Vistam-se de população brasileira, senhores!

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Charge do Moisés

Quando teve início o processo de migração da classe média e alta das escolas públicas para os particulares, entre o fim da década de 70 e começo dos anos 80, o que ocorreu como consequência incontestável foi a deterioração progressiva desses estabelecimentos do Estado, o sucateamento do ensino, em todos os níveis, e a transformação dessas instituições em lugares perigosos para o convívio de crianças, adolescentes e até para os próprios professores.

As sucessivas reformas feitas a toque de caixa no ensino público, para conter a evasão crescente de alunos, não surtiram o efeito desejado e hoje, raras são as escolas públicas que conseguem manter algum nível regular de qualidade no ensino. Essa é uma triste realidade que demonstra cabalmente que a maioria das políticas públicas e principalmente aquelas direcionadas para as classes mais carentes, são realizadas de modo apenas a suprir lacunas ou a cumprir o que dispõe e obriga a Constituição.

Entregues à própria sorte, o ensino público, da pré-escola à universidade, com raríssimas exceções, está em estado de ruínas. O mesmo se repete em outros setores, como saúde, segurança, o que tem levado as famílias, com certo nível de renda, a procurar também amparo em hospitais privados, planos de saúde, a contratarem seguranças particulares, blindarem automóveis ou a residir em condomínios que mais parecem penitenciárias. Quem tem recursos, procura suprir essas falhas do Estado como pode. O problema é com aqueles que necessitam dessas políticas públicas e não encontram respaldo. Uma visita a qualquer escola ou hospital da periferia, dá uma mostra da qualidade desses serviços prestados à população da base da pirâmide.

Mudar essa realidade por leis, reformas ou projetos políticos não tem dado certo e a razão é simples e clara: nenhuma autoridade, esteja ela na administração do Estado ou não, utiliza efetivamente os serviços públicos. Nem eles, nem seus familiares. Vivem num Brasil à parte, onde tudo funciona a contento. Essa realidade é ainda agravada quando se observa o arco de proteção que o Estado proporciona às autoridades instaladas nos três poderes da República. Quem se der ao trabalho de analisar, de perto, por exemplo, o que dispõe a nova Lei da Magistratura, poderá ter uma ideia desse diferencial de tratamento proporcionado pelo Estado aos juízes e aos seus familiares.

O mesmo ocorre com relação aos parlamentares, aos ministros, tanto do Executivo como os dos tribunais, todos devidamente blindados contra as agruras e deficiências dos serviços públicos prestados ao grosso da população. O mesmo se repete com os transportes públicos que são de péssima qualidade para a população de baixa renda. Para os áulicos, jatinhos da Força Aérea, carros de última geração e outras mordomias, bancados, obviamente, pelos impostos extraídos das massas.

Condicionar as autoridades, com assento nos três Poderes, a utilizar desses mesmos serviços públicos para o atendimento de suas necessidades em educação, saúde, segurança e transporte, apenas para ficar nesses itens, surtiria mais efeito para melhorá-los do que qualquer reforma, ou discurso político. De fato, o que tem impedido, por séculos, essas mudanças, é que o pessoal que, por suas atribuições, poderia fazê-lo, não sente a necessidade de modificá-los, até porque estão muito bem servidos, obrigado.

 

 

A frase que foi pronunciada:

“Liderança é serviço, não posição.”

Tim Fargo, autor de Sucesso do Alfabeto e Mentiras.

 

 

Ambiente

Sarney Filho, Secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do DF, promete tirar do papel 17 parques no DF já criados por lei. O secretário garante que até o final do mandato serão 35 parques a mais para a população do DF respirar o verde.

Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

 

 

Denúncia

Por falar em meio ambiente, continua a vigorar a lei mais estapafúrdia em tempos de economizar água. Se você tem uma sala comercial, é obrigado a pagar uma taxa mínima de consumo. Essa taxa recai sobre a estimativa absurda de 10m³ de água em uma sala comercial de 30m². Decisão recente do STJ determinou que a existência de hidrômetro, por si só, impede a cobrança por estimativa, critério que atende as regras do Código de Defesa do Consumidor, na medida em que só poderá ser cobrado o que efetivamente for consumido. Mas na capital do país isso não funciona.

Charge: paradesenhar.wordpress.com

 

 

Enquanto há tempo

Problema sério nas superquadras de Brasília e nas cidades satélites. Motoqueiros andando nas calçadas e ciclovias desrespeitam a lei e colocam a vida de pedestres em risco. Principalmente nas quadras comerciais onde há restaurantes com serviço de entrega. Ou se corta o mal pela raiz, ou aguardamos a morte de alguém para que alguma providência seja tomada.

Foto: veracascaes.wordpress.com

 

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

Alguém deve receber punição no caso da iluminação da Praça dos Três Poderes. O dinheiro gasto, que não foi pouco, não poderia ser empregado em experiência, como tudo deixa crer, tenha sido. (Publicado em 17.11.1961)

Problemas à frente

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Foto: Abraham Weintrab e Ricardo Vélez-Rodriguez, ao fundo (Divulgação/MEC)

 

Caso não venha a perder tempo com discussões vazias e sem resultados práticos, num país em que a educação é ainda uma área carente do mais básico, o novo ministro da pasta tem pela frente um conjunto, nada desprezível, de questões que requerem atenção urgente apenas para dar andamento normal ao trabalho desse ministério, paralisado e abalado por frequentes crises.

Ultrapassado recentemente pela Colômbia no quesito qualidade educacional do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), o Brasil continua amargando os últimos lugares nesse tipo de ranking, mesmo gastando por aluno quase o mesmo que países desenvolvidos ou algo em torno de R$ 3.824 per capta. Nesse sentido, nosso país não tem mais tempo a perder.

Levantamento feito por especialistas do próprio ministério da Educação mostra que, dentre os desafios dessa pasta, talvez o mais importante e que vai exigir grande esforço de articulação política é com relação ao Fundeb, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação. Esse órgão é responsável direto pela injeção de recursos no setor, repassando cerca de R$ 150 bilhões por ano a estados e municípios, mas deverá ser encerrado em 2020 por um outro modelo qualquer de financiamento da educação pública que ainda não se sabe qual será.

