais domésticos, no geral, são sociáveis: “Eles gostam e evoluíram para viver em grupo”, afirma Liziè.. Por isso, ela ressalta que a solidão para os cães pode ser problemática, mesmo que por poucos dias.
Para não deixar os pets sozinhos, existem creches e hotéis, bem como os cuidadores que visitam a casa do tutor em períodos do dia e/ou noite para fazer companhia e alimentar os animais durante a ausência da família.
Também existem os produtos e jogos de enriquecimento ambiental, que ajudam a manter o animal ocupado nos períodos em que ele fica sozinho, reduzindo a ansiedade.
Exercícios também ajudam bastante, pois “os animais gostam de trabalhar pelo seu alimento”, assegura Liziè. Passeios, caminhadas e brincadeiras antes de deixar os animais sozinhos são recomendados, pois eles se cansam e conseguem relaxar um pouco mais.
A médica-veterinária destaca que os cães que são muito sensíveis devem ter treinamento adequado para que possam se adaptar à rotina moderna das famílias e possam ficar alguns períodos sozinhos.
“É preciso ensinar os animais a ficarem sozinhos e, para isso, é importante que os tutores contratem adestradores positivos e tenham um plano de treinamento adequado, de forma a educar o animal a permanecer sozinho e confortável por algum tempo”, recomenda.
Danos
Segundo Liziè, os animais que não socializam acabam tendo uma série de problemas, como demonstração de agressividade com outros animais e/ou com pessoas; ansiedade de separação, algumas vezes até necessitando de tratamentos medicamentosos; situações que podem gerar mutilações; e desespero e comportamento de pânico.
“São situações que podem interferir na qualidade de vida da família e também da comunidade, que muitas vezes se deparam com cães que uivam e choram o dia inteiro ou tentam fugir”, diz a médica-veterinária.
Mas a especialista alerta que os animais, assim como nós, têm dias de tédio, de frustração. “Não é porque em algum momento o cão gritou, chorou, uivou, que isso necessariamente é maus-tratos”.
De forma geral, o que a médica-veterinária afirmaque manter os animais em isolamento social, sendo negligentes com relação a necessidade de expressar comportamentos naturais, de criar vínculos emocionais, de carinho, atenção e socialização são condições que, inclusive, podem ser caracterizadas como maus-tratos.

(Da Assessoria de Comunicação do CFMV)

Veja o que diz Liziè Buss, integrante da Comissão de Bem-Estar Animal, do Conselho Federal de Medicina Veterinária:

Pets que temem fogos não devem ficar sozinhos

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Com o ouvido mais sensível que o do humano, animais sofrem com o barulho de fogos de artifício e rojões. Para garantir a segurança, é fundamental que eles não fiquem sozinhos na passagem

 

Crédito: Reprodução

 

As comemorações da passagem de ano costumam ser um estresse para tutores de animais que têm medo de fogos de artifício e rojões. Júlia Oliveira de Camargo, médica veterinária e proprietária do Hospital Dog Saúde, diz que os animais têm o aparelho auditivo mais forte do que o dos humanos. “Como a audição é mais sensível, o barulho faz com que eles fiquem mais estressados, sintam medo e ansiedade”, explica a especialista.

Rojões são um risco aos animais

Segundo a veterinária, em alguns casos mais graves, os pets ficam tão nervosos que chegam a se jogar da sacada dos apartamentos onde moram. Cães idosos podem, inclusive, sofrer infarto. Há cães que se debatem, ficam extremamente inquietos e chegam a pular do canil ou pular o muro de casa. “Já ouvi também relatos de animais que sofreram convulsões”, conta.

Por isso, a veterinária acredita que essa lei vai beneficiar diversos animais, principalmente os de rua, que não têm ninguém para ajudá-los, com apoio e amor nesses momentos. “Espero que o Brasil inteiro implemente essa lei, pois embora os fogos sejam bonitos e façam parte de um ritual nas festividades no final do ano, os animais não deveriam ter que passar por esse sofrimento”, declara.

Veterinária dá dicas para proteger os pets

“Uma dica é colocar tampões nas orelhas, antes mesmo dos fogos começarem”, alerta a profissional. “Além disso, é recomendável deixá-los em um local onde o som externo seja abafado e ligar a televisão ou música em um volume bem alto”, completa.

Ela chama a atenção para que os tutores fiquem atentos e não deixem que os pets fiquem próximos de objetos pontudos ou cortantes, pois quando eles ficam muito agitados devido ao barulho dos fogos, eles podem se machucar.

