Leve um amigão para casa!

Publicado em Deixe um comentárioSem categoria

Muitas fofuras aguardam por um lar na trigésima edição de feirinha de adoção na Asa Sul. Quem não puder adotar pode ajudar doando ração: ONG tem muitas barriguinhas para alimentar

"Ei, me leva pra casa?" Crédito: Priscila Costa/Divulgação
“Ei, me leva pra casa?” Crédito: Priscila Costa/Divulgação

Se você quer uma companhia fiel, amorosa e divertida, não tenha dúvidas: um animal é tudo isso e muito mais. Em vez de comprar, que tal dar a chance para um cãozinho ou gatinho sem lar? Neste sábado, a clínica Salud Pet, em parceria com a Organização Não Governamental Atevi, organiza a 30ª feira de adoção, com a expectativa de encontrar uma família para 20 animais. Mesmo quem não puder adotar um bichinho pode ajudar, doando ração. Tudo que for arrecadado será entregue para ONG. No mês passado, foram arrecadados mais de 60kg, mas a Atevi precisa de mais ração para encher tantas barriguinhas.

“Já realizamos 29 feiras de adoção e em cada uma são adotados entre 15 e 20 animais. Esse trabalho é muito importante, todos os animais que fazem parte da feira são resgatados nas ruas por pessoas e recebem cuidados dos tutores provisórios que fazem parte da ONG Atevi. Mas todos passam por um check-up clínico e, se estiverem saudáveis e aptos, são colocados para adoção” explica Lorena Bastos, clínica geral e cirurgiã da Clínica Salud Pet.

Os interessados em levar para casa uma dessas fofuras, devem ter mais de 18 anos e assinar um termo de adoção.

Serviço – Feira de adoção Salud Pet

Hora: de 09h às 15h

Local: Clínica Salud Pet – CLS 408, bloco c, loja 7-B

Entrada: Franca

Classificação: Livre

 

Amizade para a vida toda

Publicado em Deixe um comentárioSem categoria

A chegada de um bebê em casa jamais deve ser desculpa para abandonar o pet. Antes mesmo do nascimento da criança, família deve começar as adaptações. Com certeza, uma linda amizade estará prestes a começar

Quem consegue lidar com tanta fofura? Crédito: Reprodução
Quem consegue lidar com tanta fofura? Crédito: Reprodução

 

A convivência entre crianças e cães traz muitos benefícios aos pequenos. Além de contribuir para a melhora e proteção da saúde das crianças, ela auxilia no desenvolvimento da sociabilidade. Mas, para garantir um vínculo saudável, os pais precisam estar atentos a alguns cuidados desde a gravidez. A veterinária do app de hospedagem para cães Dog Hero Ingrid Stein, traz algumas dicas para preparar o ambiente para a chegada do pequeno – sem deixar o cãozinho de lado.

Ter um cachorrinho em casa significa se comprometer a dar tudo que ele precisa para ter uma vida plena, feliz e saudável. Mas um novo bebê não é motivo para deixar seu cãozinho de lado. A presença deles diminui os níveis de estresse, aumenta os de alegria — e, de quebra, as crianças ganham um melhor amigo incondicional e para a vida toda, lembra a veterinária