No Congresso, essa discussão não tem sido debatida, o que complica sua substituição. São mais de 1,8 mil municípios mais carentes que necessitam desses repasses complementares para custear pagamento de pessoal, transportes escolares e outros gastos. Também a chamada Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que indica os elementos de aprendizagem principais a serem desenvolvidos do ensino infantil ao fundamental, tanto das escolas públicas, como privadas, estão paradas e necessitando de maiores orientações do governo federal para introduzi-los nos currículos escolares, formar professores e produzir materiais adequados.

Esse assunto, contudo, não conta com o apoio da maioria dos professores, mais preocupados com a realidade prática de cada localidade. Para muitos deles, a BNCC interfere nessa realidade de cima para baixo e de fora para dentro, desprezando as características próprias de cada região. Outro problema dessa área é quanto à reforma do ensino médio que prevê que esses alunos terão um aumento na carga horária e uma possibilidade de escolher e optar por disciplinas que desejam estudar. Segundo os especialistas, o ensino médio tem sido uma etapa em que os projetos e ações do poder público têm obtido pouco ou nenhum resultado efetivo e representa hoje o principal gargalo da nossa educação com alta evasão escolar e reprovação.

De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), a quase totalidade dos estados da federação não alcançou a meta prevista para 2017, sendo que em alguns estados houve uma sensível piora no desempenho apresentado pelos alunos.

O novo ministro deverá levar em consideração ainda que a formação dos professores ainda está longe da realidade vivida por eles em sala de aula. Esse é, segundo os especialistas, um grande problema, já que acaba se tornando em mais um grande empecilho para se estabelecer uma educação de qualidade. Outra questão premente é quanto à realização, a tempo, do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Tanto esse exame como a Prova Brasil, que avalia a aprendizagem dos estudantes da 5ª a 9ª série, estão com seus cronogramas atrasados por conta de problemas na gestão do próprio ministério da Educação.

 

 

 

A frase que foi pronunciada:

“Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”

Paulo Freire, educador

Foto: novaescola.org.br

 

 

Inteligência e sensibilidade

Já dizia o filósofo de Mondubim: “Deus ajuda quem cedo madruga.” Até que enfim uma autoridade voltou os olhos para os milhões de brasileiros que acordam de madrugada para trabalhar. Em troca de uma economia pífia de energia, a saúde dos trabalhadores contrastava com a alegria de tomar uma cervejinha ainda com sol.

Foto: Sérgio Lima/Poder360 – 9.abr.2019

 

 

Reforço

Reforma da Previdência recebe apoio do partido Novo. Além de Amoedo, estiveram com o presidente Bolsonaro: Marcel van Hattem, Paulo Ganime e Tiago Mitraud. “O NOVO põe o cidadão em primeiro lugar e por isso defendemos uma previdência mais justa, sem privilégios e sustentável”, disse o presidente do partido.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil – 10.abr.2019

 

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

Ainda na estaca zero, a iluminação da Praça dos Três Poderes, que de tão estonteante passou a não existir. Provavelmente teremos posse do novo presidente às escuras, à noite, no lugar que outrora tinha uma iluminação ideal. (Publicado em 17.11.1961)

 

Disciplina também é matéria escolar

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Ilustração: jottaclub.com

 

Todos os países que apresentam excelentes índices em educação mostram, também, ao lado de uma persistente política pública para esse setor, níveis zero de problemas de violência envolvendo alunos e professores. É o caso de países como Coreia do Sul, Japão, Malásia e alguns outros.

Em comum, esses países adotam, além da qualidade indiscutível da educação, uma rígida disciplina que estende ao aluno e aos seus responsáveis todas as consequências pelos atos praticados por ele dentro da escola. Nesse caso, e sem maiores traumas, adotam desde a alfabetização, a disciplina como matéria escolar corrente. Na verdade, nessas sociedades mais desenvolvidas, a disciplina é requisito básico para a sobrevivência, independente do grau de formação acadêmica.

No Brasil, essa realidade há anos vem se apresentando de modo tão inverso que, não raro, os alunos com problemas sérios de comportamento são tolerados dentro das escolas apenas para não causarem maiores problemas e para não engrossarem, ainda mais, os índices de evasão e repetência escolar. Obviamente que, devido a essa estratégia “didática”, que acoberta aqueles indivíduos até violentos, contribui, ao seu modo, para aumentar as piores estatísticas dentro dos estabelecimentos de ensino, particularmente nos episódios de agressões contra professores.

Não é por outra causa que aumentam a cada ano os episódios de ataques contra os docentes. Há pelo menos uma década e meia que esses casos vêm sendo registrados e em número crescente, transformando nossas escolas numa espécie de reformatórios para menores delinquentes. Infelizmente, quem acaba pagando por essa tolerância são justamente os bons alunos, professores e os demais funcionários das escolas.

Desde 2003 o Brasil vem ocupando o primeiro lugar no ranking de país mais violentos contra os professores. Já naquele ano, pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com 100 mil professores de 34 países, mostrava que 13% dos professores brasileiros já haviam declarado serem vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos. Trata-se de um índice elevadíssimo e que demonstra a falência de nosso modelo de educação, que copia da sociedade o mesmo sistema que considera o infrator uma vítima do meio.

Nesse sentido merece ser saudada a intenção do atual ministro da Educação, Abraham Weintraub, de colocar em prática, em todas as escolas do país, um programa de disciplina que irá defender os professores agredidos em sala de aula, dando a eles a necessária cobertura para não só chamar a polícia, mas também como processar os pais e responsáveis. O ministro foi ainda mais além, afirmando ser sua intenção buscar meios para que os responsáveis pelo aluno agressor percam o Bolsa Família e mesmo a tutela desses menores infratores.

Temos que cumprir leis ou caminhamos para a barbárie, afirmou recentemente o ministro, para quem é preciso acabar com a prática do ‘coitadismo’ e da leniência com esses casos. Tão logo foram anunciadas essas medidas de endurecimento contra os agressores, as mídias sociais foram inundadas com mensagens de apoio, o que mostra que esse é um problema que também aflige a sociedade, principalmente as pessoas e as famílias de bem que veem nossas escolas transformadas em depósitos de crianças desajustadas e completamente abandonadas pelo sistema.

 

 

A frase que foi pronunciada:

“Como escapar do Vale da Morte Educacional.”

Sir Ken Robinson. É um autor, palestrante e consultor internacional em educação nas artes para o governo, organizações sem fins lucrativos

 

 

Emprego

Recebemos as dicas da Bazz Estratégia e Operação de RH para quem estiver desempregado. Leia a seguir.

