Acusado de estupro no réveillon não será indiciado

Publicado em Sem categoria

Após quase 45 dias de investigação, a Polícia Civil decidiu que não há elementos para indiciar o vigilante Wellington Monteiro Cardoso, acusado de estuprar uma jovem na noite de réveillon, durante uma festa na Asa Norte. A estudante de 24 anos fez uma denúncia nas redes sociais, em que descreveu o suposto estupro. A Delegacia de Atendimento à Mulher, que investigou o caso, concluiu que não há provas para pedir o indiciamento de Wellington.

 

“Testemunhas ouvidas indicaram que houve um prévio envolvimento das partes ainda dentro da festa e que eles deixaram o local de mãos dadas, fato que se contrapõe à versão apresentada pela vítima”, diz o documento de conclusão do inquérito.

 

O caso ganhou visibilidade após a jovem de 24 anos narrar momentos de terror sofridos na madrugada de 1º de janeiro. Segundo o relato, ela estava no evento The Box – Reveião, que ocorreu no Setor de Clubes Norte, quando teria sido coagida por um segurança, que a levou para um estacionamento e a estuprou. “Era mais de meia-noite, eu estava dançando com um amigo perto da entrada, quando fui abordada por um dos seguranças, que me coagiu a sair da festa. Eu realmente não entendi o motivo e, mesmo alcoolizada, só atendi por ser uma figura de autoridade do local. Havia uma área de terra onde alguns carros estavam estacionados entre o cerrado. Eu estava completamente vulnerável, com muito medo. Um dos carros estava estacionado de ré para o cerrado, então atrás do carro só havia vegetação. Ele me virou de costas e, sem a menor cerimônia, me estuprou”, contou a estudante.

 
O segurança alegou inocência. Wellington confirmou ter mantido relações sexuais com a jovem, mas disse que o ato foi consentido e que a jovem não estava embriagada. Em entrevista ao Correio, ele deu sua versão para o caso. “Ela estava com dois rapazes se insinuando, se esfregando, curtindo a festa e eu fiquei olhando. Ela ficou olhando pra mim. Com aquela troca de olhares, ela veio até mim e se esfregou em mim, passei a mão nela. Eu já tinha beijado o pescoço dela, conversado com ela. Aí perguntei para ela se ela queria ir comigo até o lado de fora da festa. Depois tivemos relação sexual”, garantiu o vigilante.

 

  • kelly

    Concordo plenamente. Pra mim ele é um péssimo elemento, como marido, pai de família e trabalhador,
    mas acho que não houve estupro.
    Até porque pelo jeito a moça bebeu demais e pode estar esquecendo de detalhes, como qualquer pessoa que jpa bebeu demais sabe do que estou falando.

    • Balder Redlab

      É quem lhe dá o direito de julgar o mesmo. Esqueci sua pessoa é a Justiceira Social que têm o direito de opinar sobre o que as pessoas devem pensar, fazer e vestir. Prepara a carteira querida, se acaba de entrar no rol dos justiceiros sociais.

  • Maysa

    Se as testemunhas foram os seguranças, cujo acusado é chefe,fica difícil!

    • William Ferreira

      Kkkkk menos filha… menos. Vai contestar o inquérito policial da DELEGACIA DE ATENDIMENTO À MULHER??? Acorda pra vida…. “Seje menas”..

      • Maysa

        quem vai contestar ou não é o Ministerio público, se você tivesse lido a última matéria sobre o caso saberia disso. E concordo ou discordo do que eu quiser,

        • Mauricio Tavares

          Ministério Público não tem que concordar ou discordar de nada. A investigação foi conclusiva. A Justiça não aceitaria jamais um caso desses, em que a polícia já provou a mentira da denunciante. A menos, é claro, que ELA PROVE o que diz. Mas quem acredita nisso, também acredita em Papai Noel.

          • Maysa

            O Ministério Publico pode entrar sim. Delegado não é Deus não, filho. Ele fez só a investigação. ” A ação segue agora para o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), que pode arquivar o caso, solicitar novas diligências ou denunciar o segurança à Justiça, se discordar da avaliação dos delegados que conduziram o inquérito.”http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2016/02/13/interna_cidadesdf,517650/apos-passar-pela-policia-civil-caso-de-estupro-no-reveillon-segue-par.shtml Informe-se melhor! Ah! também acho que quem acredita esse cara é inocente tb acredita em papai noel. Ele já foi acusado de agressão contra a própria mulher e agora acusado de outro crime por outra mulher. Mas ele é muito inocente, tadinho! As mulheres que não gostam dele!

        • Ercilia Louzada

          Maysa, minha filha…não percebeu que o povo aqui discute no raso?…Assim é fácil para eles. Difícil é ser mulher no Brasil, sair sozinha e poder beber. Temos que voltar ao tempo que passávamos de dono, do nosso pai ou irmão para o nosso marido e filho, não tínhamos liberdade para nada.

        • William Ferreira

          Por isso que é uma alienada feminazi. Critica ele pq é negro, e vc é racista.Tenho peninha de vc…

    • Phillip van Pelt

      Desculpa, mas não encontrei no texto a informação de que as testemunhas ouvidas eram os outros seguranças da festa. Também não encontrei nada sobre o acusado ser o chefe da segurança. Você poderia citar a fonte destas informações? Obrigado!

      • Maysa

        Não sei se as testemunhas eram seguranças , por isso escrevi ” SE as testemunhas foram os seguranças…” O acusado é o chefe da empresa de segurança, pois isso foi divulgadao nas notícias anteriores, assim como a empresa está irregular. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2016/01/04/interna_cidadesdf,512668/apos-denuncia-de-estupro-em-festa-suposto-algoz-diz-ato-foi-consentid.shtml

        • Mauricio Tavares

          E? Porque seu relato nao tem lógica alguma.

          • Maysa

            Se as testemunhas foram os próprios seguranças subordinados do cara poderiam ter sido coagidos para não perderem o emprego. Quem quer falar mal do chefe, mesmo que ache estranho algo?. E o cara chama um dos seguranças para participar. Ter os seguranças como testemunhas ou amigos dela é bem parcial.

      • Ercilia Louzada

        Foi aqui mesmo no CorreioWeb que saiu a matéria, ele não era só o chefe, era o dono e a empresa dele também não estava legalizada junto a PF.

    • Balder Redlab

      Não lé a matéria, pois o importante e defender seu ponto de vista né Justiceira Social! Prepara carteira querida, se vai ser processada.

  • Maysa

    Envolvimento na festa e mãos dadas não quer dizer nada. Todo mundo que fica em festa tem que transar agora é? aiai!

    • jaleane Silva

      Desde o inicio percebia-se que o desfecho dessa história seria esse. Era só ler o relato dela pra saber que a historia estava mal contada. Fica a lição para os dois! Espero que ela tenha baixado a cabeça depois dessa palhaçada toda e beba menos! E ele que pense bem antes de se aproveitar de situações semelhantes! Olha a DST aí gente”

      • Maysa

        beba menos pra não ser violentada, não ande em bairro perigoso à noite pra não ser roubada,etc. Sempre culpando a vítima. Se ela mentiu, ótimo que foi provado, se não, saberemos com o tempo.

      • Balder Redlab

        Isso mesmo ele que pense bem antes de se aproveitar. HAHAHAHA Prepara à carteira querida, se acaba de entrar no rol dos Justiceiros sociais.

    • Mauricio Tavares

      O que você sugere? Que basta a palavra da mulher?

      • Maysa

        A justificativa dada na matéria e no inquérito foi o que eu questionei. Mas pense comigo, assim é fácil se safar né? A mulher fica com o cara na festa, onde tds os viram de mão dadas e no estacionamento é estuprada. E aí ? Não é estupro porque teve gente que os viram de mãos dadas. Acho pouco pra decidir isso! Mas só sabe a verdade quem estava lá. Se ela não foi estuprada, justo o cara ser solto, mas se ela foi e estão libertando porbaseados apenas nisso. Teremos novos casos por aí.Por isso acho que deveria ter elementos mais fortes. Enfim…

        • Mauricio Tavares

          De que elementos mais fortes você fala? A simples palavra da mulher? A justificativa é de ELA MENTIU. Ela não disse, no relato dela, que tinha saido de maos dadas com ele, e sim que tinha sido chamada por ele e o seguiu. ELA MENTIU. Por isso, pela mentira, fica configurada a má fé da depoente e resta desqualificada a denúncia. A quem alega, cabe provar. Ela alegou, e o acusado foi quem provou em contrário, o que por si só já é um abuso. Nós, homens, nao devemos ficar felizes com o desfecho do caso. A inversao do onus da prova, só porque somos homens, é uma clara violencia ao principio “in dubio pro reu” e ao princípio “quem alega deve provar”.

        • Luan Sobreira

          Não foi estupro pois a história que ela contou foi totalmente diferente da que o inquérito chegou, além de o corpo de delito não ter encontrado marcas de violências, ou seja, de um lado temos uma mulher que já mentiu metade da história que pode ser averiguada e do outro nenhuma prova contra ele.

    • João

      Não quer dizer NADA? Sair com um “estuprador” de mãos dadas não significada nada? Genial…

    • Balder Redlab

      Prepara a carteira querida, se acaba de entrar no rol dos Justiceiros sociais.

  • Flavio Rodrigues

    Falta agora ela ser processada por denunciação caluniosa.