  • Todas as adaptações devem ser feitas gradualmente, sempre tomando o cuidado de inserir o peludo nas novas rotinas da casa. Procure não privar o cãozinho do acesso a locais aos quais ele está acostumado, para que ele não associe a criança a coisas negativas. Conforme o quarto do bebê for montado, deixe que o bichinho fareje e conheça o ambiente, sempre com sua presença. Os cães costumam sentir que há algo diferente na mãe deles, então deixe que ele se aproxime da barriga e cheire. Aos poucos, ajuste os horários da comida e passeios dele para os mesmos de quando o bebê nascer.
  • Depois do nascimento, peça para alguém levar panos que tenham o cheiro do bebê para o cão, deixando-os perto de lugares que ele gosta (como o pote de comida) e onde se sente seguro (como a caminha). Quando estiver cuidando, brincando e alimentando o bebê, deixe que ele se aproxime e participe. Você também pode conversar com ele nessas horas para que ele saiba que continua sendo parte da família.
  • Uma das grandes vantagens de ter um animal de estimação em casa é inserir as crianças na rotina de cuidados. A interação cria nos pequenos um senso de responsabilidade e também fortalece vínculo entre humanos e cãezinhos. Tarefas como passear, dar comida e ajudar na higiene do peludo podem ser delegadas a crianças com 8 anos ou mais, mas a partir dos 4 ou 5 elas já reconhecem o peludo como parte da família. Mesmo antes disso, funções mais simples podem ser delegadas, sempre com a supervisão dos pais.
  • Se seu cachorro e seu filho se desentenderam, não quer dizer que o amor acabou. Tente entender o que aconteceu. Se você desviou o olhar por segundos, seu filho pode ter feito algo que representasse uma ameaça ao cãozinho. Mexer nas vasilhas de água e comida, nos brinquedos do cão, na cama… Por isso é fundamental ensinar o bebê a respeitar o espaço e objetos do bichinho, assim como o peludo precisa entender seus limites com os humanos. Eles são seres vivos e precisam de respeito para que todos convivam em paz.

Com o tempo, a nova rotina se ajeita e seu cachorrinho se acostuma a dividir as atenções com o novo irmão. Se todo o processo for feito com calma e tranquilidade, logo ele vai amar ter um bebê por perto para ajudar a cuidar e encher de amor — do jeitinho que só os cachorros conseguem fazer, diz Ingrid Stein.

 

Castração gratuita – nova etapa na sexta-feira

Publicado em 1 ComentárioSem categoria

Prioridade de atendimento será população de baixa renda, inscrita em programas sociais do governo, além de idosos. O cadastro estará aberto de sexta a domingo

Crédito: Reprodução
Crédito: Reprodução

O Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) confirmou mais uma etapa da campanha de castração gratuita de cães e gatos, uma ação do Programa de Manejo Populacional de Animais Domésticos do DF. Voltado prioritariamente para pessoas de baixa renda inscritas em programas sociais do governo, além de idosos, o cadastro estará aberto entre os dias 20 e 23 de outubro e pode ser feito pelo portal do Instituto ou presencialmente, das 9h às 15h. Caso haja vaga, a população fora desse grupo será beneficiada.

A novidade na terceira etapa é que três Administrações Regionais estão capacitadas a fazer o atendimento, nessas mesmas datas, de quem não tem acesso à internet. São elas: Jardim Botânico, Paranoá, Sobradinho I.

Outra novidade anunciada pela Coordenação de Fauna do IBRAM (COFAU) é a contratação de mais clínica para as cirurgias de castração. Trata-se da Labaf, localizada no Paranoá, onde serão atendidos moradores de Brasília, Brazlândia, Cruzeiro, Estrutural – SCIA, Fercal, Guará, Itapuã, Jardim Botânico, Lago Norte, Lago Sul, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho I, Sobradinho II, Sudoeste/Octogonal e Varjão. São 350 novas vagas que estão sendo distribuídas entre pessoas já cadastradas na campanha em setembro.  Moradores das demais cidades continuarão sendo atendidos na Clínica Medicina com Carinho, no Gama.

O IBRAM informa, ainda, que quem já está cadastrado não precisa fazê-lo novamente. No entanto, deve conferir se a documentação enviada está correta para evitar desclassificação no futuro. Clique aqui para saber a documentação necessária.

Confira aqui a lista dos contemplados que serão atendidos pela clínica do Paranoá, recém incluída no programa. Nesta lista estão incluídas pessoas dos quatro grupos.

Mas, que calor!

Publicado em Deixe um comentárioSem categoria

Temperaturas recorde em Brasília exigem atenção com os pets. Gatos são mais propensos à hipertermia, condição que pode até matar. Veja como refrescar os felinos

Crédito: Divulgação
Crédito: Divulgação

Com as temperaturas recorde registradas em Brasília, não são apenas os humanos que estão sofrendo. Nem os cães. Os gatos são suscetíveis à hipertermia (elevação corporal) com muito mais facilidade que os tutores. Segundo a veterinária Bárbara Benitez, Coordenadora da Comunicação Científica da Equilíbrio, esse é um problema muito grave e que pode até matar o animal.

