É dos vira-latas que eles gostam mais

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Pesquisa inédita revela que vira-latas são maioria nos lares brasileiros onde há cachorros. Em Brasília, a tendência é igual: 37% dos cães que vivem com tutores na cidade não têm raça definida

 

Maya, 2 anos, foi adotada em uma feirinha de Brasília: amor incondicional Crédito: Arquivo pessoal
Maya, 2 anos, foi adotada em uma feirinha de Brasília: amor incondicional Crédito: Arquivo pessoal

 

Únicos e muito especiais, os vira-latas são a “raça” preferida dos brasilienses. Uma pesquisa inédita do Instituto Qualibest revelou que, da mesma forma que acontece no resto do país, a popularidade dos sem raça definida está em alta no Distrito Federal. Entre os entrevistados de Brasília, 37% disseram que o cãozinho de casa é vira-lata. Na amostra nacional, que inclui 7.084 pessoas de todas as regiões do país, esse índice foi de 41%.

Nos lares brasilienses, depois dos vira-latas, os cães mais populares são pinscher (9%), poodle (8%), lhasa apso (4%), pit bull (3%) e labrador (2%).  As demais raças estão distribuídas entre os 37% restantes. No Brasil como um todo, a tendência é parecida:  poodle (11%), pinscher (7%), labrador (5%), pit bull (3%) e lhasa apso (3%) lideram a preferência dos tutores. O estudo também revelou que, entre os entrevistados, 65% são responsáveis por pets e, desses, 79% têm cães, 39% gatos, 19% aves e 10% peixes.

O estudo também perguntou sobre a saúde dos pets. Em Brasília, 85% dos cães não têm doença, segundo os tutores. Nos dados nacionais, 80% dos cachorros não apresentam nenhum problema de saúde, e, entre aqueles que os têm, as doenças mais comuns são alergia cutânea, dermatite, catarata, sobrepeso e otite. Quando avaliado por raça, novamente o vira-lata se destaca: é o mais saudável do universo da pesquisa, com apenas 15% deles apresentando algum problema no organismo. 

Os dados também mostraram que grande parte dos cachorros foi adotada. Em Brasília, 13% vieram de feirinhas de adoção, e 11% foram encontrados nas ruas. Esse índice é maior entre as classes C e D: 33% dos tutores do país resgataram cães abandonados.

Ana Paula, Bruno e Maya: o casal se apaixonou à primeira vista pela cadelinha Crédito: arquivo pessoal
Ana Paula, Bruno e Maya: o casal se apaixonou à primeira vista pela cadelinha Crédito: arquivo pessoal

A advogada Ana Paula Rodrigues, 40 anos, já teve cães de diversas raças. Desde criança, ela convive com animais: foram 15 até agora, de todos os portes, passando de fila a schinauzer, e incluindo vira-latas. Há dois anos, ela conheceu Maya, uma cachorrinha que já havia sido adotada e devolvida duas vezes. Quando viram a pequenina cadelinha branco e marrom, Ana Paula e o marido, Bruno Rodrigues, não tiveram dúvida. “A gente pensou: ‘É ela!'”, recorda. Não poderia ter sido uma escolha mais feliz. Apaixonada por Maya, a advogada diz que, desde a adoção, a vida da família mudou para melhor. “É impagável ter um dia duro, cheio, e, na hora em que você entra em casa, é sempre aquela overdose de carinho que ela te dá, de graça”, conta.

Ana Paula afirma que optou pela adoção por acreditar que os cães sem raça têm muito menos chance de ganhar um lar. “Parece que o próprio bichinho sente que talvez não tivesse tanta chance, e por isso é extremamente grato”, diz, elogiando a postura dos vira-latas. “Sempre faço uma reflexão de que, para o bichinho, não interessa se tenho cabelo louro, castanho, curto; se sou rica ou pobre. Ele vai me amar do jeito que eu sou, então procuro devolver isso para eles”, ensina.

