Versão canina de Despacito viraliza

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ONG de adoção faz vídeo com versão canina do megasucesso. No lugar de Despacito, o refrão diz “Tu perrito, quiero que me adoptes y ser tu perrito”. Uma fofura!

“Tu perrito, quiero que me adoptes y ser tu perrito, llevo mucho tiempo soñando contigo, imagino juegos, caricias y brincos”… Assim é o refrão dessa versão mais que especial do sucesso Despacito, feita por uma organização não governamental espanhola, de adoção animal. Em português, a versão diz: “Seu cachorrinho, quero que me adote e ser seu cachorrinho, há muito tempo sonho com você, imagino jogos, carinhos e brincadeiras”. E a música continua: “Quiero llenarte de pelos, que rías conmigo, que me enseñes a sentarme y a darte la patita, la patita, la patita, baby”. (“Quero te deixar cheio de pelos, quero que ria comigo, que me ensine a sentar e te dar a patinha, a patinha, a patinha, baby”.

Todas as fofuras do vídeo estão para adoção na Los Acogidos de Lidia, em Madri. A campanha está fazendo sucesso e, por equanto, Finta e Pinta, estrelas do clip, já conseguiram um lar. Os outros aguardam a oportunidade de dar e receber amor.

A repercussão surpreendeu a responsável pelo tema: já foram quase 200 mil visualizações no Youtube, em uma semana “É espetacular o acolhimento que nossa própria versão de Despacito está tendo! Nos estão escrevendo desde rincões inesperados do planeta, simplesmente para nos contar que os fizemos sorrir”, comemorou Lidia, no perfil do Facebook.

Agenda pet – Especial adoção

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Aproveite o fim de semana para visitar as feirinhas de adoção. Quem sabe o melhor amigo não está à sua espera?

Canela, Milk e Muffin. Crédito: Paula León/Arquivo pessoal
Canela, Milk e Muffin: “Então, conta de novo a história do dia em que fomos adotados?”    Crédito: Paula León/Arquivo pessoal

 

Que tal abrir a casa e o coração para um animalzinho abandonado? Quem já adotou, garante: não há nada melhor que abrigar cães e gatos que, na maioria das vezes, passaram fome e frio, além de sofrerem maus-tratos nas ruas. “Não tem sentimento melhor do que você olhar no fundo dos olhos daquele bichinho e ver a gratidão dele. Gratidão por você ter dito sim a um animal que uma vez (ou até mais) foi negada a ele a chance de ser amado, cuidado, querido. É realmente recompensador esse olhar, essa gratidão que eles carregam dentro dos olhos. Enche meu coração de alegria e amor”, diz a fotógrafa Paula León.

Ela e o marido, Jânio, tinham a yorkshire Cookie quando resolveram aumentar a família. Em uma feira de adoção, conheceram o vira-lata Milk e se apaixonaram. Mas não parou por aí. No ano passado, chegaram os também SRD Canela e Muffin. “Quando olho para a Canela e me lembro dela abandonada ,machucada e arredia, e hoje vejo ela sorrindo feliz com aquele olhar de amor, eu derreto”, diz a fotógrafa.

Para quem quer conhecer esse amor todo, o que não falta é evento de adoção na cidade. Mas jamais adote por impulso: os animais com histórico de abandono não merecem ser rejeitados uma segunda vez. Antes de levar um melhor amigo para casa, converse bastante com os responsáveis pelas feirinhas e veja se, de fato, pode assumir as responsabilidades.

Sábado

— 9h às 14h: Feira de cães e gatos da Atevi no Centro Veterinário Catus, na 408 norte, bloco D, loja 30.

— a partir das 10h: Ferinha de adoção independente na 306 sul,  atrás da petshop Bicho Chique

 

— 11h às 16h: Feira de cães e gatos do abrigo Fauna e Flora, na 108 sul (rua da Igrejinha, ao lado do Di Petti Boutique pet). A ONG também aceita doação de ração, jornais, medicamento, vermífugo, produto de limpeza e artigos para bazar.

