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“O objetivo é compor para fazer um governo de coalizão”, diz Jofran Frejat, convidado do CB.Poder

Publicado em CB.Poder

O pré-candidato do PR ao Palácio do Buriti, Jofran Frejat, foi o entrevistado desta segunda-feira (11/06) no programa CB.Poder. Durante a conversa, transmitida ao vivo pela TV Brasília e pelo Facebook do Correio Braziliense, o ex-secretário de Saúde falou sobre o desafio de atrair e acomodar aliados na formação da chapa. Para Frejat, a pulverização de candidaturas de direita será negativa.

 

“Se começar a dividir e a apresentar vários candidatos, a tendência é haver segundo turno. No segundo turno, fatalmente haverá negociação. Quem tiver a caneta e o poder na mão vai ter uma facilidade muito maior de negociar do que quem estiver fora”, argumentou. Frejat tenta atrair para a sua coligação outros pré-candidatos ao governo, como Eliana Pedrosa (Pros), Alírio Neto (PTB) e Izalci (PSDB).

 

Jofran Frejat também falou sobre o desafio de atrair o PDT para seu grupo político. Deputados distritais do partido querem se juntar a Frejat. Mas o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, declarou na semana passada que uma união com o PSB do governador Rodrigo Rollemberg é o centro da estratégia nacional. “Eles (PDT) precisam dizer ‘eu quero participar, eu quero entrar’. Porque se não for assim, não tem como avançar nas conversas”, argumentou.

 
“O objetivo é compor para fazer um governo de coalizão, com todo mundo discutindo. Ao invés de ficar fatiando e negociando, a ideia é a gente ter apoio na Câmara Legislativa, na Câmara Federal e no próprio Senado de gente que esteja compondo porque Brasília não aguenta mais esse tipo de separação”, finalizou.

  • Ikaro Henrique

    A especialização aquei é em censura prévia.

  • Ronaldo

    NÃO VOTEM EM NENHUM POLÍTICO QUE JÁ OCUPOU CARGOS!
    VAMOS RENOVAR TOTALMENTE A POLÍTICA!!!

  • Jacynto Rego

    Quando Frejat diz “governo de coalizão” o que eu leio é “governo fisiológico”, composto por indicações políticas para todos os cargos, que leva inevitavelmente a incompetência e corrupção. Ou seja um governo como o dos seus padrinhos, Roriz e Arruda.