 

Cuidados

A alimentação do melhor amigo foi outro fator de destaque no levantamento: 12% dos cães que figuram na pesquisa comem a mesma comida que é preparada para o dono/outras pessoas da casa; 32% ingerem ração comum e, 38%, ração específica para seu porte. Em média, os animais são alimentados de duas a três vezes ao dia.

 

Como quem ama cuida, a pesquisa revela que 56% dos entrevistados levam seus cães para vacinação de uma a duas vezes ao ano; 58% levam para o banho de uma a duas vezes ao mês; 34% levam para a tosa uma vez ao mês e 44% compram produtos de higiene uma vez ao mês.

Tutores de pets que “sentem falta de algum produto ou serviço no mercado” alcançam 61% e algumas queixas são: falta de alimentos isentos de conservantes, corantes, sabores artificiais e subprodutos; inovação em produtos e serviços; falta de soluções em diversão e relaxamento; e aplicativos específicos para seus pets.

“Nós estamos sempre de olho nas tendências do mercado para realizar estudos de opinião pública. Nunca vimos tanto lançamento de serviços para o mundo PET e era um assunto que nunca havíamos investigado por conta própria. Tinha também poucos dados de pesquisas disponíveis”, diz Daniela Chammas Daud Malouf, diretora-geral do Instituto Qualibest. 

 

Curiosidades

  • 30% dos cães brasileiros têm porte pequeno (5kg a 10kg)
  • 93% dos labradores são criados em casa (apenas 2% em apartamento)
  • 62% dos Pit Bulls presentes nos lares brasileiros são machos
  • 37% dos tutores de Lhasa afirmam que sempre comemoram o aniversário do cão
  • 34% dos tutores de Poodle ganharam o pet de alguém

 

Veja os dados do DF

Como adquiriu o cão?

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Seu cachorro tem algum problema de saúde?

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Quais desses serviços/produtos você usa? 

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Quer um presente para o pet? Então, corra!

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Ação especial vai sortear 100 pessoas para ganharem um presente especial para o pet. Veja como participar

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O Programa Première – Quem importa vem primeiro, iniciativa da Fundamento Marketing, está lançando uma campanha especial para quem ama pets em Brasília. A Première é uma rede de boca-a-boca com o objetivo de fazer com que influenciadores experimentem produtos ou serviços e compartilhem sua experiência para seus familiares, amigos e colegas, seja pelas redes sociais ou em um bate papo.

Nessa ação, a Première oferece um convite especial aos brasilienses para conhecerem as lojas da Cobasi, recém-inauguradas na capital federal, conferirem de perto e em primeira mão, as novidades e curtirem as vantagens do shopping mais completo para o animal de estimação.

Para participar, basta se cadastrar na Campanha Première e aguardar as informações sobre as próximas etapas. Cem sortudos serão selecionados (de acordo com os requisitos da campanha) para ganhar um presente especial. Não é necessário desembolsar nenhum valor para participar da campanha da Première, pois é totalmente gratuita.

 

Mais informações: http://fundamento.com.br/premiere/

Mil vagas para castração gratuita

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Segunda campanha de 2017 começará em 6 de setembro. Interessados devem se inscrever pelo site ou pessoalmente, na sede do órgão

Veterinários no programa de castração do Ibram. Crédito:   Rodrigo Ramthum/Ibram/Divulgação
Veterinários no programa de castração do Ibram. Crédito: Rodrigo Ramthum/Ibram/Divulgação

Quem não conseguiu vaga para castrar o pet no início do ano pode tentar mais uma vez. O Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) anunciou ontem que abrirá mil vagas para castração de animais na segunda campanha de 2017 do Programa de Manejo Populacional de Cães e Gatos do Distrito Federal.

Interessados devem se inscrever a partir das 10h de 6 de setembro no site do IBRAM ou pessoalmente na sede do órgão (511 Norte). O prazo se encerra em 11 de setembro às 17h.