Domingo 

— 10 às 16h: Mutirão de Banho e Limpeza do Abrigo Fauna e Flora. Vista roupas leves e confortáveis, leve água e lanche (não há comércio por perto).

 

Para saber como chegar ao Abrigo, acesse: http://studiowebti.com.br/MAPA-Abrigo-Flora-e-Fauna.png

Rota no Google Maps: https://www.google.com/maps/d/viewer…

Endereço: Núcleo Rural Ponte Alta de Baixo – Gama/DF – DF 290, Km 15, sentido Goiânia! Ref – Morro do Cristo Redentor entrar à esquerda, contornar o Morro sempre

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Passeio pet friendly para o fim de semana:

WhatsApp Image 2017-04-22 at 10.13.53O Belini Café, na CLS 114, bloco B, agora é pet friendly! Os animais são bem-vindos na agradável varanda, que fica na esquina do bloco. Para ficar melhor ainda, o café poderia colocar potinhos de água. Bento foi e aprovou!

 

 

 

 

 

 

 

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PARABÉNS, PARABÉNS!

A pinscher Amora fez 1 aninho e comemorou a data em AUto estilo, com os amiguinhos, no Parque da Cidade. De presente, ela ganhou rações, que foram doadas para os animaizinhos de abrigos. Parabéns, Amora! Pelo aniversário e pela bela atitude!

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Cão, rato e gato são melhores amigos

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O trio foi abandonado em um abrigo e, rapidamente, os funcionários perceberam que eles eram inseparáveis. Em três semanas, eles foram adotados em conjunto

 

Sasha, Tweaks e Jack: o trio é inseparável. Crédito: OAHS
Sasha, Tweaks e Jack: o trio é inseparável. Crédito: OAHS

Cães, gatos e ratos são inimigos naturais, certo? Errado. Uma incrível família pet está fazendo as pessoas reverem seus conceitos. O cachorro Sasha, o gato Jack e o rato Tweaks foram adotados junto no abrigo Oshkosh Area Humane Society (OAHS) em Oshkosh, no estado norte-americano de Wisconsin, e simplesmente não se desgrudam.

O trio foi entregue no abrigo no início de março, pelo antigo tutor. “Eles tiveram de se mudar para um lugar menor e não conseguiram ficar com três animais, por isso os trouxeram aqui”, contou Cheryl Rosenthal, coordenadora de comunicação e educação do OAHS ao site The Dodo. “Muitas pessoas pessoas se perguntar do por que de eles terem feito isso, mas nem todo lugar aceita animais, ainda mais três”, explicou.

Quando chegaram ao abrigo, os animais passaram por exames médicos. Jack foi o primeiro. “Ele ficou muito assustado, agressivo e não cooperava com ninguém”, recordou Rosenthal. “Então, uma das pessoas da equipe deu a ideia: Por que não tentamos trazer o cão também? E foi simplesmente incrível. Assim que o cachorro chegou, ele se transformou em um gato completamente diferente. Ficou mais relaxado, sabendo que seu amigo estava lá.”

Ao ver como Jack e Sasha eram próximos, os funcionários do abrigo sabiam que teriam de deixá-los no mesmo recinto. Mas eles não se esqueceram de Twekes! Afinal, o antigo tutor deixou claro que o trio era inseparável. “Nós pensamos: Bem, então temos de trazer o rato. E o fizemos. Assim que o trouxemos, o rato começou a correr ao redor do cachorro, lambendo seu rosto, e logo o cachorro começou a lamber o rato. Então vimos que eles realmente são amigos.” Depois de beijar Sasha, Tweaks se aproximou de Jack.

“O gato estava dormindo, e Tweaks pulou nele, se aconchegou embaixo das patas dianteiras e se deitou, como melhores amigos. Foi incrível”, relatou Rosenthal.  Além de brincar e trocar muitos beijos, o trio compartilha até a comida, o que emocionou os funcionários do abrigo.