  • ton

    Com certeza configura estupor. Especialistas já disseram que foi estupro. Agora pergunto: pra que serve essa delegacia da mulher? Esses canas do DF são uma vergonha, e ganham super bem.

    • João

      Para existir crime deve existir prova e nenhum especialista fundamentalmente teórico – com todo respeito – sabe mais sobre determinado crime, e das provas que o envolvem, do que a própria polícia especializada (como no caso dos peritos criminais). Uma coisa é a teoria, outra a prática – com a materialidade que envolve o crime.

    • Maysa

      Pois é.

  • Mauricio Tavares

    Isso não pode terminar assim, não. O CB pesou a mão nesse caso. O CB condenou o homem, só por ser homem, e absolveu a mulher, só por ser mulher. Em letrais garrafais, o CB postou “FOI ESTUPRO”. MAS ACONTECE QUE NÃO FOI. O CB precisa se retratar e pedir desculpas ao acusado e a TODOS os homens brasileiros, pois o CB o condenou tão somente por ser homem.

  • edson nelson

    ficou valendo aquele ditado, c* de bêbado não tem dono, quem não sabe beber se dá mal, agora é tomar mais umas pra curar a ressaca moral.

  • Eduardo Miguel

    eu PROCESSARIA o correiobraziliense por ter divulgado o nome do segurança, e processaria essa feminista radical, desde o inicio a gente viu que ela contou historia fiada e queria destruir a imagem do ser homem!

  • Eduardo Miguel

    Chora FEMINISTAS!!

  • manoel

    piriguete? sera?

  • Thales Oak Carvalho

    O Correio vai publicar outra capa “O Correio Errou” ou vão se fazer de mal-entendidos?

  • Rocco Sousa Moura

    Bem feito quis prejudicar uma pessoa inocente, olha o que você ganhou, só te digo uma coisa, Deus olha por todos os lados, o que você tentou fazer, era incriminar uma pessoa inocente vai ser colocado na balança no juízo final

  • Ercilia Louzada

    Crianças também são violentadas por pessoas que as levam pelas mãos, sem escândalo…Não estou falando que ela é uma criança, quero dizer que o álcool pode deixar a pessoa sem saber dar uma resposta ou ter um comportamento que teria sem o álcool. infelizmente o machismo e a ignorância impera em nosso país, em países desenvolvidos até transar sem camisinha já pode ser considerado estupro. Lamento pela vítima e lamento por todas nós mulheres, que não teremos, tão cedo, sossego para sair de casa sozinha, muito menos beber.

    • João

      Inacreditável seu raciocínio vitimista. A lei de crimes sexuais não é a lei maria da penha! Ela serve para homens e para mulheres. Sendo assim, seguindo seu raciocínio, se determinado cidadão (homem ou mulher) se embebedasse e estivesse sob qualquer comportamento sexual/sensual de outra pessoa estaria configurado o estupro, bastando o que? A simples declaração da vítima? Imagine quantas pessoas seriam presas. E não, nos países desenvolvidos não basta transar sem camisinha para se configurar o estupro. É necessário o não consentimento do parceiro/parceira para que o crime seja configurado.

      • Ercilia Louzada

        Imagine então quantas mulheres não são estupradas e não vão a delegacia denunciar pq sabe que ninguém vai acreditar nelas ou se foram elas mesmas que se permitiram sair com o agressor? Só quem já foi violentada por alguém de sua confiança sabe o que é isso. Espero que não aconteça com alguma mulher que vc ame, isso se vc for capaz de amar uma mulher de verdade.

        • Mauricio Tavares

          Imagine quantos homens não foram, não são e não serão encarcerados, se a simples palavra da mulher for tomada como verdade inquestionável.

      • Ercilia Louzada

        Você conhece o caso do Julian Assange? Vc acha que todo homem e país e nem que vc e o Brasil? Em relação ao estupro de homens também quero dizer que sim, vc não sabia que vc também pode ser violentado? Está vendo como seu raciocínio é limitado?

        • Mauricio Tavares

          Julian Assange não é a primeira nem será a última vítima do feminismo xiita, que apregoa que mulheres não respondem por seus atos.

          • Ercilia Louzada

            Não desça tão baixo no seu discurso ou pare de repetir a mesma coisa, argumente de forma inteligente. Assim eu não te subestimarei.

          • Mauricio Tavares

            De fato, sua avaliação pessoal a meu respeito não me interessa a mínima. Mantenho o que eu disse. Apenas acrescentando que Julian Assange foi declarado um injustiçado pela ONU. Nenhuma prova contra ele, exceto a palavra de uma mulher de caráter duvidoso (para dizer o mínimo).

          • Mauricio Tavares

            Em que me interessa sua impressão a meu respeito, ou a minha a seu? Não me lembro de ter perguntando a você o que pensa de mim, e de ter declinado o que penso de você. E, para seu governo, não me interessa em nada sua avaliação a meu respeito. Moderadores, estranho muito que o ponto de vista dela tenha sido publicado, mas minha resposta censurada… Aliás, não estranho não. Tipico da ideologia feminista calar o contraditório.

    • Mauricio Tavares

      Também lamento pelas vítimas. Nesse caso, ele. E em tantos outros, em que a simples palavra da mulher encarcerou homens inocentes, em nome de uma ideologia totalitarista chamada feminismo.

      • Ercilia Louzada

        Não, não tem nada a ver com feminismo, tem a ver com respeito a uma pessoa que não tem condições de saber o que quer. Isso foi em nome de receber sexo sem saber se queria. Só quem é mulher que sabe o que é isso, todos os dias milhares de mulheres são violentadas por seus parceiros…elas não estão embriagadas, tem filhos com seus agressores, não foram forçadas e moram com o agressor…se deixam ser violentadas para não perder a pseudo-proteção de um homem ou para não “acabar com a família”. Vocês nem sabem quando estamos tendo tendo orgasmos.

        • Mauricio Tavares

          Respeito é não denunciar um homem por estupro depois de fazer sexo de livre e espontânea vontade e se arrepender disso.

          • Maysa

            Você tava lá pra saber?

          • Ercilia Louzada

            Quem pode dizer que se sentiu violentada é ela. Não a justiça, a justiça diz se há provas ou não, somente. Quantos erros já não aconteceram nos tribunais?

          • Mauricio Tavares

            Não importa, e nem poderia importar, se ela “se sentiu” violentada. Se um homem tivesse que ser apenado porque uma mulher “se sentiu” assim ou assado, coitado do homem. Para que ele seja acusado de estupro, uma condição se impõe: que ele tenha, DE FATO, cometido estupro. Não que ela “se sinta” estuprada. Seu feminismo já extrapolou qualquer limite de bom senso. Querer condenar um homem porque uma mulher “se sentiu” violentada?! Que legal, hein? Uma mulher acusa um homem, nada prova, e, diante dos fatos que demonstram que ela MENTIU, ela saca o argumento: “ele tem que ser preso, porque eu ME SENTI violentada”. É piada, isso?

    • Maysa

      Exatamente. Só sabe se o cara é inocente ou não os evolvidos nisso, mas essa explicação que a polícia deu no inquérito não tem a menor lógica.

      • Mauricio Tavares

        Lógica mesmo tem o depoimento dela. SQN. Na verdade, lá só tem mentira. Até a Delegacia DA MULHER concluiu assim. E olha que nem poderia haver delegacia DA MULHER, se a CF fosse seguida à risca.

    • Balder Redlab

      Prepara à carteira querida, se entrou no rol dos justiceiros sociais. Escola Base, ano 1994.

  • Dani Tcc

    Isso que dá tomar vodka falsificada dessas festas e bares acaba nisso.

  • silvio soares

    Um pedido de indenização e danos morais, além de denunciação caluniosa, ela aprenderá a ser responsável e deixar de mimimi feminista…. Deu, queria mais, não conseguiu e pensou que por ser mulher iria acabar com a vida do rapaz, se deu mal, que papelão, nunca mais arrumará um homem de verdade….

  • Thiago Soares sousa

    É importante ter uma postura um pouco mais contida em se afirmar ou não a ocorrência de um crime, sobretudo dessa natureza. Lembro que na semana do ocorrido o Correio Braziliense veiculou entrevista com especialista em direito penal em que fora categoricamente a ocorrência do crime e elementos mínimos de autoria. Assim, o que forma o convencimento para a condenação ou não do acusado são as provas, e nesse caso, diferentemente do que veiculado, elas não foram apresentadas.Ilações e conjecturas desprovidas de qualquer elemento de prova, pode ensejar uma devassa na vida de qualquer pessoa, especialmente ao ter seu nome associado a um fato como esse. Enfim, o lugar de nossa língua é dentro da boca, e não no pescoço das pessoas…

  • Thiago Soares sousa

    É importante ter uma postura um pouco mais contida em se afirmar ou não a
    ocorrência de um crime, sobretudo dessa natureza. Lembro que na semana
    do ocorrido o Correio Braziliense veiculou entrevista com especialista
    em direito penal em que fora categoricamente a ocorrência do crime e
    elementos mínimos de autoria. Assim, o que forma o convencimento para a
    condenação ou não do acusado são as provas, e nesse caso, diferentemente
    do que veiculado, elas não foram apresentadas.Ilações e conjecturas
    desprovidas de qualquer elemento de prova, pode ensejar uma devassa na
    vida de qualquer pessoa, especialmente ao ter seu nome associado a um
    fato como esse. Enfim, o lugar de nossa língua é dentro da boca, e não
    no pescoço das pessoas…

  • Carlos

    Agora processa. Faz uma denúncia dessas, acaba com a pessoa publicamente, o correio pública a foto do cara sem ter certeza de nada e vai ficar por isso mesmo?