As cirurgias serão feitas em uma clínica credenciada no Gama. As vagas serão distribuídas em quatro grupos de regiões administrativas e cada responsável poderá inscrever até dez animais. O cadastramento, no entanto, não é garantia de vaga.

Pessoas idosas ou beneficiários de programas sociais do governo de Brasília, que comprovem cadastro no Cadastro Único ou no Bolsa Família, terão prioridade.

Quem for selecionado receberá um e-mail com a confirmação. O tutor, então, deverá entrar em contato com a clínica para agendar a cirurgia no prazo de 15 dias, caso contrário, perde a vaga.

Caso seja preciso remarcar o procedimento, o responsável deverá tratar diretamente com o consultório.

A previsão é que até o fim do ano ocorram outras duas campanhas, em outubro e em novembro.

 

Grupos de regiões administrativas Vagas
Fercal, Santa Maria, Itapoã, São Sebastião, Brazlândia, Estrutural/SCIA, Varjão, Paranoá e Recanto das Emas 370
Gama, Riacho Fundo I, Ceilândia e Sobradinho II 300
Planaltina, Candangolândia, Sobradinho I, Taguatinga, Samambaia e Riacho Fundo II 230
SIA, Jardim Botânico, Brasília, Park Way, Lago Norte, Vicente Pires, Guará, Lago Sul, Águas Claras, Núcleo Bandeirante, Sudoeste/Octogonal e Cruzeiro 100

Documentação exigida para o cadastro

A cópia digitalizada da documentação exigida de ser enviada em formato de PDF, caso a inscrição seja feita pela internet. Cada arquivo não pode exceder 1 MB. Se o cadastro for feito pessoalmente, é obrigatório levar o documento original e a cópia.

  • RG e CPF (ou outro documento com os dois números, como a carteira de motorista)
  • Comprovante de residência em nome próprio ou de algum parente (emitido no máximo 60 dias antes). Nesse caso, é preciso comprovar o parentesco
  • Comprovação do CadÚnico ou do Bolsa Família, se for o caso

Exames complementares e anestesia inalatória

O Programa de Controle Populacional de Cães e Gatos no DF oferece de forma gratuita as operações de esterilização (ovário-salpingo-histerectomia para fêmeas e orquiectomia para machos), além de anestesia injetável.

Se forem necessários exames complementares ou anestesia inalatória, os custos devem ser arcados pelos tutores.

(Informações da Assessoria de Imprensa do Ibram)

Pets também fazem tratamento alternativo

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Palestra gratuita com médica veterinária vai esclarecer tutores sobre as aplicações e benefícios da homeopatia e de tratamentos alternativos e complementares para animais com doenças crônicas

Crédito: Reprodução
Crédito: Reprodução

Muitos tutores têm buscado terapias alternativas e complementares para pets que sofrem de doenças crônicas e, por isso, precisam de tratamento contínuo. Homeopatia, florais, cromoterapia são algumas das ferramentas disponíveis para melhorar o quadro, garantir qualidade de vida e prevenir a evolução de diversos males que afetam cães e gatos. Na próxima segunda-feira, dia 4, uma palestra gratuita vai esclarecer as dúvidas sobre esses tratamentos, dando continuidade ao projeto Ninar –  Grupo de Apoio a Tutores de Animais no DF.

O evento, que tem como tema  “Homeopatia e tratamentos alternativos para animais com doenças crônicas”,  terá a médica Camila Garcia como palestrante e será realizado no Manifesto Coworking (Asa Norte). O projeto não tem fins lucrativos e tem como objetivo reunir pessoas que queiram falar sobre suas experiências, encontrar apoio, ouvir especialistas sobre temas delicados e dividir suas emoções com os outros tutores, contribuindo para o bem-estar das pessoas que passam por uma situação difícil com o seu pet.