Em três semanas, eles conseguiram ser adotados. Kathy Berens e sua filha foram ao OAHS pensando em adotar um gato. “Elas também queriam um cão. Então Kathy nos ouviu falar sobre Tweaks, Sasha e Jack e achou que eles formavam uma família perfeita. Mas a mulher não estava muito certa sobre Tweaks. “Primeiro ela disse que não gostava de ratos. Mas os voluntários disseram que ela deveria conhecê-lo. Ela, mais tarde, me falou que estava muito feliz de tê-lo adotado: ela está apaixonada pelo rato.”

O trio agora mora na zona rural da cidade. “Eles tocaram muitos corações, incluindo o meu. Sou agradecida e me sinto muito privilegiada de fazer parte dessa história”, revelou a nova tutora.

 

 

 

Veja a galeria de fotos do trio:

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Santa fofura! Esse é Frei Bigode, o frade de 4 patas

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Ele foi adotado por franciscanos e se tornou uma celebridade na internet

Crédito: Kasper Mariusz Kaproń Ofm
Crédito: Kasper Mariusz Kaproń Ofm

 

Na tradição católica, São Francisco, que deu origem à ordem franciscana, é o protetor dos animais. Provavelmente, ele adoraria ver o novo frade integrante do Mosteiro de Cochabamba, na Bolívia. Trata-se de Frei Bigode, um schnauzer abandonado nas ruas pelos ex-tutores e resgatados pelos irmãos da ordem.

Os frades ficaram tão apaixonados pelo cachorrinho que mandaram até fazer um hábito igual ao que eles usam. “Batizado” de Carmelo, ele agora é chamado de Frei Bigode porque, quando ordenado, os frades mudam de nome. Claro que isso é apenas uma brincadeira dos religiosos…

As atividades de Frei Bigode não são nada pesadas… “A vida dele é brincar e correr”, contou o Frei Jorge Fernandez ao site The Dodo.  “Aqui, todos os irmãos o amam muito. Ele é uma criatura de Deus”, acrescentou. Os religiosos disseram que, agora, esperam que outros conventos e monastérios se inspirem e adotem bichinhos abandonados.

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“CãoDulas” entram em cena no Brasil Open

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À espera de adoção, seis cadelas vão catar bolinhas em torneio de tênis

CãoDulas à espera de adoção
CãoDulas à espera de adoção

Eles fizeram o maior sucesso no ano passado e, agora, se preparam para entrar em quadra novamente. Os CãoDulas, um time de seis cãezinhos para adoção, vão participar da semifinal do torneio Brasil Open de Tênis 2017. A tarefa não poderia ser melhor: pegar bolinhas! Depois, ainda participam da cerimônia de premiação, que acontece no domingo.

A iniciativa da PremieR Pet tem como objetivo chamar atenção para a causa da adoção pet. Na edição 2016 do torneio, eles ganharam destaque na imprensa internacional, e saíram, com destaque, no The New York Times, no Daily Mail, na Time e na CNN, entre outros. Os quatro cachorrinhos ficaram famosos e foram adotados.

Os time de CãoDulas 2017 é composto por  Cindy, Nanda, Pretinha, Mia, Arlete e Ovelha, cães das ONGs Projeto Segunda Chance (São Paulo, SP) e Cão Sem Dono (Itapecerica da Serra, SP). Além de uma história de abandono e estarem em busca de adotantes, essas “meninas” amam correr atrás de bolinhas.

“São cães que tiveram uma trajetória difícil, sim. Porém, o que queremos evidenciar não é a história sofrida do passado, mas provar que, independentemente do que eles passaram, podem ser grandes companheiros hoje e no futuro”, diz Madalena Spinazzola, diretora de marketing corporativo e planejamento estratégico da PremieR Pet.