“Os sintomas mais comuns de hipertemia são vômitos, desorientação, cansaço, respiração intensa e aumento da frequência cardíaca. Se em um dia de calor o tutor perceber esses sinais, deve levar o animal para um lugar ventilado, oferecer um pouco de água e refrescá-lo com uma toalha molhada. Depois, leve-o imediatamente para o veterinário”, ensina a médica veterinária.

Como evitar a hipertemia:

  • Nunca deixe seu gato em lugares fechados ou abafados por muito tempo. Se você mora em um apartamento, instale redes de proteção para poder manter sacadas ou janelas abertas durante sua ausência;
  • Certifique-se de que seu animal tem um lugar escondido do sol para se abrigar. A temperatura ideal do corpo de um felino está entre 37,5°C e 39,5°C, mas pode variar de acordo com o ambiente;
  • Hidratação é essencial. Sempre deixe vasilhas de água fresca em casa e mantenha seu felino interessado em consumi-la: vale colocar pedras de gelo ou até instalar bebedouros fontes, pois gatos adoram água corrente.

E, no caso dos cachorros, nunca é demais lembrar que os passeios precisam ser controlados: mesmo no horário de verão, evite passear entre 10h e 17h.

  • Evite passeios longos (especialmente se seu cão é de pequeno porte);
  • Evite expor o animal ao ar condicionado. Ainda que refresque, o aparelho pode causar gripe, bronquite e alergia. O mais indicado é deixar as janelas abertas, para o ar circular;
  • Dê bastante água para o animal. Para dias extremamente quentes, vale oferecer até água de coco;
  • Algumas frutas, como melancia e melão, são boas opções para dias de calor por terem muita água em sua composição, além de não representarem ameaça a saúde do pet;
  • Evite secar o animal com secador, para não elevar a temperatura corporal. Cães de raças braquicefálicas (com o focinho “amassado”, como Buldogue Francês, Pug e Boxer) podem, inclusive, desenvolver sérios problemas respiratórios se em contato direto com o aparelho;
  • No calor, muitos animais comem menos durante o dia. Normalmente, porém, eles compensam durante a noite, em que as temperaturas estão mais agradáveis;
  • Faça a troca da água com frequência e observe a quantidade de água ingerida pelo bichinho. A quantidade ideal varia de acordo com o peso: 50ml por quilo;
  • Para estimular seu bichinho a se hidratar, acrescente algumas pedras de gelo ao pote de água. Para gatos, prefira os bebedouros estilo fonte;
  • Ventilador, só de teto ou voltado para a parede, nunca para o animal. O aparelho pode ressecar a córnea do pet e, futuramente, transformar-se em uma úlcera;

 

Uma família feliz

Publicado em 1 ComentárioSem categoria

Todo mundo perguntava quando eles formariam uma família e diziam que só conheceriam o amor verdadeiro ao ter um filho. Foi então que o casal decidiu responder, de uma forma muito fofa

Clássica pose: mamãe e papai ensinam o bebê a andar Crédito: Arickx Photography/Reprodução
Clássica pose: mamãe e papai ensinam o bebê a andar Crédito: Arickx Photography/Reprodução

Do The Dodo

Jared e Chelsea Price se casaram há cinco anos, e em sua pequena cidade, esse é um longo período sem ter filhos. Todos estão constantemente perguntando quando eles vão “começar sua família” – mas para o casal, eles já formam uma, com Riley.

Riley foi entregue à Humane Society of North Iowa quando tinha 6 anos, depois que seu antigo proprietário faleceu. Chelsea estava trabalhando no abrigo naquele momento, e foi uma das primeiras pessoas a conhecer Riley quando ele chegou. “Ele parecia tranquilo, mas não tímido”, conta. “Riley estava no abrigo há apenas uma semana, quando eu e meu marido decidimos que ele seria nosso!”