As reuniões acontecem toda primeira segunda-feira de cada mês, com entrada gratuita. A cada edição, uma instituição é selecionada para receber as doações sugeridas pelo projeto aos inscritos. O Ninar conta com o apoio da ProAnima, do Meu Pet Natural, do projeto Pense Assim e do Manifesto Coworking.  

A inscrição é gratuita, mas o projeto pede doações especiais para dois animais que estão precisando muito de ajuda: o Bob e o Athos. Os dois têm necessidades especiais e precisam de fraldas, pomadas para assaduras e lenços higiênicos. Veja como ajudar neste link: https://goo.gl/XkadSM

Comunidade online

Além das reuniões mensais, que têm vagas limitadas, os tutores de animais do DF podem participar do grupo online que o Ninar criou no Facebook. O ambiente é um espaço para que os donos de animais possam compartilhar suas experiências, falar sobre as dificuldades durante a tutoria e encontrar apoio de outros com vivências semelhantes. Para participar, acesse este link: https://www.facebook.com/groups/gruponinardf/

 

No Brasil, ainda são raras as iniciativas de apoio aos tutores de animais. Quem precisa contar com espaços desse tipo costuma encontrar dificuldades. A idealizadora do Ninar, a empresária Kadydja Albuquerque, passou por isso quando descobriu o linfoma gastrointestinal incurável de sua gata Nina. O diagnóstico veio acompanhado de um prognóstico ruim e de um tratamento exaustivo físico e emocionalmente para as duas. Quando a Nina faleceu, em junho de 2017, o pouco apoio encontrado foi em um grupo online para tutores de gatos com linfoma nos Estados Unidos e as sessões de terapia para lidar com o luto pela perda do animal querido. “Quando a Nina faleceu, fiquei pensando como ressignificar o vazio, a saudade, e veio a ideia de formar um grupo para ajudar a outros tutores”, explica a empresária.

SERVIÇO

O quê: Reunião do Projeto Ninar com palestra gratuita – “Homeopatia e tratamentos alternativos para animais com doenças crônicas” (médica veterinária Camila Garcia)

Quando: 4 de setembro de 2017

Horário: 19h30

Onde: Manifesto Coworking – CLN 206, Bloco A, Loja 03. Asa Norte. Brasília-DF

Inscrições gratuitas com sugestão de doação de fraldas, pomadas para assaduras e lenços higiênicos. Vagas limitadas.

As inscrições podem ser realizadas neste link: http://bit.ly/ninardf02

 

Redes Sociais do Ninar

Facebook (grupo): https://www.facebook.com/groups/gruponinardf/

Facebook (página): https://www.facebook.com/gruponinar/

Instagram: https://www.instagram.com/gruponinarpet/

 

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Agenda pet

Veja os eventos do fim de semana para levar o melhor amigo:

Sábado

IMG_42429h às 16h – Feira de Saúde Pet em Taguatinga. Palestras sobre saúde, adoção e adestramento animal, com sorteio de brindes. Na ocasião, haverá lançamento e autógrafos do livro Toninho e Seu Fiel Amigo Bolota, escrito por Adriana Araújo e o filho Marco Antônio (foto). Além dos dois autores, o cãozinho Bolota estará lá.

 

 

 

 

Domingo

9h às 15n – Sétima edição da Cãominhada Solidária, no Estacionamento 11 do Parque da Cidade. A inscrição é 1kg de ração para cães ou gatos, que deverá ser entregue no dia do evento na tenda de concentração (apenas ração lacrada de fábrica). Quem quiser adquirir o kit solidário, o custo é R$ 25, além da ração. A renda vai para a castração de animais abrigados.

