Feira de adoção no sábado

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Interessados em levar um novo amigo para casa poderão escolher entre cães e gatos disponíveis. É preciso ter mais de 18 anos e assinar um termo de compromisso. Não se esqueça: adoção é coisa séria!

Me adota? Crédito: Divulgação

 

No próximo sábado, dia 13/04, a partir das 9h, aqueles que estão pensando em adotar um cachorrinho ou não resistem à carinha linda dos bichanos terão a oportunidade de levar para casa um novo amigo. Na ocasião, a clínica veterinária Salud Pet, na Asa Sul, promoverá uma feirinha de adoção, além de um café da manhã para clientes e amigos.

Os interessados em levar para casa uma dessas fofuras devem ter mais de 18 anos e assinar um termo de adoção. E tem mais: os bichinhos que forem adotados terão descontos especiais para vacinação e castração na clínica. Quem não pode adotar um novo amigo mas, ainda assim, tem interesse em ajudar, poderá fazer a doação de um saco de ração que será levado às ONGs para contribuir com os outros animais.

Feira de adoção Salud Pet

Data: 13/04

Hora: de 09h às 13h

Local: Clínica Salud Pet – CLS 408, bloco c, loja 7-B

Entrada: Franca

Classificação: Livre

Higiene bucal evita diversas doenças

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Oitenta por cento dos animais com mais de 3 anos têm doença periodontal. A inflamação pode desencadear problemas sérios nos rins, fígado e coração

Crédito: Reprodução

 

Tutores e a própria população desconhecem, ou ignoram, que doenças bucais possam gerar graves problemas para os pets. Da mesma forma que os humanos, os cães também precisam de cuidados extras diários para manter a saúde bucal. O mau hálito é um indício de que o animal pode estar sofrendo de doença periodontal, um mal que atinge 80% dos cães com mais de 3 anos de idade. Além disso, essa mazela pode desencadear complicações sérias para o animal, como perda de dentes e migração de bactérias para rins, fígado e coração.

Por este motivo, os cães devem ser submetidos ao exame oral regularmente, especialmente se apresentarem algum dos 4 fatores de risco abaixo:

  1. Ter mais de 3 anos de idade.
  2. Ter cálculo dental (tártaro).
  3. Apresentar dentes mal posicionados.
  4. Demonstrar salivação excessiva.
  5. Apresentar dificuldade de mastigar o alimento.

Um estudo realizado pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, da Mars Petcare, mostrou que cães pequenos e idosos são mais suscetíveis à doença periodontal. Publicado na BMC Vet Research, a pesquisa analisou a progressão da doença em cães da raça Schnauzer Miniatura e descobriu que, sem higiene oral eficaz e frequente, a doença periodontal se desenvolveu rapidamente e avançou ainda mais de acordo com a idade do animal.

Os cães pequenos, por possuírem dentes proporcionalmente grandes se comparados ao reduzido tamanho e espaço de sua boca, têm predisposição ao acúmulo de placa bacteriana, o que favorece a formação de tártaro e, consequentemente, o mau hálito.

Mas o risco vai além da boca, que facilita a entrada de bactérias na corrente sanguínea e pode acarretar outras complicações à saúde do animal, afetando inclusive órgãos vitais ou mesmo causando malefícios às articulações.

Escovação dos dentes é fundamental: aprenda como fazer

Pontos onde há placas merecem cuidado redobrado Crédito: Reprodução

A escovação diária dos dentes do cão é necessária a partir dos 6 meses de idade, porém, o hábito a este cuidado pode começar logo cedo, ainda nos primeiros meses de vida. O Médico-Veterinário tem o papel de orientar o tutor sobre a forma correta de realizar a higiene oral. Associar a escovação a um estímulo positivo, como uma brincadeira, um passeio ou um carinho, ajuda na aceitação dessa ação rotineira pelo animal.

Confira, abaixo, 7 dicas que podem ajudar muito:

1) A pasta dental veterinária tem um sabor agradável para os cães e facilita a escovação, mas seu uso não é obrigatório, pois a fricção da escova já é suficiente para limpar os dentes.

