Crase — diquinhas

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Você viu? Circula na internet texto pra lá de criativo. Chama-se “As rimas da crase”. Você leu? Ei-lo: 1. Diante de masculino, crase é pepino. 2. Diante de ação, crase é marcação. 3. Palavras repetidas, crase proibida. 4. A + aquele, crase nele. 5. Vou a, volto da, crase há. 6. Vou a volto de, crase pra quê? 7. Diante de cardinal, crase faz mal. […]

Eu cabo? Eu caibo?

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Caber é cheio de irregularidades. Respeitar as manhas de tão instável criatura exige atenção plena. A mais importante é o cuidado com a conjugação. Guarde as formas: caibo, cabe, cabemos, cabem; coube, coube, coubemos, couberam; cabia, cabia, cabíamos, cabiam; coubesse, coubesse, coubéssemos, coubessem; couber, couber, coubermos, couberem; cabendo; cabido.  

Presentear — manhas da conjugação

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Oba! É Dia da Criança. O verbo mais conjugado pela meninada? É presentear. Com ele, todo o cuidado é pouco. No presente do indicativo e no presente do subjuntivo, o nós e o vós agradecem. Mas dispensam o i. Assim: eu presenteio, ele presenteia, nós presenteamos, vós presenteais, eles presenteiam; que eu presenteie, ele presenteie, nós presenteemos, vós presenteeis, eles presenteiem.