–> Saiu do emprego? Veja como se recolocar!

O desemprego está em alta e por mais que haja uma perspectiva de melhor, essa não será em curto prazo, outro ponto é que se observa um crescente desânimo no mercado profissional com a insatisfação dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Assim, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de procura de emprego ou mesmo de        mudança.

É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível.

Desemprego é            motivo            de        desespero?

Pode parecer difícil manter a calma diante o desespero e as informações negativas do mercado que vemos diariamente, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.

Para e repare como sempre a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, por isso se controle. Além disso, agir por impulso de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional ou poderá deixar vulnerável a golpes existentes no mercado, por trás de oportunidade milagrosas de ganhos. Assim, primeiro ponto que ressalto, mantenha o raciocínio lógico.

Passos             para     se         reposicionar

A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:
1.    Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é, trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;
2.    Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente,       segura             e          que      demonstre       preparo;
3.    Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus          objetivos         e          seu             potencial;
4.    Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar        do        que      fazemos;
5.    Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das             mudanças        de        mercado;
6.    Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.
7.    Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem           valor   nas      competências técnicas             e          comportamentais.

Estou empregado,     mas     insatisfeito!

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente         e          tornando-o      mais    atraente.

Foto: linkedin.com/in/celso-bazzola


Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua     imagem           em       seu       campo profissional.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.

 

 

De olho

Professores têm dificuldades para cancelar plano de Saúde vendido sem as informações suficientes. Ou mesmo sem a leitura integral do contrato. Saúde Vida Card, segundo o portal do consumidor Reclame Aqui, não emite nota fiscal das parcelas pagas, não é reconhecido pela ANS, não permite o cancelamento imediato e os atendentes são extremamente brutos. Nenhuma das reclamações foi respondida no portal.

Link de acesso ao Reclame Aqui: Todas reclamações para Saúde Vida Card

Foto: vidacard.med.br

 

Realidade

Problema sério com pessoas que precisam do salário quando dependem do INSS. Levam meses para receber, já que não há a mesma seriedade trabalhista no pagamento. Mas as contas a pagar permanecem, as multas são cobradas pelo atraso, e o prejuízo é grande, além do estado de vulnerabilidade em que o trabalhador se encontra. Os honestos pagam pelos erros alheios.

Charge do Bier

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

O primeiro busto inaugurado em Brasília foi do maestro Vila Lobos, em frente ao Ministério da Educação. Até agora, Juscelino era solitário, no Catetinho e na superquadra do Ipase. (Publicado em 17.11.1961) 17.11.1961)

Profissão professor

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Charge: humorpolitico.com.br

 

Num país em que você se depara com escolas em precaríssimas condições materiais e humanas de funcionamento, algumas não possuindo, sequer, carteiras, tetos, banheiros ou mesmo professores qualificados para a função, desperdiçar tempo e recursos com discussões propondo o combate ao chamado marxismo cultural ou a implantação da Escola sem Partido, entre outras bobagens acadêmicas, parece coisa de lunático. Prioridades são, até para técnicos medíocres, em qualquer área, a maneira correta para atingir os objetivos propostos.

De um dirigente, principalmente dentro de um ministério com a importância e a urgência que a educação requer nesse país, espera-se, ao ser empossado, que faça, o mais breve possível, uma radiografia completa e detalhada sobre as prioridades que essa área reclama. Obviamente, aproveitando estudos nesse sentido já realizados pelos técnicos da área.

Sem o conhecimento das necessidades, muitas das quais até básicas, como quadro negro, exigidas nesse setor, toda e qualquer ação é inócua. O segundo ponto importante, é claro, é a colocação nessa pasta de um profissional com formação e atuação direta nessa área, ou seja, de um educador de renome. Dificilmente um setor delicado com tantos problemas e carências, como o da educação, alcançará resultados significativos com gestão centrada em parâmetros do tipo político partidária.

Realizados esses dois quesitos, a terceira tarefa prioritária, e talvez a mais importante de todas, seja a valorização do professor. Esse profissional é a mola mestra de todo o sistema educacional. Dele depende não só o desempenho dos estudantes, mas o bom funcionamento de toda a estrutura educacional. Desde sempre é sabido que os resultados na melhora do sistema educacional, seja aqui ou em outros países, passa primeiro pela melhora nos quadros dos docentes. Valorizar esse profissional importantíssimo para o desenvolvimento humano e social de um país requer cuidar, de início, de um conjunto de medidas que visem a formação de qualidade desses trabalhadores, bem como o estímulo à profissão por meio de um bem montado e completo plano de carreira, capaz de atrair cada vez mais brasileiros para esse setor.

O Brasil possui hoje aproximadamente 2,2 milhões de professores, sendo a profissão mais numerosa do país, o que, de certa forma, já facilitaria dar início aos trabalhos de transformação do país via educação. Ocorre que essa é ainda a profissão mais desvalorizada entre nós. Pesquisas recentes têm revelado que uma média de 71% dos educadores se declaram insatisfeitos com a profissão, sendo que muitos falam abertamente em abandonar o ensino, tão logo consigam outra ocupação remunerada.

A falta de incentivos, o desprestígio perante a sociedade e os próprios alunos, além dos casos recorrentes de violência nas escolas, tem afastado muitos professores do trabalho de ensinar. 67% dos professores entrevistados pela pesquisa elaborada pelo movimento Todos pela Educação revelaram que nunca foram ouvidos para a formulação de propostas para as políticas de educação. Quando o assunto é remuneração, a quase totalidade reclama dos baixos salários e de outros incentivos materiais, como auxílio para compra de livros, realização de cursos de aperfeiçoamento e outras ações capazes de manter esses profissionais seguros e bem preparados para a missão.

Fosse realmente colocado como prioridade nacional, e não apenas como discurso vazio de campanha por todos os candidatos, há muito a questão educacional já seria um assunto resolvido. Nesse sentido, começar pelo início, ou seja, pelo estabelecimento de uma lei que fixe como teto da remuneração dos servidores públicos do país o salário de um professor universitário ou pesquisador com dedicação exclusiva, carga completa e com todas as titularidades seria, com toda a certeza, o começo de uma nova era para a educação em nosso país.

Somente no dia em que a profissão de professor for considerada a mais importante do país é que estará solucionado esse problema secular que nos mantém presos ao atraso e ao subdesenvolvimento

 

 

A frase que foi pronunciada:

“Um professor é a personificada consciência do aluno; confirma-o nas suas dúvidas; explica-lhe o motivo de sua insatisfação e lhe estimula a vontade de melhorar.”