 

 

 

 

Pets sensíveis e intolerantes a alimentos

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O melhor amigo também pode apresentar sensibilidade e intolerância a determinados alimentos, principalmente frango e carne bovina

 

Pug é uma das raças propensas a intolerância alimentar Crédito: Divulgação
Pug é uma das raças propensas a intolerância alimentar Crédito: Divulgação

Nos últimos tempos, cresceu a atenção sobre intolerância e sensibilidade alimentar em humanos. Pouca gente sabe, porém, que o problema também atinge os cães. Alguns podem apresentar problemas digestivos ou de pele quando consomem alimentos feitos com carne bovina ou frango. Segundo a veterinária Bárbara Benitez, da Equilíbrio e Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimento, raças como pug, shar pei, dachshund, bulldog francês e lhasa apso estão entre as mais propensas a apresentar sensibilidade a algumas fontes proteicas de origem animal “Quando o cãozinho é sensível à determinada fonte proteica, ele pode apresentar sinais como pelo opaco, queda de pelo e sinais gastrintestinais”.

Segundo a médica veterinária, nesses casos, a indicação é um alimento elaborado com ingredientes diferentes, como cordeiro ou peixe. “Essas também são proteínas de alta qualidade e que podem trazer benefícios”, diz.

Intolerância x Hipersensibilidade alimentar (HA) ou alergia

Existe diferença entre intolerância e hipersensibilidade alimentar, como explica a veterinária:

  • Alergia ou HA: resposta imunológica devido à ingestão de alérgenos específicos (proteínas de origem animal). Como as proteínas de origem animal são os principais causadores de alergia e
  • Intolerância alimentar: resposta fisiológica anormal não imunológica que ocorre através de um alimento. Como as proteínas de origem são os principais causadores de alergia e HÁ, nota-se que nas intolerâncias também há benefícios com a mudança da fonte proteica (cordeiro e peixe).

Como saber?

Em geral, a sensibilidade do cão é revelada por meio de sinais, como: pelo opaco, queda de pelo, descamação da pele e fezes diferentes do usual. Quando isso acontecer, é preciso que o animal seja avaliado pelo médico veterinário, para que o profissional verifique qual é o alimento correto indicado.

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Domingo tem cãminhada solidária!

11/09/2016. Crédito: Carlos Moura/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Quinta edição do projeto Cãominhada Solidária no Parque da Cidade.
11/09/2016. Crédito: Carlos Moura/CB/D.A Press. Brasil. Brasília – DF. Quinta edição do projeto Cãominhada Solidária no Parque da Cidade.

Nesse domingo, haverá mais uma edição da já tradicional Cãominhada Solidária Além de um belo passeio com o amigão, essa é uma oportunidade de ajudar animais de abrigos. A inscrição é 1kg de ração para cães ou gatos, que deverá ser entregue no dia do evento, na tenda de concentração. Só vale ração lacrada! O kit solidário custa R$ 25 e inclui  bandana personalizada, produto surpresa da Drogavet e vários outros presentes para o cãozinho. O valor arrecadado será destinado à campanha de castração solidária.

 

LOCAL(concentração): Estacionamento 11 – Parque da Cidade
HORÁRIO(concentração): 9h
PERCURSO: do Estacionamento 11 ao Estacionamento 10
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INSCRIÇÃO (1kg de ração para cães ou gatos)
* A ração deverá ser entregue no dia do evento na tenda de concentração – apenas ração lacrada de fábrica, favor não levar de granel, sacos abertos ou em sacolas de supermercado, obrigada ❤️

KIT SOLIDÁRIO: Doe R$25 + 1kg de ração para cães ou gatos e ganhe um Kit Solidário!!
O kit inclui bandana personalizada do evento, produto surpresa da Drogavet + outros presentes para o seu cãozinho!!
O valor arrecadado com os kits será destinado a nossa campanha de Castração Solidária!

Para adquirir o seu, basta transferir o valor referente a quantidade de kits que deseja para a conta abaixo, enviar comprovante de transferência + nome completo, RG e CPF de quem vai retirar o kit no dia do evento para inscricaocaominhada@gmail.com. A ração deverá ser entregue na retirada do kit, no dia do evento!