Banho de sol no carrinho Crédito: Arickx Photography/Reprodução
Banho de sol no carrinho Crédito: Arickx Photography/Reprodução

Riley tem agora 11 anos, e o amor entre ele e seus “pais” só aumenta. Eles são uma família pequena e muito feliz. Mas, é, claro, as pessoas continuam a pará-los na rua para perguntar quando terão filhos. O casal já tinha visto fotos de pessoas que fizeram álbuns de bebê com seus cachorros, e achou que essa seria uma ideia divertida, caso, um dia, adotassem outro animal. Até o dia em que alguém disse a Chelsea que ela jamais conheceria o amor até ter uma criança. “Não era a primeira vez que passei por isso. Conversei com Jared e decidimos celebrar nosso aniversário de cinco anos de casamento com uma sessão de fotos do tipo. Essa seria nossa resposta a todos que nos perguntassem por futuros bebês.”

 

O casal teve uma repercussão muito boa das fotos e até os pais deles acharam o álbum uma ideia muito engraçadinha. Jared e Chelsea esclarecem que adoram crianças, mas não querem ter filhos, ao menos por enquanto, uma decisão que Riley parece apoiar com entusiasmo. O cãozinho, ironicamente, não é fã de criança. “Ele ama pessoas, exceto crianças”, diverte-se Chelsea.

Me conta uma história, papai? Crédito: Arickx Photography/Reprodução
Me conta uma história, papai? Crédito: Arickx Photography/Reprodução
Família feliz Crédito: Arickx Photography/Reprodução
Família feliz Crédito: Arickx Photography/Reprodução
De noooooovo! Clássica pose: mamãe e papai ensinam o bebê a andar Crédito: Arickx Photography/Reprodução
De noooooovo!  Crédito: Arickx Photography/Reprodução

Brasília mais pet-friendly

Publicado em 16 ComentáriosSem categoria

Depois do sucesso do site, plataforma colaborativa que mapeia lugares pet-friendly lança, neste fim de semana, o aplicativo para celular. Além de estabelecimentos de Brasília, ferramenta traz informações de todo o país

 

Júlia e Igor, acompanhados da Mafalda, a musa inspiradora do Mapadog Crédito: Divulgação
Júlia e Igor, acompanhados da Mafalda, a musa inspiradora do Mapadog Crédito: Divulgação

 

Definitivamente, eles são parte da família. E o brasileiro exige, cada vez mais, estar ao lado do melhor amigo na hora de passear. Uma pesquisa divulgada em agosto pela SPC Brasil mostrou que seis em cada dez tutores sentem falta de espaços pet friendly, como restaurantes, lojas, shopping centers etc. Além disso, 46% deles dão preferência a estabelecimentos onde os animais são bem-vindos.

Em Brasília, aos poucos os empresários se dão conta desse mercado em potencial, e muitos não só aceitam pets como até oferecem mimos para eles. E como encontrar esses locais?

Pensando nisso, o casal Júlia Hueb e Igor Vendas decidiu criar o MapaDog, plataforma colaborativa de mapeamento de locais pet-friendly no Brasil. A ferramenta é um espaço de busca dos locais, das regras de cada estabelecimento e também de indicação de lugares. Já online no site mapadog.com , agora também será lançado o aplicativo no dia 14 de outubro, no MimoBar, em Brasília.

A criação da ferramenta surgiu de uma necessidade pessoal de Júlia e Igor. “Sempre queríamos sair com a nossa cachorrinha, mas não sabíamos onde ela era bem-vinda e nem as políticas e regras de cada local”, conta Júlia. Conversando com amigos que têm cachorros, eles que era também uma demanda de várias outras pessoas. O casal se juntou a Nathalia Lima, uma amiga designer de sites que tinha a mesma necessidade deles e, juntos, criaram o MapaDog.

O site entrou no ar no fim de julho somente com informações de Brasília, mas a receptividade foi tão grande que logo no mês seguinte já começou o mapeamento em outras regiões do Brasil e o desenvolvimento do aplicativo MapaDog.

Os idealizadores do projeto acreditam que a demanda é latente, afinal eles vêm recebendo muitas mensagem nas redes sociais pedindo o MapaDog em outras cidades, pessoas ajudando a mapear voluntariamente em outros estados e muito feedback positivo de quem vem utilizando o site em Brasília.