Thomas Mann, escritor alemão

Foto: nebis.ch

 

Revisão

Na marcha em defesa dos municípios, o presidente Bolsonaro disse que o país sairá da crise se todos os brasileiros tiverem o mesmo objetivo: o bem-estar da população brasileira. Além da boa intenção, já é hora de os prefeitos prestarem contas obrigatoriamente a cada vez que pedem mais dinheiro. Prestar contas e contrapartida ao país.

 

Revogaço

O excesso de regras é a alegria de quem procura brechas para sair da linha. Ao prometer enxugar o roteiro burocrático, o governo mostrará, na prática, que o cidadão de bem é prioridade. Bom seria se o governador Ibaneis fizesse o mesmo.

Foto: Alan Santos/PR

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

Desde que o Major Dagoberto foi promovido a coronel, nunca mais tivemos telefone na redação. Vou mandar dizer isto ao José Paulo Viana. (Publicado em 17.11.1961)

A semente da instabilidade

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Foto: Adriano Machado / Reuters (oglobo.globo.com)

 

Durante todo o tempo em que a mídia prestava atenção e divulgava as falas, Lula, insistentemente, usou da retórica divisionista do “nós contra eles” como forma de apartar as massas e com isso obter vantagens eleitorais e políticas imediatas, dentro da velha e perigosa lógica de dividir para dominar. Por um breve período, a estratégia adotada pelo então presidente da república lhe trouxe alguns frutos e, enquanto estava no poder, não foram poucos os políticos e parte da imprensa que se renderam a essa ladainha belicista, certos de que ela era uma mera tática usada em política, inofensiva e sem maiores consequências.

O tempo, com sua paciência de estátua de praça, cuidou de demonstrar que, por detrás dessa singela retórica separatista de marketing, estava se formando e cristalizando um grosso caldo onde eram misturados, no mesmo caldeirão, ódios, invejas, incapacidades, ressentimentos, frustrações e outros sentimentos que só a espécie humana é capaz de produzir. Passados agora um ano da prisão, passados 365 dias desse ideólogo do caos, o que se observa por todo o país é o afloramento desses sentimentos nas suas mais variadas versões, opondo brasileiros contra brasileiros, instituições contra instituições e, o que é pior: os brasileiros contra as instituições do Estado.

Brotadas as sementes desse ambiente de animosidade generalizada, que foi cuidadosamente semeado, a razão e o bom senso se afastaram, dando lugar a ações extremistas e outras maldades que pareciam confinadas na Caixa de Pandora. Com isso, a perda de credibilidade nos políticos e suas respectivas legendas, nas instituições da República e no próprio Estado, tem propiciado, cada vez mais, o aparecimento de núcleos extremistas que pregam abertamente, e sem maiores constrangimentos, o fim do Estado Democrático de Direito.

A forma selvagem com que o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi tratado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, e mesmo o conteúdo dos debates que vão sendo travados no Congresso, reforçam a preocupação de que o Brasil vai adentrando célere para um período de grande conturbação política e social, por conta, justamente, desses apelos segregacionistas feitos num passado recente e que, infelizmente, não foram, naquela ocasião, repelidos com a máxima veemência.

Para aqueles que não entendem a antiga expressão: “quem semeia vento, colhe tempestade”, o significado vai ficando cada mais claro, quando se nota que, até dentro das famílias brasileiras, as outrora sementes da fraternidade, que deveriam germinar no mesmo lar, vão sendo espalhadas pelos ventos da discórdia, levando muitas a caírem em solos inférteis.

Com ou sem metáforas, é certo que o maior e mais nefando crime cometido pelo ex-presidente, do alto de suas responsabilidades constitucionais, não foram os crimes comuns de lavagem de dinheiro e corrupção, mas o crime de pregar a divisão da nação entre “nós e eles”. Por esse crime, nem a prisão perpétua teria o condão de restabelecer e reparar os danos causados ao país.

 

 

A frase que foi pronunciada:

“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente…”

Mario Quintana

Foto: revistabula.com

 

Nada

Para a Procuradoria Geral, que está despejando apartamentos ocupados por estranhos: todos os oficiais de Justiça de Brasília conhecem pelo menos um deputado e um senador, que alugam os apartamentos, e, quando vêm a Brasília, “ficam num quarto de um amigo”. Desde novembro de 1961 isso acontece

 

 

Muda

Para a diretoria da CASEB: muita gente, muita mesmo, tem reclamado contra os transviados alunos daquele estabelecimento, em número reduzido, mas perigoso. Agora são centenas de escolas públicas e particulares com o mesmo problema. Com o passar do tempo as universidades também. Quanto ao Caseb o fato foi anunciado por essa coluna também em novembro de 1961.

Foto: facebook.com/www.caseboriginal.com.br

 

Nesse

O governo preste atenção para uma coisa: inicia-se hoje, em Fortaleza, o primeiro Congresso de Lavradores e Trabalhadores Agrícolas do Ceará. Estes, são os explorados, os que trabalham para que os “industriais da seca” enriqueçam e multipliquem suas fortunas com o contrabando. É gente que está como pólvora. É só passar um foguinho por perto. Nada mudou desde novembro de 1961. A coluna do Ari Cunha é testemunha.

Foto: advoc-trabalhista.adv.br

 

País

O Serviço de Turismo precisa funcionar no aeroporto. O que as empresas de turismo fazem é uma exploração desumana e descabida, que decepciona os visitantes, os turistas. Um senhor argentino, desembarcado ontem em Brasília, recebeu, da Excelsior, uma proposta para uma visita à cidade pelo preço de 6 mil cruzeiros. Com a relutância do turista, o mesmo serviço ficou por três mil cruzeiros. Isso em novembro de 1961, em Brasília. Hoje o roubo é tanto que para turistas a moeda é chamada de surreal.

 

 

Esperança

Há esperança também. Leia a História de Brasília abaixo. Supermercado da Novacap, a SAB, e a Cobal eram alternativas para as donas de casa pagarem menos.