  • fernando

    Só espero que o correio dê à esta notícia a mesma dimensão quando afirmou peremptoriamente que o rapaz rinha estuprado a garota. Se não me engano foram três capas. Torço para que o rapaz entre com ações de reparação de danos, inclusive contra o jornal.

  • Gabi

    O que eu acho curioso e ao mesmo tempo duvidoso, é um segurança em serviço (dono da empresa) está se relacionando com uma convidada da festa e ainda passeando com ela de mãos dadas, expondo ainda mais o que está fazendo em serviço. Curioso esses depoimentos, para não dizer dignos de duvidas, alguem que está em serviço dar um mole desses. Só com essa noticia que o dono da empresa está mais interessado nos convidados do que na segurança do evento, já é digno de nunca ser contrato para nenhum outro trabalho, pq dai vc já tem uma noção da seriedade do serviço. E outra, quem são essas testemunhas ? Eu fico pensando, em uma festa que a luminosidade é minima, que vc mau reconhece o seu colega que está do lado, vc vai observar duas pessoas saindo de mãos dadas? E ainda depois vc vai ter certeza que era aquela pessoa?
    Na boa, eu to vendo muita manipulação de informações.
    E se eu fosse essa guria, eu contratava um advogado muito bom, pq esse caso não acaba nisso, tem ainda muita coisa a ser analisada.

    • Mauricio Tavares

      É só ela provar o estupro, coisa que não conseguiu. Exame de corpo de delito, testemunhas, o teor do depoimento… Não vai ser estupro só porque você quer que seja.

  • Gabi

    O que eu acho curioso e ao mesmo tempo duvidoso, é um segurança em serviço (dono da empresa) está se relacionando com uma convidada da festa e ainda passeando com ela de mãos dadas, expondo ainda mais o que está fazendo em serviço. Curioso esses depoimentos, para não dizer dignos de duvidas, alguem que está em serviço dar um mole desses. Só com essa noticia que o dono da empresa está mais interessado nos convidados do que na segurança do evento, já é digno de nunca ser contrato por nenhum evento.

    • Mauricio Tavares

      E o que isso tem a ver com estupro?

      • Ercilia Louzada

        pelo jeito vc também faltou…kkkkk

        • Mauricio Tavares

          Na verdade, pelo jeito, foi VOCÊ quem faltou. E, pergunto de novo, o que a falta de ética profissional tem a ver com estupro? Eu respondo: NADA.

        • Mauricio Tavares

          Ataque pessoal e risos irônicos, com o propósito de impor seu ponto de vista. Atitude violenta, acusação sem provas. Típico de feministas. Mas, estranhamente, seu comentário foi imediatamente aceito pelos moderadores, embora seja leviano, e a minha resposta a você foi censurada. Isto é feminismo. A imposição de um ponto de vista. E, para seu governo, se alguém aqui faltou à aula de ética, esse alguém foi você,

        • Mauricio Tavares

          Confundir negligência profissional com estupro não é falta de ética, é falta de caráter.

    • Ercilia Louzada

      Faltou a aula de ética profissional.

  • SiouxBR

    Espero que o segurança, que foi vilipendiado pelo CB, agora processe o jornal e ganhe uma boa indenização, já que nossa mídia adora crucificar pessoas sem provas…

  • moi

    essas atoas vão para os eventos e bebem um pouquinho e sai se oferecendo para todo mundo ai quando cai na real já deu para um monte de cara e acusa o que ela lembra … a justiça tinha que cuidar era dos ladrões que estão no poder e não nessas vadias bebadas.

  • Denise Santana

    Eu sempre achei que essa história estava mal contada por parte da mulher. Agora a própria polícia diz que não tem elementos para indiciar o cara. O que fazer com a mulher? Processo nela, claro! O jornal publicou entrevista de duas pessoas que disseram que tinha sido estupro. Lamentável aquela reportagem. E agora, o que fazer com aquelas duas pessoas também? Lembra disso, pessoal? Ainda saiu a reportagem de capa do jornal dizendo que tinha sido estupro (isso em 5 de janeiro de 2016). O que fazer agora com esses especialistas também? É preciso mais responsabilidade por parte do jornal para noticiar. Só acho. E o que fazer com o jornal agora que publicou matéria dizendo citações de pessoas que afirmaram que era estupro? Pensemos.

  • Ricardo Alexandre

    tava na cara desde o começo que essa guria consentiu ato sexual, ai depois por ser feminista maluca se arrependeu e quis processar uma pessoa inocente. essa burguesa do plano devia tomar um processo por injuria e difamação…

  • Rocco Sousa Moura

    Bem feito pra você garota, chupa

  • Rocco Sousa Moura

    Esse correio virou um jornal sensacionalista, tem que ser processado

  • Mecetnoca Away

    Quando soube, fiquei um pouco desconfiado, mas calei-me pq afinal a menina fez b.o. tomou remedios anti aids e o caramba a 4 e publicou tudo. Parecia ser verdade os graves fatos narrados por ela. Mas aí a gente vasculha o face da menina e o que que tem lá? Antes do ocorrido, ela ja vinha postando coisas sobre estupro, coisas de feministas. E eu nao conheco o cara, mas parece que ela queria uma historia pra narrar e publicar pra deus e o mundo para sair como uma martir da causa. Gracas a policia essa historia nao vingou… as testemunhas disseram: ela saiu com o cara porque quis. Mais uma vez nao sei se o cara tem ficha limpa ou é boa pessoa, mas nesse caso é deve processar todos que o pré-julgaram!

  • Luis Ricardo

    A reportagem poderia dar mais detalhes. Porque sair de mãos dadas, ir para o estacionamento e se pegar lá fora poderia ser consentido, mas o sexo não. Não importa o quanto a mulher “dê mole”, se mudar de ideia no último segundo, ela até pode estar agindo mal, mas NÃO PODE ser forçada. Não é não, e manter relações não consentidas continua sendo estupro.

    Interessante ter tantos comentários defendendo o homem e até mesmo justificando que algo aconteceu porque ela estava bêbada. Mesmo bêbada não merecia ser estuprada ou abusada em qualquer sentido. E esse cidadão que foi acusado estava lá para TRABALHAR, não para ter prazer com qualquer pessoa, com consentimento ou não. Não merece ser defendido com tanta paixão assim, porque agiu ainda mais errado, uma vez que estava (ou tinha obrigação de estar) sóbrio e tomou uma atitude sem profissionalismo algum.

    • Mauricio Tavares

      Se no último segundo ela fosse forçada, então o exame de corpo de delito mostraria isso. Ademais, ELA MENTIU. Estranho é você defender com tanta paixão quem foi pega MENTINDO nos autos. Seria preconceito contra um trabalhador que foi seduzido pela jovem de classe média? Pouco importa se ele foi lá para trabalhar. Negligenciar o trabalho NÃO configura estupro. Ou você não entende isso? Ele merece TODA a defesa possível. Por que não mereceria, posto que é INOCENTE?

      • Luis Ricardo

        Apenas questiono que um HOMEM que estava lá a trabalho é defendido porque foi “seduzido”, enquanto a MULHER é condenada, a partir da hipótese que estava bêbada.

        Você notou que está responsabilizando a mulher, que “seduziu” o marmanjo, e que no fundo vc considera que ele, apesar de estar trabalhando, não podia resistir a uma mulher cujo discernimento para decidir (e, portanto, consentir) estava prejudicado pela bebida?

        Se ela não foi forçada porque estava alcoolizada, por exemplo (eu disse que faltam detalhes), não houve consentimento. Consentimento é quando a pessoa, com discernimento autoriza o ato.

        Não estou acusando o indivíduo, só estou afirmando que a solidariedade que vejo aqui decorre de tolerância com o comportamento desviante do homem e a condenação implacável de comportamento indevido da mulher, ou seja, o erro do homem não importa, o erro da mulher é imperdoável. Tem um nome para essa diferenciação. Preciso dizer qual é?

    • Ercilia Louzada

      Luis Ricardo, vc é raridade…parabéns pelo homem que se tornou. Sou mãe e me orgulharia se vc fosse meu filho.

  • Leonardo Silva

    Espero que levem um processo bem gordo e polpudo na fuça. Há 1 mês e pouco atrás, faziam matéria atrás de matéria já acusando o cara e pré-julgando, mostrando opinagens escrotas de “especialistas” e botando falatório inútil como matérias de capa, tudo pra enquadrar o cara como estuprador mesmo pra vender jornal.

    A vida dele foi detonada pela exposição que vocês deram ao caso – e agora vem com essa merda de notinha num blog. Sensacionalistas, irresponsáveis, sanguessugas.

    Espero que paguem pela sua irresponsabilidade de brincar com as vidas dos outros (não, não adianta dizer que foi erro, porque obviamente o sensacionalismo no caso foi premeditado. Não aprenderam com a Escola Base, nem com esse ainda. Um processo só é pouco).

    • alexsandro

      Booooa!

  • Caio

    OOo geraçãozinha imediatalista, nem espera a pericia e já condena, só ouve um dos lado e já é suficiente… Isto é perigoso!!