Veja como foi a performance das CãoDulas no ano passado:

 

Adotar um animal: Um presente muito especial

adotar um animal
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Adotar um animal de estimação faz muito bem às crianças da casa. Os adultos, porém, devem estar conscientes que terão de assumir os principais cuidados

 

Nesta época do ano, milhares de crianças estão felizes com o presente mais fofo que papai Noel poderia dar: um bichinho. Essa alegria, porém, vem acompanhada de grandes responsabilidades. A primeira atitude quanto ao novo membro da família é levá-lo ao veterinário. O profissional verificará se o pet está saudável e prescreverá as primeiras vacinas e vermifugação.

Outra preocupação imediata é ensinar o pet a usar o “banheiro”, de modo a evitar mau cheiro e sujeira. Para donos de cães que moram em apartamentos menores, o veterinário Edson Júnior recomenda tapetes higiênicos.

“Há várias opções no mercado, incluindo descartáveis e laváveis. Eles têm ferormônios que chamam a atenção dos animais”, explica. Os gatos, por sua vez, costumam se adaptar facilmente à caixa de areia.

À parte o aspecto higiênico, os tutores de primeira viagem logo precisam estabelecer uma rotina de passeios (no caso dos cães). As saídas costumam coincidir com as necessidades fisiológicas dos bichos, mas seus benefícios vão muito além. “Essa regularidade é útil, principalmente, quando o dono do pequeno não pode ficar com a mascote o dia todo e tem que deixá-la sozinha”, esclarece Edson Júnior.

O veterinário alerta ainda para as doenças mais comuns dos filhotes que chegam ao seu consultório: pavavirose canina, cinomose, giardíase canina, entre outras. Ele aconselha aos donos pedir um exame de sangue completo do animal. “Antes de pensar na caminha, na roupinha e no nome, o ideal é correr para o consultório para verificar a saúde do bicho”, aconselha.

 

Adotar um animal: Foto mostra tutora com cãozinho adotado.

Stephany Castro curte a cadelinha Catarinna no Parque de Águas Claras: a shih-tzu foi, literalmente, um presente. Foto: Jhonatan Vieira/@cbfotografia.

 
A cirurgiã-dentista Stephany Castro, 21 anos, ganhou a shih-tzu Catarinna da sua mãe — a mascote anterior a ela, da mesma raça, havia sido roubada há cerca de um ano. Desde que chegou à casa de Stephany, Catarinna é cuidada com todo amor e atenção: as vacinas estão em dia e até a água da tigela é servida gelada em dias de calor. Fazem parte da sua alimentação ração, carne, verduras e petiscos.

Quando Catarinna ficar prenha, Stephany planeja doar os filhotes para seus sobrinhos. “Não daria para qualquer criança, porque temos o hábito de supervisionar e de impor a responsabilidade nelas, o que talvez não ocorra em outra família”, diz.

 

 

 

 

 

                                                                                                    Adestramento

O veterinário Edson Júnior ressalta que não se deve brigar e, muito menos, bater no animal quando ele for custoso. O bicho achará que a “arte” é uma forma de chamar a atenção. “O ideal é ensinar a atitude desejada para o pet e, quando ele agir corretamente, dar petiscos como um reforço positivo”, ressalta. Dependendo do caso, ele aconselha a procurar um adestrador, que saberá identificar os pontos a serem trabalhados.

                                                                                                                                                        

                                                                                                                                                            Fruto de um resgate

A fotógrafa Amina Freitas, 22 anos, tem em casa três cadelas: a Sophia (pinscher), a Zara (labrador) e a recém-adotada Diana (vira-lata). Diana tem cinco meses e um histórico emocionante: a mãe dela foi resgata da rua por uma conhecida de Amina. A cadela, mestiça da raça dachshund, estava prenha. “A mãe da Diana aparenta ter 6 anos de idade. Ela foi acolhida e cuidada até o nascimento dos filhotes. Idosa, tiveram dificuldade de achar um dono para. Infelizmente, ninguém quer adotar um cachorro mais velho”, lamenta.