BB Ag. 1004-9 C/c 54.821-9
CNPJ: 27.013.034/0001-77
Instituto Casa Verde de Bem Estar Animal

Obs: os kits só podem ser retirados mediante apresentação de documento de identidade com foto e entrega da ração. A ração é muito importante para manter a barriguinha dos nossos aumigos cheia!!
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OBS:
1- Para a segurança de seus cães TODOS devem estar com as vacinas e vermífugos em dia!
2- Não é permitida presença de cadelas no cio.
3- Gatos não serão permitidos no evento. Mesmo que seu gatinho esteja acostumado com cães, não podemos garantir que todos os cães do evento sejam acostumados com gato. Então para evitar o estresse dos animais e possíveis fugas fica PROIBIDA PRESENÇA DE GATOS.
4- TODOS os cães devem estar de guia. Cães de grande e gigante porte devem estar com focinheira.
5- Não esqueça de recolher as fezes do seu animal e mante-lo sempre hidratado!

 

Diversão pro amigão

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Com objetos simples que todo mundo tem em casa, é possível entreter o melhor amigo horas a fio

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Quer se divertir com o melhor amigo? Confira as sugestões da equipe do Cão Cidadão:

Esconda o alimento
Espalhe a ração ou petiscos do animal por toda a casa e faça com que ele os procure. No início, opte por colocar em locais de fácil acesso e que ele encontre com mais facilidade. Conforme for passando o tempo vá dificultando para a brincadeira ficar mais legal. Tome cuidado apenas para não colocar o alimento em lugares indesejados, ou seja, onde você não quer que ele vá.
Faça você mesmo: ração na garrafa pet
Coloque toda a ração do bichinho em uma garrafa pet e faça alguns furos nas laterais, para que ele coma de pouco em pouco e de forma divertida. No começo, faça furos grandes, mas depois diminua-os um pouco para tornar a brincadeira ainda mais interessante. Dessa forma, o animal vai se entreter com a garrafa e terá divertimento.
Pista de obstáculos
Com objetos que você tem casa, crie uma pista de obstáculos para o pet. Vassouras, almofadas, banco, corda, cadeira e pufes são itens ótimos para a realização dessa atividade. A ideia é criar uma “pista” para o seu animal pular, descer, subir, correr.
Para isso, será necessário treinar o bichinho em cada um dos obstáculos separadamente, induzindo-o, com um petisco, a fazer o movimento que você deseja. Por exemplo, para ele passar por baixo de uma cadeira, passe a sua mão com o petisco por baixo dela e faça ele te seguir. Quando ele passar, dê o petisco e elogie-o.
Independentemente de qual seja o desafio, respeite sempre os limites do seu cão e se atente para fazer obstáculos firmes, que não caiam quando forem usados.
Adestramento
Você pode usar o tempo livre para ensinar novos comandos para o pet. Adestrar é uma ótima atividade para entreter a família e, ao mesmo tempo, oferece estímulos físicos e mentais para o animal.
Esses são apenas alguns exemplos de brinquedos e atividades que você pode fazer com o peludo. Use a criatividade para criar algo diferente! Mas, lembre-se, supervisione o animal a todo instante.
Bom divertimento!

 

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Curso com Dr. Pet

Uma das maiores feiras pets da América Latina, a Pet South America, está em sua 16ª edição e contará novamente com a presença da Cão Cidadão, no estande 909, na Rua H. O evento acontecerá entre os dias 15 e 17 de agosto, das 13h às 21h, no São Paulo Expo, em São Paulo.

O zootecnista e especialista em comportamento animal Alexandre Rossi também estará presente na feira para dar palestras sobre comportamento animal, junto com franqueados da Cão Cidadão e de seus companheiros Estopinha e Barthô.