Sedativos e medicações naturais podem ser recomendados

Atualmente, existem alguns sedativos que podem ser dados aos animais, que ajudam a acalmar e relaxar. Porém, nem todos os animais podem tomar esse tipo de medicação. “Os riscos aumentam em algumas situações e precisam ser verificados, principalmente com animais idosos”, afirma Julia.  Por isso, o ideal é que eles passem por um veterinário antes, para verificar se estão realmente aptos a tomar sedativos. “Existem também outras medicações que são mais naturais, como florais e remédios feitos de flores e frutas”, esclarece a veterinária.

Tutores devem ficar atentos às reações dos pets

Julia afirma que as reações mais comuns dos animais são ficarem bastante agitados, pularem e latirem muito, como se estivessem muito estressados. Porém,  há casos mais graves, que os animais chegam a se debater e a se cortarem. “Há relatos ainda de rojões que caem dentro de algumas casas, os donos nem percebem, os animais colocam o rojão na boca e ele estoura; causando ferimentos extremamente graves ou até mesmo a morte”, lamenta.

Por isso, se o animal tiver alguma reação extrema por causa dos fogos, o ideal é não deixá-lo sozinho e tentar acalmá-lo. “É preciso ter em mente que sempre é importante levar o animal ao veterinário”, reitera a especialista.

 

Natal da bicharada

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Seja para presentear o melhor amigo ou enfeitá-lo para as festas de fim de ano, confira sugestões de presentes para a bicharada

A melhor época do ano chegou, e os pets também merecem participar das festas de Natal e réveillon. Embora estejam proibidos de se aproximar da mesa de guloseimas — principalmente dos pratos de uvas e uvas-passas, extremamente tóxicos para animais — cães e gatos estão liberados para rasgar papel de presente, ganhar mimos e roubar a cena com roupas e acessórios em alto estilo. Para os que não gostam do traje completo, lacinhos, gravatinhas e bandanas enfeitam sem incomodar. Já os mais exibidinhos, que aceitam roupas, têm à disposição modelitos de fazer inveja aos humanos.

O blog selecionou opções de presentes para os melhores amigos pedirem para o Papai Noel.

Veja onde encontrar:

AuAu PetshopCondomínio Bellágio CA 10 Loja 04 – Lago Norte

Luke e Maya Pet Shop: CCSW 05 Bloco A Loja 40 Ed. Omega Center – Sudoeste

Bowie e Co.: vendas diretas pelo www.instagram.com/bowie.co ou WhatsApp: 61983330787/ 61984131022

Weasy: www.weasy.com.br/

Play Pet: www.playpet.io/

Wolfclan: www.instagram.com/wolfclanoficial/

 

 

 

 

 

Tarô pela causa animal

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Coletivo de oraculistas promove ação especial de Natal oferecendo diversas modalidades de oráculos, como runas e tarô. Parte da renda será revertida para ONG da causa animal

Que tal conhecer o que os oráculos têm a revelar e, ao mesmo tempo, ajudar a causa animal? A edição especial de Natal do Oráculo Solidário vai destinar R$ 10 de cada leitura à ONG ProAnima, que realiza projetos de conscientização de castração e adoção responsável. O Oráculo Solidário, foi criado por coletivo de oraculistas que acredita na democratização de ferramentas de autoconhecimento e na força da causa animal. Nesta edição especial de Natal, haverá com uma feirinha criativa no Café Oyá, e uma novidade entre as opções de oráculos: o tarot mitológico, com Lu Guimarães.

Esse oráculo foi criado pela astróloga Liz Greene e pela psicóloga Juliet Sharman-Burke, em 1986. A ideia era democratizar o entendimento das cartas equivalentes às cartas do tarot clássico.

Outras opções já consagradas em outras edições permanecem no evento: mini Mapa Astral e tarot de Waite (João Quinto), Baralho Cigano (Sara Campos) e Runas (Urakins Abayomí). Todos os atendimentos custarão R$ 50 (30 minutos).  

Oráculo Solidário

15 de dezembro (sábado)

A partir das 12h

Café Oyá

CLN 109 Bloco A Loja 60

Consultas de mini mapa astral, baralho cigano, runas, tarots de Waite, Iluminatti e mitológico a R$ 50

Link para o evento: https://www.facebook.com/events/1439310769534158/

Adoção, sim. Mas com responsabilidade

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Milhares de Manchinhas, a cadela brutalmente assassinada em um supermercado de São Paulo, vagam pelas ruas, sujeitas a agressões. Adotar animais ajuda a reduzir o problema, mas, antes de fazê-lo, é preciso se conscientizar sobre a responsabilidade da adoção

 

Cadela manchinha, brutalmente assassinada Crédito: Reprodução

O massacre da cachorrinha Manchinha por funcionários do Carrefour de Osasco levanta a discussão sobre a importância de se retirar os animais da rua por meio da adoção. Assim como ela, 30 milhões de vira-latas vagam pelo país, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) e muitos são vítimas de atos de crueldade como o sofrido por ela.