    • alexsandro

      Muito bem. Devemos parar de condenar sem sabermos como se deu a situação. Muito de nós, somos hipócritas e sensacionalistas; gostamos de instigar o que não é verdade, só porque causa mais impacto. Mas acabamos destruindo a vida de um cidadão, tirando ele do conforto da família, maculando sua reputação e tantos outros maus levamos até este. Não ligamos pra nada e na verdade, o maior criminoso acabam sendo essas pessoas, que se acham Deuses e julgam, condenam e destroem tudo que aquele cidadão fez, é e almejava ser.

  • Luis Ricardo

    Eu li mesmo que você disse que entre adultos não se fala em consentimento? Então pra que o crime de estupro? Ou você é daqueles que acha que a violência que caracteriza o crime é apenas a violência física? A violência também ocorre quando um dos envolvidos não é capaz de decidir. Entretanto, não estou acusando o segurança de nada (afinal, minhas informações são limitadas), só estou dizendo que ele não foi santinho pra ser defendido com tanta veemência.

    Acho que você está inserindo um conceito de classe que eu nunca mencionei. Não estou aqui para defender a moça da elite do assédio do trabalhador. As diferenças de classe, ou de poder aquisitivo dos envolvidos é irrelevante. Se fosse o playboy abusando da garçonete eu teria a mesma posição.

    Eu, em nenhum momento, falei em desculpar ou acusar ninguém, nem quis eximir ninguém de responsabilidade. Ao contrário, estou dizendo que há responsabilidade de ambos, enquanto muitos aqui estão vendo só a responsabilidade da mulher, e deixando a do homem de lado. Não inverta meu discurso, nem coloque nele o que eu não disse.

    Estou apontando que existe aqui um tratamento diferenciado baseado no sexo dos envolvidos. Se as pessoas se limitassem a reconhecer que o homem não cometeu estupro, tudo bem. Afirmar que a mulher mentiu, tudo bem também. O que incomoda é que existe um JUÍZO DE VALOR: a mulher é uma leviana que seduziu o “coitado” e ainda o acusou; o homem é “apenas” um trabalhador que não resistiu aos seus impulsos e foi massacrado. Existe um julgamento do caráter da moça porque fez sexo com um desconhecido (muito mais do que pela mentira), enquanto ninguém condena uma pessoa que faz sexo com uma desconhecida no horário de trabalho. O que denuncio é que existe um moralismo de natureza machista conduzindo a forma como as pessoas vêem o caso.

    Pessoalmente, imagino se esses preconceitos (machistas e de classe) estão por trás dessa falsa acusação. Afinal, depois de se relacionar com um desconhecido de classe “inferior”, a única forma de justificar perante essa sociedade hipócrita seria alegar que foi forçada. Talvez, se as pessoas não ficassem regulando o que cada um faz de sua vida sexual, a situação fosse diferente. Mas isso é mera especulação.

    • Ercilia Louzada

      Eu concordo plenamente com vc, Luis Ricardo. Também não estou acusando ninguém, só acho que uma mulher em situação de vulnerabilidade se sentiu violentada. Devemos debater os problemas que envolvem ter alguém em uma situação de vulnerabilidade e não ter ninguém para protegê-la ou alguém se aproveitando disso.

      • Mauricio Tavares

        Homem não é babá de mulher. Nenhum homem naquele recinto teria o dever de protege-la. Essa tarefa é exclusivamente dela. Agora, a sua tese de que ela “se sentiu violentada” é, por si, um tapa na cara de todo e qualquer homem. Ou seja, o seu feminismo é tal, que já não é necessário que a mulher seja, de fato, violentada. Basta que ela “se sinta” assim, para condenar o homem. Simplesmente patético.

  • Ercilia Louzada

    Por exemplo: se você estiver no período ovulatório, ou for uma mulher com uma boa lubrificação, ou se tiver até mesmo sentindo prazer em uma dança(porque existem várias formas de sentir prazer) e o cara tiver um pênis pequeno, não encontrará mesmo provas de que houve estupro – para pessoas como você estupro tem que ter carnificina com a vagina da mulher. E em relação a ela ter ido o álcool poderia justificar não só a ida como a falta de reação dela. Neste caso, a justiça não achou provas, mas a vítima poderá recorrer e poderá haverá um debate sobre os problemas que envolvem a falta de provas contundentes neste caso.

    • Mauricio Tavares

      E? Por que razão você ainda não disse com todas as letras que, para você, a simples palavra da mulher deve ser prova bastante, tornando assim todos os homens reféns da mera denúncia da mulher? Provas são o que garante que inocentes não paguem por crimes que não cometeram. E se álcool justificasse alguma coisa, bastaria um homem de fato estuprador alegar que estuprou porque estava alcoolizado, e assim se livraria do crime? Acho que não, né? Então, o exame de corpo de delito NÃO apontou alcoolemia… Logo, ela mentiu.

    • Mauricio Tavares

      A vítima é ele. Vítima de denunciação caluniosa. E não há do que recorrer, posto que o caso nem ao menos foi levado à justiça, por falta sequer de evidências. Não se pode gastar o dinheiro do Estado para agradar feministas falsárias.

  • Luis Ricardo

    Não entendo que diferença semântica você faz entre “consenso” e “consentimento”. Se o sexo foi consensual, é porque houve consentimento (que é um sinônimo). Nesse caso, a mulher pratica o sexo porque quer. No caso de estupro, a mulher também pode praticar o sexo, mas sem querer fazê-lo (sob a mira de uma arma, por exemplo, ou outra ameaça, como perder o emprego). Nesse mesmo sentido, se a mulher praticar o sexo sob efeito de drogas há características de estupro. Evidentemente você pensa diferente, mas uma pessoa só deve ter relações sexuais com outra se esta souber o que está fazendo. Caso contrário, ocorre abuso.

    Nesse sentido, eu estou, sim, julgando o segurança, não por ser homem, mas como pessoa. Se ela estava alcoolizada, era obrigação moral dele evitar a situação, como seria a de uma mulher evitar um homem bêbado. Se todas as pessoas agissem corretamente, ninguém precisaria “se cuidar” no sentido que você fala. Mulheres têm de “se cuidar” porque homens as atacam, assim como temos que “cuidar” de nossos pertences porque há pessoas que roubam. Agora veja você: se roubam nosso celular, culpam quem foi roubado porque não cuidou direito dele, quando quem é culpado é o ladrão. A pessoa não pode usar o celular na rua, que roubam mesmo. Até parece que o ladrão tem o direito de roubar. A analogia é a mesma.

    Além disso, o cara estava trabalhando, não podia se distrair (seguranças são pagos para não se distraírem). Era OBRIGAÇÃO dele, como profissional, RECUSAR o convite, como seria a de uma segurança feminina recusar também (mas a cultura machista reza que homem que é homem não recusa mulher se oferecendo, senão é “gay”). Logo, ele não estaria cuidando dela, mas dele mesmo, de suas obrigações profissionais.

    Insisto: a sociedade deposita NA MULHER, e exclusivamente nela, a responsabilidade pela conduta sexual. Ao homem são permitidos desvios, de acordo com as circunstâncias, em função da mulher não exercer, sozinha, essa responsabilidade, quando tal responsabilidade deveria ser compartilhada. Isso é desigual e consiste privilégio para nós, homens. Há pessoas aqui defendendo esse privilégio, que é o motivo da minha crítica.

    Não defendo o fato de ela ter mentido. Ainda que seja provável que o tenha feito para se proteger do julgamento público por não ter tido a responsabilidade que mencionei logo acima, ela errou. Mas o sujeito não merece a defesa irrestrita que recebeu.

    • Mauricio Tavares

      Ele merece toda a defesa, posto que é inocente, segundo a Delegacia da Mulher. Consentido não é sinônimo de consensual. Você coloca a mulher como autorizadora do ato, e não como praticante do ato. E você tem por princípio julgar moralmente o homem (logo, você é feminista). Eu tenho, por princípio, julgar moralmente A MULHER, pois é ela quem fica de mimimi. Eis a diferença. E, de novo, a negligência funcional dele não implica em ilícito penal algum.

      • Luis Ricardo

        Em nenhum momento discordei da inocência do homem sob o aspecto penal. Porque, no que se refere ao campo JURÍDICO, ele é inocente POR FALTA DE PROVAS. A matéria não fala em haver provas de inocência, mas sim falta de provas de culpa.
        Não estou dizendo, com isso, que ele cometeu o crime, mas que não há certeza se ele não cometeu.

        Por outro lado, a exposição pública dele, apesar de ter ocorrido em função de uma acusação penal, decorreu de uma escolha dele em cometer um ato que, profissionalmente, deveria ter evitado. Foi um erro moral. Se tivesse agido de forma correta, como profissional (e como homem decente, segundo o meu conceito pessoal), não teria passado pelo que passou.

        Ora, se não há certeza de que não cometeu o crime, e se ele agiu moralmente errado, creio que não há motivo para ele ser defendido, para ser desagravado por gente que nem o conhece. Por que essa indignação com a exposição de alguém que se meteu por conta própria numa enrascada? Seria sinal de certa identificação com o indivíduo, a noção íntima de que, no lugar dele, se teria feito o mesmo? É uma reflexão.

