Drogas, imigração e conflito de gerações no novo livro de Carol Bensimon

Crédito: Companhia das Letras/Divulgação. Escritora Carol Bensimon.
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Carol Bensimon passou um tempo no Norte da Califórnia para escrever O clube dos jardineiros da fumaça. Alugou uma cabana no condado de Mendocino, três horas ao norte de São Francisco, exatamente no Triângulo Esmeralda, região conhecida pela plantação de maconha. Passou seis meses por lá e cultivou uma verdadeira intimidade com o lugar. Esse é um dos atrativos do […]

Clarice, de Roger Mello: o poder da leitura

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Nada foi pensado ou planejado, mas é sintomático que Roger Mello lance seu Clarice logo agora. O novo livro do escritor, nascido e criado em Brasília, traz a história de uma menininha cujo nome foi inspirado em Clarice Lispector e cuja vida na Brasília da década de 1960 ou 1970 está condicionada aos efeitos da ditadura. Com lançamento neste sábado (19/05), às 16h, na Fnac (Parkshopping), Clarice é um presente para Brasília e um alerta para o Brasil. É sobre o poder da leitura e dos livros o novo livro de Mello.

Mudanças no Prêmio Jabuti: menos categorias e participação de independentes

Fernanda Gomes Garcia, diretora da CBL, Luis Antonio Torelli,  presidente da CBL, e Luiz Armando Bagolin, curador do Prêmio Jabuti
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O 60º Prêmio Jabuti 2018 teve o número de categorias reduzido, mudanças na escolha dos vencedores e na seleção do júri e acréscimo de duas novas modalidades. Em coletiva realizada nesta terça (15/05), o presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Luís Antonio Torelli, e o curador do prêmio, Luiz Armando Bagolin, anunciaram uma reforma que definem como “racionalização” do prêmio. “Uma das novidades, que vem ao encontro do que a CBL prega, que é essa coisa de conquistar mais leitores, é que a gente também inclui no Jabuti 2018 o prêmio para a formação de leitores”, avisa Torelli.

Tiago Ferro fala de luto sem clichês em “O pai da menina morta”. Veja a resenha

Crédito: Renato Parada
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O pai da menina morta não é um livro autobiográfico. O autor, Tiago Ferro, publicou o relato autobiográfico sobre a morte de sua filha de 8 anos em 2016. Foi um belo e corajoso texto sobre o luto e Ferro achou que poderia continuá-lo quando embarcou em O pai da menina morta, em maio de 2017, um ano após a morte de Manuela. Mas o livro tomou outro rumo. Se tornou uma resposta a um momento em que a parte mais dura do luto estava encerrada, aquela em que a vida retoma e é preciso ressignificar o cotidiano para continuar encarando o mundo. E o negócio é que Tiago Ferro não faz isso de uma maneira banal.