Graças à repercussão, o MapaDog aumentou sua equipe, e agora conta com um time de advogados um especialista em comportamento animal. Com esse novo time, o MapaDog deu início a algumas parcerias. Uma delas é com a Vai Bem Gelados, que lançará um sorvete pet. Além disso, a empresa Emoticover vai oferecer uma coleção de capinhas para celular “Cidades Pet-Friendly MapaDog”. O MapaDog também está prestando uma consultoria para o Shopping Casa Park para uma readequação das regras pet-friendly e, dessa foram, gerar mais conforto para os clientes acompanhados de pets.

Com o lançamento do aplicativo, o MapaDog,pretende também se tornar cada vez mais uma plataforma colaborativa. Qualquer usuário em qualquer cidade do Brasil poderá cadastrar novos locais, adicionar regras e fotos. Todos os usuários poderão avaliar os locais e “marcar território”, postando um comentário sobre a sua experiência no local.  A ideia é difundir e incentivar o estilo de vida pet-friendly.

O aplicativo estará disponível para IOS e Android a partir do dia 14 de Outubro. E para comemorar o lançamento, quem baixar o aplicativo e se registrar será presenteado pela equipe do MapaDog com o sorvete da marca no evento de lançamento.

SERVIÇO

Lançamento do aplicativo Mapadog, sábado, 14

Local: Mimo Bar (CLN 105) a partir das 16h

 

Cara de um, focinho do outro

Publicado em Deixe um comentárioSem categoria

Você se identifica com seu pet? Isso não é coincidência. Especialistas em comportamento explicam por que cães e tutores costumam ser tão parecidos

Crédito: Reprodução
Crédito: Reprodução

 

Muita gente costuma dizer que os cães são a cara do dono.  Afinal, é comum que tutores identifiquem diversas semelhanças com seus cachorros, como comportamento, reações, manias, expressões, entre outros. O que poucos sabem é que há explicações científicas para tanta semelhança.

O zootecnista e especialista em comportamento animal Renato Zanetti explica que há alguns fatores que determinam o temperamento do pet. São eles: genética, ambiente e aprendizagem. Porém, mesmo esses elementos sendo determinantes para a personalidade do cão, eles não atuam de maneira proporcional.

O especialista explica que, se de uma ninhada, você escolheu um cão esperto, destemido e brincalhão, consequentemente ele tem uma genética muito ativa. Se a sua família é animada, sempre brinca com o cão, e mantém uma interatividade constante com o pet, ele também terá o fator ambiente a seu favor, o  que faz com que continue elétrico. Logo, o cão aprende que sempre que fizer uma “baguncinha”, terá interações e bons momentos com os membros da família.

“Desta forma, o cão conta com a sinergia dos três elementos determinantes para o seu comportamento, (genética, ambiente e aprendizagem) e adquire características semelhantes às do dono”, afirma.

Segundo o especialista em comportamento animal Stanley Coren, autor de diversos livros sobre o tema, há um mecanismo psicológico capaz de explicar por que uma pessoa pode escolher um cão similar a ela. “A resposta é simples, é familiaridade. Nós gostamos do que nos é familiar. Isso explica por que algumas pessoa vão assistir, ano após ano, a mesa ópera, e porque as estações de rádio que toca apenas os clássicos são tão populares. Um cientista demostrou isso de uma forma bem interessante. Ele mostrou a alguns indivíduos uma série de caracteres chineses, sem qualquer tradução. Quando, mais tarde, as pessoas deviam adivinhar o que cada um dos caracteres significava, os que tinham sido mostrados muitas vezes, ou seja, que já eram familiares, tendiam a ser ‘traduzidos’ pelos participantes do estudo com significados positivos e favoráveis”, diz.

 

Renato Zanetti ressalta, ainda, que esse mesmo cães com comportamento diferente dos tutores acabam se adaptando e se assemelhando a eles. “Imagine que um cão geneticamente ativo vá morar numa casa com um casal de idosos, com baixa interação física e pouca interatividade. Toda vez que o cão fica quietinho no colo e no sofá, enquanto o casal assiste TV, por exemplo, ele recebe carinho e outros estímulos. O ambiente é o mais pacato possível, e o cão aprende que sempre há uma recompensa quando está calmo. Ele é o mesmo cão geneticamente ativo, mas em ambientes e aprendizagens diferentes”, afirma.