Imagem mostra mãe e filha com a cadelinha adotada.Adotar um animal
Amina Freitas presenteou a pequena Anya com a adorável vira-lata Diana. Foto: Arquivo Pessoal.

 
Ao saber da história, a Amina Freitas se comoveu e aproveitou a oportunidade para dar um presente muito especial para sua filha, Anya, de apenas 1 ano. “Eu queria muito um filhote para crescer com ela. Fui atrás de diversos grupos de adoção de animais na internet, quando, por acaso, vi a publicação sobre Diana e seus irmãos”, relata.

A vida da Amina sempre foi repleta de cachorros. Quando ela era pequena e filha única, os pais lhe providenciaram companhia canina. A primeira foi Naya, uma cocker que viveu 12 anos. A fotógrafa acredita que a presença de animais é muito importante para a formação e a autonomia das crianças. Porém, sabe que não se dispensa o acompanhamento de um adulto. “As pessoas precisam entender que as crianças não têm capacidade de cuidar sozinhas de animais. Eu dei a Diana para a Anya, que é um bebê, porém a responsabilidade é minha”, garante.

(da Revista do Correio)

Toda ajuda é bem-vinda

abandono de animais: a imagem mostra Daniella Nardelli, fundadora do Projeto de adoção São Francisco.
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Abandono de animais: Esta época do ano, infelizmente, registra a maior taxa de abandono. Tutores irresponsáveis saem de férias e esquecem o bicho. Por isso, este é o mês crítico para os abrigos, que precisam de mais doações que o habitual

 

Durante todo o ano, é triste encarar a realidade de milhares de animais abandonados pelas ruas. A Organização Mundial da Saúde estima que, somente no Brasil, existam cerca de 30 milhões de bichinhos desamparados, sendo que 10 milhões são gatos e 20 milhões, cachorros. Em cidades de grande porte, como Brasília, esse número tende a aumentar justamente durante os festejos de fim de ano — 70% em comparação aos meses anteriores, calcula a ONG Arca Brasil.

Orcileni Arruda, responsável pelo Abrigo Flora e Fauna, confirma esse triste dado.

 

“O problema é que muita gente prioriza seu próprio entretenimento, então, quando chega o fim do ano, com férias e viagens, essas pessoas não pensam duas vezes antes de deixar o animal para trás”, aponta. Infelizmente, também é uma época em que muitas adoções acabam sendo revertidas, apesar de todo o esforço da ONG em conhecer o perfil dos adotantes.

 

Com tantos abandonos, o essencial é que as pessoas ajudem a manter os abrigos em um momento tão difícil e cheio de bichinhos carecendo de atenção e bons cuidados. “Poucos nutrem o amor pelo animal para passar por essa fase, mas, com um pouco de ajuda, podemos proporcionar uma vida de qualidade para esses animais”, completa Orcileni.

Hoje, o abrigo conta com aproximadamente 500 animais. “Investimos muito em trazer suprimentos. Pessoas que estão dispostas a ajudar são muito bem-vindas, pois estamos sempre passando por transformações para comportar todos os animais”, observa a coordenadora. O objetivo é melhorar a condição da chácara para dar mais qualidade aos pets que aguardam a adoção. Na semana passada, foi realizado um bazar natalino para arrecadar doações, como ração, medicamentos, jornais ou tapetes higiênicos.

O Projeto Adoção São Francisco tem o diferencial de contar com diversos lares temporários, em vez de um único ambiente. Daniela Nardelli, uma das responsáveis pela iniciativa, que hoje cuida de cerca de 120 animais, não deixa de destacar que o momento não é favorável para adoção. “Se não fôssemos tão rigorosos, poderia dizer que a procura por adoções aumenta, mas por impulso. Não é uma boa adoção, pois, ano que vem, nas férias, esse animal vai estar na rua de novo.” A ideia de ter um bichinho de estimação não deve nunca acontecer no entusiasmo do momento — é importante que as pessoas estejam conscientes das responsabilidades envolvidas. Para Daniela, a ajuda das pessoas com diferentes doações é essencial.

