Voz sedutora: 5 dicas pra chegar lá

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Uma voz clara e harmoniosa não cai do céu. É conquista. Medidas simples fazem milagres. A mais apreciada: água. Hidratação, hidratação e hidratação é a regra. Outra: bocejos. Eles distendem as pregas vocais. Outras mais: o M pronunciado com ressonância nas bochechas (poupe a garganta). Bem-estar e bons pensamentos. Exercícios diários ajudam – e muito. Sem necessidade de academia ou tempo extra, podem ser feitos […]

Crase: comprar à prestação

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É um pega pra capar. De um lado, países europeus. Eles dizem que o Brasil desmata a floresta amazônica sem compaixão. De outro, o governo brasileiro, que nega a acusação. Afirma que ninguém preserva tanto o meio ambiente quanto o Brasil. No bate-boca, a Alemanha decidiu cortar ajuda que faz para preservar aquele paraíso verde. Bolsonaro esnobou: “A Alemanha vai parar de comprar a Amazônia […]

Ordem direta: por quê?

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Na leitura rápida, a memória funciona a curto prazo. É como quando alguém diz a placa do carro ou o número do telefone. Para não esquecê-los, temos duas saídas — repeti-los muitas vezes, ou anotá-los. Mais: a cabeça retém melhor o que vem primeiro. Daí a importância da ordem direta. Na frente, o mais significativo. Atrás, o secundário. Sujeito + verbo + complemento é a […]

Crase: objeto direto, adjunto adverbial e superdica

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“A crase não foi feita pra humilhar ninguém.” A frase de Ferreira Gullar fez escola. José Cândido de Carvalho adaptou-a para o sinalzinho de pontuação responsável por um mar de vítimas. “A vírgula”, escreveu ele, “não foi feita pra humilhar ninguém”. É verdade. Uma e outra têm papel definido. Contribuem para a clareza da mensagem. Dois casos servem de exemplo. Um Circula na internet uma […]

Clareza: colocação dos termos

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“Bolsonaro repete que nazismo é de esquerda no Museu do Holocausto”, escreveu O Globo em chamada de capa. Leitores ficaram com a pulga atrás da orelha. O nazismo só seria de esquerda no Museu do Holocausto? Não. Mas o texto diz que sim. Qual o problema? A colocação do termo “no Museu do Holocausto”. Pra acabar com a ambiguidade, ele tem de ser separado. Há […]

Seu e sua: xô!

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George Simenon escrevia romances policiais pra lá de instigantes. O segredo dele: “Livro-me de todo vocábulo que está na frase só para enfeitar… ou atrapalhar”. O homem faxinava o texto. Cortava palavras. Quais? Seu e sua. Eles são aparentemente inofensivos. Mas causam senhores estragos. Sabe por quê? Às vezes, dão duplo sentido à declaração. Acontece, então, o que Mário Quintana sintetizou: “Você pensa uma coisa. Escreve […]

Voz clara e harmoniosa: 5 superdicas

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Uma voz clara e harmoniosa não cai do céu. É conquista. Medidas simples fazem milagres. A mais apreciada: água. Hidratação, hidratação e hidratação é a regra. Outra: bocejos. Eles distendem as pregas vocais. Outras mais: o M pronunciado com ressonância nas bochechas (poupe a garganta). Bem-estar e bons pensamentos. Exercícios diários ajudam – e muito. Sem necessidade de academia ou tempo extra, podem ser feitos […]

Falsa crase

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Nem sempre o grampinho resulta da fusão de dois aa. Às vezes, a clareza fala mais alto. Apela-se, então, para a falsa crase. Usa-se à. É o caso de vender à vista. Aí, não ocorre o encontro dos dois aa. No tira-teima, fica clara a ausência do artigo: vender a prazo. Por que o à? Para evitar mal-entendidos. Sem o acento, poder-se-ia entender que se […]

Estilo enxuto: xô, artigo indefinido

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Um texto limpo não cai do céu. Nem salta do inferno. Nasce de trabalho, humildade, desapego. E muita faxina. Como diz o outro, 10% de inspiração e 90% de transpiração. A escrita agradável tem muitos segredos. Um deles: fugir do artigo indefinido. Um, uma, uns, umas fazem estragos. Tornam o substantivo impreciso e molengão. Mais ou menos como Sansão sem cabelo. Quer ver? Fugitivos africanos […]

Seu, sua: livre-se da praga

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Os possessivos seu e sua são aparentemente inofensivos. Mas causam senhores estragos à frase. Sabe por quê? Às vezes, dão duplo sentido à declaração. Você diz uma coisa. A pessoa entende outra. Ou fica confusa. É o caso do diretor que tinha o secretário que os chefes pedem a Deus. Ele chegava entes da hora. Saía depois. Almoçava ali mesmo, ao lado do computador. De […]