Os brasileiros estão mais sensíveis à adoção, revelou um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos 52 milhões de cães que vivem nos lares brasileiros, 24% foram adotados. Mas não basta acolher um animalzinho em casa. É preciso adotar com consciência, para evitar novos abandonos.

Stella da Fonseca Rosa, médica-veterinária e técnica da Ourofino Saúde Animal, aponta que uma das principais causas do abandono é a adoção irresponsável. “Antes de escolher um cão ou gato, o tutor deve refletir sobre algumas questões importantes, principalmente se está disposto a assumir um novo membro da família, já que a adoção precipitada acaba resultando em abandono”, explica. A especialista destaca outras causas dessa atitude: falta de espaço, de tempo e dinheiro e comportamentos do pet que, inicialmente, não atendem à expectativa do tutor e, portanto, são considerados indesejados. “Existe uma falta de avaliação prévia sobre questões relacionadas às raças, à educação e ao porte.”

A veterinária ainda aborda mais desdobramentos que surgem do descaso com o abandono: “A ação acarreta muito sofrimento e dificuldades para os animais nas ruas e desencadeia em problemas sociais e ambientais”.

Ter um companheiro com quem possa se divertir e trocar carinho está entre os gatilhos que levam à adoção de cães e gatos. Mas, é preciso levar em consideração outros pontos importantes na hora de se decidir por acolher um animal, um deles são os cuidados que devem ser dedicados aos pets, que envolvem afeto e investimentos com a saúde durante todo o tempo de vida deles, que é de, em média, 15 anos.

Para quem está em dúvida entre um felino ou cachorro, a dica da Stella é avaliar qual animal ficará melhor ambientado ao estilo de vida. “A disponibilidade de tempo do tutor, a rotina de trabalho e frequência de viagens são fatores cruciais que deverão ser pontuados no momento da adoção. Lembrando que há animais com temperamentos perfeitamente adaptáveis às várias rotinas e perfis que as famílias podem ter”, reitera a veterinária.

Para facilitar o processo de inserção do pet na rotina da família, uma das dicas é trabalhar para desenvolver o vínculo tutor-animal, com alguns comandos iniciais simples que ajude o novo membro a conhecer os limites, como o de sentar e deitar, e a criar afeição.

Se no ambiente houver outro pet, alguns cuidados são aconselhados na integração. “No caso de cães, apresente-os em um território neutro, para que se estabeleça a hierarquia entre eles. Agressões devem ser repreendidas, mas é fundamental confortar a ambos no momento. Com felinos, o novo animal deve permanecer em um ambiente separado por um tempo, para que o mais velho possa sentir o seu cheiro, porém sem que haja o contato direto, para a socialização ocorrer aos poucos”, indica Stella.

Adotar é uma responsabilidade; envolve conforto, atenção, dedicação e gastos.  As consultas com o veterinário, por exemplo, são recomendadas já em um primeiro momento, para realizar um check-up geral do animal e vacinar. Além disso, segundo a especialista, outros aspectos que devem ser estabelecidos dizem respeito à vermifugação e ao controle de parasitas.

Tempo de brincar e cuidar

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Nas férias, tutores têm mais tempo para brincar e passear com os melhores amigos. Especialistas ensinam a se divertir sem colocar em risco a saúde dos pets