Foto: Divulgação/Asco/Seplan

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

Comparando preços de um ano atrás, observa-se que o custo de vida em Brasília decresceu, depois da inauguração do supermercado da Novacap. (Publicado em 17.11.1961)

Mais pobreza

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Foto: Agência Brasil

 

Relatório elaborado há pouco pelo Banco Mundial, com previsões econômicas para toda a América Latina, mostra não só uma desaceleração acentuada no ritmo de crescimento previsto para o continente nos próximos anos, (de 1,7% para 0,9% em 2019), mas uma expansão significativa da pobreza no Brasil. É certo que esses números negativos de crescimento irão empurrar para baixo também a maioria dos indicadores sociais, afetando diretamente os números de emprego e renda.

Sob o título “Efeitos dos Ciclos Econômicos nos Indicadores Sociais da América Latina e Caribe: Quando os sonhos Encontram a Realidade”, o estudo, que parece ter um subtítulo de romance de ficção, mostra de forma crua os desafios a serem enfrentados por nosso país e pelo continente nos próximos anos para deter o agravamento da pobreza, principalmente nesse período de crises sistêmicas que parecem afetar a todos igualmente.

Para o Brasil, as previsões são de uma expansão na riqueza interna da ordem de 2,4% para esse ano, sendo que em países como Argentina será de menos 1,3% e para a Venezuela, de menos 25%. Com isso, vai aumentando, de forma contínua, o cinturão de pobreza em volta do Brasil, o que contribui, por tabela, para dificultar o crescimento do nosso país, tornando difícil uma retomada plena do desenvolvimento.

Como no caso da maioria de nossas metrópoles, cercadas de favelas, o Brasil vai assistindo a expansão da pobreza em suas fronteiras. O fato é que, seja uma metrópole ou país, dificilmente pode haver crescimento e desenvolvimento plenos quando o entorno está cercado por situações de pobreza. Ilhados em meio à realidade da pobreza em expansão, crescer e gerar riqueza não é fácil.

Entre 2014 e 2017, os indicadores mostrados por esse levantamento mostraram que houve um aumento da pobreza no Brasil, principalmente motivado pela prolongada forte recessão. Ciclos econômicos de altas e baixas na economia, e não podiam ser de outra forma, possuem, segundo os economistas, fortes repercussões nos indicadores da pobreza.

Ganhos permanentes na economia só se tornam possíveis após um longo período de estabilidade, com a redução significativa nos índices de pobreza e de desigualdade, o que parece não ter acontecido até o momento. Nesse quesito, o Banco Mundial aponta a implementação das reformas como o meio correto para melhorar esses números negativos de crescimento. Dentre essas reformas, o Banco destaca como essencial as reformas fiscais, em especial a reforma da previdência, que representa hoje o maior sorvedouro de encargos do nosso país.

De acordo com esse relatório, o número de pessoas vivendo na pobreza no Brasil aumentou 7,3 milhões desde 2014, e hoje já atinge 43,3 milhões de brasileiros ou 21% da população, o que é um número muito significativo e que vai exigir grande esforço para ser revertido a curto e médio prazos. Mesmo a crise vivida pela vizinha Venezuela poderá trazer reflexos negativos para o Brasil, projetam os especialistas.

Internamente, a dívida pública de mais de 80% do nosso PIB mostra, segundo esses dados que temos, ainda um longo caminho pela frente. A falta de um conjunto coerente de medidas e programas sociais que produzam a chamada rede de segurança social, com políticas distributivas, pode minorar o problema da pobreza, mas só a curto prazo.

Com um problema dessa dimensão, cercado externamente por países pobres e internamente por dificuldades políticas, econômicas e sociais de toda a ordem, apostar todas as fichas apenas nos próximos quatro anos é arriscado. Teremos ainda muito chão pela frente, até livrar o país, definitivamente, da herança ruim semeada nas últimas duas décadas.

 

 

A frase que foi pronunciada:

“Um segundo mal que assola o mundo moderno é o da pobreza. Como um polvo monstruoso, projeta seus tentáculos presunçosos e incômodos em terras e aldeias em todo o mundo. Quase dois terços dos povos do mundo dormem com fome à noite. Eles são subnutridos, malcuidados e malvestidos. Muitos deles não têm casas ou camas para dormir. Suas únicas camas são as calçadas das cidades e as estradas empoeiradas das aldeias.”

Martin Luther King em discurso do Prêmio Nobel da Paz, 1964

Foto: Martin Luther King, líder do movimento pelos direitos civis nos EUA e Nobel da Paz | Arquivo (blogs.oglobo.globo.com)

 

 

Autoridade

É preciso enaltecer a escola Senac de gastronomia. Instalada por todo o país, tem feito um trabalho importante dando oportunidade para os alunos que realmente querem encarar o trabalho com dedicação e seriedade. Um deles, apaixonado pelo que faz, passou de aluno a professor: Josenilton Nascimento dos Santos. Ele divide o tempo entre dar aulas e trabalhar como chefe na cozinha do Sesc na Bahia. Na sexta-feira, brindou os clientes do restaurante do Senado abrindo o Festival Gastronômico. A autoridade daquele local, naquele dia, era ele. Conheça um pouco mais desse chefe internacional a seguir.

 

 

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

Muito bem iluminada a Avenida W 3, à altura das quadras da Fundação. Os moradores, por intermédio desta coluna, agradecem ao DFL. (Publicado em 17.11.1961)

Vista de cima, nossa pobreza é africana

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Foto: spotniks.com

 

De acordo com economistas que estudam o problema endêmico da pobreza no Brasil, suas causas e consequências, bem como as estratégias capazes de livrar nosso país dessa chaga social e econômica, quaisquer que sejam as fórmulas que venham a ser adotadas para tirar boa parte da nossa população dessa condição, terá que principiar pelo rompimento do círculo fechado em que esse fenômeno se insere.

De acordo com esses estudos um país ou região é pobre porque há falta de capital; falta capital porque há baixa capacidade de poupança ou acumulação de riqueza; há baixa capacidade de poupança porque há baixa renda; há baixa renda porque há baixa produtividade e há baixa produtividade porque há falta de capital. Obviamente que, dentro desse círculo vicioso, existem outros subfatores que induzem o fenômeno da pobreza, fazendo com que esse rompimento seja ainda mais complicado.

Dentre eles, podem ser citados o fenômeno, também endêmico, da corrupção e de sua coirmã, a concentração acentuada de renda em mãos de poucos brasileiros, o que faz de nosso país um dos campeões mundiais da desigualdade.