Os tutores, porém, jamais devem deixar de atender as necessidades naturais do cão. Se eles não têm tempo ou disposição para atividades que desafiem o animal mentalmente e fisicamente, hoje há diversas opções, como passeadores, babás de gatos e creches para cães. Isso garante que o animal se adapte bem à rotina da casa, sem, contudo, deixar de ter as atividades das quais precisa.

 

9 coisas que você não sabe sobre cães e gatos

Publicado em Deixe um comentárioSem categoria

Gatos podem amar demais, cães não abanam o rabo quando recém-nascidos. Aumente seu conhecimento “gatístico” e “cachorrístico” e saia por aí, mostrando todo seu expertise…

Crédito: Reprodução
Crédito: Reprodução

Humanos podem deixar os pets doentes

Não é comum, mas acontece. A gripe “suína”, causada pelo vírus H1N1 pode ser transmitida do tutor para seus gatos, cães e ferrets. Alguns animais, inclusive, já morreram em decorrência. A dica dos veterinários é lavar as mãos frequentemente e dormir em camas separadas quando o tutor estiver doente. Pessoas e cães também podem compartilhar cepas da bactéria E. coli. E a superbactéria MRSA pode se mover de humanos para cães e vice-versa.

Cães detectam hipoglicemia

Pode parecer um episódio do antigo seriado Lassie, mas é verdade. Cães conseguem farejar quedas perigosas nos níveis de açúcar no sangue de seus tutores diabéticos e alertar a pessoa para voltar a si, seja com as patinhas, com lambidas ou latidos. Alguns, inclusive, recebem treinamento e tornam-se cães de serviço para diabéticos. O faro para hipoglicemia tem 90% de acurácia.

Gatos podem amar demais

Especialistas em comportamento confirmam: alguns gatos sofrem de ansiedade da separação, quando longe de seu humano favorito, e pode ser por isso que ele faz xixi nas suas roupas quando você não está em casa. Outros sinais: o gato para, vocaliza ou bloqueia o caminho do tutor até a porta de saída. Deixado sozinho, pode vomitar ou se recusar a comer. Para gatos que amam demais, terapia comportamental com medicamentos anti-ansiedade podem ajudar.

Cães podem aprender 250 palavras

Os cães mais espertos e treinados são semelhantes a uma criança de 2 anos em sua habilidade de compreender a fala humana. Eles chegam a entender 250 palavras. Em média, os cães compreendem 150 vocábulos. Os cachorros mais espertos nesse quesito são border collie, poodle, pastor alemão, golden retriever e pincher. Os menos são borzoi, chow chow, buldogue, basenji e afghan hound. Bem, mas o importante é ter saúde…

Gatos brancos geralmente são surdos

Eles geralmente são surdos de um ouvido ou dos dois. Os mais afetados são os de olhos azuis. Quando apenas um olho é claro, provavelmente ele é surdo apenas desse lado.

O olfato do gato fica na boca

Os gatos têm uma pequena glândula olfativa na raiz da boca, chamada órgão vomeronasal. Para cheirar algo MUIIIIITO BOM, como a urina ou as partes íntimas outro gato, eles abrirão bem a boca. Esse comportamento aparentemente de ferocidade chamado-se de reação de Flehmen, e, muitas vezes, é visto em machos que observam fêmeas no cio.

Filhotes não abanam o rabo

Cachorrinhos não abanam os rabinhos antes de 3 ou até 7 semanas de vida. Eles até provavelmente são capazes de fazer isso, mas estão muito ocupados dormindo e comendo para se incomodarem. À medida que se tornam mais alertas, o abanar do rabo começa a ser visto como um tipo de sinal de linguagem. Quase nunca um cão abana o rabo quando está só.

Gatos não precisam de leite

A não ser, o leite da própria mãe. Oferecer leite de vaca a um gato o fará ter diarreia, pois ele não tem muita lactase, a enzima necessária para digerir o açúcar lactose do leite.