2) Utilizar, com delicadeza, uma escova dental com cerdas macias evita lesões. As escovas para humanos podem ser utilizadas, porém as versões veterinárias têm a vantagem da ergonomia, pois são desenvolvidas conforme a anatomia oral dos cães.

3) A pasta dental para humanos não é recomendada porque o teor de flúor presente nelas é tóxico para os animais.

4) O cão deve estar bem acomodado. Carícias e mimos ajudam a deixá-lo receptivo à escovação.

5) A escova necessita estar posicionada a um ângulo de 45° em relação à superfície dos dentes para que as cerdas penetrem suavemente no sulco gengival. Movimentos circulares são corretos.

6) A escovação deve ser iniciada pelos dentes posteriores (do fundo), pois os cães tendem a aceitar melhor se comparada à escovação quando iniciada pelos dentes da frente.

7) Para habituar o animal, pode-se iniciar escovando apenas a face externa de alguns dentes posteriores e aumentar a quantidade de dentes a cada sessão. À medida que o cão se acostumar com o hábito, vale iniciar a higienização na superfície interna também.

Tosa sem coceira

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Tosou e o animal ficou todo empolado e com coceira? Isso pode ser sinal de uma inflamação da pele, relacionada à fricção da lâmina. Falta de higiene no local da tosa também interfere. Veja o que fazer

É importante escolher com cuidado o local da tosa do amigão Crédito: Freepik/Divulgação

 

A tosa em pets pode ter funções estéticas, de higiene e até mesmo ajudar no tratamento de alguns problemas. No entanto, muitos tutores reclamam de alergias e irritações na pele, que são percebidas depois do procedimento, é o que explica o veterinário Jorge Morais, fundador da rede Animal Place. “Frequentemente aparecem feridas na face ou na região próxima às partes íntimas do animal e os tutores descrevem como alergia à lâmina de tosa”, explica.

Acontece que lâmina é feita de aço cirúrgico, material hipoalergênico usado também na fabricação de próteses utilizadas em pets e humanos. “Não existe alergia a esse tipo de material, o que pode surgir é uma inflamação de pele relacionada à fricção da lâmina associado a falta de higiene ou cuidado dos profissionais na hora de fazer a tosa”, afirma o especialista. Pensando nisso, Morais dá algumas dicas para os tutores avaliem os lugares antes de decidir onde levar o animal e lembra que qualquer reação diferente, o ideal é sempre consultar um veterinário.

Dar banho antes de realizar a tosa pode diminuir a incidência do problema. Segundo Morais, se o funcionário do pet shop passar a lâmina nas patas, por exemplo, e essa mesma peça for usada em áreas mais delicadas do corpo do animal, pode haver contaminação. “Essa parte do corpo geralmente fica mais suja, com terra, lama, poeira e outros resíduos”, explica. “Outro erro é reutilizar a lâmina que teve contato com a região próxima ao ânus onde há maior concentração de bactérias”, acrescenta. Também é preciso secar bem o animal, em temperatura média para prepará-lo para a tosa.

As lâminas utilizadas na tosa podem se aquecer  durante o trabalho, causando pequenas queimaduras no corpo dos pets. “É preciso que o profissional esteja atento e faça a troca do equipamento assim que o objeto começar a aquecer, usando  um intervalo ainda menor de tempo” em animais de pelo longo, detalha o veterinário.

Morais recomenda ainda a utilização um kit de lâminas previamente higienizado. “É preciso trocar o kit de ferramentas e fazer a limpeza e o resfriamento das lâminas com produtos específicos para este fim, nunca utilizando o mesmo material em outros animais”, alerta o veterinário. “A lâmina utilizada para a tosa higiênica (próxima às partes íntimas) nunca  deve ser a mesma utilizada no corpo e na face do bichinho”, finaliza.