Uma imagem que tem circulado muito pelas redes sociais e que mostra, de forma didática e bem resumida, o que é a pobreza, a corrupção e a concentração absurda de renda em um só enquadramento, apresenta uma tomada aérea da super mansão do ditador, José Eduardo dos Santos, o segundo homem mais rico daquele continente e que está no poder em Angola há exatos quarenta anos. Aparecem na mesma cena, além da imensa propriedade, ocupando vasta área verde com diversas instalações, uma infinidade de barracos e outras construções, formando um conjunto extenso de favelas precaríssimas que cercam os quatro lados dessa nababesca construção.

Note-se que nesse país a Odebrecht, graças à interferência pessoal do ex-presidente Lula, vem fazendo festa há mais de uma década, usando os mesmos métodos empregados por aqui. Nesse país cuja a população vive em extrema pobreza, o Brasil, graças também à atuação petista, chegou a “investir” mais de R$ 14 bilhões num espaço de tempo de pouco menos que oito anos. Claro que essa montanha de dinheiro não foi canalizada para minorar os problemas sociais e econômicos daquela gente, indo, sim, parar diretamente nos bolsos dos poderosos daqui e de além mar.

Quadros como esses também podem ser captados aqui no Brasil. Como aquela foto tirada em Angola, um país também ex-colônia portuguesa e como tal, herdeiro desses mesmos vícios históricos, sintetiza o mecanismo que faz com que o fenômeno da pobreza possui causas estruturantes complexas, longevas e absolutamente injustas.

Também em nosso país a concentração acentuada de renda entra também no cálculo da pobreza, o que piora de forma desumana esses índices. Quem chega de avião à maioria das grandes capitais brasileiras também pode ter essa visão do imenso desnível social e econômico experimentado por nossa gente. O Rio de Janeiro, que por muitos anos foi a capital do país e a mais rica de todas as unidades da federação, apresenta ao visitante que chega pelo ar um panorama claro de uma cidade que vai, aos poucos, sendo engolida pela expansão das favelas, ou seja, pelo aumento da desigualdade, pela concentração de renda e pela corrupção.

Também Brasília, idealizada para ser a moderna capital dos brasileiros, apresenta aos que chegam de avião a mesma e triste cena da expansão das favelas sobre a cidade, repetindo o mesmo fenômeno presente em todas as metrópoles brasileiras.

Com isso, é possível constatar que a totalidade das cidades de nosso país vistas do ar pouco se diferem da réplica cruel que mostra a realidade hoje em Angola. Vistos de cima, somos o que somos e nenhum índice oficial, por mais engenhoso que seja, é capaz de camuflar o que os olhos veem.

 

 

A frase que foi pronunciada:

“Quando uma pessoa pobre morre de fome, isso não aconteceu porque Deus não cuidou dela. Isso aconteceu porque nem você nem eu queríamos dar a essa pessoa o que ela precisava ”.

Madre Teresa de Calcutá

Madre Teresa, após receber o Prêmio Nobel da Paz, em Oslo, a 12 de dezembro de 1979. (padrepauloricardo.org/blog)

 

Realidade

Comentário no cafezinho da Câmara. Um admirador do ministro Guedes fez as contas dizendo que até nisso a oposição falha. O primeiro dia de governo só começa quando o Congresso está pronto para votar. Por isso, Bolsonaro e equipe não fizeram 100 dias de trabalho ainda. Mas já chegaram prontos, com projetos importantes finalizados que só dependem dos representantes do povo.

 

Passa rápido

Falando em tempo, amanhã faz um ano que o presidente Lula está preso.

 

Avianca

Imagine estar sentado em um avião e receber a notícia de que não poderá voar nele porque o transporte foi penhorado. De uma coisa nenhum brasileiro tem o direito de reclamar: nós somos um país totalmente sui generis.

Foto: Breno Fortes/CB/D.A Press

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

O sr. Guilherme Machado castigou firme quando se referiu ao Tribunal de Contas da União: “É um órgão anacrônico, responsável pela aprovação de mais de cem mil processos por ano, e incapaz de dar conta de todos eles, em tempo hábil e regulamentar”. (Publicado em 17.11.1961)

Uma cidade precocemente envelhecida

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Foto: chiquinhodornas.blogspot.com

 

Ao percorrer algumas áreas da parte central de Brasília, um turista acidental, do tipo que conheceu a capital ali pelos anos setenta, ou uma década após sua inauguração, constata, sem esforço, que a cidade idealizada por um dos maiores urbanistas do planeta envelheceu precoce e severamente em pouco mais de algumas décadas.

A decadência de áreas como as W2 e W3 Sul e Norte, das quadras 700, dos setores bancários, do setor comercial e principalmente de todo o perímetro em volta da Rodoviária do Plano Piloto, deixa claro que esses endereços, outrora chiques e disputados pela valorização local, hoje se apresentam como lugares perigosos, sujos, mal iluminados, tomados pelo mato, com calçadas quebradas e lixo, muito lixo, espalhado por onde quer que a vista alcance.

O Plano Piloto, ou seja, o coração da capital, com suas belezas arquitetônicas, seus espaços bucólicos, arborização, sua setorização arrumada, vai, pouco a pouco, desaparecendo ante o descaso, a falta de preservação adequada e outras atitudes de seguidos governos.

Não bastasse esse desmazelo com a capital de todos os brasileiros, circular por esses locais e mesmo em meio as Superquadras é se deparar a todo momento com menores abandonados, homens, crianças e idosos cheirando derivados de petróleo, usando entorpecentes à luz do dia. A poluição visual, com letreiros ocupando cada centímetro do espaço livre, as pichações e depredações dos móveis urbanos, fornecem os indícios de que essa é uma cidade sem lei ou, ao menos, sem fiscais da lei.

Difícil é andar nesses locais sem ser abordado por todo o tipo de pedinte, alguns ameaçadores. O descaso com a cidade, a falta de ação por parte das autoridades e mesmo de moradores, com muitas exceções, e comerciantes, parecem decretar o fim dos espaços públicos ou ao menos o respeito pelos espaços que são de todos. A noção errada de que nossa cidade termina onde começa a porta de nossas casas precisa ser reaprendida, sob pena de ficarmos ilhados e fechados dentro de quatro paredes.