Cães podem se apaixonar <3

A antropóloga Elizabeth Marshall Thomas garante que sim. Ela mesma documentou uma história de amor entre os cães Sundog e Bean no livro A vida social dos cães. De acordo com a especialista, poucos desenvolvem as relações porque são mantidos em cativeiro, como pets, “nascem para fazer o que queremos, e não o que querem”.

Fonte: Pet WebMD

 

 

Vidas que se doam

Publicado em Deixe um comentárioSem categoria

Com recursos próprios e doações, protetoras de Brasília se desdobram para dar uma vida digna a animais resgatados. Para continuar, porém, elas precisam de ajuda

Muita gente se emocionou com a história do Abrigo Flora e Fauna, que já saiu em muitas reportagens do Correio e, agora, foi totalmente reformado pelo programa Caldeirão do Hulk, da Rede Globo. O trabalho de Orcilene Arruda de Carvalho é mesmo maravilhoso e, assim como ela, muitos outros protetores de Brasília doam tempo, dinheiro e amor aos animais. Para dar continuidade a essa nobre missão, eles precisam de ajuda, seja em forma de doações materiais ou de voluntariado.

Conheça algumas dessas histórias.

Rita Lomba criou um santuário para animais resgatados Crédito: Cláudia de Paula/Divulgação

Rita Lomba alugou um terreno, com recursos próprios, e criou um santuário para animais resgatados

Um santuário de amor e proteção

O amor da pensionista Rita Lomba pelos animais também vem de criança e a acompanhou por todos os lugares por onde passou: Bahia, Rio de Janeiro e aqui, em Brasília. Rita conta que, quando pequena, chegou a ter cerca de 30 bichinhos entre cachorros, gatos, galinhas e até patos. “Meu pai era um protetor nato. Herdei dele a paixão pelos animais”, diz. Motivada por essa paixão ela deixou de lado o trabalho como fotógrafa e resolveu abrir um pet shop e um hotel em 2007. Lá, ela já começava a recolher também animais resgatados por pessoas que não tinham onde deixá-los. Foi aí que surgiu a ideia de construir um santuário. Em uma chácara alugada, ela recolhe animais resgatados das ruas ou de maus-tratos. “É para ser um lugar para apoiar outros protetores, com preços mais em conta, para que possam dar conta de ajudar mais.”, afirma. Somando casa e santuário, são cerca de 70 animais acolhidos por Rita. Mas para continuar funcionando o lugar precisa de voluntários e doações. “Hoje recebo apenas 100 reais de doações”, revela Rita.

Frajola em busca de um lar

Frajola foi resgatado anêmico e hoje é um gatinho cheio de vida
Frajola foi resgatado anêmico e hoje é um gatinho cheio de vida

Todas as noites é assim. A aposentada Edwirges Silva, apelidada carinhosamente de Vivi , é vista  circulando pela escuridão das floriculturas da região do Jardim Botânico.  Um desavisado pode até pensar ela é doida – já que a região é perigosa nesse horário – mas seu propósito é muito nobre: alimentar os gatos que lá vivem e que, quando o sol se põe, saem em busca de comida.  A ração é ela quem compra; Edwirges conta que já chegou alimentar  uns 20 gatos e regatou mais de 10 só ali nas floriculturas. Mas não pára por aí. Motivada pelo amor a esses pequeninos, ela já vacinou, castrou, arranjou lares para vários e até levou alguns deles para a própria casa. O mais novo hóspede da aposentada é Frajola. O gatinho foi diagnosticado com o que se chama de leucemia felina. Chegou anêmico e sem forças à casa de Vivi. Depois de muito cuidado e dedicação – são 9 remédios todos os dias – , Frajola já se sente mais forte para brincar com os outros bichinhos de Edwirges. “O Frajola já está esbanjando energia, mas precisa de um lar onde possa brincar e correr para extravasar”, conta ela, que está em busca de um lar para o gatinho.

A paixão pelos animais é antiga. Vivi conta que, quando criança, sua mãe lhe deu dinheiro para que comprasse uma dúzia de ovos. Em vez dos ovos, comprou uma pomba. “Cheguei em casa, corri pra janela e soltei!”, revela. Gatos, ela já ajudou atropelados e abandonados, tanto bebês quanto adultos . “Amar é a Lei Cósmica. Servir é a oração em ação. Então, apenas faço o que o Mestre do Amor Universal pediu: dar pão a quem tem fome, água a quem tem sede. Em todos os reinos: humano, animal e vegetal”, conta.