Feira de adoção no Rio

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Rede de supermercados faz feira de adoção em parceria com ONG que recolhe animais nas ruas do Rio de Janeiro

Feira de adoção é uma ótima oportunidade para levar um novo amigo para casa 

Prezunic realiza, nessa quinta-feira (28/2), uma feira de adoção de animais no estacionamento da loja no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. O evento acontece em parceria com a ONG SOS Animal, que realiza o acolhimento de cães e gatos de forma responsável e acolhe os bichos, proporcionando todo o tratamento necessário para que eles sejam adotados, após tomarem banho, passarem por castração, vacinas, vermífugos e receberem alimentação adequada.

Quem quiser se candidatar deve comparecer ao estacionamento da loja no Recreio, nessa quinta-feira, das 10h às 17h, e preencher um formulário para a verificar o perfil de cada família. Como em qualquer processo de adoção, é fundamental que os candidatos a adotar reúnam as condições necessárias.

A proposta da feira de adoção é proporcionar aos animais a chance de ter um lar que ofereça carinho, proteção, acompanhamento veterinário e espaço suficiente para brincar, entre outros fatores. Tudo isso é checado antes da adoção.

Serviço:

 Feira de Adoção Prezunic

Dia: Quinta-feira, 28 de fevereiro
Hora: Das 10h às 17h
Local: Estacionamento do Prezunic Recreio

Endereço: Avenida das Américas, 16.100 – Recreio dos Bandeirantes – RJ

Cachorrada na folia

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Shoppings e lojas organizam bailinhos para pular o carnaval ao lado do melhor amigo

Luke Skywalker vai pular o carnaval de Popeye

Quer curtir um bailinho com ao lado do melhor amigo? Confira a programação:

— Pátio de Diversões: 23/02 e 24/02; e 3/3 no Pátio Brasil, das 14h às 18h. No evento, terá atrações para toda a família. No dia 23/2, haverá “Cãocurso de fantasias”.

— Carnaval do Armazém Rural: 23/02, das 9h30 às 12h30, na loja da 205 norte. Várias atividades para a cachorrada

— CarnaDog: 23/02, às 16h, na Vila Tarêgo (SMPW QD 05). Marchinhas, concurso de fantasia mais criativa, feira de adoção e novidades do mercado pet. Também terá ensaio fotográfico, degustação de produtos, comida natural (como cookie de granola, mamão e iogurte e sorvetes); Tudo isso para os doguinhos. Além da presença ilustre de vários instagramers de quatro patas. Informações: @vilatarego

— Pet folia do Venâncio: 23/02, das 10h às 13h, no Shopping Venâncio. Concurso de fantasia e estúdio de fotografia pets.

Dicas

Resolveu cair na folia com o pet? O veterinário Jorge Morais, da rede Animal Place, dá seis dicas para aproveitar esses momentos com segurança.

– Hidrate o animal com água constantemente

Ande com vasilhame e água potável, oferecendo sempre que possível para evitar a desidratação pelo calor.

– Escolha os horários mais frescos
Evite andar com o pet em horários em que as temperaturas estão mais altas, entre 12h e 15h, visto que o calor pode queimar as patinhas do bicho no asfalto ou gerar hipertermia.

– Passe protetor solar

Cães e outros pets também desenvolvem câncer de pele e sofrem com queimaduras por exposição solar. Compre um produto específico para animais e espalhe principalmente nas orelhas, focinho e costas.

– Guia adequada e identificação na coleira

A guia é a segurança do tutor para evitar que o animal se perca ou se machuque em locais movimentados. O melhor modelo é aquele que deixa o pet mais confortável, assim como a placa de identificação, que deve conter nome e telefone do dono.

– Fantasia na medida certa

Se planejou uma fantasia ou adereço para o seu pet, certifique-se que a mesma seja confortável e não cause nenhum incômodo. Glitter e tintas não devem ser usados, pois podem gerar reação alérgica.

– Atenção redobrada

Fique atento ao comportamento do animal. Muitas vezes eles não se sentem confortáveis em ambientes movimentados e com música alta. Sintomas ou reações adversas podem identificar um problema e ajudar a prevenir outros.