Com isso, nossas ruas vão se transformando em áreas hostis, sem policiamento, escuras e malcheirosas, tal qual uma cidade abandonada à própria sorte. O desrespeito pelas normas urbanas está por todo lugar. Invasões, barracos de lata de comércio precário, puxadinhos dos comércios locais sem cerimônia. Vão se espraiando por áreas verdes, ocupando calçadas, canteiros, com cada um fazendo o que bem quer sob o olhar indiferente das autoridades.

A fragilidade de uma cidade planejada ou seu Tendão de Aquiles está justamente no comportamento sem urbanidade de seus cidadãos e dos seus responsáveis. A obediência aos códigos de postura, de edificações e ao que delimitam as leis é condição fundamental para a continuidade de toda e qualquer cidade. No caso de Brasília, considerada por muitos uma joia do modernismo e do empreendedorismo de uma nação, o descaso e o abandono continuado de suas áreas centrais, poderá, dentro do que ensina a Teoria das Janelas Quebradas, conduzir a capital para um estágio tal de desestruturação de seus espaços, que torne impossível a recuperação da beleza e harmonia originária, condenando a cidade e entrar para o rol das muitas capitais brasileiras depredadas e abandonadas pelo poder público.

 

 

A frase que foi pronunciada:

“Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das mais altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada, com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino.”

Juscelino Kubitschek

Foto: doc.brazilia.jor.br

 

BSB, meu amor!

Por falar em Brasília, nas comemorações dos 59 anos da capital, as fundadoras do movimento Mexeu com Brasília, Mexeu Comigo – lançaram a primeira edição do Prêmio Olhar Brasília de Fotografia. O projeto tem curadoria do fotojornalista Alan Marques. As jornalistas convidam os brasilienses para se inscreverem até o dia 21 de abril com fotos que mostrem o amor pela cidade.

 

Cartaz: facebook.com/olharbrasilia

 

Arte

Até o dia 25 de maio, mais de 30 artistas participam da exposição Entre Cores e Utopias, que mostra os grafites da cidade. Renata Almendra, com fotografias de Juliana Torres, apresenta o movimento de Brasília nas mãos dos grafiteiros. Suas propostas, crenças e protestos. Veja o vídeo no blog do Ari Cunha sobre o lançamento do livro de Almendra sobre o assunto.

Foto: facebook.com/entrecoreseutopias

 

NET

Enquanto o internauta pensa que parece ter uma conta vencida sem ter sido paga, aparece no email uma mensagem falando exatamente sobre isso. Com dados completos, nome do cliente, endereço e a melhor parte: a Net propõe que você não fique inadimplente. Por isso dará 50% de desconto na mensalidade. Preocupado em não deixar passar mais nenhum dia de inadimplência, o internauta paga pelo código de barras. Confere e percebe que quem recebeu o pagamento foi uma pessoa física.

 

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

Mais de meio milhão, custou a limpeza dos trevos durante a última inundação. Nós já havíamos chamado a atenção contra a suspensão da plantação da grama, agora atacada pela Novacap. (Publicado em 17.11.1961)

Hora de encarar os fatos

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Foto: diariodopoder.com.br

 

Ao contrário do que tem afirmado o atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, o aumento na insegurança jurídica não vem sendo gerado pela atuação continuada da Operação Lava Jato, mas pelo recrudescimento da criminalidade. Opinião nesse sentido vem sendo repetida por nove em cada dez procuradores do Ministério Público. O mais significativo é que essa mesma avaliação é feita pela maioria quase absoluta da população.

Para a procuradora da República Thaméa Danelon, a posição da OAB não chega a ser surpresa, pois durante a aprovação das 10 medidas contra a corrupção, votadas no Legislativo, a OAB não só não apoiou as medidas, como fez campanha contrária a sua aprovação. Além de não apoiar esse conjunto de ações saneadoras, a OAB tão pouco apresentou quaisquer outras medidas alternativas, restringindo sua oposição a esse pacote saneador apenas com críticas desconexas e sem respaldo algum com a ética.

Para essa procuradora, é uma pena que a OAB não tenha se unido às demais instituições do país no combate à corrupção e ao crime organizado. O que se pode aferir desse comportamento paradoxal, já que essa entidade, por sua concepção, deveria estar na vanguarda do combate ao crime, pode ser em parte explicado por uma espécie de corporativismo doentio que leva essa Ordem a se posicionar ao lado dos grandes escritórios de advocacia do país que veem perder, pouco a pouco, a mina de ouro representada pela defesa de poderosos grupos envolvidos em casos de corrupção.

O que temem os abrigados por essa entidade é que operações como a Lava Jato ponham um fim na indústria de liminares, reduzindo ainda as chances de recursos e em outras protelações jurídicas infinitas. Com isso, as chicanas, tão comuns em nossa justiça e que acabavam por anular processos rumorosos, com essas operações muito bem coordenadas vão ficando cada vez mais raras.

Na verdade, o que esses grandes escritórios, que passaram a amealhar enormes fortunas na defesa de corruptos, não contavam é que a alta formação técnica e profissional desses novos procuradores, dos novos juízes e desembargadores, fosse capaz de pôr um fim a um tipo de justiça discricionária que sempre livrava das barras da lei os malfeitores endinheirados.

Uma simples conferência no próprio Código de Ética e Disciplina da OAB, em seu artigo 6º, mostra que essa entidade jamais puniu qualquer desses advogados de alto coturno pela utilização recorrente de chicanas e outros artifícios capazes de opor obstáculos à realização da justiça. Tão pouco essa entidade tem se empenhado no sentido de punir aqueles advogados que agem livremente como pombo correios de criminosos encarcerados.

Falar em “reencontrar a agenda do crescimento econômico”, perdida, segundo o presidente da OAB, pela ação deletéria da Lava Jato, soa como um acinte contra os brasileiros, que tentam acertar seus ponteiros com o século XXI, deixando para trás um país empobrecido pelos desmandos e roubalheiras pantagruélicas.

 

 

A frase que foi pronunciada:

“Não temos nas nossas mãos as soluções para todos os problemas do mundo, mas diante de todos os problemas do mundo temos as nossas mãos.”

Friedrich Schiller, poeta, filósofo, médico e historiador alemão nascido em 1759.