A Pet Adote, uma associação fundada com o intuito de dar suporte clínico a animais abandonados, também conta com lares temporários que ajudam os bichinhos. Alda Oliveira, a coordenadora, continua se espantando com a irresponsabilidade dos tutores nesta época do ano. “As pessoas vão viajar e não têm lugar para deixar o animal. Então, escolhem abandonar. Isso é comum, mas não deixa de ser frustrante”, desabafa. Ao longo do ano, são organizados eventos para promover doações, mas durante as festividades natalinas é que as campanhas são fortalecidas, justamente para compensar a superlotação do abrigo. “Este mês, realizamos um natal solidário para arrecadar ração e medicamentos, que são essenciais.”

Todos os projetos de proteção animal precisam de doações. Alguns têm pontos de coleta, o que facilita a vida de quem quer ajudar, mas tem dificuldade de entregar os suprimentos. Doações em dinheiro também são bem-vindas. Em razão das festas, as feiras de adoção já se encerraram. Porém, em janeiro, elas já estão de volta.

 

Como ajudar

Abrigo Flora e Fauna
A petshop Di Petti, na 108 Sul, recolhe doações diariamente. Além disso, quem quiser doar diretamente no abrigo, tem acesso à chácara no último domingo de todo mês para um mutirão.

Banco do Brasil (Orcileni Arruda de Carvalho, responsável)
Agência: 1239-4 / variação: 51
Conta: 40059-9

No site vakinha.com.br, também é possível doar qualquer quantia.
Para quem quiser pesquisar mais sobre o abrigo:
https://www.facebook.com/abrigofloraefauna
http://www.abrigofloraefauna.org.br/


Projeto Adoção São Francisco
As lojas Cia da Terra recebem doações durante todo o ano, mas quem quiser doar diretamente ao grupo, pode entrar em contato por Facebook, e-mail ou site.

Banco do Brasil (Projeto Adoção São Francisco)
Agência: 3475-4
Conta: 33.383-2

Para saber mais sobre o projeto:
adocaosaofrancisco@gmail.com
http://projetoadocaosaofrancisco.blogspot.com.br/
https://www.facebook.com/projetoadocaosaofrancisco


Pet Adote
A clínica Pet Adote, no Paranoá, recebe todos os tipos de doações. Para quem não tem disponibilidade de ir até o local, a associação conta com colabores que se prontificam em recolher suprimentos em todos os endereços do Distrito Federal. Para isso, basta entrar em contato com a equipe.

Conheça o projeto:
https://www.facebook.com/petadotee/
(61) 3532-9449 e 98441-5236
Endereço: Quadra 24, Conjunto A, Lote 11, Loja 02, na Avenida Transversal do Paranoá.

Adoção de animais: Confira as feiras do fim de semana

Confira as feiras de adoção de animais
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Adoção de animais nesse fim de semana

Abrigos do DF realizam várias feiras de adoção de animais neste fim de semana. Agora só não adota quem não quer.

imagem mostra cartaz de feira de adoção de bichos

Feira de adoção de bichos do Abrigo Flora e Fauna

sábado 15/10 das 11h às 16h

108 sul

 

 


imagem mostra cartaz de feira de adoção de bichos

 

Feira de adoção de bichos e campanha de prevenção do câncer de mama em animais

do Projeto São Francisco

sábado 15.10 das 10h às 15h

SIA trecho 2, ao lado da Gravia

 

 


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Feira de adoção de bichos da  Atevi

sábado 15.10 das 09h às 15h

CLSW 101,bloco A, loja 42

 

 

 


imagem mostra cartaz de feira de adoção de bichos

Feira de adoção de bichos do Abrigo Flora e Fauna

Domingo 16/10 da 11h às 15h

SIA trecho 2, ao lado da Gravia

 

 

 

Os animais são amigos tão agradáveis: não fazem perguntas, não criticam.