Crédito: Adriana Fortes/Arquivo Pessoal

Com o período de férias se aproximando, a rotina da família costuma mudar. Para a alegria dos pets, sobra mais tempo para passeios ao ar livre e, quando bate o calor, para dar um bom mergulho. Para que esse momento de lazer seja saudável, porém, é preciso tomar alguns cuidados. Desidratação, falta de apetite, exposição a ataques parasitários são alguns dos problemas que podem surgir na estação mais quente do ano.
Segundo a veterinária da Mariana Mauger, da rede de farmácias de manipulação DrogaVET, a primeira recomendação é levar o pet para passear pela manhã ou no fim da tarde, ou seja, nos horários em que o sol está mais ameno, diminuindo as chances de lesões nas patas e na pele, em decorrência dos raios solares, além da possibilidade de desidratação do animal. “O ideal é optar pelo passeio em horários mais frescos, afim de evitar queimaduras nas patas por conta do chão muito quente, e também, pela aplicação do filtro solar, principalmente em cães idosos e filhotes, já que eles têm a pele mais sensível. O filtro a ser aplicado deve ser o específico para pets, que pode ser manipulado em creme e com fator de proteção 30”, salienta a profissional.
Embora todos os animais expostos a raios ultravioleta necessitem da proteção, o filtro solar é absolutamente indispensável para cães e gatos com características específicas, observa a veterinária Vanessa Gonçalves. “Os animais de pele branca precisam dessa proteção extra nos locais que não têm pelo, principalmente no focinho, orelhas e barriga. Os de pele escura dispensam esse cuidado extra. Aplique o filtro solar de uma a duas vezes ao dia e nunca exponha seu animal ao sol nas horas mais quentes do dia”, indica. Vale lembrar que o filtro não é o mesmo usado em humanos. Para os animais de estimação é preciso uma formulação específica, que não cause alergia ou possa ser facilmente retirado por eles.
Hidratação
Além disso, Mariana Mauger, da DrogaVet, lembra que, a cada passeio, é necessário levar a garrafinha com água fresca, devendo ser oferecida nas pausas para descanso. “Já em casa, recomendamos a troca da água com frequência, e em dias muito quentes, a adição de cubos de gelos para refrescar o animal. O pote com a comida, por sua vez, deve ser deixado à sombra e lavado após cada refeição, tudo para minimizar o contato do pet com alimentos que ficam expostos a moscas e mosquitos”, explica a veterinária.
“O corpo dos cães faz troca de calor apenas por meio das regiões das almofadas das patas, do focinho e da boca. Por isso, quando muito expostos às altas temperaturas acabam ficando ofegantes e cansados”, acrescenta Ricardo Cabral, veterinário da Virbac, empresa multinacional francesa dedicada à saúde animal. Os pets com pelagem mais longa sofrem mais e, por essa razão, é importante tosá-los. Os cães de focinho curto também merecem atenção, pois podem apresentar dificuldade na respiração neste período do ano.
Durante as altas temperaturas, há um aumento da proliferação de pulgas e carrapatos e, se o animal estiver vulnerável, poderá ser alvo desses parasitas. “Nesse ponto, os tutores devem sempre olhar a pele do pet, afim de encontrar eventuais parasitas. Os antipulgas, carrapaticidas e vermífugos devem ser administrados corretamente, seguindo os prazos para reaplicação, evitando problemas posteriores como, verminoses, alergias às picadas de pulgas ou, até mesmo, outras doenças decorrentes desse contato”, pontua a especialista Mariana Mauger.Confira as doenças mais comuns durante o verão: 

Dirofilariose: Doença que pode ser fatal, causada pelo acúmulo de vermes no coração e no pulmão do animal, podendo causar insuficiência cardíaca e doença pulmonar grave.

Leishmaniose: Infecção parasitária causada por protozoários que atacam o sistema imunológico dos animais, e em alguns casos, pode ser transmitida para humanos.

Gastroenterite/Giárdia: aqui a atenção deve ser redobrada, já que a doença é denominada como uma zoonose e transmitida por um protozoário capaz de atingir os humanos também. Os principais sinais são vômitos e/ou diarreia. Perda de apetite e letargia podem ocorrer com o animal. Também existem casos de perda de sangue no vômito e na diarreia, devido a irritação no trato gastrointestinal. As principais causas costumam ser a ingestão de alimentos em mau estado de conservação, água contaminada, parasitas e até mesmo o estresse causado por altas temperaturas.

Veja como proteger o melhor amigo: 
1- Deixe sempre água fresca à disposição para os cães beberem e faça trocas frequentes;

2- Evite levar os animais para passear nos períodos mais quentes do dia. Além de ser mais confortável, isso previne que eles queimem as patas;

3- Aplique protetor solar veterinário nas áreas expostas dos cães antes de sair, principalmente naqueles de pelagem mais clara;

4- Mantenha os banhos regulares. Apesar do tempo quente, o ideal é um a cada sete ou 15 dias, dependendo da frequência de passeios e local onde o animal vive. Banhos em excesso podem causar ressecamento da pele e possibilitar a ocorrência de doenças alérgicas, por exemplo;

5- Previna pulgas e carrapatos administrando produtos antiparasitários nos cães.