Paixão

IMG_1530 (mais…)

Dr. Pet ensina a lidar com filhotes

Publicado em Deixe um comentárioSem categoria

O especialista em comportamento animal lembra que ajudar os filhotes a se ambientarem e a se relacionarem desde cedo com a sociedade é fundamental para o convívio com a família

 

Alexandre Rossi ajuda os tutores a lidar com os desafios cotidianos de criar um filhotinho Crédito: Carol Gherardi/Divulgação
Alexandre Rossi ajuda os tutores a lidar com os desafios cotidianos de criar um filhotinho Crédito: Carol Gherardi/Divulgação

Filhotes são fofos, engraçadinhos e enchem a casa de alegria. Mas, como qualquer serzinho que acabou de vir ao mundo, requerem muito mais cuidado que os adultos. Eles precisam aprender muitas coisas, até porque também costumam ser umas pestinhas e não vão exitar em destruir tudo o que acharem pela frente. Afinal, estão explorando o universo.

As dúvidas de quem leva um filhote para casa costumam ser muitas, conta o especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, o “Dr. Pet”, pai da Estopinha e do Barthô. Para ajudar os tutores, ele criou um curso online, lançado no site da empresa Cão Cidadão. Nele, o tutor pode aprender a como educar o filhote no conforto do seu lar e na companhia do seu melhor amigo, sem se preocupar em sair de casa.“Esta é uma experiência real de aprendizado, que ajudará as famílias a ensinarem os seus pets, desde pequenos, a se ambientarem mais facilmente em seus novos lares e a se relacionarem melhor com a sociedade, o que é fundamental para a convivência em família e para a diminuição de casos de abandonos”, afirma Alexandre.

O Dr. Pet lembra que, depois de retirados do convívio com a mãe e irmãos, é natural que alguns filhotes estranhem o novo lar e, com isso, chorem à noite. A proposta de “Passo a passo para educar filhotes de cães é apresentar aos tutores situações como essas, bastante comuns, e orientá-los a como agir, sempre pensando no bem-estar da família e do melhor amigo.

O curso é dividido em nove módulos gravados e aborda, entre outros temas, como ensinar os filhotes a fazerem as necessidades nos locais adequados e evitar que destruam móveis e objetos. O investimento é R$ 48,oo, que pode ser parcelado em até três vezes.

 

Entrevista com Alexandre Rossi:

1) O que as pessoas devem saber sobre um filhote antes de ceder ao impulso de adotar/comprar um?
R: É importante ter ciência de que, nesta fase, alguns comportamentos que os filhotes apresentam e que costumam incomodar, como roer, morder, fazer as necessidades em vários lugares, entre outros, são normais. Mas basta entendê-los e aprender o que é necessário fazer para que tudo fique sob controle e o filhote cresça educado e sabendo o que é esperado dele. E ter paciência e amor para que esta fase seja curtida por todos, filhote e humanos!

2) Quais são as principais dúvidas que os tutores costumam ter sobre filhotes?
R: Como diminuir as mordidas em mãos e pés e também como minimizar a destruição de objetos pela casa, além de como ensinar o filhote a fazer as necessidades em local determinado.

3) Existe uma idade para começar a ensiná-los? Ou quanto mais cedo melhor?
R: Quanto mais cedo melhor! Aliás, no momento em que chegam à nova casa já é possível ensinar várias coisas aos filhotes. Lembrando que o cérebro deles está bastante apto a novos aprendizados, que ocorrem rapidamente!

 

 

 

Serviço

Curso online “Passo a passo para educar filhotes de cães”

Nove módulos: Preparação da casa | Xixi e cocô fora do lugar | Chorar ou latir quando fica sozinho | Morder mãos e pés | Vacina contra medos | Destruição de móveis e objetos | Como inibir comportamentos indesejáveis | Alimentação | Comandos

Investimento: R$ 48 (parcelados em até 3 vezes)

Mais informações em https://goo.gl/FLGwCy