Durante o evento, a empresa vai apresentar o seu trabalho de adestramento em domicílio e consultas comportamentais, além de divulgar o seu modelo de negócio. Alexandre e os franqueados presentes também vão orientar sobre como o trabalho de adestrar e educar o pet pode auxiliar outros profissionais do meio.

 

Sem risco de fraturas

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Saiba como evitar fraturas dentro de casa. Pisos escorregadios e pulos de móveis podem quebrar os ossos de cães de todos os portes

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Um assunto muito comum dentro das clínicas veterinárias são as fraturas, lesões e torções que ocorrem dentro de casa. É bastante frequente casos de cães que se machucam porque ficam pulando de móveis (sofá, cama, cadeira) e do colo dos donos direto para o chão.

Normalmente, as fraturas ocorrem nos ossos rádio e ulna (o antebraço), mas também podem haver lesão nos dedinhos e até machucar o queixo. “Essas lesões são bastante comuns em cães de porte micro e toy, mas também nas raças de estrutura mais delicada, como os galgos”, comenta o veterinário Bruno Lins, da Ortoderm Especialidades Veterinárias, em São Paulo.

Entre as dicas de como adaptar o ambiente para evitar lesões estão: instalação de escadinhas ou rampas (vendidas em petshops) e uso de ceras antiderrapantes.

Saiba mais como prevenir esse problema:

1) Quais tipos de lesões e fraturas um cão pode ter ao pular de móveis e do colo para o chão?
As fraturas mais comuns são de rádio e ulna distal (antebraço) ou de úmero distal (braço), eventualmente pode ocorrer também uma luxação coxofemoral.

2) Qualquer cão corre esse risco?
Os cães mais predispostos são aqueles de pequeno porte, raças pequenas e toy, como pinscher e spitz alemão. E algumas raças mais delicadas (possuem ossos menores), como os galgos.

3) A lesão e a fratura ocorrem pela repetição ou pode ser do momento?
Normalmente, o que ocorre é um trauma de alto impacto, não de repetição. As lesões de reforços repetitivo podem ocorrer, mas elas são menos frequentes e os problemas que surgem são diferentes, como um fechamento precoce de linha de crescimento e desvio angular. Nos cães pequenos, o mais comum são as fraturas por trauma único.

4) Como consigo calcular ou ter uma ideia da altura que meu cão pode pular sem riscos?
Quanto maior a altura, maior o risco. Mas é importantíssimo frisar que isso é bem variável. Para um yorkshire e um pinscher, por exemplo, pular do colo do proprietário já é considerado uma altura grande. Mas já vi na prática clínica o caso de um galgo que caiu de um sofá de 30 centímetros e fraturou o rádio e ulna (antebraço). Então, é bem proporcional ao tamanho, mas qualquer altura para esses cães mais delicados já é um risco.

5) Ficar pulando dos móveis também pode causar lesão de coluna?
Existe uma possibilidade de hérnia traumática, mas a maioria das vezes ela está associada a um processo degenerativo e a um trauma mínimo ou até ausência desse trauma. Pular do sofá acaba sempre colocando um pouco mais de pressão na coluna, mas não é o fator principal para desencadear a hérnia.

6) Pisos escorregadios podem causar que tipos de lesões?
O cão pode ter um trauma ou uma fratura porque ele acaba escorregando e se machuca ou uma lesão de ligamento. Na maioria das vezes, no entanto, esses escorregões acentuam problemas ortopédicos já existentes. Ou seja, sobrecarrega um animal que tenha displasia de quadril ou luxação de patela.

7) Algumas raças podem se prejudicar mais com esses pisos?
Raças de grande porte e cães gigantes normalmente têm mais sobrecarga e podem se prejudicar mais.

8) É possível prevenir essas lesões?
Atividade física de baixo impacto com grande frequência e baixa intensidade podem ajudar, assim como fisioterapia e exercícios aquáticos (hidroesteira).

