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Existem Genes que “engordam”?

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Quando uma pessoa está acima do peso, isto se deve em 60% aos seus genes. Existem vários genes que, por meio dos hormônios de saciedade e nos da fome, influenciam o apetite. Das calorias absorvidas por meio dos alimentos, também é a genética que determina que parte será queimada no metabolismo. Entretanto, na maioria dos casos, é possível controlar isso com eficiência por meio de uma alimentação saudável e da atividade física. Apenas em defeitos genéticos muito raros é que se tem poucas chances de êxito. Assim, uma mutação pode alterar um hormônio ou seu ponto de conexão no cérebro, gerando uma constante sensação de fome, que leva à obesidade. Neste caso, apenas um tratamento medicamentoso pode ajudar.
O gene FTO está envolvido no metabolismo da gordura, como se comprovou em modelos animais e experiências bioquímicas, e é verdade também que suas variações são o principal fator de predisposição hereditária à obesidade, ao diabetes tipo 2 (que está associado ao sobrepeso) e a todas as suas consequências cardiovasculares, neurodegenerativas e cancerígenas.