        Aliás, não acho certo condenar esse homem, mas acho menos certo ainda defendê-lo. Se isso não tivesse ocorrido, ainda mais com julgamento condenatório da mulher, eu teria ficado calado. Por essa mesma razão, não tenho por princípio julgar o homem, como você diz. O que tenho por princípio é não fazer pré-julgamento da mulher, e somente dela. O feminismo, ao contrário do que você pensa, não é um movimento de condenação dos homens, mas de tratamento igualitário de homens e mulheres. Todo esse tempo eu critiquei o apoio incondicional a um homem que também errou e a condenação preconceituosa a uma mulher igualmente errada (errou em mentir – se é que mentiu –, mas foi julgada pelo sexo praticado). Critico, portanto, uma postura machista de privilegiar o homem e menosprezar, de imediato, as razões da mulher (e ainda chamar de “mimimi”…).

        Acho que fui bem claro antes quanto ao fato de que “praticar” e “autorizar” são conceitos independentes. Você parte do pressuposto de que, ao praticar o sexo, a mulher necessariamente autorizou a prática, o que nem sempre é verdade. Ou, talvez, você veja esse “autorizar” como um sinal de controle por parte da mulher, quem sabe por uma associação com a palavra “autoridade”. Quando eu falo em “consentimento”, falo em concordância espontânea, falo em afirmar (para si mesma) “eu também quero”, e com isso praticar o sexo. E, sem esse querer, não importa se for bem na hora H, é estupro.

        • Mauricio Tavares

          Julgamentos morais, como o seu, são sempre perigosos. Não faltará quem diga que se ela tivesse agido “moralmente certo”, tal fato não teria acontecido. Logo, a moral é privada. A lei é pública. E a ausência de provas de culpa implica NECESSARIAMENTE em inocência. Tanto mais quando não só não se provou o alegado como se provou a mentira de quem alega. O feminismo apregoa, SIM, que diante de uma mera denúncia de crime, se cometido contra a mulher, prevaleça a palavra DELAS, independentemente de provas. E isso NAO é nem igualdade nem justiça. Isso é despotismo e privilégio.

  • Mauricio Tavares

    A delegacia da mulher provou a mentira. E o relato da mulher, como qualquer relato que chegue aos ouvidos da autoridade competente, TEM que ser posto em dúvida. O Estado não existe para demonstrar empatia, pois demonstrar empatia significaria ter lado, e o Estado não pode ter lado. O princípio de jusitiça, que graça no mundo civilizado, apregoa que todos são inocente até PROVA em contrário, logo, o simples relato dela ou de qualquer mulher JAMAIS pode ser tomado como verdade, sem provas. Muito me estranha que você defenda a superioridade moral feminina, de modo a que a simples palavra dela deve ser tomada como verdade, sem provas e enquanto ha relato em contrário. Por isso que o feminismo é o que é, balela sexista e totalitarista que apregoa que o homem é culpado por ser homem, e deve ser moralmente condenado, quando nao for possível condena-lo judicialmente. E o seu julgamento é sim, perigoso, pois diante da falta de provas voce insiste em condenar o homem. Nao se conforma que o homem nao seja apenado, pois uma mulher, ser superior para feministas como voce, assim o deseja. ELA MENTIU. A mentira dela está comprovada, ela tomou todas as iniciativas que culminaram no ato, e voce diz que ele, A VÍTIMA, é o culpado? Belo senso de justiça tem o feminismo. Ou seja, NENHUM.

    • Luis Ricardo

      Me diga: o seu problema está na interpretação de texto ou é falácia do espantalho, assim, na cara de pau? Porque assim não dá! Você insiste em me atribuir ideias que eu não disse!
      ONDE eu falei que o que a mulher disse tem de ser tomado como verdade absoluta, sem provas? Onde eu falei que O ESTADO tem de ter empatia, ou ter lado? Onde eu critiquei a polícia, onde eu contestei o trabalho da delegacia? Onde eu quis condenar o homem por estupro? Eu até disse que ele é juridicamente inocente!
      Por acaso eu falei em algum momento em superioridade feminina (seja ela moral ou de outro tipo)? Que conversa maluca é essa? É falta de argumento? Só pode…

      Feminismo é sobre IGUALDADE, não superioridade. Não é algo para “perseguir homem”, é algo pra mudar a mentalidade tacanha de alguns homens (e mulheres, também). Se você NÃO QUER entender isso, não sou eu que vou perder meu tempo explicando…

      Eu critiquei a ATITUDE do homem em ter relações sexuais (mesmo que consensuais, não importa) durante o horário de trabalho, falhando como trabalhador. Critiquei um “pai de família” (que parece ser) que teve relações extra-conjugais. Critiquei sua postura MORAL (e não penal). Afirmei que, ao agir de forma impulsiva, movido pelos hormônios, ele se expôs ao risco de se relacionar com uma estranha, que poderia fazer qualquer coisa, inclusive envolvê-lo numa mentira. Ele sofreu a consequência de seu ato impensado, não pode reclamar. Não é “vítima” coisa nenhuma, pois ele TINHA UMA ESCOLHA! E, por essa razão, CONDENO essa defesa veemente dele. E AFIRMO que está sendo defendido por pessoas que se solidarizam com ele por apoiar um comportamento de “macho”, de “coletor de fêmeas”, que nossa sociedade ainda aplaude. EU NÃO APLAUDO, EU NÃO DEFENDO. Ele MERECE a exposição que teve, porque ERROU. Já deixei isso bem claro.

      Portanto, não estou querendo culpá-lo por um estupro que não foi provado. Estou dizendo que ele não estava certo só pelo fato que teria sido consensual. Em momento algum disse que ele merecia pena, que merecia cadeia. Disse que NÃO MERECIA defesa (e crítica ao jornal), porque MERECIA, sim, a exposição de seu erro, que foi ter feito sexo casual quando deveria estar trabalhando (para sustentar sua família, que creio ser o caso). Não foi preso, não houve injustiça, ótimo. Vai ter chance, da próxima vez, de cumprir seus deveres junto ao empregador, aos clientes e à família.

      Mas minha crítica principal não foi ao acusado. Minha crítica foi ao pensamento dominante entre os que COMENTARAM aqui, muito preocupados em defender o indefensável para o homem e condenar ainda mais uma pessoa que, por uma (suposta?) mentira, passou por todos os constrangimentos que envolvem uma denúncia desse tipo (corpo de delito, acareação, etc.). Eu propus uma reflexão sobre a diferença de tratamento, baseada no sexo de cada um. Quem tomou as dores do cara foi você…

      • Mauricio Tavares

        “Juridicamente inocente”? Só há duas possibilidades: ou se é CULPADO, ou se é INOCENTE. Este homem não é “juridicamente” inocente. Ele é INOCENTE. Sua tentativa de condena-lo é explícita, e vc deseja condena-lo pela sua (dele) condição de HOMEM. Ou seja, se é homem e faz sexo com uma mulher que lhe ofereceu sexo, então ELE é culpado por ter aceitado fazer sexo, pois, segundo voce, estava moralmente condenado a nao aceita-lo. Pois eu acho que ELA estava moralmente condenada a não oferecer sexo a um pai de família em expediente. Portanto, quanto à conduta moral, voce, como feminista que é, advoga que compete ao HOMEM cuidar do bem estar da mulher, e não a ELA cuidar de si mesma. É mera postura ideológica, e a pior ideologia que existe chama-se feminismo. Não há nada de indefensável na conduta dele, apenas aceitou o que lhe ofereceram, e isso nao é crime. Portanto, ele não merece a exposição que sofreu nem o ataque moral que sofre de feministas como vc, ela SIM, pois ela MENTIU em nome da ideologia, e acusou falsamente um homem INOCENTE. Se ele tinha uma escolha, ela tinha DUAS: primeiro, não oferecer sexo. Segundo, não praticar o ato.

        • Luis Ricardo

          Você entendeu muito bem o que eu disse, não se faça de desentendido. Quando uso o termo “juridicamente”, me refiro expressamente ao princípio — jurídico — de “presunção de inocência” (com muita atenção para o termo “presunção”, de “presumir”, já que você gosta de etimologia). O artigo disse que “não há provas de estupro”. O ônus da prova é de quem acusa. Como quem acusou não conseguiu provar, ele é inocente. PRESUMIDAMENTE inocente. Não há qualquer prova de que ele não praticou o ato. Aliás, o que o inocentou foi o que, no meio jurídico, se chama de “a prostituta das provas”, que é a prova testemunhal. É assim chamada porque até a pessoa mais bem intencionada diz o que viu, ou o que PENSA que viu. Esses mesmos testemunhos são, igualmente, as provas da mentira da mulher. Não são, portanto, provas cabais, o que, na minha opinião, desqualifica o ato de acusá-la, bem como desqualifica o ato de defendê-lo. Por outro lado, tais depoimentos estabelecem dúvida quanto ao acontecido, razão pela qual nem eu nem ninguém pode acusá-lo de estupro. E isso eu não fiz.

          Porém, ele admitiu ter feito sexo. Ele estava trabalhando, evidentemente (e parece que era o chefe, deveria dar o exemplo). Portanto, em relação a isso eu posso opinar. Não há dúvida alguma.
          E, nesse ponto eu concordo com você (e NUNCA disse o contrário), ela não deveria ter oferecido sexo a alguém que estava trabalhando na festa (ela não teria como saber se ele era casado, a não ser que ele usasse aliança, fato que desconheço). Não era apropriado, sem dúvida. Não se trata aqui de defender intransigentemente a postura dela. Acho que ela tinha o direito de se oferecer a qualquer homem (o corpo dela, regras dela), mas não era moralmente adequado que fosse alguém que estivesse moralmente impedido de aceitar a oferta. Seria oferecer doce a alguém de dieta.
          Contudo, as críticas que li aqui partem da ideia de julgar o caráter dela por ter se disposto a fazer sexo, sob qualquer circunstância, o que reflete um posicionamento conservador e machista com o qual não concordo.