E para aqueles que preferem passar o feriado longe da folia, o Morais ainda recomenda que os tutores tenham os mesmo cuidados com seus bichos, evitando qualquer risco que possa estragar os dias de folga.

* Quem for levar o pet para a folia pode comprar fantasias com desconto. A Cuponomia tem cupons de desconto para fantasias compradas online na Petlove na na Cobasi. *

Faça a fantasia do pet

Quer aprender a fazer a fantasia do seu pet? A DogHero, aplicativo que conecta pais de cães a passeadores e anfitriões que hospedam o cachorro em casa, em colaboração com o Box Joaninha, separou uma sugestão es de fantasia para os cachorros colocarem o bloco na rua.

Confira abaixo o passo a passo:

 

Fantasia de sushi

Para fazer essa fantasia você vai precisar de:

– Molde sushi

– Fita métrica

– Feltro laranja

– Feltro verde

– Feltro branco

– Feltro preto

– Pelúcia macia

– Enchimento

– Velcro

– Cola especial de tecido

– Lápis preto

– Tesoura

 

Montagem:

1. Desenhe um peixe em papel para servir como molde. O comprimento do peixe não deve ser maior que o das costas do seu cãozinho;

2. Recorte o molde e risque o contorno sobre o feltro laranja;

3. Recorte o feltro, e repita estes passos para ficar com dois salmões de feltro laranja;

4. Agora use o molde para medir o feltro verde: corte o comprimento deixando o rabo do salmão para fora, e então corte a largura deixando um respiro de 2 a 3 dedos nas laterais;

5. Corte a pelúcia macia seguindo o comprimento do feltro verde, mas sem o respiro das laterais;

6. Cole a pelúcia macia no centro do feltro verde (deixe a cola secar por 24hrs);

7. Com a tira de feltro branco, meça até o meio do salmão na posição ilustrada, corte outro do mesmo tamanho e posicione em formato “V”;

8. Repita o processo por mais três vezes e depois cole os 4 “v” brancos no feltro laranja;

9. Com a fita métrica, meça a circunferência da barriga do cão e corte o feltro preto nessa medida, deixando 3 dedos a mais para colar o velcro (se preferir, pode deixar essa faixa mais estreita);

10. Cole as partes do velcro como na imagem abaixo (deixe secar bem antes de mexer);

11. Cole uma parte do salmão na outra e deixe um pedaço para colocar o enchimento;

12. Depois de seco (24h depois), recheie o salmão e cole a abertura (espere secar pelo menos 1 hora antes de colocar no seu cãozinho);

13. Pegue o feltro verde e picote as duas laterais fazendo uma franja;

14. Com tudo pronto, posicione o salmão sobre o “arroz com alga” como ilustrado, e coloque a faixa preta por cima de tudo;

15. Posicione nas costas do seu cachorro e prenda com o velcro;

16. Se preferir, pode colar as três partes juntas para a fantasia ficar mais estável;

 

Cuide do coração do pet

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Sinais de alerta dos cães podem auxiliar no diagnóstico precoce das doenças cardíacas

Crédito: Divulgação

Com impactos diretos na saúde e expectativa de vida dos animais, as doenças cardíacas apresentam sintomas silenciosos, que, muitas vezes, passam desapercebidos. Por isso, é imprescindível que o tutor consiga identificar alguns sinais de alerta do pet para procurar ajuda.

Para auxiliar os tutores, a Médica Veterinária e Gerente de Produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec, listou os sete sinais mais comuns apresentados por cães cardiopatas.

  • Tosse: Por conta da cardiopatia a irrigação sanguínea é prejudicada, o que exigirá um esforço maior do coração. Isso, pode gerar problemas respiratórios que serão evidenciados através de uma tosse seca e constante.

