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Busca pelo “Monstro do Lago Ness” pode ajudar a descobrir novas espécies.

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Já se passaram mais de mil anos e a lendária história do monstro do Lago Ness ainda está bem viva. Seu primeiro relato surge no livro de São Columba, o fundador do cristianismo na Escócia, que diz ter visto uma “besta aquática” como ele bem define em sua obra literária no século VII. Indo para o ano de 1933, um casal alegou ter visto um animal semelhante ao citado pelo Santo, e um ano depois o cirurgião R.K. Wilson apresenta a famosa foto que se tonou famosa no mundo inteiro. Para decepção de muitos, hoje sabemos que não passou de uma falsificação. É nas Terras Altas da Escócia que o Lago Ness se encontra, sendo um local que atrai vários visitantes e tem uma grande importância local por ser o maior reservatório de água doce do Reino Unido.Se fomos contabilizar, são mais de mil relatos de pessoas que afirmam terem visto a tal “besta”.

Há 2 anos atrás, em 2016, um sonar detectou uma imagem no substrato do lago com uma forma que se assemelhava ao tal monstro, e que logo foi descoberto que era apenas uma estrutura usada no filme do Sherlock Holmes em 1970. Os moradores dizem que o monstro seja apenas um bagre.

Nesta segunda-feira (21/05), foram retiradas amostras de DNA par constatar o que realmente “mora” no lago. E ao longo do mês de junho serão retiradas mais 300 amostras em locais e profundidades diferentes que serão analisadas nos laboratórios da França, Nova Zelândia e Dinamarca. Será extraído o material orgânico, preservando apenas o DNA que será comparado ao banco genético das espécies já registradas. Quando um ser vivo aquático se locomove ele perde escamas, pelos, fezes, urina que contêm informações genéticas. Essa pesquisa “caça os Monstro do Lago Nesse” tem uma vantagem: Poderão ser descobertas novas espécies que habitam o Lago.