          Entretanto, o sexo, como você mesmo diz, depende de DUAS pessoas que decidem praticá-lo. Se ela agiu errado em oferecer (porque ele estaria impedido de aceitar, como profissional em serviço), isso não dispensa o homem do dever de recusar a oferta. Não se trata de cuidar do bem estar dela, mas sim do DEVER DELE como profissional. Se alguém oferecesse bebida alcoólica a ele, ele poderia aceitar? Não, pois estava trabalhando. Você apoiaria um policial que bebesse durante o plantão? Ou acharia natural um policial fazer sexo (mesmo que com a própria esposa) durante sua ronda? Acho que não.
          Aceitar a oferta não é crime, e eu nunca disse que era. Mas foi má conduta, indubitavelmente (e feminismo não tem nada a ver com isso, se fosse uma garçonete aceitando uma cantada eu criticaria da mesma forma).
          Por isso, não acho correto defender como se fosse vítima alguém cuja má conduta lhe trouxe problemas. É apenas uma questão de causa e consequência. Porque apenas a mulher deve ser bombardeada pelas consequências de seu ato? Foi essa postura de condenação UNILATERAL (aí, sim, pode entrar o feminismo) que eu critiquei desde o princípio (dê uma lida lá em cima). Ou se critica ambos ou não se critica ninguém, esse foi o meu ponto (na verdade, nem é uma questão de feminismo, mas de justiça).

          • Mauricio Tavares

            Do ponto de vista moral, ambos podem ser considerados errados, ou não, pois moral é subjetiva. O problema é que ela pensou que a moral dela tem força para se impor sobre outrem, e, por professar a moral (torta e estúpida) feminista, o acusou de ter cometido CRIME. Ela não o “acusou” de ser imoral, ela o acusou de ser ESTUPRADOR. Ai, o buraco é mais embaixo. A falsa acusação não só e moralmente reprovável como é crime. Logo, nessa história, ter lado é mostrar-se moralmente íntegro. E o ÚNICO lado que alguém pode escolher, se pretende ser moralmente íntegro, é o lado da VÍTIMA. No caso em questão, ELE.

          • Luis Ricardo

            Admiro suas capacidades telepáticas, que lhe permitem afirmar que a denúncia dela foi uma atitude deliberada de afirmação feminista, baseada num autoconceito (“torto e estúpido”) de superioridade moral. Onde foi mesmo que a denúncia de um suposto crime se transformou num ato político revolucionário contra os homens, sujeito a todo esse furor ideológico?

            Ela realmente o acusou de ser estuprador, um delito criminal. Quem está apontando a imoralidade do ato dele, independente de ter havido crime ou não, SOU EU, como explicação do motivo pelo qual EU acho a defesa desse homem (como pessoa, não como “criminoso”, já que não há prova de crime) moralmente questionável (você lembra que critiquei a defesa dele, e não à conclusão da polícia, certo?), como é moralmente condenável dilapidar o caráter da mulher sem elementos comprobatórios.

            Quanto ao crime de falsa acusação, preciso dizer que “vento que venta lá, venta cá”: o mesmo princípio de presunção de inocência que livrou o sujeito da acusação de estupro por falta de provas vale no sentido contrário. Ele precisaria PROVAR que ela teve intenção de prejudicá-lo, mentindo deliberadamente com a intenção de imputar-lhe, sem razoável suspeita, crime que sabia que ele não cometera. Não é algo simples para quem não tem seus poderes telepáticos, pelo que acho que ela não responderá por isso, nem eu me disporia a acusá-la.

            Assim, a mesma crítica dirigida a mim por acusá-lo de estupro sem provas (algo que NÃO FIZ, diga-se) poderia ser dirigida a quem a chama de falsa acusadora sem saber os detalhes para que ela tenha se sentido violentada (ou seja, se ela acreditava mesmo no estupro a ponto de se submeter aos exames, a exposição pública e tudo mais). Nesse caso, creio que a integridade moral esteja na neutralidade, na isenção que venho propondo desde o início, sem escolher uma “vítima” entre eles, com base em preferências pessoais ou convicções preconceituosas.

            E, pra concluir, só um detalhe: a moral pode ser subjetiva, mas a ÉTICA não é. O comportamento dele foi contrário à Ética Profissional, sendo passível de crítica, e não de defesa.

          • Mauricio Tavares

            Em primeiro lugar, não é capacidade telepática que me permite inferir isso. Ë capacidade de lógica. Basta que você visite o perfil da jovem, e se você tiver ao menos dois neurônios em bom funcionamento, concluirá o mesmo. Em segundo lugar, não existe isso de “ter se sentido violentada”. Tal frase só cabeça em cabeça de feministas mesmo, que advogam agora que nem precisa o fato, basta ter “se sentido” o fato. Poupe-me. Essa sua afirmativa é tão estúpida que, de fato, PROVA que você é altamente misândrico e absolutamente submisso a mulheres. Quer dizer que um homem pode denunciar uma mulher por algum crime por ter “se sentido” alvo de um crime? Conta outra. Essa foi ofensiva, patética e irracional. Ela O ACUSOU, e não provou. E a quem alega cabe PROVAR. Logo, a acusação é FALSA, segundo o entendimento inserto nas conclusões da Delegacia da Mulher. É FATO. E olha que ele não “se sentiu” falsamente acusado. ELE FOI. E ética profissional quebrada não implica em justificar acusação de estupro.

          • Luis Ricardo

            Mauricio, eu sou um sujeito muito paciente. Por isso vou dizer, pela milésima vez, que eu NUNCA DISSE que o segurança merecia ser acusado de estupro por quebrar a ética profissional. Eu disse que ele NÃO MERECE DEFESA POPULAR porque, ainda que não tenha cometido o erro do estupro, cometeu outros erros (junto aos clientes e junto à sua família). Esses outros erros não são crime, não são caso de prisão, mas são motivo de reprovação social, e por isso, na minha visão, tais erros afastam dele o direito de ser defendido pela sociedade como se fosse um coitado muito honrado. Capisce?

            Você leu o artigo desse post? Nele está dizendo que as testemunhas apresentam fatos que se “contrapõem à versão apresentada pela vítima”. Ou seja, a versão da vítima não foi corroborada, o que não quer dizer que ela tenha sido deliberadamente falsa. Já conheceu alguém que, não encontrando um objeto de valor, acusa alguém de tê-lo furtado? E que porém, mais tarde, encontra o objeto? Para determinar se é uma falsa acusação, não basta a acusação ter sido equivocada. A circunstância tem de envolver a capacidade de o acusador discernir a evidente inocência do acusado, tem de estar caracterizada a má-fé, a intenção de prejudicar quem recebe a acusação. Qualquer pessoa pode se sentir lesada e buscar reparação. Não há problema nisso, desde que haja razões plausíveis para esse sentimento, só que, sem dúvida, precisa provar. Não provou, paciência. O problema é não ter razão plausível, aí sim cabe falar em denunciação caluniosa (e fazer exame de corpo de delito sem razão plausível, só pra “causar”, como dizem, é muito pouco provável).

            Acontece que VOCÊ acha que, sendo a acusante uma feminista (o que denota, na SUA opinião, um caráter torpe e misândrico), e por ela postar coisas simpatizantes a isso na página dela, ela “só pode” ter acusado o cara para prejudicá-lo, só porque ele é homem! Então, na sua cabeça, a acusação falsamente torpe é um fato. Pode ser verdade? Até pode, vai que ela é maluca… Mas não há nada NO ARTIGO que corrobore essa ideia. Não é, portanto, um FATO. Não há lógica alguma nisso, só preconceito de sua parte.

            Agora, então, eu não ser solidário a um suposto macho-alfa que não consegue conter impulsos sexuais primitivos durante o horário de trabalho me faz misândrico, é? Meu conceito de hombridade é outro, fazer o quê? Mas estou achando que você vê misandria em tudo, acho isso meio estranho…

            Submisso, patético, irracional? Hmmm… preciso dizer que você está perdendo a linha, hein? O nível estava até razoável, por que partir pro “ad hominem” agora? Aviso logo que não vai funcionar. Pra mim, é falta de argumento, ok? E, como “argumento”, não vale por palavras na minha boca, tá?

          • Mauricio Tavares

            Enquanto você chamar de “vítima” alguém que acusou falsamente só por quis, não merece que eu perca o meu tempo. A vítima dessa história É ELE, e a quem alega incumbe provar. E, repito, ele merece TODA E QUALQUER DEFESA PÚBLICA, visto restar comprovado que é inocente, segundo a Delegacia DA MULHER.

          • Luis Ricardo

            Você me viu chamar a mulher de “vítima” em algum momento? Eu discordo sobre considerar ELE uma vítima, o que é bem diferente.

            E já que você, em outro comentário, me sugeriu tantos conhecimentos estatísticos para aprender, permita-me sugerir que leia sobre os pressupostos jurídicos da “presunção de inocência” e da tipificação do crime de “denunciação caluniosa”. Talvez você entenda o que eu penso, do ponto de vista jurídico, já que evidentemente seu conceito de moralidade sobre os atos dele é diferente do meu.