  • Dificuldades respiratórias. Qualquer alteração no padrão respiratório do pet é um sinal de alerta. No caso de problemas cardíacos, o animal pode apresentar falta de ar, respiração acelerada, dificuldades respiratórias, suspiros, entre outros.
  • Desmaios: As alterações respiratórias podem prejudicar a oxigenação no cérebro, e isso, estimulará desmaios. Caso o animal perca a consciência é necessário buscar ajuda imediata do veterinário 
  • Fadiga excessiva: Sinais de cansaço extremo ou fraqueza após qualquer atividade, indisposição para passeios, brincadeiras ou exercícios, são algumas das alterações comportamentais apresentadas por cães cardiopatas

  • Alterações alimentares: Perda de peso repentina associada a falta de apetite extrema são sinais que podem estar ligados as cardiopatias e são alertas importantes.
  • Alteração comportamentais: Isolamento, dificuldades para dormir, inquietação, entre outras alterações comportamentais merecem atenção e podem ser indícios de problemas cardíacos.
  • Inchaço: As doenças respiratórias podem causar edemas no corpo do pet. Entre as áreas mais comuns estão abdômen e patas.

“É importante reforçar que qualquer mudança repentina no comportamento do pet deve ser comunicada ao veterinário. Dessa forma, o profissional avaliará o animal e realizará os exames necessários para identificar qual patologia está afetando o cão. No caso das doenças cardíacas, o diagnóstico precoce é imprescindível, pois o tratamento irá auxiliar no aumento da expectativa de vida do cão” finaliza Priscila.

 

NYC tem Museu do Cão

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Depois de 30 anos, coleção de fotos, pinturas e esculturas, entre outros itens, volta a ser exposta em um museu totalmente dedicado ao melhor amigo do homem

Galeria do Museu do Cão, em Nova York
Por John Biers, da AFP
Os cães raramente são homenageados em museus, embora às vezes tenham seu lugar ao lado de pessoas famosas: o Museu do Cão abre suas portas nesta sexta-feira em Manhattan e oferece a eles o papel principal, refletindo uma cidade onde são frequentemente tratados como reis.
O novo museu, financiado pela associação profissional de criadores American Kennel Club – que anualmente organiza o famoso concurso de beleza canino Westminster Dog Show – apresenta mais de 2.000 pinturas, fotos, esculturas e outros itens dedicados aos cães.
Entre aqueles no centro das atenções, os fiéis companheiros dos presidentes americanos. Como a pintura de “Millie”, a springer spaniel inglesa de George e Barbara Bush.
Ou uma tela tocante intitulada “Silent Sorrow”, que ilustra a tristeza do fox terrier do rei Edward VII, após a morte repentina de seu tutor inglês em 1910.
– Coleção esquecida – 
Este novo museu marca o retorno a Nova York, em maior escala, de uma pequena coleção reunida em 1982.
Em 1987, o American Kennel Club a transferiu para St. Louis, no Centro-Oeste, em instalações maiores. Mas o museu, longe dos circuitos turísticos, estava longe do sucesso.
Ao repatriar a coleção para Nova York, a organização de criadores espera seduzir os muitos amantes de cães da capital financeira norte-americana, conhecidos pelo cuidado com seus cães: é comum ver cachorros passeando em carrinhos de bebê, ou vestidos no inverno com roupas em caxemira.
O novo museu também pode esperar atrair alguns dos milhões de turistas que visitam todos os anos os muitos museus em Nova York.
“É ótimo para mostrar uma coleção que definhava no escuro”, disse à AFP o diretor executivo do museu, Alan Fausel, que antes era especialista em arte canina junto a casas de leilões.
Algumas das telas, tão precisas quanto uma fotografia, permitem documentar a evolução das raças, para o grande interesse dos criadores.
“Eles olham para as pinturas como se fossem para competições de criação, seus comentários são sobre anatomia, morfologia (…) de forma alguma sobre a qualidade da tela”, aponta Fausel.
As obras, exibidas em dois andares de um edifício moderno da Park Avenue, refletem algumas das grandes tendências da pintura canina: trabalhos pré-vitorianos destacam o lado selvagem e agressivo do animal; o século XIX, no entanto, reflete a idade de ouro do retrato, tanto para animais quanto para humanos.
No século XX, a fotografia eclipsou a pintura, com famosas fotos de temática antropomórfica do artista americano William Wegman, ou retratos de astros caninos da sétima arte, como Lassie.
O museu, acessível por US$ 15 por adulto, inclui painéis interativos para entreter tanto quanto informar: um deles permite que os visitantes vejam qual raça de cão mais combina com sua fisiologia.
Há também dicas de adestramento e uma biblioteca reunindo cerca de 15.000 livros e documentos. E um aplicativo para smartphone detalhando os trabalhos em exibição.
O museu espera atrair cerca de 100.000 visitantes por ano no primeiro ano, talvez mais por meio de exposições temporárias destinadas a um público amplo, diz Fausel: ele está preparando uma retrospectiva dedicada aos cães de Hollywood e outra dedicada a cães presidenciais.