9) Essas lesões podem ser graves a ponto de precisarem de uma intervenção cirúrgica? Por quê?
Sim, essas fraturas geralmente têm indicação cirúrgica e as lesões de ligamento também. Hoje, o tratamento de fraturas é feito quase que de maneira predominante com cirurgia, para mobilização precoce e um retorno da atividade física mais rápido. Então, normalmente a cirurgia é sim indicada para um prognóstico melhor.
*** Dr Bruno Lins é Especialista em cirurgia, diplomado pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária (CBCAV), com treinamento na Texas A&M University, Louisiana State University e Alameda East Veterinary Hospital e doutorado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IOT-FM-USP).

Cachorra de sorte adotada por turistas

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Ela nem conseguia levantar o rabinho. Mas, hoje, é saudável e feliz

O casal inglês com Kez: segunda chance há milhares de quilômetros de casa
O casal inglês com Kez: segunda chance há milhares de quilômetros de casa. Crédito: divulgação 

Da Agência Anda

Quando os Holden decidiram viajar da Inglaterra à Turquia para fazer turismo, eles jamais imaginariam que voltariam para casa com uma cachorrinha abandonada e desnutrida. Mas foi exatamente o que aconteceu.

O casal passeava pela região com familiares quando se deparou com algo estranho em frente a um mercado que parecia ser uma pilha de lixo, mas que na verdade era a cadela. O animal estava tão fraco que não era capaz de se levantar do chão.

Nicky Holden afirmou que pessoas que passavam pelo local riam dela e de seu marido, que choravam diante da negligência. “Era chocante ver uma cadela naquele estado, precisando de ajuda, e centenas de pessoas passando sem nem prestar atenção. Eles riam de nós sem entender porque nos importávamos tanto com um cachorro de rua”.

A cadela só conseguia abanar o rabo e lamber o casal, grata por receber carinho e atenção. O comportamento do animal fez com que Nicky procurasse ajuda.

Depois de algumas buscas, a cadela batizada de Kez foi levada para o abrigo para cães Mad About Mutts, onde ficou durante cinco meses enquanto seu transporte e documentação eram ajustados para que os tutores pudessem levá-la para a Inglaterra.

Após a aprovação da documentação, Kez foi levada para a sua nova casa onde se uniu aos outros nove cachorros da família. “Ela era muito medrosa no começo, principalmente com homens e pessoas usando bonés ou em bicicletas. Com o passar do tempo e com paciência, ela passou a amar as pessoas e os outros animais, incluindo filhotes e crianças”, contou a tutora.

Cães também têm diabetes

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A perda de peso, o excesso de urina e a ingestão exagerada de água ou de ração são os principais indícios da diabetes mellitus

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A epidemia mundial de diabetes não é exclusividade dos humanos. De acordo com estudos, um em cada 100 cães com mais de 12 anos provavelmente desenvolverá a doença. Pesquisas apontam, ainda, que fêmeas são acometidas duas vezes mais que os machos.

Além desses fatores, também existem raças mais sujeitas à doença, como Schnauzer miniatura e standard, Poodle, Bichon frisé, Foz Terrier, Terrier australiano, Teckel, Beagle, Pinscher miniatura, Golden Retriever, Samoieda, Keeshond, Maltês, Lhasa Apso e Yorkshire Terrier.

O médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, elenca alguns sintomas: “A perda de peso, o excesso de urina e a ingestão exagerada de água ou de ração são os principais indícios da diabetes mellitus e exigem a avaliação de um veterinário”, explica.

Segundo Machado, o tratamento pode ser realizado por meio da insulinoterapia, ou não, e da prescrição de uma dieta específica para o cão diabético: “Alguns alimentos são muito importantes para o auxiliar no tratamento, como as rações que contêm cromo, um mineral auxiliar na absorção celular de glicose. O cromo pode melhorar a sensibilidade à insulina e tem sido utilizado até no tratamento da diabetes mellitus nos seres humanos”, afirma o médico veterinário.