          • Mauricio Tavares

            Você disse: “Ou seja, a versão da vítima não foi corroborada, o que não quer dizer que ela tenha sido deliberadamente falsa.”. Você se referia à denunciante, e a nominou como “vítima”. Portanto, SIM, eu o vi chamar a mulher de vítima.

          • Luis Ricardo

            Bom, eu não contei essa, porque tinha acabado de citar um trecho do artigo e mostrar como ele servia ao meu ponto. Daí usar o termo que foi usado na citação, para manter o nexo evidenciado. Nesse caso, foi a própria Polícia que chamou ela assim.
            Fora esse ponto, tentei evitar o termo “vítima”, porque o artigo deixou clara a situação duvidosa.

          • Mauricio Tavares

            Desculpe, no trecho em destaque você falava em seu próprio nome. Quando vc se referiu à citação de outrem, destacou-a entre aspas, como deve ser. Logo, vc disse SIM que a considera uma vítima.

          • Luis Ricardo

            Como eu disse, e talvez não tenha ficado claro na minha explicação, eu falei em meu nome, sim, mas utilizando os termos usados no trecho da citação que fiz, para manter a coerência. E esse era o termo técnico para o caso, já que ela denunciou um suposto crime, então, naquela circunstância, era natural que eu o utilizasse.
            Seria diferente de utilizá-lo em outro contexto, afirmando algo sobre o que não se pode ter certeza (como você faz com o homem, a quem declarou “vítima” de uma atitude de motivação meramente feminista, ou de denunciação caluniosa, coisa que discordo e já expliquei por quê). Foi isso que eu afirmei que não fiz, pois achei que era essa a sua leitura das minhas posições. Afinal, se não acuso o sujeito de estupro, não poderia afirmar com certeza que ela é uma vítima, não é?
            Mas, se você não quer entender meu esclarecimento, ou prefere adivinhar minhas intenções, paciência, né? Já percebi que você não é uma pessoa muito fácil de rever posições. Fazer o quê…

          • Mauricio Tavares

            Acuse os outros daquilo que você pratica, já dizia um célebre propagandista de um regime autoritário, primo-irmão do feminismo. Após a decisão da Delegacia DA MULHER de que não houve estupro, não há como usar o “termo técnico” “vítima” para ela, mas cabe PARA ELE, que foi vítima, comprovadamente, de falsa denúncia. Se a falsa denúncia é dolosa ou se feita sem dolo, tanto faz. A denúncia que não é verdadeira só pode ser falsa. Isso é lógico. Isso é óbvio. Logo, ele é, SIM, vítima. E uma vez que as posições ideológicas da moçoila são expostas a quem quiser ver,, perfeitamente possível concluir que a motivação da denúncia é o desejo de que a mulher (só por ser mulher) não se responsabilize pelos seus atos, sendo sujeito apenas de direito, e que o homem (só por ser homem) seja considerado culpado sempre que uma mulher assim quiser e desejar, sendo sujeito apenas de deveres. Afinal, é isso que DE FATO prega e deseja o feminismo, para além do seu (do feminismo) discursinho chinfrim e mentiroso de busca por “igualdade”. Quem não conhece o feminismo que o compre. EU, NÃO.

          • Luis Ricardo

            Vai lá ver se até a última página do arquivamento da denúncia na Delegacia não foi usado o termo “vítima” e depois venha falar sobre termos técnicos. Aproveita e pergunta para a delegada se existe crime culposo de denunciação caluniosa. Você vai descobrir que esse crime EXIGE dolo. E, como qualquer crime doloso, exige prova do dolo, não bastam inferências ou deduções. Isso não é Lógica, é Direito.
            Para o resto, discutir pra quê? Seriam palavras ao vento… Você pode ficar aí com suas certezas absolutas, com suas ideias arraigadas machistas e de quanto o feminismo é opressor. Não sou terapeuta pra curar essa mágoa toda, e nem aqui é o foro apropriado para isso.

      • Mauricio Tavares

        Feminismo NÃO é sobre igualdade, pois se fosse sobre igualdade se chamaria igualitarismo. Seu desprezo pela semântica, ou seu desejo de se curvar a mulheres, é tamanho que não se importa de atribuir um significado a uma palavra cuja etimologia não permite. Não se chama de santidade o que é pecaminoso, ou de brilhante o que é fosco. Assim, também não se chama igualdade de feminismo, pois o radical a que pertence a palavra feminismo é “fem”, de FÊMEA. Tanto isso é verdade que voce própria alega que nao pode falar sobre feminismo, já que voce é homem. Ora, se feminismo fosse igualdade, então poderia falar de feminismo = igualdade SIM. Nao pode, porque feminismo NAO É sobre igualdade, é sobre prevalência da fêmea sobre o macho. SIMPLES ASSIM.

        • Luis Ricardo

          Imagino que você também discorde do termo “homofobia”, afinal não é aplicado para se falar de “medo do que é igual”, que seria a interpretação etimológica direta. Eu não criei os termos, apenas os uso segundo seu uso pelos que militam.
          Apenas alerto que para apregoar a superioridade feminina existe outro movimento, o “Femismo”, que defende a preponderância da mulher em detrimento do homem.

          Quanto a não falar do assunto, uma vez que a igualdade defendida pelo feminismo se baseia na supressão de privilégios que a sociedade concede aos homens, eu tenho limitações para falar do assunto com propriedade, uma vez que sou beneficiário desses privilégios, assim como não tenho vivência própria em ser prejudicado pela condição de ser mulher, já que sou homem. É o mesmo raciocínio que me permite defender a igualdade racial, mas não ter propriedade para falar sobre o Movimento Negro.
          Por essa razão, não é exatamente correto que você diga que sou “feminista”, uma vez que, na condição de homem, não faço parte do movimento. Eu apenas apoio seus propósitos (de igualdade), então, tecnicamente, eu sou “pró-feminismo”.

          • Mauricio Tavares

            Na verdade, não de novo. Mas vamos lá. Feminismo: prevalência do feminino, qualidade da fêmea. Femismo: prevalência da fêmea. Masculinismo: prevalência do masculino, propriedade do macho. Machismo: prevalência do macho. Na verdade, são a mesma coisa, apenas um termo tem como núcleo a “qualidade” do macho/fêmea, e outro o próprio SER macho/fêmea. E, de fato, homofobia é um termo cunhado por movimentos apócrifos, e não existe nem mesmo como definição jurídica. De mais a mais, que privilégio há em ser 13 vezes mais assassinado, ser 85% dos indigentes, 85% dos que se suicidam, 95% (NOVENTA E CINCO POR CENTO) dos mortos por acidente de trabalho, ser 4 vezes mais vítima de violência DOMÉSTICA, etc? É esse o “privilégio” que homens tem sobre mulheres. De fato, mulheres têm muito mais direitos que homens, enquanto se lhes pesam muito menos deveres do que a homens, além de serem o alvo quase que exclusivo de verbas públicas de caráter social. E ainda se aposentam antes, embora vivam mais. Se há um ser privilegiado, esse é a mulher. Leia Scum Manifesto. Se já leu, e ainda assim é pró-feminismo, só lamento. Talvez voce venha a ser o “cliente” número 1 das câmeras públicas de suicídio para homens que Scum Manifesto propoe como forma de exterminar o macho. Ah… Scum Manifesto é a bíblia feminista.

          • Luis Ricardo

            Eu poderia ficar questionando essas estatísticas. Poderia falar que o homem, por ser mais propenso à violência, está muito mais sujeito a ser assassinado; ou propor uma verificação sobre a hipótese de os acidentes de trabalho ocorrerem com mais frequência em atividades envolvendo trabalho braçal ou de alto risco (que contratam menos mulheres). Mas acho que seria perda de tempo (e espaço de comentário), porque você não parece disposto a refletir coisa alguma nesse campo.

            Se você não percebe privilégio no fato de sobre a mulher recair toda — ou quase toda — a responsabilidade sobre os filhos e a casa mesmo quando ela divide com o homem o papel de provedor da família; se você não vê privilégio em sair à rua à noite ou pegar um táxi sem medo de ser estuprado; se você não percebe que a mulher precisa se mostrar um profissional muito acima da média para obter a mesma projeção profissional (e remuneração) de um homem; se você não percebe a diferença entre os níveis de liberdade sexual do homem e da mulher, não creio que seja produtivo discutir com você sobre isso.

            Se você não percebe que os mesmos conceitos e papéis que pressionam as mulheres também geram cobranças do “macho”, se não enxerga o quanto nossa sociedade exige de nós pra “mostrar que somos homens” (o que também explica a prevalência no número de indigentes e de suicídios, que têm forte relação com o conceito de fracasso), ou até enxerga, mas acha isso “natural”, paciência. Não sou eu quem vai tentar convencê-lo. Só posso lamentar que você deseje perpetuar esse mundo péssimo que está aí.

            A palavra “feminismo” tem raízes históricas nos movimentos sufragistas (que buscavam o direito de voto para a mulher, como você deve saber). Está associado à ideia de lutar pela participação da mulher no poder (como outros “ismos”), e não necessariamente ao poder da mulher sobre o homem.
            Mas, já que você é tão observador dos pressupostos etimológicos, creio que se alguém lhe pede um favor e você concede, jamais diz “pois não”, já que “não” é negativa. Ou nunca usa a palavra “formidável” para elogiar algo, já que na origem etimológica ela significa “algo que causa terror”. Ou então vai procurar o geriatra no futuro esperando a cura para a velhice…

            Finalmente, você sabe que o Scum Manifesto é um escrito feminista RADICAL (na verdade é femista), inclusive com conceitos anarquistas (contra o governo e o capitalismo), não sabe? Chamá-lo de “bíblia feminista” é uma distorção, já que muitas feministas contestam e mesmo repudiam as ideias de sua autora. Se fossemos tomar a minoria radical por ideia dominante, todos os muçulmanos seriam terroristas e todos que defendem a sociedade patriarcal seriam masculinistas misóginos que chamam mulher de “depósito”. Como eu imagino que você não concorde com esse tipo de ideia, creio que vai perceber a diferença.