George Eliot

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Adotar um pet: Até parecem de pelúcia

imagem mostra crianças com seus pets.Adotar um pet
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Adotar um pet é um presentão para as crianças. Além de encantar, os bichinhos  contribuem para uma vida mais sadia

 

É comum as crianças pedirem um bichinho de estimação “de presente”. Preocupados com o trabalho e a responsabilidade resultantes da adoção, os pais nem sempre cedem. Há, porém, um bom argumento para aumentar a família: os pets colaboram para o desenvolvimento da inteligência emocional infantil.

A bióloga Deborah Villeth é defensora dessa tese. Mãe da Beatriz, 10 anos, e da Mariana, 7, tem, atualmente, seis cachorros em casa. “Desde que minhas filhas eram bebês, elas convivem com cães e gatos. Sempre que posso, resgato, cuido e doo animais. Já cheguei a ter 13 em casa”, revela. Deborah cresceu rodeada de mascotes e contou com a compreensão dos pais, pois queria levar para casa todos os animais abandonados que encontrava.

Graças a essa influência, as filhas da bióloga convivem muito bem com animais desde bebês — ao chegar da maternidade, as duas foram apresentadas e acolhidas pelos pets. “Elas amam. Abraçam, brincam de vestir, de mamãe e filho… Por vezes, digo que os cachorros sofrem na mão delas. Elas fazem das pobres os melhores brinquedos”, brinca.

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Foto: Arquivo Pessoal. Beatriz e a gatinha Síria.

O carinho não é apenas com os cães. Apesar do preconceito que ainda cerca a relação entre gatos e bebês, a família tinha uma gatinha chamada Síria, que demonstrava muita paciência com a Beatriz. As duas eram grandes companheiras — a menina ficava agarrada à felina como se fosse pelúcia — e sempre assistiam à televisão juntas. Além de todo o amor desenvolvido entre as crianças e os pets, é sabida que a interação proporciona liberação de endorfina, dopamina e outros hormônios que reduzem a ansiedade e relaxam os humanos.

Segundo estudo realizado pela Universidade de Oklahoma, crianças que convivem com cães de estimação têm menos probabilidade de sofrer de ansiedade infantil. Para Deborah, os benefícios são óbvios, a começar pelo senso de responsabilidade — as filhas ajudam nas tarefas que envolvem os pets e, quando estão em locais públicos, se preocupam em recolher as fezes dos animais. Quando veem, por exemplo, pessoas gritando ou puxando as guias das mascotes, pedem para a mãe intervir. “Sinto muito orgulho da empatia que elas têm e não consigo imaginar nossa casa sem bichos.”

Daniele Vilas Boas é especialista em psicologia infantil explica que a relação entre crianças e bichos de estimação pode trazer grandes recompensas. Mesmo os bebês se beneficiam com o estímulo e interagem engatinhando e emitindo sons. “Não tem por que estipular uma idade específica para introduzir um bichinho na família, já que a troca afetiva e a sensação de bem-estar são enormes”, defende. “O maior aprendizado que posso citar em relação a essa interação é o de se colocar no lugar do outro. A criança aprende novas linguagens, como a corporal e a gestual — isso amplia a capacidade de percepção.”

O médico veterinário Paulo Henrique Lino concorda e completa: “Os animais favorecem muito a evolução das crianças. Elas se tornam mais sociáveis e menos introspectivas — desenvolvem sensibilidade e respeito ao lado humano e animal”. É uma forma de ajudar a criança a não ser somente cuidada, mas a ter noção de como é cuidar de alguém. É o caso da filha da professora Rosalina Bernardo. Ana Beatriz, 9 anos, faz da shih tzu Lucy sua grande companheira. “Ela sempre amou animais, principalmente cachorros. As duas fazem tudo juntas. Brincam, passeiam, dormem na mesma cama. Acho ótimo porque ela também está sempre disposta a ajudar com as obrigações da cadelinha. O senso de responsabilidade dela hoje é outro”, comenta a mãe.

