Ler antes de morrer e Nuvem literária: conheça as booktubers dos canais literários

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Isabella Lubrano e Juliana Cirqueira não tinham muita noção do que era possível fazer no YouTube até criarem um canal e começarem as postar vídeos com resenhas de livros. Aos poucos, as meninas viram o número de inscritos crescer para além dos três zeros. Foi uma surpresa. Ganhar fama como booktuber falando de livros em um país no qual se lê, em média, quatro livros ao ano, deixou Isabella e Juliana espantadas. Hoje, elas fazem sucesso com as resenhas, têm milhares de seguidores e, sobretudo, retorno das leituras propostas nos vídeos. As booktubers participam, nesta segunda (20/08) e nesta terça (21/08), de encontro com leitores no Espaço Z da 4ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura (BBLL).

Julián Fuks: “Brasil não refletiu sobre seu passado autoritário”

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Julián Fuks acredita que a multiplicidade pode fazer da literatura um discurso importante no cenário sociopolítico e esse pode ser um dos temas do debate de hoje – Democracia em tempos sombrios: o romance como resistência – no Livre! Festival Internacional de Literatura e Direitos Humanos. O autor paulistano divide a mesa com Beatriz Leal, de Mulheres que mordem.

Conheça seis autores que participam de eventos literários em Brasília

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O segundo semestre começou com boa notícia para quem gosta de literatura. Este mês e no próximo, a cidade recebe três eventos nos quais a leitura, os livros e os autores são tema de uma programação que traz o melhor da literatura brasileira contemporânea. Já em cartaz, a Eu leitor convida o público a descobrir, de forma lúdica, o mundo […]

Clarice, de Roger Mello: o poder da leitura

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Nada foi pensado ou planejado, mas é sintomático que Roger Mello lance seu Clarice logo agora. O novo livro do escritor, nascido e criado em Brasília, traz a história de uma menininha cujo nome foi inspirado em Clarice Lispector e cuja vida na Brasília da década de 1960 ou 1970 está condicionada aos efeitos da ditadura. Com lançamento neste sábado (19/05), às 16h, na Fnac (Parkshopping), Clarice é um presente para Brasília e um alerta para o Brasil. É sobre o poder da leitura e dos livros o novo livro de Mello.

Tiago Ferro fala de luto sem clichês em “O pai da menina morta”. Veja a resenha

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O pai da menina morta não é um livro autobiográfico. O autor, Tiago Ferro, publicou o relato autobiográfico sobre a morte de sua filha de 8 anos em 2016. Foi um belo e corajoso texto sobre o luto e Ferro achou que poderia continuá-lo quando embarcou em O pai da menina morta, em maio de 2017, um ano após a morte de Manuela. Mas o livro tomou outro rumo. Se tornou uma resposta a um momento em que a parte mais dura do luto estava encerrada, aquela em que a vida retoma e é preciso ressignificar o cotidiano para continuar encarando o mundo. E o negócio é que Tiago Ferro não faz isso de uma maneira banal.

Da escravidão à Lava Jato: sociólogo pensa o país de forma particular

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O problema do Brasil não estaria na corrupção herdada dos portugueses, mas na escravidão. Não estaria na maneira como fomos colonizados e sim na estrutura do sistema escravocrata implantado por aqui. E estaria, sobretudo, na desigualdade gerada por um projeto de país que, para funcionar, precisa manter grandes distâncias entre as classes pobres e as abastadas. Jessé de Souza não é unanimidade, mas é voz que tem sugerido uma nova maneira de olhar para os problemas brasileiros.

Cinco autoras contemporâneas para você conhecer no Dia da Mulher

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No Brasil, as mulheres representam 51,48% da população. São maioria, segundo dados do IBGE de 2015. Mas esse número cai drasticamente quando se trata de livros publicados e da quantidade de escritoras no país. De acordo com pesquisa da Universidade de Brasília (UnB) que analisou as publicações de grandes editoras brasileiras nos últimos 49 anos, mais de 70% dos livros publicados são assinados por homens. No entanto, as mulheres escrevem. E muito. Os números do mercado editorial têm várias explicações, entre elas o preconceito de que mulheres escrevem sobre assuntos femininos e o fato de muitas terem menos tempo para a escrita porque são responsáveis por duplas jornadas de trabalho.