          • Mauricio Tavares

            Na verdade, não há diferença alguma entre femismo e feminismo. São a mesma coisa. Ambos pressupõem o predomínio da fêmea, sendo que uma das palavras, o feminismo, exalta o feminino, atributo da fêmea, e o outra já vai direto à fonte, exaltando a própria fêmea. E, de fato, de toda essa balela que vc escreveu, nada se salva. Não é pelo muito falar que se convence, é pela lógica contida no falar, ainda que breve. E a sua longa fala não tem lógica alguma, apenas repete mantras feministas que você aprendeu provavelmente desde sempre, mas que nem de longe refletem a realidade. Até porque é incrível a sua dedicação para “justificar” que homens merecem ser as maiores vítimas da violência, demonstrando ZERO empatia e nenhuma preocupação COM O FATO de o serem. Violência contra homens são justificadas, de tal modo que não devem merecer qualquer atenção. Faz parte, homem existe para isso, para servir. Já a contra mulher, MÍNIMA, aí não tem justificativa, e o mundo todo deve se mobilizar, incluindo os homens, que devem abdicar de seu próprio cuidado (ou seja, deve se desconstruir) para cuidar dos interesses da mulher. NADA MAIS SCUM MANIFESTO QUE ISSO. Não existe feminismo não misândrico, não existe feminismo não radical, não existe feminismo fora de Scum Manifesto. Todo feminismo leva a ele, e JAMAIS haverá feminismo no mundo. Sempre será uma ideologia torpe e mesquinha restrita a países insignificantes como um nicho excêntrico para o resto do mundo ver, rir e não repetir.

          • Luis Ricardo

            Estou impressionado com a sua “lógica”, que sequer tenta desconstruir com argumentos qualquer coisa que eu disse. Insinua que eu “falo demais”, classifica minhas ideias de “balelas”, mas não diz por quê, e prefere “rebater” coisas que eu nunca disse. Muito lógico, muito dialético, só que não…

            Você diz que repito mantras feministas, enquanto tudo que você faz é repetir mantras machistas sobre como as feministas são vis e mentirosas, enquanto segue num discurso falacioso, de apelo ao preconceito, no qual meus argumentos são errados desde o início porque sou pró-feminismo. Isso é algo que chamam de “bulverismo”: a pessoa está errada, e o foco é mostrar o quanto ela é estúpida, em vez de dizer o que está errado em suas ideias.

            Daí você prossegue com a falácia do espantalho, sempre colocando na minha fala coisas que eu não disse, tipo homens merecerem ser vítimas da violência ou justificar a violência que sofrem (detalhe: já reparou que a violência sofrida por homens é, na maioria dos casos, perpetrada por outros homens? E que a sofrida pelas mulheres geralmente não é praticada por outras mulheres, mas sim por homens? Mas você não percebe a diferença, né?) Afinal, você está mesmo respondendo a mim, ou a outro comentarista do post? Eu jamais falei que homens existem para servir às mulheres, ou que devem abdicar de si mesmos por elas. Você está atribuindo a mim um discurso feminista que só existe na sua cabeça. E você chama isso de lógica? E quem te lê até pensa que nós, homens, somos submetidos a uma humilhação diária por parte das mulheres. Isso acontece com você? Porque eu ainda não passei por isso…

            Daí você retorna à excrescência do Scum Manifesto e, para não dar o braço a torcer, afirma, sem qualquer respaldo na realidade, que não existe feminismo não misândrico e outras “pérolas” misóginas por excelência, num paralelo digno de Donald Trump sobre os muçulmanos. Imagino como esse seu papo é recebido entre as mulheres que você conhece…

          • Mauricio Tavares

            Sabe, eu já reparei que a maioria da violência contra as mulheres é perpetrada por homens, enquanto a maioria da violência contra homens é praticada por outros homens. Sabe, eu já percebi a diferença. E sabe o que isso significa? SIMPLES. Que HOMENS não cometem crimes com base no gênero, se o fizessem, não cometeriam crimes contra outros homens. Já mulheres, estas sim, têm preferência por crimes com base no gênero, já que evitam agredir outras do mesmo gênero que elas. Interessante, né? Já te ocorreu que, se o homem para com a violência contra OUTROS HOMENS, então poderíamos dizer que toda a violencia contra homens provém de mulheres, e isso nao teria o efeito de diminuir em sequer um único caso o número da violencia contra as mulheres? Ou seja, dizer que a maioria da violencia contra a mulher provém do homem, sem apontar QUAL O NÚMERO de mulheres foram vítimas de violencia cometida por outros homens e QUAL O NÚMERO de homens foram vitimas de mulheres NAO faz com que se possa concluir que homens agridem mais mulheres do que mulheres agridem homens, assim como se o homem levasse A ZERO a violencia contra outros homens, de tal modo que 100% da violencia contra o homem viesse da mulher, isso nao significaria que mulheres agridem mais homens do que homens agridem mulheres. Vc sabe a diferença entre ANALISE VERTICAL e ANÁLISE HORIZONTAL? Todo o argumento feminista é calcado em falácias, a fim de ludibriar gente como voce, dotada de boa-fé, mas absolutamente ignorante em análises estatísticas. VC FOI ENGANADO pelas feministas. Mas ainda dá tempo de se livrar dessa doença chamado feminismo. De sua PÉROLA estatística eu posso concluir que se o homem deixar de praticar crimes contra outros homens (como as mulheres em relaçao às próprias mulheres) passaremos a ter a alcunha de santos, sem que um só caso de violencia contra a mulher diminua. Nao dá pra conversar com quem entende ZERO de lógica, matemática e estatística. Lamento. Nao existe feminismo nao misandrico, nao existe feminismo fora de Scum Manifesto. Nao existe feminismo do bem, nao existe feminismo justo, nao existe feminismo sequer sincero e intelectualmente honesto. Suas falácias estatísticas provam isso.

          • Luis Ricardo

            Acho que existe uma cultura em que homens são ensinados a resolver as coisas na base da força, enquanto a mulher violenta é condenada. Por isso, homens tendem a apelar mais para a violência física contra qualquer um, não importa o gênero, enquanto as mulheres utilizam outras estratégias, sendo menos comum irem a vias de fato ou usarem armas. Quando um desentendimento ou disputa entre homens descamba para a violência, a probabilidade do óbito de um homem é bem maior do que quando um homem e uma mulher brigam (posto que a superioridade física o coloca em vantagem, na maioria dos casos). Daí o número de homens assassinados ser muito maior, como você comentou antes. Acho esse pensamento lógico e nem vejo feminismo nessa percepção. É uma percepção do dia a dia. Ou você discorda que nossa sociedade espera que o homem reaja a uma provocação e que a mulher não reaja? Ou que homens sejam, em geral, mais brutos? E que a letalidade do golpe de um homem é maior do que o golpe de uma mulher? Minhas declarações se destinavam a levantar esse ponto e contestar isso como argumento seu contra a ideia de privilégio social masculino que eu mencionei.
            A partir do momento em que se faz um JUÍZO DE VALOR dessa regra social de comportamento masculino que todo mundo conhece, aí alguns vão dizer que essa diferença de expectativa advém de conceitos “machistas”, e é somente nesse julgamento que se pode falar em ideias feministas. Se a pessoa achar esse comportamento natural, não é feminista. Se for, condena essa regra.

            Acho também que esse seu exercício estatístico sobre o homem levar a zero a violência contra outros homens poderia até ser menos exercício teórico e se refletir na realidade, caso os homens deixassem de ser criados com essa falsa ideia de masculinidade, que associa hombridade a virilidade e violência. Se tentássemos evoluir da animalidade do conceito de macho-alfa, dominante, e usássemos a lógica racional para resolver as diferenças, então todas essas estatísticas diminuiriam muito, ficando restritas aos psicopatas. Aí, nesse cenário de homens pensantes, argumentativos, me pergunto como seriam as estatísticas de agressões perpetradas por mulheres e como seriam os conceitos feministas…

            Acho injusto você acusar minhas supostas “falácias estatísticas”, quando eu não mostrei um número sequer. Eu apenas questionei o uso das estatísticas que você mostrou como indicativo de privilégio feminino. Nunca me discorri numa análise complexa como essa que você fez agora, para você dizer que fui falacioso.

            Não vou mais discutir essa sua generalização do feminismo. Generalização é uma simplificação extrema — e distorcida — de uma realidade complexa. Para quem gosta tanto de precisão estatística, etimológica e de lógica, acho que você apelar para generalização é um contrassenso.

          • Mauricio Tavares

            Desculpe, acho que você não entendeu. Eu disse “… não existe feminismo sequer sincero e intelectualmente honesto. Suas (DO FEMINISMO) falácias …” Claro agora?

          • Luis Ricardo

            Entendi seu ponto. Discordo, você sabe, mas entendi o que quis dizer.