Imagem: reprodução da internet

 

Muito bom

Disponível, pelo GDF, o Programa de Atenção à Saúde Mental Materna. Trata-se de uma iniciativa da Gerência de Saúde Mental Preventiva especialmente voltada para gestantes, mães de recém-nascidos e mulheres em situação de luto materno. Pela entrevista de acolhimento, a triagem é feita para grupo de gestantes, pós-parto, luto materno, visita domiciliar pós-parto, rodas de conversa e encaminhamento para tratamento psiquiátrico, se for o caso. O atendimento telefônico não é feito por alguém que conhece 100% do projeto, mas deixando o seu número, o pessoal sempre faz contato. Tente contato pelo saudementalmaterna@gmail.com ou pelo nº 33493972.

 

 

Nossa honra!

Com muita alegria, dona Terezinha Bleyer nos manda notícia de sua cidade natal, Campos Novos, a conhecida Suíça Catarinense, que faz 138 anos. A cidade foi fundada por João Gonçalves de Araújo, bisavô de nossa leitora.

 

STF

Termina, dia 10 desse mês, a exposição Memórias Femininas da Construção de Brasília, no Supremo Tribunal Federal. Bem que poderia ficar naquele espaço até o aniversário da cidade. Deve ter sido um trabalho hercúleo para Tânia Fontenele montar todo aquele material.

 

 

Ibaneis Rocha

Por falar nisso, a torcida dos pioneiros é grande para que o governador abrigue a exposição Memórias Femininas da Construção de Brasília em local fixo. Afinal, nossa história merece mais do que carinho, merece respeito. Se precisarem, o contato de Tânia Fontenele está no convite da exposição a seguir.

 

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

Funcionários da Rádio Nacional e da Novacap, despejados da “Coréia”, deixaram os apartamentos completamente danificados. Destruíram pias, banheiros, arrancaram tacos, estragaram a pintura, fechaduras e vidraças. Afora o despejo, se o IAPI cumprisse com a sua missão, cobraria, também, os prejuízos causados. (Publicado em 17.11.1961)

Estamos do lado certo da história

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Charge do Erasmo

 

Em nosso país, o fenômeno da corrupção, apenas se observado nas últimas três décadas, foi o resultado quase natural de um pacto oligárquico que, de modo profissional, arrecadou e distribuiu ilegalmente dinheiro público dentro de um sistema estrutural, sistêmico e institucionalizado, ou seja, entranhado nas instituições da República.

A avaliação foi feita pelo ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal, em um encontro promovido pelo Centro de Debates de Políticas Públicas (CDPP), em conjunto com o jornal Estado de S. Paulo, nessa segunda-feira. Segundo o magistrado, esse mega esquema só foi possível porque envolveu um espantoso arco de aliança que incluiu empresas privadas, empresas estatais, agentes públicos, agentes privados, partidos políticos, membros do Legislativo, membros do Executivo e outros. Todos, segundo diz, absolutamente despojados do senso crítico, crentes de que a naturalização dos procedimentos errados não haveria de produzir resposta alguma da justiça. Nesse sentido até gente bem-nascida e rica passou também a roubar, porque esse era o modo natural de se comportar no espaço público. Daí porque o ministro Barroso acredita ser esse um bom exemplo de pacto oligárquico, de saques e desvios ao Estado Brasileiro para fins privados.

Pessoas que acreditavam ser uma espécie de sócios do Brasil, e que cobravam uma participação em todos os contratos públicos relevantes. Esse modo de agir, segundo o ministro que relatou alguns desses casos, não havia casos isolados, mas um modo de se fazer negócios, de se fazer política. Portanto, nesses casos, não havia um só negócio público relevante em que os agentes públicos não cobrassem um percentual, como se fossem sócios no negócio. Graças ao que classifica como uma imensa reação da sociedade é que foi possível barrar esse esquema. A sociedade brasileira deu início então a um grande movimento por integridade, por idealismo, por patriotismo que acabaram por empurrar as instituições na direção de adoção de novas jurisprudências, como o fim mafioso dos financiamentos de campanha, a redução do foro privilegiado, a possibilidade de prisão em segunda instância entre outras alterações importantes.

Também merece destaque no combate a esses crimes, segundo Barroso, o estabelecimento de legislação sobre lavagem de dinheiro, sobre a Lei da Ficha Limpa e sobre a chamada colaboração premiada, mudanças incentivadas por um processo histórico realizado em boa medida pela sociedade.

Obviamente que um movimento pela ética, dessa natureza, iria produzir uma grande reação levada a cabo justamente por esse pacto oligárquico, que aposta no atraso secular desse país, como meio de prosseguir em seus intentos criminosos. Com isso o ministro passou a alertar a todos sobre a possibilidade de uma grande operação abafa que estava por vir e que, de fato, veio com força total. Foi, em sua opinião, a energia que emanada pela sociedade, a grande responsável por deter essa reação dos oligarcas, interessados em perenizar o status quo.

É essa elite extrativista que impede a construção de instituições políticas e econômicas verdadeiramente inclusivas que devemos combater. Estamos do lado certo da história.

 

 

A frase que não foi pronunciada:

“Voto não tem preço. Aprovação de PEC também não.”

Linha tênue entre o eleitor e o eleito corrupto

Charge do Lute

 

Civilização

Festa agradável na embaixada da Noruega. Com um toque da pimenta baiana e os melhores bacalhaus noruegueses, o embaixador Nils Martin Gunneng foi o anfitrião de um encontro memorável em Brasília.

Foto: facebook.com/embnoruegabrasilia

 

Perigo

Chama a atenção, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a banalização da intervenção cirúrgica feita pelas redes sociais, principalmente por influenciadoras digitais, que são remuneradas (sem necessidade de pagar impostos) para fazer propaganda até de operações desnecessárias.

Imagem: saberatualizado.com.br

 

Ceará

Não são só a Paraíba e Pernambuco que atraem o turismo em tempos de São João. Fortaleza está investindo pesado para que a festa seja um sucesso. Dentro do projeto turístico organizado pela Secretaria de Turismo serão espalhadas dezenas de feiras internacionais e nacionais.

Foto: siaranews.com.br

 

Posse

Assim os parlamentares da Câmara dos Deputados e Senado, que fazem parte da base do governo, receberam a sugestão para indicar pessoal para cargos comissionados com ficha limpa e qualificação. Além disso, há publicidade e transparência nos atos. A lista de documentos para a habilitação e posse é longa.

Charge do Feliciano

 

HISTÓRIA DE BRASÍLIA

Alegam, ainda, concorrentes, que durante os exames, alguns candidatos marcaram suas provas, no que foram repreendidos pela assistente, ficando, entretanto, as provas marcadas. (Publicado em 15.11.1961)