Conselho de Veterinária resgata animais em Brumadinho

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Veterinários já resgataram 36 animais, que estão sendo encaminhados para uma fazenda, onde recebem tratamento

Vitinho, cão que quase foi soterrado e faz vigília perto do local onde morava Crédito: Alexandre Guzanshe/EM

Coordenada pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MG), a equipe da Brigada Animal realiza, na manhã de hoje, uma reunião de planejamento das ações de resgate e tratamento de animais em Brumadinho.

As ações contam com a participação de 30 profissionais, entre médicos-veterinários, zootecnistas e voluntários, e também com a parceria da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Anclivepa Minas, da Sociedade Mineira de Medicina Veterinária e  do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).
Segundo a Brigada Animal, até o momento, foram resgatados 36 animais, que estão sob os cuidados dos especialistas em suas respectivas áreas. Os animais estão sendo encaminhados para uma fazenda, onde passam por triagem e recebem os primeiros tratamentos.
Para ajudar animais de Brumadinho como Vitinho (foto), um cão que quase foi soterrado pelo rompimento da barragem, tarólogos do coletivo Oráculo Solidário estão recebendo doações de ração, brinquedo e tapetes higiênicos, que serão enviados a autoridades que as transportarão ao local. O evento acontece nesse sábado, de 11h30 às 20h.

 

Cuidados com o pet no calor

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As altíssimas temperaturas desse verão são ainda mais prejudiciais aos pets que aos humanos. Saiba como garantir o bem-estar do melhor amigo durante os passeios                                    

Crédito: Arquivo pessoal

 

O calor não está fácil para ninguém, quanto mais para os amigos de quatro patas que, por viverem mais próximo ao solo, sentem mais os efeitos do mormaço que sobe do asfalto e da calçada. Veja as dicas do veterinário René Rodrigues Júnior, da fabricante de alimentos Magnus, para garantir um passeio confortável para os pets. 

 

  • Um dos primeiros pontos que se deve ter cuidado é com a temperatura do piso, seja do asfalto, do concreto e até mesmo da areia da praia, já que os cães podem sofrer ferimentos graves nos coxins, ou seja, nas almofadinhas das patas. O ideal é sempre realizar o passeio em horários mais frescos como no início da manhã ou no fim da tarde. Além disso, a hidratação do animal não deve ser esquecida. Ofereça água constantemente ao cão durante o passeio.
  •  Além de todos esses cuidados, é preciso ficar atento também o quanto seu parceiro consegue passear. Pode ser que ele não esteja adaptado para passear a quantidade de tempo que queremos. Um detalhe importante é checar a coloração da língua do animal. O ideal é que ela esteja sempre com um tom rosado – se estiver muito escura ou arroxeada, é sinal de que ele fez muito esforço, para evitar isso mantenha seu cãozinho sempre com a respiração tranquila, evitando que ele fique ofegante e com excesso de salivação.
  •  E para aqueles tutores  que gostam de praticar exercícios físicos como corrida ao ar livre, junto com o cão, é muito importante fazer uma adaptação e um aquecimento de início, correndo primeiro alguns minutos no dia e nunca de uma vez só.
  • Para se ter um passeio efetivo, a duração pode variar de acordo com o tamanho do cão. Para os de pequeno porte, o ideal é realizar a caminhada até uma hora por dia. Já para os maiores, o tempo pode se estender um pouco mais, principalmente para aqueles animais que possuem muita energia e são mais elétricos.
  • Não podemos esquecer que é preciso ficar de olho em cães braquicefálicos, ou seja, aqueles de focinho achatado como o Bulldog Francês ou Boxer. Essas raças contam com uma capacidade respiratória menor, por isso, o cuidado com a prática de exercícios físicos deve ser redobrado.