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Foto: Arquivo Pessoal. . Ana Beatriz e sua cadelinha Lucy.

Lucy está na família há dois anos e meio e conquista a todos. Antes dela, aos 4 anos, Ana Beatriz teve outro cachorrinho. Por ser seu primeiro contato com um bichinho de estimação, a menina era encantada pelo animal. “Os dois eram ainda mais próximos. A troca de carinho era imensa, e vejo que foi ótimo para estimular a fala e tudo mais.” Paulo Henrique explica que os pets podem ser um ótimo estímulo à linguagem infantil. “As crianças são sempre encorajadas a chamar o pet pelo nome ou mandar sentar, por exemplo.”

De acordo com um estudo realizado pela Universidade da Califórnia, os pequenos que convivem com cães melhoram consideravelmente as habilidades em leitura. A explicação científica envolve um mundo de sonhos — segundo os especialistas, quando na presença de um cão, as crianças pensam estar lendo histórias para o animal, esquecendo-se do seu próprio aprendizado. Dessa forma, o estímulo torna-se completamente satisfatório. Por presenciar os benefícios em sua própria casa, Rosalina Bernardo não hesita em incentivar outras famílias a adotar uma mascote. “Sempre falo para as mães terem bichos em casa. Muitas relutam porque dá trabalho, mas é ótimo e vale super a pena, principalmente por conta da companhia e da alegria”, resume.

Para Ana Beatriz, que é filha única, a cadelinha tem um papel ainda mais importante. “As crianças têm nos animais um companheiro, alguém para quem podem contar tudo sem medo de serem censuradas. Tudo se resume a um novo conhecimento, a lidar com as diferenças e as deficiências. É possível notar o desenvolvimento do senso humanitário desde cedo, com valores como bondade e altruísmo”, detalha a psicóloga Daniele Vilas Boas. Apesar de todos os benefícios, é importante ressaltar que a adoção ou compra de um bicho de estimação deve ser feita de forma consciente. A família e a criança devem levar em consideração os gastos e o trabalho envolvidos, para que não haja abandono posteriormente.

 

Bom para a saúde

Além de estimular a inteligência emocional das crianças, animais de estimação também têm influência comprovada na saúde dos pequenos. Pesquisas da Universidade de Melbourne apontaram que as crianças que tiveram algum tipo de animal até a idade de 5 anos, posteriormente se tornaram mais resistentes a algumas doenças. Enquanto isso, aquelas que não tiveram a experiência eram mais propensas a desenvolver alergias e infecções respiratórias.

Outro ponto interessante é que presença de bichinhos combate o estresse. Donos de cães ou gatos tendem a apresentar frequência cardíaca e pressão arterial significativamente mais baixas se comparadas àqueles sem animais de estimação. Outro estudo, este publicado no American Journal of Public Health, revelou que a exposição ao ar livre nos passeios com cães pode reduzir os sintomas do deficit de atenção em crianças.

Socorro! Elas precisam de um lar e muito amor

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De vez em quando, aqui no Blog Mais Bichos, chegam histórias comoventes. Escolhemos essa manhã de sábado para para tocar seu coração, caro leitor.
Essas duas mocinhas aí embaixo são mãe e filha. Lindas, saudáveis e castradas,
não conseguem ficar longe uma da outra, o que torna a sua adoção muito mais difícil.
Nas tentativas já feitas, chegam a adoecer, param de comer e partem o coração de qualquer um,
como nos relatam as responsáveis pelo Projeto Rua Nunca Mais.
Foram resgatadas na rua há um ano, numa tarde chuvosa.
Chamam-se Suri, 2 anos, e Gabi, a filhota, uma formosura de 1 ano.
cadelinhas cópia
Contato pelo WhattsApp: (61) 9 9974-4889
Projeto Rua Nunca Mais

Patricia Queiroz e Ana Paula Ferreira – Caipi Violet