 

Pets precisam de companhia

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Conselho Federal de Medicina Veterinária alerta que, nas férias, os pets que não vão viajar com tutores precisam de companhia. Deixá-los sozinhos pode, inclusive, caracterizar maus-tratos

Crédito: @harlowandsage/reprodução do Instagram

 

Chega o período de férias escolares, as famílias aproveitam para viajar com as crianças, e os pets que não que seguem junto com os seus tutores precisam de cuidados. De acordo com a médica-veterinária e integrante da Comissão de Bem-Estar Animal, do Conselho Federal de Medicina Veterinária Liziè Buss, a recomendação é que os animais não fiquem sozinhos e tenham sempre a companhia de uma pessoa ou de um outro pet.
Os animais domésticos, no geral, são sociáveis: “Eles gostam e evoluíram para viver em grupo”, afirma Liziè.. Por isso, ela ressalta que a solidão para os cães pode ser problemática, mesmo que por poucos dias.
Para não deixar os pets sozinhos, existem creches e hotéis, bem como os cuidadores que visitam a casa do tutor em períodos do dia e/ou noite para fazer companhia e alimentar os animais durante a ausência da família.
Também existem os produtos e jogos de enriquecimento ambiental, que ajudam a manter o animal ocupado nos períodos em que ele fica sozinho, reduzindo a ansiedade.
Exercícios também ajudam bastante, pois “os animais gostam de trabalhar pelo seu alimento”, assegura Liziè. Passeios, caminhadas e brincadeiras antes de deixar os animais sozinhos são recomendados, pois eles se cansam e conseguem relaxar um pouco mais.
A médica-veterinária destaca que os cães que são muito sensíveis devem ter treinamento adequado para que possam se adaptar à rotina moderna das famílias e possam ficar alguns períodos sozinhos.
“É preciso ensinar os animais a ficarem sozinhos e, para isso, é importante que os tutores contratem adestradores positivos e tenham um plano de treinamento adequado, de forma a educar o animal a permanecer sozinho e confortável por algum tempo”, recomenda.
Danos
Segundo Liziè, os animais que não socializam acabam tendo uma série de problemas, como demonstração de agressividade com outros animais e/ou com pessoas; ansiedade de separação, algumas vezes até necessitando de tratamentos medicamentosos; situações que podem gerar mutilações; e desespero e comportamento de pânico.
“São situações que podem interferir na qualidade de vida da família e também da comunidade, que muitas vezes se deparam com cães que uivam e choram o dia inteiro ou tentam fugir”, diz a médica-veterinária.
Mas a especialista alerta que os animais, assim como nós, têm dias de tédio, de frustração. “Não é porque em algum momento o cão gritou, chorou, uivou, que isso necessariamente é maus-tratos”.
De forma geral, o que a médica-veterinária afirmaque manter os animais em isolamento social, sendo negligentes com relação a necessidade de expressar comportamentos naturais, de criar vínculos emocionais, de carinho, atenção e socialização são condições que, inclusive, podem ser caracterizadas como maus-tratos.

(Da Assessoria de Comunicação do CFMV)

Veja o que diz Liziè Buss, integrante da Comissão de Bem-Estar Animal, do Conselho Federal de Medicina Veterinária: